Uma estrutura esférica de oito metros de diâmetro surge –ou talvez pousa– na laje de coberta de uma casa. Digamos que pousa e se enraíza na estrutura da casa: as vigas existentes são descascadas para que nelas sejam soldados os ferros da nova estrutura. Cria-se uma nova fundação suspensa. Sobre ela pousa o edifício.
Hoje, 20 de Fevereiro às 19h30, no IAB-RS, a arquiteta Cláudia Titton apresenta sua pesquisa de mestrado intitulada “Reestruturação Produtiva e Regeneração Urbana: O caso do IV Distrito de Porto Alegre", realizada na Universidade Presbiteriana Mackenzie.
A unidade do Sesc Pompeia comemora 30 anos de existência com uma exposição especial sobre sua história. O projeto, a única unidade do Sesc tombada, é de autoria da arquiteta italiana Lina Bo Bardi, em colaboração com André Vainer e Marcelo Ferraz que são os responsáveis pela exposição.
A Deutsche Gesellschaft für Nachhaltiges Bauen (DGNB) - Conselho Alemão de Construção Sustentável - convida para a Apresentação de Diretrizes de Lançamento do Selo Alemão no Brasil.
O Recife possui um valioso patrimônio da chamada Arquitetura Moderna que, apesar de desconhecido do grande público, vem sendo prestigiado internacionalmente desde os anos 1940, com a exposição Brazil Builds, organizada pelo Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMa), em 1942, que exibiu três projetos pernambucanos. O tema, objeto de estudos da arquiteta e urbanista Guilah Naslavisky, foi transformado no livro “Arquitetura moderna no Recife 1949 – 1972”, que será lançado no dia 28 de fevereiro, às 18h30, no Museu da Cidade do Recife.
A estratégia de intervenção parte da manipulação da topografia negativa e positiva - natural e antrópica - como forma de ressignificação da paisagem.. Image Cortesia de ENTRE Arquitetos
Competição
Requalificação de baixios de viadutos em Belo Horizonte
Premio
Primeiro Lugar
Arquitetos
Alecsander Gonçalves, Daniele de Souza Capella, Vinícius Capella
Localização
Avenida Silva Lobo, Belo Horizonte - Minas Gerais, Brasil
O acesso ao edifício é delimitado pelos muros da garagem a quarenta e cinco graus em relação à fachada principal. Sobre eles uma abóboda rebaixada, aberta em ambas as frentes. Esta é a entrada da casa: o retângulo do portão da garagem e sobre ele o arco da abóbada. Entra-se por um portãozinho de ferro entre muretas de alvenaria pintadas de branco que leva a um caminho descoberto rente à garagem. Logo chega-se a um átrio coberto por uma laje plana.
A mostra reúne obras de Juliana Notari, Marcos Gadaian, Paulo O’Meira e Rafael Calixto. O projeto trata da relação do ser urbano com o espaço e instiga o desejo de flanar pela cidade.
A proposta do Colóquio foi constituída em função de abrir espaço para a discussão das práticas do Desenho, entendido no seu sentido amplo, no campo da Arquitetura e da Cidade. A opção caracteriza-se como uma primeira aproximação possível ao tema, de modo a permitir que por meio das particularidades de cada um dos pontos de vista se possa flagrar continuidades e rupturas, sensos e dissensos. Mais que buscar uma definição precisa acerca do tema do colóquio, procura-se nesse momento caracterizar a complexidade e ambiguidade do debate.
O Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria de Estado da Cultura, em parceria com a Romano Guerra Editora, promove o lançamento do livro “Arquitetura: uma experiência na área da saúde”, de João Filgueiras Lima (Lelé), na terça-feira, 12 de março às 19h30. O evento dá continuidade às ações desenvolvidas pelo MCB na valorização do trabalho de um dos arquitetos seminais do Brasil, iniciadas em 2010 com a realização da exposição “A arquitetura de Lelé: fábrica e invenção”, já vista por milhares de pessoas em itinerâncias no Brasil e no exterior. A mostra rendeu também um livro homônimo, editado pelo museu em parceria com a Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, com apoio da Universidade de Delft, da Usiminas e da Lei de Incentivo à Cultura do Governo Federal.
A Casa da Imagem recebe desde de Dezembro de 2012, duas exposições: do fotógrafo German Lorca e do artista plástico Rubens Mano.
Veterano da fotografia paulista, German Lorca expõe seu olhar sobre momentos solenes da cidade de São Paulo em fotografias produzidas de 1940 a 1970. Rubens Mano ocupa salas do museu com fotografias e o Beco do Pinto com Instalação site specific, discutindo as dinâmicas urbanas.
A exposição “A Casa e a Cidade – Coleção Crespi-Prado” marca a volta da coleção da Fundação Crespi Prado, agora em comodato no Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria de Estado da Cultura. Com textos dos professores Carlos Lemos e Maria Ruth Amaral, ambos da FAU-USP, além da contribuição do ambientalista Ricardo Cardim, a mostra possibilita novas leituras a respeito deste acervo, em um retrato da cidade de São Paulo entre o final do século 19 até meados do século 20.
De uma matriz ortogonal modular surge o edifício. Sete eixos estruturais transversais, de cinco metros e setenta centímetros de espaçamento, marcam com a locação dos pilares as fachadas frontal e de fundos. Lateralmente, são quatro os eixos, porém com diferentes medidas entre eles. Uma laje de piso, cinquenta centímetros acima do nível do solo na fachada principal, e uma laje de cobertura completam a composição: dois planos horizontais unidos por uma matriz de linhas verticais.