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9 Edifícios mais intrometidos do mundo

07:00 - 16 Agosto, 2017
9 Edifícios mais intrometidos do mundo, © EMP|SFM <a href='https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Aerial_view_of_EMPSFM.jpg'>via Wikimedia</a> licensed under <a href='https://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en'>CC BY-SA 3.0</a>
© EMP|SFM via Wikimedia licensed under CC BY-SA 3.0

Em 2017, muitas das maiores cidades do mundo se tornaram verdadeiras cápsulas do tempo em termos de arquitetura. Vivemos em uma era eclética, onde um loft industrial do século XIX, um conjunto do pós-guerra e um novo edifício em altura são propriedades comparativamente desejáveis. Este apetite urbano por projetos variados torna ainda mais difícil para a arquitetura atrair a atenção do público.

Devido a isso, os arquitetos muitas vezes tentam produzir projetos "icônicos" - um edifício cujo projeto é tão impressionante que atrai até mesmo a atenção de um leigo. Às vezes, essa ambição compensa e o resultado são edifícios atemporais, em outros casos, ela marca irremediavelmente o skyline das cidades. A seguir, apresentamos uma coleção destes icônicos edifícios. Será que eles serão lembrados como marcos excêntricos ou como grandes equívocos? Você decide.

Fotos da Semana: arquitetura nos lugares mais incríveis do mundo

15:00 - 15 Agosto, 2017

A arquitetura permanece em constante busca de como interagir e se relacionar com a natureza. Alguns arquitetos expressam preferência por formas e materiais que contrastam com a paisagem, enquanto que outros optam pelo mimetismo e projetos orgânicos. De um modo ou de outro, a arquitetura chegou aos lugares mais remotos e incríveis do planeta. A seguir, apresentamos uma seleção de 16 fotografias de arquiteturas e paisagens de renomados fotógrafos, como Su ShengliangSergio Pirrone e Valentin Jeck

© Piyatat Hemmatat © Jeff Goldberg/Esto © Dylan Perrenoud © Fernando Guerra | FG+SG +17

Athos Bulcão: Aproximação entre Arte e Arquitetura

12:00 - 15 Agosto, 2017
Athos Bulcão: Aproximação entre Arte e Arquitetura , Câmara dos Deputados - Salão Verde. Image Cortesia de Fundação Athos Bulcão. Fotógrafo: Edgard Cesar
Câmara dos Deputados - Salão Verde. Image Cortesia de Fundação Athos Bulcão. Fotógrafo: Edgard Cesar

Responsável por atingir o marco de maior artista em integração da arte na arquitetura no território nacional, de forma que nenhum outro artista atingiu o tamanho de sua Obra Institucional, Athos Bulcão uniu a tradição da azulejaria à inventividade da composição aplicada na Arquitetura.

A tradição ceramista, que nasce de nossas raízes remontando as origens portuguesas através dos painéis figurativos compostos por pequenos módulos cerâmicos pintados, ganhou destaque a partir do período moderno através de nova vertente trazida pela produção dos azulejos abstratos geométricos.

Sete arquitetos famosos e seus curiosos primeiros empregos

07:00 - 15 Agosto, 2017
Sete arquitetos famosos e seus curiosos primeiros empregos

Envelhecer é, sem dúvida, importante no campo da arquitetura. Apesar do que se diz, a profissão pode pagar relativamente bem - assumindo que você já trabalha há algumas décadas. Mesmo Bjarke Ingels,  provocador e criador de vídeos, que fez parte de um documentário do Netflix e fundador do ultra-contemporâneo BIG não é um milenar; com 42 o dinamarquês é nove anos mais velho do que Mark Zuckerberg.

Como resultado, é comum levar uma vida complexa antes de encontrar fama arquitetônica e muitos dos arquitetos mais bem sucedidos do mundo começaram suas carreiras em um campo completamente diferente. Se você ainda não conseguiu o seu trabalho dos seus sonhos, fique tranquilo e confira a lista dos primeiros trabalhos de arquitetos famosos.

Cada árvore importa: cidades passam a priorizar a arborização urbana

10:00 - 14 Agosto, 2017
Cada árvore importa: cidades passam a priorizar a arborização urbana, © Mariana Gil/WRI Brasil Cidades Sustentáveis
© Mariana Gil/WRI Brasil Cidades Sustentáveis

Além de contar pessoas, automóveis e quilômetros de infraestrutura, as cidades hoje começam a contar árvores. As florestas urbanas, se inseridas no planejamento dos municípios, significam mais uma ferramenta de combate às mudanças climáticas. Além disso, a artificialidade e a falta de conexão com a natureza que muitas cidades apresentam estão relacionadas diretamente a diversos problemas de saúde da população.

