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Edifício em Altura: O mais recente de arquitetura e notícia

Retrofit em edifícios brasileiros: sustentabilidade e inovação no centro de São Paulo

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O termo retrofit, diferentemente da reabilitação ou do restauro, tem sido adotado pelo mercado para lidar com as obras de atualização tecnológica nos edifícios existentes. São projetos cujo foco reside na adequação das construções às normas técnicas locais, assim como nas adaptações para tornar os espaços mais funcionais e sustentáveis, respondendo às demandas atuais.

Reconhecido como uma prática essencial na arquitetura contemporânea, o retrofit vem ganhando destaque ao combinar os benefícios da revitalização de edifícios existentes — sem a necessidade de demolição — com diversas vantagens econômicas e sociais. Essa abordagem tem se consolidado no campo arquitetônico, tanto por meio de exemplos icônicos quanto por iniciativas públicas e privadas.

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Aprendendo com Manaus: conhecendo a obra de Laurent Troost Architectures

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Fazer arquitetura envolve mobilizar aspectos diversos em relação ao meio onde se insere o edifício: contexto sócio-cultural, político, econômico; estética, legislação, funcionalidade, e, dentro desta última, eficiência de uso, ocupação e conforto. As obras de Laurent Troost têm mostrado a articulação entre esses diversos fatores, com particular atenção ao último: o conforto, especialmente o térmico. Em geral, seus projetos priorizam a ventilação natural em detrimento do uso de climatização artificial, quase que obrigatória nas construções dentro do modelo de cidade atual.

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A ascensão das cidades arranha-céus: entrevista com Stefan Al

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Stefan Al é o autor de Supertall: How the World’s Tallest Buildings Are Reshaping Our Cities and Our Lives (Norton, 2022). Al é PhD em Planejamento Urbano e Regional pela University of California, Berkeley. Ele trabalha como arquiteto e lecionou na Virginia Tech, na Columbia University, no Pratt Institute, na University of Hong Kong e na University of Pennsylvania.

Quay Quarter Tower projetada pela 3XN vence o International High-Rise Award 2022/23

O escritório de arquitetura dinamarquês 3XN ganhou o 10º International High-Rise Award, prêmio para o arranha-céu mais inovador do mundo em 2022/23, com a torre comercial Quay Quarter Tower em Sydney, na Austrália. Dos mais de 1.000 arranha-céus concluídos nos últimos dois anos, o Quay Quarter Tower foi selecionado porque implementou soluções inovadoras em um momento de crescentes desafios ecológicos, integrando a estrutura de arranha-céus existente da década de 1970 no novo edifício.

Os arquitetos Kim Herforth Nielsen (fundador e diretor de criação do 3XN) e Fred Holt (sócio e diretor do 3XN) receberão o prêmio na cerimônia da 10ª edição do IHA em Paulskirche, Frankfurt, juntando-se à lista de laureados que inclui Norra Tornen do OMA (2020), Torre Reforma do LBR&A Arquitectos (2018), 57 West do BIG (2016) e Torre Agbar do Ateliers Jean Nouvel (2006).

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Stefano Boeri Architetti apresenta protótipo de floresta vertical na COP27

O escritório Stefano Boeri Architetti apresentou um novo projeto para uma floresta vertical durante a COP27 em Sharm El-Sheikh, Egito. O protótipo seria para Dubai, a cidade mais populosa dos Emirados Árabes Unidos (EAU) e sede da COP28 em 2023. O ambicioso projeto representaria o primeiro protótipo de uma floresta vertical no MENA (Oriente Médio e Norte da África), e é o mais recente de uma extensa lista de edifícios cobertos de vegetação projetados pelo Boeri Architetti, incluindo o Bosco Verticale em Milão, o Easyhome Huanggang na China e um protótipo da primeira floresta vertical holandesa.

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A corrida rumo aos céus do Brasil

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Segundo Gerard Peet, em The Origin of The Skyscraper, a primeira vez que a palavra arranha-céu obteve denotação arquitetônica foi no início da década de 1880. Ela apareceu em artigos de jornais como o Chicago Daily, enfatizando a crescente criação de edifícios altos em Nova York.

Judith Dupré, em seu livro sobre a história dos skyscrapers, se refere aos arranha-céus como “divas elevadas”, “ícones da cidade”, “estrelas de cinema”, “símbolos do poder” que comandam a cena urbana de nossas metrópoles.

A China é hoje o país que mais investe em projetos de infraestrutura cultural

Acompanhando as últimas notícias e relatórios sobre o setor de construção civil na China, percebemos que a paisagem construída do país está mudando radicalmente. De acordo com o Cultural Infrastructure Index, relatório publicado recentemente pela AEA Consulting, a China ou mais especificamente, a cidade de Shenzhen, é atualmente a líder mundial em investimentos em projetos de infraestruturas culturais. Apenas no ano passado foram anunciados 10 novos projetos culturais na cidade, todos eles desenvolvidos por alguns dos mais renomados escritórios de arquitetura do mundo. Por outro lado, as autoridades chinesas aprovaram no mês passado uma nova regulamentação que proíbe a construção de edifícios com mais de 500 metros de altura, marcando o fim de uma era—a China atualmente conta com 10 dos 20 edifícios mais altos do mundo.

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Possibilidades construtivas da madeira em 8 edifícios em altura

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Atualmente, os materiais mais comuns utilizados na construção de edifícios em altura – o aço e o concreto –, são materiais não renováveis, cuja produção emprega alto consumo energético. Neste cenário, a madeira representa uma alternativa mais sustentável na estrutura de edifícios em altura, apresentando vantagens já muito difundidas, como renovabilidade, absorção de carbono, baixo consumo energético na sua extração e rapidez de construção. Além disso, ao contrário do que ainda se imagina, a madeira pode apresentar bom desempenho na resistência ao fogo, como apresentamos em um artigo publicado anteriormente.

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Quais são e onde estão os maiores arranha-céus do Brasil

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Debater a legislação urbana levanta, via de regra, a questão da altura das edificações - ponto crucial para compreender e prever se o tecido urbano tem capacidade de comportar a multiplicação de pavimentos. No Brasil, o problema é fundamental, haja vista a ineficiência da rede urbana da maioria das cidades, entretanto, ainda há certo exagero em afirmar que, mesmo em nossos centros mais urbanizados, o eixo Z é excessivamente explorado.