As inesperadas soluções de baixa tecnologia que possibilitaram a construção do Guggenheim de Bilbao

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Alpinista instalando painéis de fachada de titânio durante a construção do Museu Guggenheim de Bilbao. Foto: Aitor Ortiz. Imagem © 2017 FMGB Guggenheim Bilbao

Este artigo foi publicado originalmente em guggenheim.org/blogs, com o título "How Analog and Digital Came Together in the 1990s Creation of the Guggenheim Museum Bilbao," e é utilizado com permissão.

O Museu Guggenheim de Bilbao, que comemora seu vigésimo aniversário este mês, foi aclamado como um pináculo do progresso tecnológico desde sua abertura em outubro de 1997. Embora o uso do software de modelagem CATIA (Computer Aided Three-Dimensional Interactive Application) tenha sido, sem dúvidas, inovador, alguns dos maiores momentos de engenhosidade durante o projeto e a construção do edifício foram claramente de baixa tecnologia. Desenvolvido entre 1991 e 1997, o edifício curvado e angular revestido em titânio foi concebido no ponto de virada entre a prática analógica e a digital. Essa mudança profunda envolveu e permeou todos os aspectos do projeto, desde o processo projetual e técnicas construtivas até os métodos tecnológicos de comunicação utilizados.

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Sobre este autor
Cita: Mendelsohn, Ashley. "As inesperadas soluções de baixa tecnologia que possibilitaram a construção do Guggenheim de Bilbao" [The Unexpected Low-Tech Solutions That Made the Guggenheim Bilbao Possible] 18 Out 2017. ArchDaily Brasil. (Trad. Souza, Eduardo) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/881860/as-inesperadas-solucoes-de-baixa-tecnologia-que-possibilitaram-a-construcao-do-guggenheim-de-bilbao> ISSN 0719-8906

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