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Dario Goodwin

NAVEGUE POR TODOS OS PROJETOS DESTE AUTOR

Em foco: Kengo Kuma

06:00 - 8 Agosto, 2019
Em foco: Kengo Kuma, Japan House São Paulo, projetada em colaboração com o FGMF. Image © Estúdio Flagrante
Japan House São Paulo, projetada em colaboração com o FGMF. Image © Estúdio Flagrante

Kengo Kuma (nascido em 8 de agosto de 1954) é um dos arquitetos japoneses de maior expressividade atualmente. Suas reinterpretações de elementos tradicionais da arquitetura japonesa envolvem inovações no uso de materiais naturais e novas formas de pensar a relação da luz com o espaço. Seus edifícios não buscam se dissolver na paisagem, como fazem algumas obras japonesas atuais, em vez disso, sua arquitetura busca manipular elementos tradicionais, criando obras de discurso claro que apresentam relação com seus entornos. Estas misturas de elementos tradicionais e high-tech se provaram bem sucedidos em todo o Japão e outras partes do globo, e a obra recente do arquiteto tem extravasado os limites da terra do sol nascente e invadido a China e outros países ocidentais. 

Em foco: Arata Isozaki

13:30 - 23 Julho, 2019
Em foco: Arata Isozaki, Centro Nacional de Convenções do Qatar. Imagem © Nelson Garrido
Centro Nacional de Convenções do Qatar. Imagem © Nelson Garrido

Arata Isozaki, arquiteto, professor e teórico japonês, completa hoje 88 anos de idade. Após se graduar pela Universidade de Tóquio em 1954, Isozaki trabalhou para Kenzo Tange, um de seus professores, antes de abrir seu próprio escritório. Apesar disso, ambos desenvolveram diversos projetos em colaboração até 1970. Isozaki ganhou a RIBA Gold Medal em 1986 e fundou a sede italiana de seu escritório, Arata Isozaki & Andrea Maffei Associates, em 2005. Este ano, foi reconhecido com o Prêmio Pritzker de Arquitetura

Em foco: Moshe Safdie

06:00 - 14 Julho, 2019
Em foco: Moshe Safdie, Habitat 67. Image © <a href='https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Montreal_-_QC_-_Habitat67.jpg'>Wikimedia user Wladyslaw (taxiarchos228)</a> licensed under <a href='https://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en'>CC BY-SA 3.0</a>
Habitat 67. Image © Wikimedia user Wladyslaw (taxiarchos228) licensed under CC BY-SA 3.0

O arquiteto, acadêmico e educador Moshe Safdie (14 de julho de 1938) deixou sua primeira marca na arquitetura com sua tese de mestrado, propondo o emblemático Habitat 67 aos 25 anos de idade. Atraindo a atenção do público, Safdie usou seu icônico primeiro projeto para criar uma reputação como prolífico criador de edifícios culturais, traduzindo seu radicalismo em um estilo dramático e sensível que se tornou cada vez mais popular em todo o mundo. Com cada vez mais projetos na Ásia e no Oriente Médio, o foco de Safdie em uma arquitetura que integra uma linguagem modernista com espaços verdes deu origem a edifícios comprometidos com o público e com o ambiente onde se inserem.

Em foco: Christian de Portzamparc

06:00 - 5 Maio, 2017
Em foco: Christian de Portzamparc, Cidade das Artes, Rio de Janerio. Image © Nelson Kon
Cidade das Artes, Rio de Janerio. Image © Nelson Kon

Nascido no então Protetorado do Marrocos, o arquiteto francês Christian de Portzamparc (5 de maio de 1944) teve dúvidas sobre continuar estudando arquitetura enquanto estava na faculdade, questionando os ideais modernistas e a falta de liberdade na profissão quando comparada à arte.

Em foco: Richard Neutra

05:00 - 8 Abril, 2017
Em foco: Richard Neutra, Lovell House, 1929. Image © Flickr user aseles licensed under CC BY-ND 2.0
Lovell House, 1929. Image © Flickr user aseles licensed under CC BY-ND 2.0

Embora o modernismo seja bastante criticado por impor definições universais a diferentes pessoas e lugares, foi o implacável foco nessa linguagem que tornou Richard Neutra (8 de abril de 1892 - 16 de abril de 1970) famoso. Sua visão flexível e personalizada em relação ao modernismo levou à criação de uma série de residências particulares que eram - e ainda são - muito procuradas, fazendo dele um dos modernistas mais influentes de meados do século nos EUA. Sua arquitetura de geometria simples, estrutura racional e muitos planos transparentes se tornou objeto de algumas icônicas fotografias de Julius Schulman, representando toda uma era do design dos Estados Unidos.

