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Fotos da Semana: arquitetura, moda e performance

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O propósito da fotografia de arquitetura é mostrar da melhor maneira possível os espaços de uma obra. A correção das arestas para que fiquem paralelas e a busca de atmosferas específicas através do uso da luz são alguns dos elementos característicos desse tipo de registro fotográfico. Miguel de Guzmán, Paul Vu e Jules Couartou são alguns dos profissionais que desafiam os limites deste campo, mesclando fotografia de arquitetura, moda e performances. Em suas imagens, a relação entre o espaço e o ser humano é apresentada através de uma cena criada especialmente para o registro, resultando em fotografias autênticas e muito criativas.

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6 livros de ficção para refletir sobre as cidades

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Se uma cidade não foi usada por um artista, nem mesmo os habitantes vivem lá de maneira imaginativa”, disse o escritor Alasdair Gray em seu primeiro e mais conhecido romance, Lanark: uma vida em quatro livros, cuja história se passa em uma Glasgow fantasiosa. A frase de Gray, citada neste artigo do Next City, convida à reflexão sobre as várias formas que a ficção encontra para elaborar o meio urbano ao longo do tempo.

Cenários urbanos utópicos e distópicos são representados tanto na literatura quanto em filmes, quadrinhos, séries de televisão e videogames. O serviço que essas construções imaginárias prestam, muitas vezes, é o de explicitar a inquietação e a insatisfação ao mesmo tempo que expõe aspirações e esperanças de novos espaços e arquiteturas: novas cidades.

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Rozana Montiel: a reconceitualização artística do espaço

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Arquiteta mexicana, fundadora do Rozana Montiel - Estudio de Arquitectura, se trabalho transita entre as áreas de projeto arquitetônico, intervenções artísticas e urbanismo.

Elevadores urbanos: integração e continuidade em cidades com relevos acidentados

Quando falamos de urbanização e enfrentamos uma topografia complexa, o tema da integração urbana começa a tomar mais força e protagonismo. Muitos dos bairros mais deteriorados socialmente se encontram em pontos geográficos complexos rodeados de desníveis que fazem com que o pedestre, o ciclista ou os idosos se vejam excluídos de uma acessibilidade urbana eficiente.

Neste contexto, os elevadores urbanos aparecem como uma solução e um elemento articulador, funcional e escultórico. Com até 30 metros de altura, convertem-se em marcos urbanos e turísticos ao criar um novo ponto de vista mediante passarelas e mirantes, ao mesmo tempo que respeitam o patrimônio histórico dos entornos.

A seguir mostramos alguns exemplos interessantes de elevadores urbanos que têm sido chave no ordenamento de seus entornos urbanos imediatos.

Um passeio virtual pela Case Study House #3 de William W. Wurster & Theodore Bernardi

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A terceira Case Study House da revista Arts & Architecture tem uma sensibilidade notoriamente diferente da de muitos outros projetos da série. Embora igualmente envolvidos com o objetivo de maximizar o prazer do ambiente natural, neste projeto os arquitetos mostram mais preocupação com a privacidade e a proteção dos moradores.

A aproximação a partir da rua é quase proibida; barreiras de alumínio impõem um limite praticamente impenetrável. Além das portas da frente e da garagem, as janelas de cozinha, pequenas e altas, são as únicas aberturas visíveis, embora seja possível visualizar a cerca do jardim privado das crianças, revestida por videiras. 

Todo arquiteto deveria usar uma câmera 360° em seus projetos

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Sabemos que os arquitetos são viajantes inveterados que gostam de ver, aprender e visualizar os detalhes construtivos de suas obras favoritas. Por esta razão, no ArchDaily acreditamos que cada arquiteto deve carregar uma câmera 360º consigo para capturar e compartilhar suas experiências em diversas partes do mundo.

Veja, a seguir, cinco motivos para você usar uma câmera 360°.

Sugestões de filmes de arquitetos para arquitetos (mas não só sobre arquitetura)

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Muitas vezes é difícil escolher um filme para assistir. Ainda mais quando temos milhares de opções disponíveis. Ficamos horas olhando o catálogo e nada parece animar. Aproveitando o final das férias de inverno das faculdades, pedimos a diversos arquitetos no Brasil e Portugal para que nos enviassem dicas de bons filmes, que não necessariamente fossem de arquitetura. Na lista, vemos alguns clássicos e outros bem novos. Há títulos sugeridos por mais de uma pessoa, como o argentino Medianeras ou 8 ½, de Felini. Veja a lista abaixo e se inspire:

7 coisas que você precisa lembrar ao exercer Arquitetura e Urbanismo

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No CAU/BR e em suas repartições estaduais, as Comissões de Ética e Disciplina analisam todos os meses diversas denúncias de descumprimento ao Código de Ética e Disciplina dos Arquitetos e Urbanistas, da prática irregular de reserva técnica à falta de placas em obras. Publicado em setembro de 2013, o Código de Ética e Disciplina do Conselho de Arquitetura e Urbanismo aponta regras de postura e comprometimento profissional que tem como intuito qualificar o mercado de trabalho e cultivar as boas relações entre profissionais, clientes e parceiros. Ao cometer uma infração, o profissional fica sujeito às sanções ético-disciplinares que podem prejudicar sua atuação.

