O Wall Street Journal selecionou o escritório Diller Scofidio + Renfro, com sede em Nova Iorque, como o "escritório de arquitetura mais inovador do ano de 2017".
Dirigido pelos sócios Liz Diller, Ricardo Scofidio, Charles Renfro e Benjamin Gilmartin, durante a última década, o escritório cresceu rapidamente de uma prática amplamente conceitual focada em instalações, performances e obras não construídas até um escritório internacional com projetos em andamento em todo o mundo.
Os arquitetos do dRMM, de Londres, foram anunciados como vencedores do Prêmio RIBA Stirling 2017 pelas obras de renovação do Hastings Pier, superando uma lista restrita, incluindo projetos de Rogers Stirk Harbour + Partners; Baynes and Mitchell Architects; Reiach & Hall Architects and Michael Laird Architects; Groupwork + Amin Taha; e 6a architects.
"Hastings Pier é uma obra-prima de regeneração e inspiração. Os arquitetos e a comunidade local transformaram uma ruína negligenciada em um novo e deslumbrante novo pier para contemplação e inspirar visitantes e moradores locais", disse o presidente da RIBA e presidente do júri do Prêmio Stirling, Ben Derbyshire.
Tristram Hunt - diretor do Museu Victoria & Albert de Londres (V&A) - expressou sua preocupação para com uma das zonas peatonais, fechadas parcialmente para veículos, mais bem sucedidas da cidade: a Exhibition Road localizada no Royal Borough of Kensington e Chelsea. Conforme relatado pelo The Art Newspaper, Hunt argumentou que as leis de trânsito são "confusas, perigosas e insatisfatórias". Sua recomendação, após um acidente de trânsito que feriu 11 pessoas no último dia 7 de outubro, é que a via seja de uso exclusivo para pedestres.
https://www.archdaily.com.br/br/881387/zonas-semi-peatonais-em-centros-urbanos-sao-realmente-segurasAD Editorial Team
Esta semana, reunimos 20 fotografias de arquitetura feitas do céu. Muitas vezes produzidas com o auxílio de drones, estas imagens são cada vez mais frequentes na fotografia de arquitetura e oferecem a possibilidade de, em uma única imagem, compreender a totalidade de um projeto e sua interação com o contexto onde está inserido. Veja, a seguir, uma série de imagens aéreas produzidas por fotógrafos como Hufton + Crow, Fernando Guerra, NAARO e Jesús Granada.
O Museu Noguchi selecionou o arquiteto John Pawson e o pintor Hiroshi Seju para receberem o Isamu Noguchi Award 2017. Em seu quarto ano, o prêmio anual foi criado para homenagear indivíduos que "compartilham o espírito de inovação, consciência global e compromisso de Noguchi com o intercâmbio cultural entre ocidente e oriente".
O prêmio é dado a cada ano a um arquiteto e um artista ou designer, honrando a carreira multifacetada do artista / arquiteto Isamu Noguchi. Os vencedores anteriores do prêmio incluem Tadao Ando e Elyn Zimmerman em 2016; o arquiteto Yoshio Taniguchi e o designer industrial Jasper Morrison (2015); e o vencedor do prêmio inaugural, Norman Foster e o artista Hiroshi Sugimoto (2014).
Há um ano Zaha Hadid nos deixou, mas o seu impressionante legado arquitetônico segue inspirando todos os arquitetos a ultrapassar seus limites criativos. A arquiteta criou uma linguagem autoral que por sua expressividade se tornou extremamente reconhecível. Para homenageá-la, buscamos em nosso Arquivo todas as obras concluídas de Hadid que foram publicadas no ArchDaily Brasil e as reunimos aqui.
Conheça o impressionante portfólio de Zaha Hadid, a seguir.
Os projetos de Zaha Hadid são notáveis não só por suas formas inovadoras de manusear materiais tangíveis, mas também pela sua imaginação em relação à luz. Suas teorias de fragmentação e fluidez são técnicas projetuais bem conhecidas que possibilitaram sua descoberta de formas. No entanto, seus avanços no uso da luz para transmitir sua arquitetura foram, muitas vezes, negligenciados -mesmo que tenham se tornado um elemento essencial para revelar e interpretar sua arquitetura. A transição de três décadas de linhas mínimas de luz no seu projeto do Corpo de Bombeiros de Vitra até o átrio mais alto do mundo no arranha-céu Leeza SOHO, que recolhe uma abundância de luz natural, mostra o notável desenvolvimento do legado luminoso de Zaha Hadid.
2016 foi um ano muito importante para o ArchDaily. As mudanças e incertezas em todo o mundo que surgiram ano passado nos permitiram reforçar nossa missão de proporcionar informação, conhecimento e ferramentas aos arquitetos, aumentando o acesso ao conhecimento sobre a arquitetura e permitindo, assim, uma profissão mais diversa e igualitária. Como parte disso, estamos focando em decisões tomadas com base em dados e a partir da inteligência coletiva. A iniciativa que incorpora este nova estratégia é o nosso prêmio anual Building of the Year.
Pelo oitavo ano consecutivo, estamos atribuindo aos nossos leitores a responsabilidade de reconhecer e premiar os projetos que causaram o maior impacto na profissão através do Prêmio ArchDaily Building of the Year 2017. Ao votar, você passa a fazer parte de uma rede imparcial de jurados que tem reconhecido os projetos mais relevantes do mundo nos últimos sete anos. Nas próximas duas semanas, a inteligência coletiva de nossos leitores filtrará mais de três mil projetos para apenas 16 -- o melhor em cada uma das categorias.
Lisboa foi recentemente anunciada como vencedora da categoria "Melhor Cidade" doDesign Awards 2017, promovido pela revista inglesa Wallpaper, referência mundial no campo. A capital portuguesa superou outras quatro finalistas de peso para receber o prêmio: San Francisco, Washington (ambas nos Estados Unidos), Shenzhen (China) e Viena (Áustria).
Entre os pontos altos destacados pela revista para a escolha de Lisboa estão a inauguração do Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (MAAT), às margens do Tejo, e da ARCOLisboa, feira internacional de arte contemporânea, além da Trienal de Arquitetura da cidade.
A cada ano, Faith & Form magazine e Interfaith Forum on Religion, Art and Architecture (IFRAA) premiam os melhores projetos religiosos que incluem arquitetura, artes e design. Na premiação de 2016, o júri reconheceu 28 projetos em 10 categorias, com quase metade dos vencedores sendo projetos fora da América do Norte. Além desta diversidade de localização, outro elemento predominante nos prêmios foi uma tendência à honestidade dos materiais e simplicidade. "Muitos jurados ficaram impressionados com a forma como os arquitetos usaram uma economia de meios com materiais simples e elegantes para atender às necessidades das congregações", disse Michael J Crosbie, editor-chefe da Faith & Form, acrescentando que "uma reverência pelos materiais naturais era perceptível em muitas submissões e em projetos vencedores."