Vivendo em cavernas: Setenil de las Bodegas

15:00 - 4 Março, 2016
Vivendo em cavernas: Setenil de las Bodegas, © Flickr CC user Feli García
© Flickr CC user Feli García

A cidade de Setenil de las Bodegas, localizada na região de Andaluzia, Espanha, parece uma espécie de cenário de um filme de aventura, com suas cavernas usadas como residências. Estando tão próxima da placa continental africana, forças geológicas criaram cordilheiras de montanhas e vulcões que são perfeitamente adequadas para a habitação. As rochas e cavernas podem ser facilmente ocupadas e uma delas - a Cueva de la Pileta - mostra evidências de presença humana há mais de 25 mil anos.

© Flickr CC user manuelfloresv © Flickr CC user manuelfloresv © Flickr CC user manuelfloresv © Flickr CC user José Luis Sánchez Mesa + 9

Em foco: Lúcio Costa

05:00 - 27 Fevereiro, 2016
Em foco: Lúcio Costa, O monumental eixo central do plano de Lúcio Costa. Imagem © Limongi
O monumental eixo central do plano de Lúcio Costa. Imagem © Limongi

Planejador, preservacionista e pensador moderno, Lúcio Costa (27 de fevereiro de 1902 - 13 de junho de 1998) é o responsável pelo plano de Brasília, de 1957, que fez da capital nacional um monumento do modernismo.  De personalidade firme e muitas vezes controversa, as contribuições de Costa para a arquitetura brasileira ajudaram a definir o modernismo nacional que continua até hoje a influenciar a arquitetura contemporânea produzida no Brasil. 

O "voto popular" é algo ruim para a arquitetura?

15:00 - 2 Setembro, 2015
Projeto do UNStudio para um teatro em Den Bosch, Países Baixos, foi selecionado em julho com 57% de aprovação popular. Imagem © UNStudio
Projeto do UNStudio para um teatro em Den Bosch, Países Baixos, foi selecionado em julho com 57% de aprovação popular. Imagem © UNStudio

Por décadas uma das questões mais inquietantes da arquitetura e do planejamento urbano tem sido "quem decide o que é construído?". Diversos sistemas foram colocados em prática, porém, uma das estratégias mais populares a surgir nos últimos anos é o "voto popular". Graças às novas possibilidades oferecidas pela internet, está se tornando cada vez mais comum expor todas as propostas de um concurso ao público, assim como foi feito no concurso para o Guggenheim Helsinki, e convidá-lo a votar em seu projeto favorito. De algum modo essa abordagem parece ser a resposta perfeita para anos de reclamações em relação às decisões tomadas a portas fechadas, distante do público para o qual estes projetos são, em última instância, concebidos.

O que os videoclipes podem nos ensinar sobre arquitetura?

15:00 - 19 Agosto, 2015
O que os videoclipes podem nos ensinar sobre arquitetura?

Quando se trata da confluência entre música e arquitetura, talvez a primeira coisa que vem à mente seja a afirmação de Goethe de que "a música é a arquitetura líquida." Goethe, no entanto, viveu antes do surgimento da MTV: os videclipes se tornaram filmes em miniatura, buscando capturar todo o tom, tendências e contexto de uma determinada música e traduzi-los visualmente. Melhor do que isso, a maneira como os videoclipes usam a arquitetura não é a mesma como qualquer documentário ou filme faz; a câmera tenta imitar a forma como as pessoas ouvem a música cortando e tecendo o entorno, projetado para os ouvintes, tanto quanto para os telespectadores. Então, vemos protagonistas voltando-se para o lado, elementos importantes posicionados longe do centro e planos que exploram e dissimulam os espaços em uma tentativa de ajustar a acústica das músicas para o ambiente.

O que isto significa para nós é que os videoclipes podem relacionar-se com a arquitetura e capturar seus tons subjacentes de uma forma que um filme se esforça para fazer. Para um arquiteto perguntando como o público realmente entende e interage com um pedaço de arquitetura ou lembra de um estilo, os videoclipes são uma mina de ouro inexplorada, uma vez que cada localização das filmagens procura mostrar como nossa cultura se relaciona com um edifício. Confira a seguir sete videoclipes que nos dizem muito sobre a arquitetura que eles apresentam.

