A “exótica” cidade flutuante de Manaus

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O fim do monopólio da borracha, a crise econômica dos anos 20 do século passado, o crescimento demográfico em razão da corrente migratória de ribeirinhos e nordestinos para Manaus e a escassez de recursos contribuíram para a crise de falta de moradia em Manaus.

Nesse cenário adverso, em 1920, João Aprígio, natural da Paraíba, com mulher e filhos para sustentar, passava por enormes dificuldades. O que ele ganhava mal dava para a alimentação da família. Sem casa própria, Aprígio juntou dois troncos de açacu de um igapó e os rebocou, na popa de sua canoa, até o litoral do Educandos, local que entendeu como o mais apropriado para construir a sua morada. Por vinte dias e vinte noites ele trabalhou, até edificar aquela que seria a primeira casa flutuante de Manaus.

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Sobre este autor
Cita: Instituto Durango Duarte. "A “exótica” cidade flutuante de Manaus" 11 Set 2022. ArchDaily Brasil. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/987670/a-exotica-cidade-flutuante-de-manaus> ISSN 0719-8906

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