As árvores nas cidades sempre foram queridas pela população por embelezar os espaços públicos. No entanto, elas contribuem de maneira muito mais ampla, com impacto na sustentabilidade econômica, social e ambiental das cidades. Através de pesquisas imobiliárias, é possível perceber que as pessoas são atraídas por ruas ou bairros mais verdes, onde elas preferem viver e trabalhar. Além dos atributos visuais, um espaço arborizado pode diminuir o estresse ao criar ambientes mais calmos e propícios ao exercício físico e o transporte ativo.

O transporte público pode ser ruim, mas jamais melhorará favorecendo o interesse privado

07:00 - 14 Agosto, 2017
O transporte público pode ser ruim, mas jamais melhorará favorecendo o interesse privado, © Rodrigo Díaz
© Rodrigo Díaz

Na imagem consigo contar 38 automóveis cruzando de leste a oeste o Paseo de la Reforma, que de passeio tem muito pouco. São 2h da tarde, não é hora de pico mas o trânsito está, no mínimo, pesado. A velocidade não é superior aos 10 km/h, inferior ao do destemido ciclista que surge por entre os carros arriscando a pele em um ambiente em que pedalar requer habilidade.

No meio dos 38 automóveis se adverte a presença de um micro-ônibus. Com toda certeza, é ele que se desloca de forma mais lenta de todas. Desloca-se lentamente porque tem que fazer paradas contínuas para embarcar e desembarcar os passageiros, paradas particularmente contínuas no modelo escassamente regulamentado no qual se desenvolvem as rotas tradicionais de micro-ônibus na Cidade do México, onde a receita do operador depende diretamente do número de passageiros transportados. Desloca-se muito lentamente porque geralmente circula pela direita, em uma via compartilhada onde é comum encontrar outros veículos estacionados que circulam de forma lenta ou que estão esperando sua vez para virar a direita. Desloca-se lentamente porque não possui uma série de privilégios na hora de circular, apesar de ser, sem dúvidas, o mais eficiente dos modelos motorizados da foto, pelo menos quando a área ocupada por cada veículo e a quantidade de passageiros que transportam.

Museu Kolumba de Peter Zumthor pelas lentes de Rasmus Hjortshøj

16:00 - 13 Agosto, 2017
Museu Kolumba de Peter Zumthor pelas lentes de Rasmus Hjortshøj, © Rasmus Hjortshøj
© Rasmus Hjortshøj

O fotógrafo Rasmus Hjortshøj realizou recentemente o registro fotográfico do Museu Kolumba, projetado por Peter Zumthor em Colônia, Alemanha. O museu, construído sobre as ruínas de uma igreja gótica destruída na Segunda Guerra Mundial, foi o resultado e um concurso que tinha como objetivo proteger os vestígios da edificação gótica e criar um espaço para abrigar a coleção de arte do arcebispado de Colônia. A proposta vencedora de Zumthor mescla de modo elegante e minimalista as ruínas com a arquitetura moderna. 

Nesta série de fotografia, Rasmus Hjortshøj apresenta um percurso pelo projeto de Zuthor, retratando o edifício inserido em seu contexto urbano, assim como a dedicação do arquiteto em relação aos detalhes. 

© Rasmus Hjortshøj © Rasmus Hjortshøj © Rasmus Hjortshøj © Rasmus Hjortshøj +28

10 Exemplos de organização arquitetônica de projetos comunitários

07:00 - 11 Agosto, 2017
10 Exemplos de organização arquitetônica de projetos comunitários, Centro Social Las Margaritas / Dellekamp Arquitectos + TOA Oficina de Operações Ambientais + Comunidade de Aprendizagem. Imagem © Lara Becerra
Centro Social Las Margaritas / Dellekamp Arquitectos + TOA Oficina de Operações Ambientais + Comunidade de Aprendizagem. Imagem © Lara Becerra

O projeto de um espaço que reivindique a ação humana conjunta, que deixe de lado os interesses individuais para poder tratar das questões de interesse comum, evidencia a necessidade de responder às considerações da ação do encontro.