Metropolis Magazine elege Toronto como a melhor cidade do mundo para se habitar

15:00 - 18 Agosto, 2015
Metropolis Magazine elege Toronto como a melhor cidade do mundo para se habitar , Toronto. Imagem © Flickr CC user Robert
Toronto. Imagem © Flickr CC user Robert

Como comparar cidades? É difícil condensar milhões de experiências individuais subjetivas em um único método de comparação, mas uma técnica popular que vem sendo usada nos últimas anos tem servido de parâmetro para avaliar a "habitabilidade" das cidades. Mas o que essa palavra significa, afina? No ranking de 2015 das cidades mais habitáveis do mundo, a Metropolis Magazine reuniu um grupo de especialistas em planejamento urbano, turismo e arquitetura para subdividir "habitabilidade" em categorias relevantes baseando-se na enorme quantidade de material publicado pela Metropolis para criar um os rankings mais detalhados já produzidos. Conheça os resultados a seguir.

Vivendo no limite com a Casa Brutale

15:00 - 6 Julho, 2015
Vivendo no limite com a Casa Brutale , © OPA Works
© OPA Works

Em um artigo publicado anos passado sobre esta casa projetada por Modscape, dissemos que tudo o que lhe faltava era James Bond e um Aston Martin invisível na garagem. Bem, as imagens apresentadas por OPA (Open Platform for Architecture) de seu novo projeto nos mostram James Bond e uma (infelizmente visível) Ferrari. Talvez não seja exatamente o que esperávamos, mas, de todo modo, trata-se de um grande passo no mercado imobiliário para super vilões. Casa Brutale apresenta grandes empenas de concreto e muito vidro incrustado em uma falésia sobre o Mar Egeu - algo que o OAP afirma ser um projeto realmente inovador.

© OPA Works © OPA Works © OPA Works © OPA Works + 22

A história das cidades em 10 edifícios, segundo o Guardian Cities

07:00 - 12 Junho, 2015
A história das cidades em 10 edifícios, segundo o Guardian Cities, Fiat Tagliero, Asmara. Imagem © Flickr user David Stanley
Fiat Tagliero, Asmara. Imagem © Flickr user David Stanley

Todas as coisas boas devem chegar a um fim e a excelente série "History of Cities in 50 Buildings" do Guardian Cities, infelizmente, não é uma exceção. A série definitivamente vale a pena ser lida, trazendo o melhor da escrita acadêmica e arquitetônica de autores convidados e da equipe própria, mas se você está com pouco tempo - e se é um arquiteto, é bastante provável que isso seja verdade - compilamos, a seguir, 10 destaques da lista do Guardian para você.

Teatro Amazonas, Manaus. Imagem © Wikimedia user Leaderfo Narkomfin Building, Moscou. Imagem © Wikimedia user NVO Ponte Tower, Joanesburgo. Imagem © Flickr user fiverlocker Byker Wall Estate, Newcastle. Imagem © Flickr user George Rex + 11

FleaFolly constrói a "Grimm City": A antítese da Disney

18:00 - 8 Maio, 2015

Há poucos meios para os quais os contos do Irmãos Grimm ainda não foram adaptados. Estórias e filmes para crianças mostram versões um pouco menos macabras dos originais, mas há algo no folclore gótico dos Grimm que ainda reina na imaginação popular. Não interessa que tipo de adaptação seja feita - musical, infantil ou moderna - a essência dos contos originais permanece. A Grimm City, concebida pelo escritório FleaFolly, é uma dessas adaptações.

Imagem do modelo. Imagem © FleaFollyArchitects Imagem do modelo. Imagem © FleaFollyArchitects Imagem do modelo. Imagem © FleaFollyArchitects Imagem do modelo. Imagem © FleaFollyArchitects + 9

6 edifícios "clássicos" que são mais novos do que você pensava

07:01 - 30 Abril, 2015
6 edifícios "clássicos" que são mais novos do que você pensava, The Schermerhorn Symphony Center, Nashville, concluído em 2006 Hedrich Blessing © Steve Hall
The Schermerhorn Symphony Center, Nashville, concluído em 2006 Hedrich Blessing © Steve Hall

