Pop-up Le Cagole da Balenciaga em Londres. Imagem cortesia de Balenciaga / Divulgação
Com o comércio físico e digital se difundindo cada vez mais, os designers e arqutietos estão criando experiências de compra que preenchem a lacuna entre os espaços físicos e online. Estamos começando a ver o início de um novo varejo que habilmente sobrepõe comportamentos digitais disruptivos com novas estéticas.
A geração Z compreende o grupo de pessoas nascidas a partir de 1995. Cresceram junto com a popularização da internet e interagem com o mundo integrando todas as formas de tecnologia disponíveis.
A diversidade de mídias disponíveis, a velocidade no tráfego de informação, a interatividade no ambiente virtual e o uso cotidiano desses ativos tecnológicos comuns nos dias de hoje, influencia o comportamento dos indivíduos dessa geração, imprimindo polivalência, agilidade e curiosidade.
Se você está lendo isso agora, ou já leu um artigo no ArchDaily, é porque você estava em um lugar que permitia que você se conectasse à internet. Pense em um momento em que você se encontrou em uma zona morta, onde a Internet estava ruim e você não conseguiu conectar seu computador ao WiFi para concluir uma tarefa, ou sem conseguir conectar seu telefone para pesquisar rapidamente no Google. Você provavelmente correu para o café mais próximo, ou lugar onde o WiFi era mais confiável, apenas para ter a sensação de estar online novamente. A internet, em um mundo ideal, é igualmente aberta a todos, proporcionando acesso ao conhecimento e a capacidade de se conectar facilmente com outras pessoas. Mas o que acontece quando você não tem internet? Como sua vida é afetada se você estiver do lado errado da exclusão digital e morar em uma área sem acesso à banda larga?
Se você for daquelas pessoas que em alguns momentos sente que sua vida se tornou a cena de um filme, provavelmente vai gostar da página /r/AccidentalWesAnderson, do Reddit. Diretor, produtor, roteirista e ator, Wes Anderson é bem conhecido por criar cenas em seus filmes que diluem os limites entre o real e o onírico. A extrema simetria e as paletas de cores restritas muitas vezes passam a impressão de um mundo surreal. O propósito da página Accidental Wes Anderson é que os usuários postem fotos de ambientes e lugares reais que, de tão impressionantes, pareçam cenas tiradas de filmes de Wes Anderson. Veja, a seguir, uma seleção de algumas das fotografias publicadas na página.
Em seu trabalho seminal, Os Quatro Livros da Arquitetura (1570), Andrea Palladio delineou os elementos arquitetônicos que integrariam seu estilo de projeto, tomando emprestado referências da arquitetura dos antigos romanos e os princípios definidos por Vitrúvio e Leon Battista Alberti. Ao projetar seus edifícios, Palladio empregou uma paleta completa de motivos, de frontões a pórticos, resultando em estruturas que, embora seguissem uma determinada fórmula, permaneciam distintas e únicas.
Reconhecendo os padrões arquitetônicos em seu trabalho, o programador "23" (Paul O'Leary McCann) criou um código capaz de gerar aleatoriamente fachadas de inspiração palladiana. Ajustando-se ao tamanho de sua tela, o programa pode criar fachadas de escalas variadas, de templos de um pavimento a mega-estruturas, que guardam semelhanças com as obras de Palladio e que fazem lembrar brinquedos de blocos de montar.
https://www.archdaily.com.br/br/873585/gerador-automatico-de-fachadas-palladianas-explore-variacoes-do-estilo-do-arquiteto-mais-influente-da-historiaAD Editorial Team
Fora dos nossos círculos familiares, sociais ou outros, a Internet pode ser um lugar assustador. Embora a informação e a interação nunca tenham sido tão fáceis, desenvolver maneiras de obter um controle sobre a quantidade e o ritmo deste mundomuitas vezes pode ser difícil - é muito fácil se deparar com sua vida digital involuntariamente isolada. Na esfera da arquitetura, o conhecimento compartilhado e uma ampla compreensão da história e da prática contemporânea são importantes;odiscurso e a conversa ainda mais.Are.na, uma plataforma de pesquisa colaborativa e independente, fornece uma nova forma de navegar, capturar e contextualizar o conteúdo da Internet.
Quando se trata de virais de arquitetura, os leitores costumam gostar de coisas impressionantes e dramáticas. Nesse escopo, um tipo de arquitetura encontra seu lugar: edifícios "malignos" ou"diabólicos" que se parecem o lugar perfeito para ser a casa de um supervilão ou a sede de uma companhia nefasta.
Compiladas em sites como Reddit e BoredPanda, listas de "edifícios diabólicos" costumam enquadrar estruturas que parecem estéreis a pessoas de fora da profissão, fotografadas com iluminação dramática ou envolvidas por neblina. Projetos de Zaha Hadid Architects, Frank Gehry e Ole Scheeren estão geralmente entre as obras citadas. Mas o que faz exatamente com que estes edifícios sejam vistos como "do mal"?
