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Por que devemos criar cidades para crianças

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Por que devemos criar cidades para crianças - Imagem de Destaque
Foto © Hiroyuki Oki

No livro Design of Childhood, a arquiteta e pesquisadora Alexandra Lange afirma que crianças foram consideradas não-pessoas durante quase toda a história da arquitetura da Arquitetura antiga e moderna, sendo excluídas dos processo de criação dos espaços urbanos e interiores. Esse processo acarretou e ainda vem acarretando diversos problemas quando as crianças atingem a idade adulta, já que essas crianças cresceram constantemente vigiadas pelo medo do movimento e dos olhos dos adultos.

A morte das lojas de rua e seu impacto nas cidades

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Um endereço ideal pressupõe conveniência, atendimento das necessidades básicas de produtos e serviços a uma simples caminhada. O café da manhã na base do prédio, o “vou ali na farmácia”, o puxar o carrinho abarrotado de frutas, o descer no sábado para cortar o cabelo, o levar o pet na pracinha da esquina. A saúde de uma cidade passa pela frequência de pessoas caminhando em espaços públicos, com senso de comunidade, sensação de segurança, civilidade e capacidade de consumo para as necessidades básicas. E a loja nessa caminhada é um estímulo vital.

Brasil e México se destacam na 4ª edição do Prêmio Oscar Niemeyer de Arquitetura Latino-Americana

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Em novembro de 2022, a Rede de Bienais Latino-Americanas de Arquitetura REDBAAL celebrará seus primeiros 10 anos de existência prolífica e os comemorou convocando a Quarta Edição do Prêmio Oscar Niemeyer de Arquitetura Latino-Americana, o Grande Prêmio ON-04. Em agosto deste ano, foi anunciada a decisão do júri, com os três primeiros lugares reconhecendo o trabalho de arquitetos do Brasil e do México.

As 10 maiores cidades da América Latina em 2022

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As 10 maiores cidades da América Latina em 2022 - Imagem de Destaque
A Ponte Octavio Frias de Oliveira é uma ponte estaiada em São Paulo, Brasil, sobre o Rio Pinheiros, inaugurada em maio de 2008. Ela liga a Marginal Pinheiros à Avenida Jornalista Roberto Marinho. Imagem © Raphael Paulino Gonçalves / Shutterstock

Hoje, 11 de julho, é celebrado o Dia Mundial da População, um evento anual iniciado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) em 1990 que visa aumentar a conscientização sobre questões demográficas globais. Uma questão ainda mais urgente hoje: não só seremos dez bilhões de pessoas em 2050, como também dois terços de nós viverão em cidades, segundo relatórios recentes da ONU-Habitat.

Anualmente, o World Population Review avalia o crescimento das cidades e o número de residentes que vivem em áreas metropolitanas para entender as tendências globais em transformação. Embora na lista das 20 cidades mais populosas do mundo encontremos muitas da Ásia, como Tóquio, Delhi e Xangai, ao mesmo tempo, diversas cidades latino-americanas, como São Paulo, Cidade do México e Buenos Aires, também marcam presença. Decidimos, portanto, listar as dez cidades mais populosas da América Latina e, assim, entender seu crescimento e participação no contexto global.

Como o poder do lugar molda as cidades

Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Há poucas perguntas mais poderosas que “de onde você é?”. As pessoas se sentem profundamente conectadas às cidades e se identificam com outras pessoas que sentem essa mesma conexão. Em outras palavras, tendemos a entender e vivenciar os lugares de uma forma muito pessoal.

No entanto, para entender o lugar – na verdade, para entender os assentamentos humanos em geral – é importante reconhecer que os lugares não são criados por acaso. Eles são criados com o propósito de promover uma agenda política ou econômica. Cidades melhores surgem quando as pessoas que as moldam pensam de forma mais ampla e consciente sobre os lugares que estão criando.