Quando arquitetura e turismo se encontram: Pirâmides de La Grande Motte à beira-mar

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Com a chance de realizar o sonho do arquiteto de criar sua própria cidade utópica do zero, o arquiteto francês Jean Balladur se inspirou em civilizações perdidas do passado. Seus projetos lembram a arquitetura das grandes ruínas Maias com um toque da década de 1960, na forma de uma cidade-resort litorânea no sul da França, La Grande Motte. Balladur dedicou quase 30 anos a esse trabalho, o trabalho de sua vida, que hoje recebe mais de 2 milhões de turistas por ano.

Quando arquitetura e turismo se encontram: Pirâmides de La Grande Motte à beira-mar  - Image 1 of 4Quando arquitetura e turismo se encontram: Pirâmides de La Grande Motte à beira-mar  - Image 2 of 4Quando arquitetura e turismo se encontram: Pirâmides de La Grande Motte à beira-mar  - Image 3 of 4Quando arquitetura e turismo se encontram: Pirâmides de La Grande Motte à beira-mar  - Image 4 of 4Quando arquitetura e turismo se encontram: Pirâmides de La Grande Motte à beira-mar  - Mais Imagens+ 11

A obra do arquiteto argentino Eduardo Sacriste: entre a educação e a construção de habitações populares

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A obra do arquiteto argentino Eduardo Sacriste: entre a educação e a construção de habitações populares - Image 5 of 4A obra do arquiteto argentino Eduardo Sacriste: entre a educação e a construção de habitações populares - Image 6 of 4A obra do arquiteto argentino Eduardo Sacriste: entre a educação e a construção de habitações populares - Image 8 of 4A obra do arquiteto argentino Eduardo Sacriste: entre a educação e a construção de habitações populares - Image 9 of 4A obra do arquiteto argentino Eduardo Sacriste: entre a educação e a construção de habitações populares - Mais Imagens+ 9

O marco teórico e material na arquitetura de Eduardo Sacriste deixou um legado importante para os estudantes de arquitetura e os profissionais argentinos. Sua obra, que teve lugar entre a prática e o ensino, evidencia um arquiteto enquadrado nas tendências do movimento moderno, mas que valoriza a arquitetura e os costumes de seus habitantes locais.

Pondo um particular foco de atenção na capacidade da arquitetura como um meio de transformação social, sua atenção focou-se na habitação popular e vernacular argentina. Os projetos que desenvolveu são vistos principalmente na província de Tucuman, e são o resultado de um equilíbrio entre o simples, o eficiente e o reflexivo. A partir disso, considerava que a arquitetura deveria responder aos modos de vida das pessoas, e não às características do autor da arquitetura. Uma arquitetura que humilde, trabalhando com o sentido da razão e da economia.

Quão sustentável é a estratégia da Apple de plantar 8 mil árvores em seu campus?

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Este artigo foi publicado originalmente pelo The Architect’s Newspaper como How green are Apple’s carbon-sequestering trees really?

A Apple está plantando uma floresta em Cupertino, Califórnia. Quando, no final deste ano, a nova sede da empresa estiver concluída, 8.000 árvores transplantadas de viveiros de todo o estado da Califórnia cercarão o edifício circular projetado pelo escritório Foster + Partners. As árvores estão destinadas a embelezar os 176 acres da Apple (apelidado de Apple Park), além de absorver o carbono da atmosfera.

Este é um ponto positivo. O carbono, dentre os gases do efeito estufa, é o principal responsável pelo aquecimento global. Quase todas as atividades humanas, incluindo a respiração, lançam gás carbônico na atmosfera. As plantas, por outro lado, absorvem carbono, transformando-o em folhagem, ramos e raízes - um processo conhecido como sequestro de carbono.

10 Exemplos de estruturas de vigas metálicas treliçadas

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A compreensão das estruturas na arquitetura é uma tarefa inerente do arquiteto; permitindo, por exemplo, que um material como o aço possa configurar grandes elementos estruturais, brindando interessantes respostas às necessidades projetuais.

As 'vigas treliçadas' são um exemplo dessas soluçõess, as quais evidenciam, a partir de suas propriedades mecânicas e montagem rápida, a capacidade de configurar espaços e estruturas verdadeiramente complexas e interessantes.

Conheça a seguir uma lista com 10 exemplos de projetos com vigas treliçadas metálicas.

Viva a experiência 360° do Zócalo e Catedral da Cidade do México

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O Centro Histórico da Cidade do México é, sem dúvida, um dos destinos turísticos mais relevantes do país por conta da história que abriga em seus numerosos espaços e edifícios públicos. No ArchDaily te convidamos a viver uma experiência em 360° de dois dos pontos mais icônicos do Centro Histórico: a Praça da Constituição (Zócalo) e a Catedral Metropolitana da cidade.