O Museum of Modern Art in New York (MoMA) lançou um arquivo online com mais de 3.500 exposições que já aconteceram no museu desde sua criação em 1929. De acesso gratuito para todo o público, o banco de dados contém fotografias, catálogos, comunicados de imprensa e listas dos artistas.
O júri pode ter sido um pouco duro com o website do BIG em termos de funcionalidade e acessibilidade, mas ninguém pode acusar o escritório dinamarquês de ser sem graça.
Alinhado com seu espírito lúdico, o BIG se reuniu com os programadores do Ruby Studio para lançar uma versão alternativa de seu website que permite aos visitantes jogarem o clássico videogame Arkanoid.
Há exatos vinte e cinco anos, Tim Berners-Lee lançou o protocolo "World Wide Web" no CERN, na Suíça, dando início à era da Internet. Ao longo das últimas duas décadas esta rede global de informação evoluiu rapidamente, cada vez mais influenciando o modo como a arquitetura é concebida, produzida, discutida e, finalmente, implementada no espaço real.
https://www.archdaily.com.br/br/793924/estamos-celebrando-hoje-e-todos-os-arquitetos-tambem-deveriamAD Editorial Team
Quando publicamos o artigo Vivendo no limite com a Casa Brutale, em julho do ano passado, esperávamos que fosse uma matéria popular em nosso site, mas nunca imaginamos que estaria entre os primeiros lugares no ranking de artigos mais lidos de 2015. No entanto, o que aconteceu depois foi ainda mais surpreendente. Até o final daquela semana, o projeto havia sido publicado por uma série de mídias não relacionadas diretamente com a arquitetura, como por exemplo o Yahoo, CNET e CNBC.
Apesar de ser muio atraente, com aspectos que tangem o impossível, o projeto parecia estar destinado a permanecer no papel. Entretanto, muito rapidamente o projeto encontrou um cliente e está a ponto de ter sua obra iniciada. Mas o que é necessário para um projeto viral se tornar uma construção real?
Como os nossos edifícios vão mudar quando nossos dispositivos móveis poderão receber enormes quantidades de dados vindos das luminárias acima das nossas cabeças? O LED não apenas nos trouxe uma fonte de luz altamente eficiente, mas é também um instrumento promissor para a comunicação de luz visível (VLC). A luz não será apenas um meio para apoiar a visão, mas também será um meio essencial de comunicação de dados. Com o baixo consumo de energia de um LED, poderemos até mesmo configurar luminárias sem cabos de alimentação e apenas instalar cabos Ethernet. Bem-vindos ao mundo da iluminação digital!
"Quando pensamos que os maiores conflitos ideológicos que herdamos giram em torno da pergunta de quem deveria controlar os meios de produção, hoje as tecnologias de informação digital parecem ter respondido com uma solução clara e radical: Nada, nenhum de nós." Com esta frase, Alastair Parvin explica como o surgimento do Free Software transformou as lógicas tradicionais de produção industrial graças à abertura em massa do suporte digital, onde a obtenção, elaboração e criação de informação é agora livre e compartilhada. Este fenômeno provocou um surgimento da metodologia denominada "faça você mesmo", onde os processos de projeto podem ser visualizados e baixados de qualquer parte do mundo e as pessoas são capazes de produzir suas ferramentas, a infraestrutura e os materiais necessários para poder construir, fabricar e elaborar seus próprios projetos, suscitando através do tempo uma espécie de "economia social da arquitetura". O que significa para as sociedades democráticas oferecer a seus cidadãos o direito de construir? Estamos próximos de passar de uma democratização do consumo à uma democratização da produção
Conheça mais sobre a proposta de Parvin, a seguir.
Você já se perguntou para onde suas informações vão quando você as salva na "nuvem"? A resposta é: para gigantescos centros de dados. Segundo relatos, os centros de dados do Facebook e do Google parecem ter saído de algum filme de ficção científica, enquanto outras "nuvens" parecem ter ligações com os filmes do James Bond. Em seu mais recente vídeo, intitulado Internet Machine, o artista Timo Arnall nos leva onde poucos tiveram acesso, mostrando o que a "nuvem" realmente é - um gigantesco espaço arquitetônico com demandas extremas de energia. Para experienciar o poder e o zumbido ensurdecedor de um centro de dados, assista o vídeo acima.
Manifestações em diversas capitais brasileiras contra o aumento das tarifas de transporte público (sim, isso também entra na pauta dos protestos), mas sobretudo contra a inércia social e política na qual o país se vê mergulhado há muito tempo, marcam um momento que não poderia ser mais propício para o lançamento da nova ferramenta do Google - Hangouts On Air – que permite transmissões de vídeo entre várias pessoas e que podem compartilhadas ao vivo para um público maior.