Os antigos arranha-céus do Iêmen: como o conflito apaga o patrimônio

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Arranha-céus são elementos inerentes às cidades contemporâneas. Seja em São Paulo ou Nova York, em Seul ou Dubai, essas estruturas imponentes são onipresentes no tecido urbano e a imagem convencional que se tem delas é de planos de vidro. Isso não ocorre no Iêmen, onde há exemplos antigos que são bem diferentes dos arranha-céus atuais. No centro do país, a cidade de Shibam é cercada por uma muralha fortificada e é o lar de exemplos deslumbrantes de habilidade arquitetônica: casas em torre que datam do século XVI com até sete andares de altura.

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Interiores mexicanos: projetos de salas de jantar em casas e apartamentos

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Ao longo dos anos, a arquitetura de interiores evoluiu de acordo com as necessidades que foram surgindo mas, sobretudo, com as experiências que procura evocar no usuário. Nos últimos dois anos pudemos testemunhar uma mudança radical e um interesse especial por este tema já que a pandemia obrigou-nos a dar uma atenção específica à configuração dos lugares que habitamos. Isso trouxe consigo projetos muito mais abrangentes que buscam atender ao bem-estar do usuário, combinando cores, experiências sensoriais, tecnologia e elementos naturais que promovem a saúde.

Guadalupe Ibarra, a primeira arquiteta equatoriana

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Nascida em 1947 na cidade de Quito, Guadalupe Ibarra se estabeleceu em Cuenca durante sua adolescência graças ao trabalho de seu pai no exército. Ali ela decidiu estudar arquitetura e se matriculou na Universidade de Cuenca em 1963. Estudante de alto rendimento, Ibarra obteve sua graduação em arquitetura em 1970, tornando-se a primeira equatoriana a se formar nesta profissão no país.

O que é arquitetura salutogênica?

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Em um hospital, uma única conversa pode trazer boas ou más notícias aos pacientes. Nesse contexto, quando não são levados às pressas para as salas de tratamento, os doentes geralmente se sentem preocupados e estressados ​​com sua saúde. No âmbito hospitalar, os profissionais da medicina têm um dos trabalhos mais extenuantes, com mudanças repentinas nas condições de saúde dos enfermos. A atmosfera geral nos hospitais tradicionais é, portanto, tensa e preocupante, e isso tem um efeito adverso no bem-estar dos pacientes.

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As Torres de Babel de Nova York

O mundo está diante de um século urbano. A população mundial está desmoronando nos centros das cidades, pois a indústria e a agricultura precisam de menos humanos, já que a tecnologia substitui a mão humana por máquinas. A população urbana mundial cresceu de 751 milhões em 1950 para 4,46 bilhões em 2021, e crescerá para 6,68 bilhões em 2050.

Enquanto arquitetos e designers querem definir e controlar o futuro de nossas cidades, a realidade imediata da cidade de Nova York, agora, é uma lição sobre o que pode ser nosso futuro. Sua resposta pode ser vista pelo advento da The Tower no tecido de Manhattan.

Como escolher o tipo certo de tapete para a sua casa?

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Os tapetes não costumam ser itens que passam despercebidos nos ambientes residenciais. Além de esquentar o ambiente e deixá-los mais aconchegantes, quando usados corretamente, os tapetes conectam os móveis e dão unidade à decoração. Veja a seguir algumas dicas de como dimensionar e escolher corretamente esse item em sua casa. 

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O direito à praia: murando a erosão costeira

No início da pandemia de coronavírus, em março de 2020, os parisienses abastados afluíram para suas segundas residências na costa atlântica da França, quando foi declarado o lockdown no país. Em junho de 2020, quando as restrições afrouxaram na Inglaterra, os moradores se dirigiram para cidades litorâneas como Bournemouth para aproveitar o tempo ensolarado. O primeiro cenário reflete a crescente lacuna entre ricos e pobres da França, enquanto o último é um reflexo do poder democratizante das praias de acesso público.