Contar com lugares compartilhados de diversos tipos é fundamental para o desenvolvimento social das comunidades, no entanto, diversas foram as experimentações ao redor do espaço de reunião e dos espaços de serviço que os alimentam. O desenvolvimento desse tipo de encontro é uma tarefa inerente ao arquiteto em seu papel ativo, social e contemporâneo no melhoramento da qualidade de vida.

A seguir, explore uma série de projetos que exemplificam tipos de organização arquitetônica em projetos comunitários.

Como as novas tecnologias estão transformando as conversas de elevador em coisas do passado

07:00 - 10 Agosto, 2017
Como as novas tecnologias estão transformando as conversas de elevador em coisas do passado, O show de luz dinâmica na Torre A'DAM, Amsterdã. Projetado por InventDesign, fotografia de Dennis Bouman. Imagem © InventDesign
O show de luz dinâmica na Torre A'DAM, Amsterdã. Projetado por InventDesign, fotografia de Dennis Bouman. Imagem © InventDesign

As viagens de elevador podem oferecer uma experiência inspiradora, mas mesmo sendo indispensáveis nos edifícios modernos, os usuários enfrentam espaços extremamente compactos, os quais são projetados para se adequarem apenas aos edifícios. Os estranhos olhares para o chão ou para o rosto de outras pessoas revelam nosso desconforto com a multidão anonima dos elevadores. Não seria possível uma experiência espacial mais emocionante? As telas e projeções estão começando a ser utilizadas em elevadores, mas representam apenas o início de uma revolução na atmosfera criada durante o transporte vertical.

O show de luz dinâmica na Torre A'DAM, Amsterdã. Projetado por InventDesign, fotografia de Dennis Bouman. Imagem © InventDesign O show de luz dinâmica na Torre A'DAM, Amsterdã. Projetado por InventDesign, fotografia de Dennis Bouman. Imagem © InventDesign Shaft iluminado do elevador na Atomium em Bruxelas, Bélgica Projetado por André Waterkeyn e pelos arquitetos André e Jean Polak. Imagem © Thomas Schielke Shaft iluminado do elevador com design no Chelsea Day School, New York. Design de Kenji Hirata. Imagem © GION +12

7 Concursos anuais que todo estudante de arquitetura deveria participar pelo menos uma vez

19:00 - 9 Agosto, 2017
7 Concursos anuais que todo estudante de arquitetura deveria participar pelo menos uma vez, Vencedor 2017 Fairy Tales: Last Day / Mykhailo Ponomarenko. Cortesia de Blank Space
Vencedor 2017 Fairy Tales: Last Day / Mykhailo Ponomarenko. Cortesia de Blank Space

Quando você está acostumado com o ritmo árduo na escola de arquitetura, as férias podem bater em você como a chuva em um dia quente - bom no início, mas terrivelmente irritante após algum tempo. Enquanto os primeiros dias passaram com você recuperando o do sono perdido e os episódios de Game of Thrones, você percebe que, em breve, você estará enlouquecendo com nada para absorver toda a sua energia contida.

É aqui que os concursos de arquitetura são úteis. Eles fornecem uma saída construtiva enquanto são profundamente cativantes, evitando que fosse passe o dia no Youtube vendo se o Buzzfeed carregou um novo vídeo. Além disso, o fato de você não estar mais limitado pelo seu professor de projeto ou pelo currículo da escola, permite que você experimente de forma criativa. Com diversos concursos internacionais acontecendo o tempo todo, você pode escolher de acordo com seus interesses individuais e da quantidade de tempo que deseja dedicar. No entanto, o grande número de concursos disponíveis pode também ser altamente confuso. Aqui, listamos sete das mais prestigiadas competições anuais de arquiteturas abertas aos estudantes:

Vídeo de drone mostra a construção do projeto M50 de Heatherwick Studio em Xangai

15:00 - 9 Agosto, 2017

No mais recente vídeo do #donotsettle, Wahyu Pratomo e Kris Provoost apresentam imagens impressionantes de um dos projetos mais curiosos de Xangai, o M50. O edifício de 300 mil metros quadrados projetado pelo Heatherwick Studio consiste em uma massa topográfica urbana dedicada a abrigar programas mistos. 

via #donotsettle via #donotsettle via #donotsettle via #donotsettle +9

O que o arquiteto pode aprender com a natureza para enfrentar os desafios do futuro?

