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Thomas Schielke

NAVEGUE POR TODOS OS PROJETOS DESTE AUTOR

Light Matters: Espaços Sagrados

A utilização da luz pode levar a diversos sentimentos: um raio de sol chama a atenção; o brilho sobrepõe; o céu noturno fascina, enquanto que uma densa floresta escura desperta medo. As religiões têm feito uso destas experiências para transmitir os aspectos místicos de suas respectivas divindades - assim, também o fazem os seus edifícios construídos.

A seguir, uma exploração das diferentes abordagens de uso da luz como veículo de significado simbólico e experiência espiritual em espaços religiosos.

Al-Irsyad Mosque, Indonesia. Architects: PT. Urbane Indonesia. Image © Emilio Photoimagination Cathedral of Brasilia, Brazil. Architect: Oscar Niemeyer. Image © Wikimedia Commons Catedral de Cristal, EUA. Arquiteto: Philip Johnson. Imagem Cortesia de American Seating Church of Light, Japan. Architect: Tadao Ando. Image © Buou + 9

Light Matters: 7 maneiras da luz natural tornar o projeto mais sustentável

A luz natural é um meio altamente eficaz para redução dos custos de energia utilizada na iluminação elétrica e no resfriamento dos edifícios. Mas o pensamento arquitetônica muitas vezes reduz a expressão da luz solar a fim de criar efeitos atraentes nas fachadas e dificilmente discute seus potenciais - não apenas no custo, mas na saúde, bem-estar e energia.

Esse artigo do Light Matters analisará os aspectos muitas vezes inexplorados da luz solar e apresentará estratégias-chave para que você possa incorporá-la melhor no projeto: desde a otimização na hora de definir a orientação do edifício até a escolha das superfícies do interior para que possam atingir a reflectância certa. Estes passos podem reduzir significativamente o investimento, bem como os custos operacionais. E quando essas estratégias atraírem o interesse dos clientes, você descobrirá que a luz solar pode fazer muito mais.

Mais Light Matters sobre a luz solar, a seguir.

Light Matters: Principais Festivais de Luz na Europa

No outono, quando as noites ficam mais longas no hemisfério norte, encontramos vários festivais de luz. E de fato, nos últimos dez anos, mais e mais festivais surgiram pelo mundo. A razão para o sucesso de festivais de luz é simples, como a curadora alemã Bettina Pelz conclui: "É na verdade bastante fácil, porque sempre que você faz algo com luz nas cidades à noite, as pessoas vêm. Se você faz bem, eles vêm duas vezes."

Como Pelz aponta, luz é um meio apto para eventos noturnos, já que atrai pessoas com facilidade. Comunidades descobriram o potencial da iluminação para marketing das cidades, e quanto mais próximo do Natal for sua data, mais fundem sua iluminação com as luzes festivas do mercado natalino.

Junte-se a nós em um passeio por alguns dos principais festivais na Europa. Leia mais sobre seus diferentes contextos, conceitos artísticos e tendências futuras a seguir.

Light Marina Bay. Singapore, 2012. Image © Darren Chin Berliner Cathedral, Festival of lights. Berlin, 2012. Fotógrafo: Marius Schwarz. Image Courtesy of  Festival of lights / Frank Herrmann Tunnel of love por Vollaerszwart. Glow 2011. Imagem Cortesia de GLOW Eindhoven Cagna Illuminations, 2012. Projeto: De Cagna . Light Festival Ghent. Imagem Cortesia de City of Ghent + 30

Light Matters: Vídeo-mapeamento 3D, fazendo da arquitetura uma tela para narrativas urbanas

Projetores de vídeo a preços acessíveis abriram o caminho para uma jovem e impressionante forma de arte: vídeo-mapeamento 3D, um modo de projeção que usa a própria arquitetura como tela. Artistas e pesquisadores iniciaram o movimento, desenvolvendo uma nova linguagem visual para interpretar a arquitetura. Mais tarde, a publicidade adotou essa técnica para promoção de marcas, com projeções em larga escala em arranha céus; ativistas políticos também iniciaram diálogos, transformando intervenções efêmeras em interessantes formas de destacar e abordar problemáticas de desenho urbano.

Mais sobre como artistas e outros grupos desenvolveram essa linguagem visual para narrativas urbanas na continuação.

Light Matters: Recuperando a escuridão do céu

O advento da luz elétrica permitiu que colonizássemos a noite. Não só os quilômetros de iluminação artificial garantem maior segurança, mas também sinalizações, propagandas, etc. continuam a nos direcionar nas paisagens noturnas. Como Rem Koolhaas explorou em Nova York Delirante, Manhattan e Coney Island foram os primeiros protótipos luminosos para as metrópoles continuamente vibrantes de hoje: cidades que estabeleceram novos ritmos, um novo equilíbrio entre trabalho e vida.

Mas o que acontece quando a iluminação atrapalha nosso equilíbrio natural? Quando perdemos a beleza do céu escuro, as estrelas? O que acontece quando a iluminação se torna poluição?

Mais sobre Light Matters a seguir...

Light Matters: pode a luz "trapacear" nas renderizações?

Recentemente, o uso do CAD e dos programas de renderização resultou em um entendimento novo da luz na arquitetura. Prancheta e luminária deram lugar à tela iluminada do computador. Como resultado, a concepção da arquitetura envolve a luz desde o primeiro clique. Na visualidade, os espaços luminosos predominam.

Isso, no entanto, levanta uma questão: a luminosidade (parte integrante das composições perfeitas renderizadas) tornou-se mais importante que a engenharia e a própria concepção arquitetônica? Com o destaque da relação de claros e escuros, sombras, contrastes e brilho, pode a iluminação na realidade obscurecer as simulações realistas?

Mais em Light Matters, a seguir…

Light Matters: Louis Kahn e o Poder da Sombra

Light matters, uma coluna mensal que trata da luz e do espaço, é escrita por Thomas Schielke. Fascinado pela luz na arquitetura, já publicou inúmeros artigos e assina a co-autoria do livro "Light Perspectives".

A sombra tem o poder de dar forma à arquitetura? O crescente número de edifícios transparentes e instalações de LED poderia reforçar a impressão de que a luz eliminou a relevância da sombra. Mas para responder a esta questão, olhemos para trás, para um mestre da luz cuja arquitetura era moldada pela sombra: Louis Kahn.

Saiba mais após o intervalo...