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Cobogó: O mais recente de arquitetura e notícia

Casas brasileiras: 11 residências com cobogó

O cobogó é um elemento bastante difundido na cultura arquitetônica brasileira. Sua origem e nome remontam aos criadores dessa peça que contribui tanto para filtrar a luz natural e a ventilação, quanto para proporcionar ritmo e leveza nas fachadas e repartições internas. Amadeu Oliveira Coimbra, Ernest August Boeckmann e Antônio de is são os engenheiros que, no começo do século XX, trabalhando em Recife, idealizaram esse tipo de elemento vazado.

Clássicos da Arquitetura: Caixa D’água de Olinda / Luiz Nunes

Uma caixa, branca, atravessa o céu de Olinda.

Sobre o topo da colina, no local escolhido para fundação da cidade, de onde se avista toda o sítio urbano e o mar, num espaço vacante entre a Sé e a Casa de Câmara, foi plantada uma semente da arquitetura moderna no Brasil.

© João Serraglio © João Serraglio © João Serraglio © João Serraglio + 7

Fachada de cobogós do Consulado Geral de Portugal no Rio de Janeiro

Alunos do DAU/ PUC-Rio foram convidados pelo arquiteto Pedro Campos Costa para criar uma peça de cobogó para ser instalada na fachada da expansão do Consulado Geral de Portugal no Rio de Janeiro.

Cobogó é um elemento vazado criado no Brasil na década de 1920 e amplamente explorado no movimento modernista brasileiro. O desafio era criar um design com forte apelo contemporãneo, mas que ao mesmo tempo evocasse a tradição protuguesa. A fachada construída foi o resultado de um workshop realizado na PUC-Rio entre 18 de agosto e 3 de setembro de 2016.

Residência MP / Otta Albernaz Arquitetura

Casas  · 
Jambeiro, Brasil

© Eduardo Simabuguro Albernaz © Eduardo Simabuguro Albernaz © Eduardo Simabuguro Albernaz © Eduardo Simabuguro Albernaz + 28

Dingbat Cobogó / Guilherme Luigi

O cobogó é a inspiração para a fonte digital Dingbat Cobogó desenvolvida por Guilherme Luigi. Os símbolos foram criados a partir da pesquisa realizada por Josivan Rodrigues para o seu livro Cobogó de Pernambuco.

© Pedro Toscano © Josivan Rodrigues © Luiza Assis © Ricardo Inov + 8

LED-UFC cria 'infograma' que ajuda a escolher qual o cobogó mais adequado para cada fachada

Aderson Passos, arquiteto e pesquisador do Laboratório de Ensino, Pesquisa e Extensão em Projeto Digital (LED), um dos responsáveis pelo trabalho Design de Precisão, compartilhou conosco o resultado de um estudo criado no Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Ceará que seleciona, a partir de distorções paramétricas de tipologias conhecidas e recorrentes de cobogós locais, um tipo específico de cobogó/distorção para cada uma das orientações de fachada (L, O, N e S), mediante inputs climáticos de sol e ventos.

Desta forma, a peça criada é uma espécie de infograma, que situa, nas fachadas do cubo, qual o cobogó selecionado (em acrílico vermelho) para cada situação L, O, N ou S.

Portanto, foi desenvolvido um método de otimização que, adaptativo ao local de onde se retira as informações de sol, ventos e condições ideais de conforto, nos informa que tipologia conhecida de cobogó e qual distorção paramétrica da mesma é a melhor resposta para cada fachada.

Imagem Cortesia de LED - UFC Imagem Cortesia de LED - UFC Imagem Cortesia de LED - UFC Imagem Cortesia de LED - UFC + 9

Saiba mais sobre o projeto, a seguir.

Cobogós: breve história e usos

© Nelson Kon
© Nelson Kon

Nos trópicos a luz do sol incide de forma generosa. Os elementos vazados desenham a sombra nos pisos e paredes, um efeito que transforma todo o ambiente para quem o vê desde o exterior e interior. Durante as estações e ao longo dos dias essa luz natural surge de diferentes formas como um componente que sobrevém na Arquitetura. No decorrer da noite, a luz artificial atravessa os pequenos vãos do interior para o exterior, tornando a arquitetura uma espécie de luminária urbana que interage com as sombras de seus usuários e mobiliário.

Além de sua função, o cobogó traz consigo certa poética ao projeto de arquitetura. Decidimos destacar esta criação brasileira, escrever brevemente sobre sua história e apresentar uma seleção de projetos que adotam este elemento.

© Rafael Gamo © Bruno Helbling © Fernando Guerra | FG+SG © Adrià Goula + 18

Clássicos da Arquitetura: Pavilhão de Nova York 1939 / Lucio Costa e Oscar Niemeyer

Courtesy of Carlos Eduardo Comas, via revista ArqTexto n.16 Courtesy of Carlos Eduardo Comas, via revista ArqTexto n.16 Courtesy of Carlos Eduardo Comas, via revista ArqTexto n.16 Courtesy of Carlos Eduardo Comas, via revista ArqTexto n.16 + 19

Por Carlos Eduardo Comas

Graça, leveza, extroversão, exuberância e porosidade respondem ao desejo de transmitir atributos convencionalmente considerados apropriados para um pavilhão de feira. A teatralidade também convém a um tipo de construção que não deve durar mais que uma estação, como uma peça.

Clássicos da Arquitetura: Parque Eduardo Guinle / Lucio Costa

Clássicos da Arquitetura: Conjunto Residencial Prefeito Mendes de Moraes (Pedregulho) / Affonso Eduardo Reidy

Sede e Sinagoga da Sociedade Israelita da Bahia / Sergio Kopinski Ekerman