14:00 - 8 Agosto, 2017
© Mert Kilcioglu and Cenk Gencer. ImageProjeto realizado por Mert Kilcioglu e Cenk Gencer durante AA VISITING SCHOOL AMAZONAS
© Mert Kilcioglu and Cenk Gencer. ImageProjeto realizado por Mert Kilcioglu e Cenk Gencer durante AA VISITING SCHOOL AMAZONAS

A partir de 25 de agosto, a floresta amazônica mais uma vez será anfitriã de um workshop de Arquitetura Flutuante liderado por especialistas em biomimética e ex-alunos do WDCD, Marko Brajovic e Nacho Marti, professor da AA. Desta vez, o curso também estabeleceu um objetivo novo e emocionante: gerar ideias para o WDCD Climate Action Challenge.

O entorno do Convento de Carmo pelas lentes de Fernando Guerra

12:00 - 8 Agosto, 2017
O entorno do Convento de Carmo pelas lentes de Fernando Guerra, © Fernando Guerra | FG+SG
© Fernando Guerra | FG+SG

Continuando com nossa série de publicações de fotografias de Fernando Guerra de obras icônicas, temos hoje o projeto de Álvaro Siza para a revitalização do entorno do Convento de Carmo, na cidade de Lisboa.

Em foco: Kengo Kuma

06:00 - 8 Agosto, 2017
Em foco: Kengo Kuma, Japan House São Paulo, projetada em colaboração com o FGMF. Image © FLAGRANTE / Romullo Fontenelle
Japan House São Paulo, projetada em colaboração com o FGMF. Image © FLAGRANTE / Romullo Fontenelle

Kengo Kuma (nascido em 8 de agosto de 1956) é um dos arquitetos japoneses de maior expressividade atualmente. Suas reinterpretações de elementos tradicionais da arquitetura japonesa envolvem inovações no uso de materiais naturais e novas formas de pensar a relação da luz com o espaço. Seus edifícios não buscam se dissolver na paisagem, como fazem algumas obras japonesas atuais, em vez disso, sua arquitetura busca manipular elementos tradicionais, criando obras de discurso claro que apresentam relação com seus entornos. Estas misturas de elementos tradicionais e high-tech se provaram bem sucedidos em todo o Japão e outras partes do globo, e a obra recente do arquiteto tem extravasado os limites da terra do sol nascente e invadido a China e outros países ocidentais. 

Fachada de cobogós do Consulado Geral de Portugal no Rio de Janeiro

19:00 - 7 Agosto, 2017
Fachada de cobogós do Consulado Geral de Portugal no Rio de Janeiro, © Henrique Delarue
© Henrique Delarue

Alunos do DAU/ PUC-Rio foram convidados pelo arquiteto Pedro Campos Costa para criar uma peça de cobogó para ser instalada na fachada da expansão do Consulado Geral de Portugal no Rio de Janeiro.

Cobogó é um elemento vazado criado no Brasil na década de 1920 e amplamente explorado no movimento modernista brasileiro. O desafio era criar um design com forte apelo contemporãneo, mas que ao mesmo tempo evocasse a tradição protuguesa. A fachada construída foi o resultado de um workshop realizado na PUC-Rio entre 18 de agosto e 3 de setembro de 2016.

Fotos da Semana: materiais que tornam detalhes construtivos objetos de desejo

15:00 - 7 Agosto, 2017

Arquitetos são aficionados por detalhes construtivos. É por isso que as fotos desta semana são dedicadas exclusivamente à arte do encontro entre materiais e a diversidade de composições fotográficas que se pode obter a partir deste enfoque particular. Nesta ocasião, fotógrafos como Joel Filipe, Marie-Françoise Plissart e Adria Goula nos apresentam junções de madeira, aço, concreto, ladrilhos e tijolos em diferentes combinações e encaixes. 

© Ivan Morison © Noel Arraiz © SWANG © Joel Filipe +14

Cidades mais ativas e segurança viária

14:00 - 7 Agosto, 2017
Cidades mais ativas e segurança viária, Travessia de pedestres na Avenida Faria Lima, em São Paulo. Image © Cidade Ativa
Travessia de pedestres na Avenida Faria Lima, em São Paulo. Image © Cidade Ativa

A segurança viária e redução das mortes e lesões no trânsito têm sido encaradas como prioridade em diversos lugares do mundo. A OMS (Organização Mundial da Saúde), inclusive, definiu esta como a Década de Ação pela Segurança no Trânsito 2011-2020, na qual governos de todo o mundo se comprometeram a tomar novas medidas para reduzir em 50% os níveis de mortalidade e lesões de trânsito nesses 10 anos. 