Em ambas as situações, o que se busca é a tranquilidade natural normalmente encontrada nas praias. Globalmente, no entanto, há um fenômeno inquietante, segundo o qual, entrelaçado com mudanças climáticas e decisões políticas, as praias estão se tornando cada vez mais espaços privados e inacessíveis.

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CasaCor 2022: quando as memórias inspiram o espaço

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CasaCor 2022: quando as memórias inspiram o espaço - Imagem de Destaque
Casa Coral / Marcelo Salum. Foto: Divulgação. © Denilson Machado.

Celebrando seus 35 anos, esta edição da CasaCor reúne projetos de 68 renomados profissionais distribuídos em mais de 10mil m² dentro do ícone do modernismo paulistano, o Conjunto Nacional. Sob o tema “Infinito Particular”, a mostra desse ano se concentra no acúmulo temporal, na história contada e que contamos sobre nós mesmos. Nesse universo de formas de habitar o mundo, e dos rastros que deixamos ao nosso redor, desde a gordura dos dedos nas paredes até a poeira que trazemos na sola de nossos sapatos, estamos sempre buscando algo que é só nosso, inesgotavelmente próprio.

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Quanto vale uma estação de metrô? O caso de São Paulo

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Quanto vale uma estação de metrô? O caso de São Paulo - Imagem de Destaque
Estação Sé do Metro de São Paulo. Foto © Romullo Baratto

No debate urbanístico, a defesa do transporte coletivo é quase tão consensual quanto recorrente. Propostas como o desenvolvimento orientado para o transporte (TOD), que defende o adensamento das cidades de forma coordenada com corredores de transporte, têm ganhado força nas últimas décadas: saíram da academia e foram para as recomendações e estudos de caso de instituições como o Banco Mundial, para as propostas de políticos, documentos oficiais e já se encontram em várias intervenções urbanas mundo afora — de Curitiba a Toronto, principalmente na Ásia.

Ranking de ciclovias e ciclofaixas nas capitais brasileiras

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Ranking de ciclovias e ciclofaixas nas capitais brasileiras - Imagem de Destaque
Ciclovia da marginal Pinheiros em São Paulo. Foto por danilo.alvesd on Unsplash

O uso de bicicletas em meios urbanos tem se intensificado cada vez mais. Saúde, lazer, economia, comodidade, diversos são os motivos e benefícios que levam a optar por elas. Para que essa escolha seja feita, há um fator fundamental em jogo: a segurança durante a corrida, dada principalmente por ciclovias e ciclofaixas. Por isso, apresentamos um ranking que traz quais capitais brasileiras mais priorizam o ciclista e a qualidade de sua rota, favorecendo a construção de uma cidade melhor através da mobilidade ativa.

O lucro acima do público: a lógica da concessão de uso na cidade de São Paulo

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Recentemente, a cidade de São Paulo presenciou dois eventos envolvendo espaços que antes eram públicos e agora estão sob concessão privada. A já consagrada Virada Cultural Paulistana voltou a acontecer após os anos iniciais da pandemia de covid-19, e teve como um de seus palcos o novo Vale do Anhangabaú. Além dela, o complexo do Pacaembu, que recentemente deixou de ser um equipamento público, tornou-se uma concessão e vem passando por uma série de reformas e transformações, recebeu a Feira ArPa, evento que juntou uma série de importantes galerias para exposição, compra e venda de obras de arte. Apesar da diferente natureza desses eventos, seus processos despertam reflexões a respeito do modelo de privatizações que estamos vivendo nas cidades hoje.

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O papel das bibliotecas na construção de uma sociedade criativa e inovadora

O papel das bibliotecas na construção de uma sociedade criativa e inovadora - Imagem de Destaque
Library of Birmingham / Mecanoo

Como portas de acesso ao conhecimento e à cultura, as bibliotecas desempenham um papel fundamental na sociedade. Essenciais na criação de oportunidades de aprendizagem, bem como no apoio à alfabetização e à educação, os recursos e serviços que cada biblioteca oferece ajudam a moldar novas ideias que são centrais para a construção de uma sociedade criativa e inovadora.

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