Pontes e passarelas são elementos de circulação horizontal que permitem estabelecer uma ligação física entre os espaços interiores ou exteriores de um projeto para resolver a sua articulação e poupar, em alguns casos, os desníveis existentes entre eles. Essas estruturas suspensas potencializam as conexões visuais entre os diferentes níveis e permitem criar percursos mais dinâmicos.
O segredo de uma boa educação não reside apenas na didática do professor e em bons livros, o espaço de ensino que os estudantes frequentam também possui um grande peso no aprendizado deles, uma vez que requisitos de conforto acústico, térmico, lumínico e, até mesmo, paisagístico influenciam diretamente no comportamento e atenção de cada um. No Brasil, os projetos de escolas variam muito do setor privado ao público e em ambos é possível encontrar soluções de grande qualidade.
Sítio Roberto Burle Marx. Foto de Halley Pacheco de Oliveira, via Wikipedia. Licença CC BY-SA 3.0
No dia 9 de setembro, quarta-feira, ocorrerá o lançamento do livro Patrimônio Arquitetônico Brasil – Portugal. A atividade faz parte do 7º FIPA - Fórum Internacional de Patrimônio Arquitetônico Brasil – Portugal e será transmitida online.
https://www.archdaily.com.br/br/947150/lancamento-do-livro-patrimonio-arquitetonico-brasil-nil-portugal-sera-acompanhado-evento-onlineEquipe ArchDaily Brasil
Abordar o contexto de ampliação das diferenças políticas e crescentes desigualdades econômicas. Um novo contrato espacial. Apreender como viveremos juntos. As indagações trazidas por Hashim Sarkis, curador da próxima Bienal de Veneza, podem levantar importantes questões sobre como a arquitetura atravessa e concretiza os conflitos sociopolíticos. Para compreender um ponto de vista descentralizado e que aponta para outras possibilidades além das impostas por um pensamento normativo, entrevistamos Tainá de Paula, arquiteta e mobilizadora comunitária em áreas periféricas.
A torre residencial One More, projetada pela Spatial Practice em Taiwan, foi registrada em uma série de fotografias de Kris Provoost. A torre de concreto de 100 metros de altura é composta por 53 unidades de dois dormitórios, e foi projetada visando romper a monotonia da tipologia residencial típica da região.
Sherbet, gelato, mochi, sorvete e muito mais. Seja onde for e como for, a cultura do sorvete é tão rica e diversa que tem inspirado também a própria arquitetura de seus espaços e lojas: desde pavilhões efêmeros e barraquinhas móveis até edifícios meticulosamente projetados para oferecer uma experiência completa que vai muito além do mero sabor de um bom sorvete. Trabalhando para franquias maiores, reinventando antigas marcas e lançando novas tendências, arquitetos e designers estão transformando experiência da sorveteria com espaços e projetos de arquitetura singulares que, por sua vez, procuram atendem aos mais variados gostos e os mais exigentes paladares.