A redução da velocidade nas vias é utilizada como ferramenta essencial para diminuir mortes e lesões. No Brasil, cidades como São Paulo e Curitiba implementaram, nos últimos anos, perímetros onde é regulamentada uma velocidade máxima baixa, como as Áreas 40 e Áreas Calmas, respectivamente. Essas medidas têm como objetivo melhorar a segurança dos usuários mais vulneráveis do sistema viário, pedestres e ciclistas, buscando a convivência pacífica e a mitigação de atropelamentos na área. Em São Paulo, essas mudanças se mostraram efetivas: 2015 foi o ano com menor número de mortes desde 1998, segundo a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego). Infelizmente, com o abandono de parte dessas medidas pela nova gestão, assiste-se agora a um novo aumento: no primeiro semestre de 2017 houve 23% mais óbitos de pessoas a pé e 75% de pessoas pedalando, em comparação com o mesmo período do ano anterior. 

Seis princípios para tornar as cidades mais seguras a partir do desenho urbano

10:00 - 7 Agosto, 2017
Seis princípios para tornar as cidades mais seguras a partir do desenho urbano, Foto: Mariana Gil / WRI Brasil Cidades Sustentáveis. Arte: Luísa Schardong / WRI Brasil Cidades Sustentáveis
Foto: Mariana Gil / WRI Brasil Cidades Sustentáveis. Arte: Luísa Schardong / WRI Brasil Cidades Sustentáveis

É assustador o fato de que 1,25 milhão de pessoas morrem a cada ano em acidentes de trânsito. Diversos fatores contribuem para esse alto índice, porém a maneira como as cidades são construídas é a principal responsável por esse cenário. E se um guia prático pudesse ajudar as cidades a salvarem mais de 100 pessoas por dia? O Nossa Cidade deste mês tratará do tema Segurança Viária. Para começar, apresentamos as soluções propostas pela publicação O Desenho de Cidades Seguras.

Elaborado pelo WRI Ross Centro para Cidades Sustentáveis, o guia fornece aos gestores e projetistas um compilado de orientações e exemplos de intervenções no desenho viário que ajudam a reduzir os acidentes e as mortes no trânsito. O Brasil é, atualmente, o quarto país que mais mata no trânsito. Essas fatalidades custam cerca de 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Outras economias emergentes como México, Indonésia, Turquia e China também têm grandes prejuízos econômicos com as mortes no trânsito. São também nos países de baixa e média renda em que 90% das fatalidades em acidentes ocorrem.

A relevância do croqui na obra de Renzo Piano

07:30 - 7 Agosto, 2017

Através de seus croquis, Renzo Piano apresenta a verdadeira intenção de seus projetos, evidenciando em muito deles a preocupação com a escala humana, estudos de insolação, conforto, diálogo com o entorno imediato e outros elementos que serão protagonistas de suas obras. Compilamos aqui dez projetos do arquiteto acompanhados de seus croquis, através dos quais é possível traçar um paralelo entre a criação e execução das obras do vencedor do Prêmio Pritzker de 1998.

6 Dicas para projetar ruas preparadas para enfrentar as chuvas

07:00 - 6 Agosto, 2017
© NACTO
© NACTO

A Associação Nacional de Funcionários de Transporte Urbano de Nova Iorque, NACTO, lançou um novo guia orientado a melhorar o desenho das ruas, desta vez focado em como esses espaços públicos podem estar melhor preparados para enfrentar as chuvas.

A partir da perspectiva de que na cidade é mais complexa a absorção das águas pluviais devido à alta presença de concreto, seja nos edifícios, nas diversas infra-estruturas viárias, ou nas calçadas, torna-se necessário introduzir mudanças para melhorar a qualidade de vida.

Por isso, no novo guia desenvolvido em colaboração com o setor de Cidades Sustentáveis da Fundação Summit, são propostas estratégias orientadas a tornar as ruas locais mais seguros, sobretudo através da mobilidade, para que as cidades tenham uma melhor relação com seus corpos d'água já existentes. 

Um passeio pelas muitas portas da Índia

16:00 - 5 Agosto, 2017
Vila Pahara em Uttar Pradesh. Imagem © Priyanshi Singhal
Vila Pahara em Uttar Pradesh. Imagem © Priyanshi Singhal

A porta: apesar de ser um dos elementos arquitetônicos mais fundamentais, a importância subjetiva destes portais não deve ser ignorada. Historicamente, impérios erguiam enormes portais para receber os visitantes e santuários religiosos tinham portas ornamentadas para afastar o mal, da mesma forma que reinos e governos mais recentes constroem arcos para comemorar eventos e marcos importantes.