A síndrome de Brasília: Jan Gehl tem razão? / Sérgio Ulisses Jatobá

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Em matéria recente no ArchDaily Brasil, o urbanista Jan Gehl afirma que Brasília “ é fantástica vista de um helicóptero, mas do chão, onde vivem as pessoas, Brasília é uma merda." Em seu conhecido livro Cidade Para as Pessoas, publicado em 2013 no Brasil, Gehl admite que “vista do alto, Brasília é uma bela composição”, mas “a cidade é uma catástrofe ao nível dos olhos”, acrescenta. “Os espaços urbanos são muito grandes e amorfos, as ruas muito largas, e as calçadas e passagens muito longas e retas” [1].

Gehl criou o termo “Síndrome de Brasília” para designar a inexistência ou a desconsideração do que ele conceitua como a escala humana no planejamento urbano modernista, tomando a capital do Brasil como seu mais destacado exemplo. 

Cortes no Tempo Contínuo: a vida urbana como partido / Nara Boin

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O inferno dos vivos não é algo que será; se existe, é aquele que já está aqui, o inferno no qual vivemos todos os dias, que formamos estando juntos. Existem duas maneiras de não sofrer. A primeira é fácil para a maioria das pessoas: aceitar o inferno e tornar-se parte deste até o ponto de deixar de percebê-lo. A segunda é arriscada e exige atenção e aprendizagem contínuas: tentar saber reconhecer quem e o que, no meio do inferno, não é inferno, e preservá-lo, e abrir espaço.” - Ítalo Calvino. As cidades invisíveis.

O trabalho Cortes no Tempo Contínuo: a vida urbana como partido é resultado de uma investigação a respeito das transformações nas formas de ocupação do espaço público na cidade de São Paulo, na região central. Busca-se novas maneiras de incorporar essa atual dinâmica no processo projetual, na intenção de valorizar a vida cotidiana e criar um suporte para ações eventuais. Seriam vetores de indeterminação na intenção de amparar a imprevisibilidade da vida. A rede de ensaios funcionaria como uma costura de microssituações, permitindo a experimentação de novas percepções possíveis do espaço público.

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Fotos da Semana: as 10 estruturas mais incríveis

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Deixar de lado os revestimentos e trabalhar diretamente com a estrutura aparente não é fácil. Diante deste desafio, os arquitetos têm demonstrado um grande desejo de superação, projetando estruturas cada vez mais criativas. Ao retratar este tipo de obra, a fotografia se mostra uma grande oportunidade parar criar composições incríveis e surpreendentes, podendo destacar desde padrões geométricos, simetrias e ritmos até as texturas e detalhes dos materiais. A seguir, apresentamos uma seleção de imagens de reconhecidos fotógrafos como Iwan Baan, Julien Lanoo e Yao Li, entre outros, que exploram as estruturas da arquitetura. 

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Cidade saudável: a relação entre planejamento urbano e saúde pública

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Cidade saudável: a relação entre planejamento urbano e saúde pública - Image 3 of 4

Texto por Bárbara Bonetto

O potencial de colaboração entre saúde pública e planejamento urbano é enorme. Estas duas áreas são grandes promotoras do bem-estar humano e têm em seu dia a dia vários dos mesmos mecanismos: a avaliação das necessidades locais (diagnóstico), prestação de serviços, gerenciamento de complexos sistemas sociais, atuação a nível populacional e uso de instrumentos participativos, com atenção especial às necessidades das populações vulneráveis.

Espaços Públicos: o que o planejamento urbano pode ganhar com a tecnologia

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Ao longo das últimas décadas, o mundo viveu o crescimento da população urbana, que até 2050 deve chegar a dois terços da população mundial. Em paralelo, novos avanços tecnológicos facilitaram, otimizaram e/ou automatizaram uma série de atividades do nosso dia a dia. No entanto, mesmo com o número cada vez maior de pessoas vivendo nas cidades e a evolução da tecnologia, o planejamento urbano não se modernizou no mesmo ritmo, e ainda não somos capazes de construir espaços verdadeiramente propícios ao nosso bem-estar e felicidade.

A priorização do transporte motorizado, entre outros fatores, continua a gerar ambientes urbanos prejudiciais à saúde física e mental e sem a resiliência necessária para se adaptar ao futuro. Em uma de suas citações mais famosas, Jan Gehl comentou que “nós sabemos mais sobre o que são ambientes saudáveis para gorilas, tigres siberianos e ursos-pandas do que sabemos sobre um bom ambiente urbano para o homo sapiens”. Apesar de vivermos hoje na era do big data, a qualidade dos dados que possuímos sobre as cidades ainda é consideravelmente pobre. São dados que carecem de substancialidade e são, em sua maioria, desatualizados – e mesmo assim é a partir dessas informações que ainda formulamos as normas e políticas que orientam a construção de nossas cidades.

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