Durante boa parte do século passado, o discurso arquitetônico foi dominado pelo modernismo e outras formas de futurismo e funcionalismo. Para alguns, essa constante inovação e a busca pelo novo começou a se esgotar. Com o retorno às inspirações do passado que irrompeu nos anos 1980 surgiu o pós-modernismo, porém, paralelamente, surgiu naquele período uma nova forma de arquitetura inspirada em elementos clássicos e neoclássicos que rejeitava completamente qualquer continuidade com o modernismo e se voltava às regras tradicionais da arquitetura. Desde então, essa arquitetura de Novo Clássica ressuscitou uma miríade de formas pré-modernas, incorporando soluções de projeto que, para começar, nunca teriam sido consideradas clássicas - incluindo elementos de estilo Gótico e não ocidentais. Compilamos, a seguir, alguns dos exemplos mais interessantes - alguns inclusive high tech - desse "estilo" arquitetônico.

© Wikimedia user Colin Smith © Flickr user Joe Schlabotnik © Geograph user Andrew Blades © Flickr user odonata98 + 14

6 cidades de importância política construídas do zero

15:00 - 10 Abril, 2015
6 cidades de importância política construídas do zero, Imagem da nova capital planejada do Egito, por SOM. Imagem Cortesia de SOM
Imagem da nova capital planejada do Egito, por SOM. Imagem Cortesia de SOM

Sob a ameaça do fim da hegemonia de 1046 anos do Cairo como capital do Egito, mês passado o governo do Egito anunciou suas intenções de criar uma nova capital, ainda a ser nomeada, a leste do Cairo. A promessa da "Nova Cairo", com uma escala absurda de mais de 700 quilômetros quadrados, atraiu manchetes ao redor do mundo; um empreendimento de 45 bilhões de dólares em habitação, comércio, marcos emblemáticos - entre os quais um parque temático maior que a Disneylândia - projetados para atrair turistas de todas as partes do globo. E é claro, os planos incluem a promessa de residências para, pelo menos, 5 milhões de residentes, com um vasto número de escolas, hospitais e edifícios religiosos e comunitários que uma cidade moderna requer, fazendo a nova capital do Egito a maior cidade planejada da história.

A ideia de construir uma nova cidade capital surgiu em diversos governos na história; uma forma de começar do zero, estimular a economia e colocar visões próprias de mundo em pedra e concreto. Até mesmo a antiga Cairo foi fundada com propósito de ser a cidade capital, embora o desenho urbano tenha sido alterado desde então. E continua a mudar hoje; veja a lista completa de diferentes formas de construir uma cidade totalmente nova, a seguir.

Imagem da nova capital planejada do Egito, por SOM. Imagem Cortesia de SOM Estação de Trem. Imagem Cortesia de SOM Distrito Governamental. Imagem Cortesia de SOM Conceito de substituição de Cairo por Skidmore, Owings e Merril. Imagem Cortesia de SOM + 44

Las Vegas vs. Paisagem: Michael Light expõe a "terraformação" do sonho americano

18:30 - 9 Abril, 2015
“Barcelona” Casas e o Topo da Área de Recreação do Lake Mead, Lake Las Vegas, Henderson, NV; 2011. Imagem © Michael Light, Lake Las Vegas/Black Mountain
“Barcelona” Casas e o Topo da Área de Recreação do Lake Mead, Lake Las Vegas, Henderson, NV; 2011. Imagem © Michael Light, Lake Las Vegas/Black Mountain

"Situada na paisagem desértica que define a aparência de Nevada,
Ascaya parece ter sido moldada pelos elementos.
[...]
Onde as pedras sobem ao encontro do céu, existe um local chamado Ascaya."
-
Site Promocional de Ascaya

Não é bem assim, de acordo com o livro Lake Las Vegas/Black Mountain de Michael Light, que será lançado em breve. Tratando do avanço da suburbana Nevada para o deserto, esse livro de duas partes analisa Lake Las Vegas, uma então abandonada vítima da crise imobiliária em 2008 que, desde então, emergiu do outro lado da falência, e para as redondezas de Ascaya, uma área residencial de alto padrão que ainda está em processo de estabelecimento em Black Mountain. As fotografias de Light não questionam muito diretamente os empreendedores, mas sim a destruição, a interferência e o aterramento da encosta e a construção de um grande empreendimento imobiliário na paisagem restante. Apresentando belas composições de fotos aéreas das áreas em construção e de campos de golfe cobrindo o deserto, o livro é uma clara crítica ao desenvolvimento destrutivo e insustentável em Nevada. Muito mais do que isso, Light está chamando atenção para a filosofia por trás de empreendimentos como Ascaya e Lake Las Vegas, que falham completamente em conectar a sociedade norte-americana à paisagem norte-americana de forma não destrutiva.

