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De uma matriz ortogonal modular surge o edifício. Sete eixos estruturais transversais, de cinco metros e setenta centímetros de espaçamento, marcam com a locação dos pilares as fachadas frontal e de fundos. Lateralmente, são quatro os eixos, porém com diferentes medidas entre eles. Uma laje de piso, cinquenta centímetros acima do nível do solo na fachada principal, e uma laje de cobertura completam a composição: dois planos horizontais unidos por uma matriz de linhas verticais. Os pilares perimetrais, de seção quadrada de vinte e cinco centímetros, não deixam beirais ou balaços nas lajes de piso e cobertura. A continuidade entre pilares e lajes é evidente. Criam-se em planta e fechada módulos retangulares. É sobre eles que se configura a forma final do edifício. Ou seja, a partir da singularidade de cada módulo, aberta pela atividade interna que abrigará. Veja mais Veja a descrição completa
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