Edifícios em condomínio, barreira do redesenvolvimento urbano

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No filme Aquarius, do diretor Kleber Mendonça Filho, a personagem Clara, interpretada por Sônia Braga, recusa-se a vender para uma incorporadora o seu apartamento, localizado em um condomínio. Seus vizinhos do edifício, por outro lado, topam o negócio. Em artigo para o Estadão, o economista Pedro Fernando Nery retrata o caso através de uma lente oposta à narrativa cinematográfica: Clara, ao invés de heroína, que resiste ao capital imobiliário sem escrúpulos ou respeito pela paisagem litorânea de Recife, é, na verdade, a vilã.

Ao barrar o redesenvolvimento do pequeno edifício de 18 unidades em uma torre com mais unidades e mais área, ela estaria impedindo o aumento da oferta imobiliária na cidade em uma região bem localizada, empurrando potenciais futuros moradores para mais longe.

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Sobre este autor
Cita: Anthony Ling. "Edifícios em condomínio, barreira do redesenvolvimento urbano" 03 Abr 2022. ArchDaily Brasil. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/979267/edificios-em-condominio-barreira-do-redesenvolvimento-urbano> ISSN 0719-8906

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