Cidade Sol” Trilhas em Direção ao Sudeste Não Construído “Ascaya” Lotes além de  Black Mountain, Henderson, NV; 2010. Imagem © Michael Light, Lake Las Vegas/Black Mountain Não Construído “Ascaya” Lotes and Cul De Sac Direção ao Oeste, Henderson, NV; 2011. Imagem © Michael Light, Lake Las Vegas/Black Mountain Cercada “Monaco” Casas de Lake Las Vegas, Falido Além da Ponte Vecchio, Henderson, NV; 2010. Imagem © Michael Light, Lake Las Vegas/Black Mountain “Colinas de Roma” Casas e Muros “Obsidian Mountain” Development, “Ascaya” Lotes, Direção Sul, Henderson, NV; 2012. Imagem © Michael Light, Lake Las Vegas/Black Mountain + 13

Cidades caminháveis? Por que não cidades escaláveis?

07:00 - 4 Março, 2015
Cidades caminháveis? Por que não cidades escaláveis?, © Demid Lebedev
© Demid Lebedev

“A cidade para as pessoas!" e o grito de guerra do arquiteto reformista - mas que pessoas exatamente? Essa é a questão central do rooftopping, uma nova e emocionante variante da Exploração Urbana que recentemente atraiu a atenção da mídia. Difundindo-se através de redes sociais como o Instagram, esses acrobatas chamam a atenção por suas proezas, mas por que as Explorações Urbanas atingiram as alturas?

A exploração urbana ocupa as margens da consciência pública desde meados dos anos 2000 como uma subcultura punk; anarquistas bisbilhotando túneis de esgoto e realizando explorações em ruínas urbanas. O modo como o rooftopping capturou a imaginação das pessoas, no entanto, assume a forma de um discurso público: como ele se envolve com as mídias sociais, o modo como grupos corporativos tentaram envolver esses acrobatas no mercado, e o modo como esses grupos estão interagindo com o ambiente urbano.

© Demid Lebedev © Demid Lebedev Vista da Jin Mao Tower a partir da Shanghai Tower. Imagem © Vitaliy Raskalov, ontheroofscom@gmail.com Vsiata da Jin Mao Tower e da Shanghai World Financial Center a partir da Shanghai Tower. Imagem © Vitaliy Raskalov, ontheroofscom@gmail.com + 7

Por que Putin gosta de colunas: A Rússia do século XXI através das lentes da arquitetura

07:00 - 24 Janeiro, 2015
Por que Putin gosta de colunas: A Rússia do século XXI através das lentes da arquitetura, Imagem da Proposta para o Lakhta Center em St Petersburg. Imagem Cortesia de www.proektvlahte.ru
Imagem da Proposta para o Lakhta Center em St Petersburg. Imagem Cortesia de www.proektvlahte.ru

Em agosto de 1932, Stalin, de férias em Sochi, enviou um memorando com suas opiniões sobre as inscrições relacionadas ao concurso para a construção do Palácio dos Sovietes, o monumento - que nunca foi construído - para Lenin e para o centro do governo. Neste memorando, ele escolheu seu desenho preferido, um "bolo de casamento colossal" com uma estátua de Lenin de 260 pés (79 metros) no topo, projetado por Boris Iofan. Pouco mais de 80 anos depois, Sochi novamente sediou os caprichos arquitetônicos de um poderoso líder russo para os Jogos Olímpicos de Inverno de 2014. Uma simplificação exagerada? Provavelmente. Mas com uma boa simetria.

O Edifício Kotelnicheskaya Embankment, um dos exemplos mais famosos do estilo stalinista "bolo de casamento". Imagem © Flickr CC user Sergey Norin O Conjunto de Montanhas da Vila Olímpica de Sochi. Imagem Cortesia de Wikimedia user Ivanaivanova Desenho da Proposta para o Palácio dos Sovietes por Boris Iofan. Imagem Cortesia de http://russiatrek.org International Business Centre  de Moscou em 2011. Imagem © Flickr CC user Andrew Beirne + 7