Nesta série de fotos, no entanto, a arquiteta Priyanshi Singhal volta seu olhar para as portas através de um enfoque mais humilde - portas de casas e pequenas edificações comerciais. Acompanhado por sua câmera, viaja por estreitas ruas sinuosas de antigas cidades e aldeias indianas, enquanto estuda e documenta a relação inerente entre a tradição arquitetônica, a cultura e um povo. Uma porta e sua chaukhat (soleira) detêm um significado espiritual profundo na arquitetura tradicional vastu shastra da Índia. Além disso, o trabalho de Singhal nos fornece um breve vislumbre da impressão que os caprichos do tempo, da comunidade e da economia deixaram no tecido urbano histórico da Índia.

Kolkata. Imagem © Priyanshi Singhal Old Bhopal. Imagem © Priyanshi Singhal Pushkar. Imagem © Priyanshi Singhal Gokul, Mathura. Imagem © Priyanshi Singhal +35

Burle Marx e o passeio entre as escalas

12:00 - 4 Agosto, 2017
Burle Marx e o passeio entre as escalas, © TYBA
© TYBA

Paulistano, filho de pai alemão e mãe pernambucana, cresceu em terras carioca sobre clima de bossa e tropicalidade. Foi com a influência da mãe que nasceu o interesse pela botânica. Na fase jovem, passou um período morando e estudando pintura no território alemão, onde frequentou importantes jardins botânicos e compreendeu o papel dos mesmos. Roberto Burle Marx, um dos principais arquitetos paisagista do século XX, pode ser definido como o responsável por revelar ao Brasil e ao mundo uma nova visão do papel do Paisagismo, sob aspectos sociais, botânico e estético.

O Colectivo MU e o urbanismo na escala humana em Bogotá

12:00 - 3 Agosto, 2017
O Colectivo MU e o urbanismo na escala humana em Bogotá, 17 x 17. Image Cortesía de Sharon Figueroa  / Camilo Amézquita (Colectivo Microurbanismo)
17 x 17. Image Cortesía de Sharon Figueroa / Camilo Amézquita (Colectivo Microurbanismo)

Colectivo Microurbanismo [MU] foi fundado há pouco menos de um ano com o objetivo de recuperar, reorganizar e revitalizar o espaço público em Bogotá através de ações temporárias e participativas. Segundo seus criadores Sharon Figueroa e Camilo Amezquita, isso suscita outras maneiras de abordar questões relevantes na cidade, como a mobilidade, proximidade, acessibilidade, equidade, apropriação, cultura, harmonia, habitabilidade, segurança, paisagem e a dotação de equipamentos públicos.

As intervenções realizadas por MU são descritas como pequenas apropriações ou acupunturas urbanas que tratam distintas temáticas frente a condicionantes específicas da cidade, devolvendo o espaço aos cidadãos em um ato de celebração do público ou propiciando a crítica sobre uma problemática relacionada ao espectro do cívico. "Com este propósito se desenvolveram intervenções de pequena escala elementais desde seu planejamento, atraentes no estético e social, realizáveis desde sua factibilidade, ágeis na execução, amáveis com os habitantes e geradoras de alto impacto na população", enfatizam seus criadores.

Além disso, o coletivo centra-se em várias estratégias de implementação como o urbanismo tático, o conhecimento de projetos concretos formulados através de políticas públicas e a experiência de outros atores do espaço público reforçando o caráter participativo a diferentes escalas em suas intervenções.

 18 x 18. Image Cortesía de Sharon Figueroa  / Camilo Amézquita (Colectivo Microurbanismo) 17 x 17. Image Cortesía de Sharon Figueroa  / Camilo Amézquita (Colectivo Microurbanismo) Propuestas urbanas para el peatón. Image Cortesía de Sharon Figueroa  / Camilo Amézquita (Colectivo Microurbanismo) Calles de juego. Image Cortesía de Sharon Figueroa  / Camilo Amézquita (Colectivo Microurbanismo) +23

5 Filmes, 5 Cidades

10:00 - 1 Agosto, 2017
5 Filmes, 5 Cidades, via screenshot do trailer de Asas do Desejo, de Wim Wenders
via screenshot do trailer de Asas do Desejo, de Wim Wenders

As sobreposições entre cinema e arquitetura são um tema já muito debatido e, inclusive, tratado em diversos artigos publicados aqui no ArchDaily Brasil. Difícil imaginar um filme que não se relacione de nenhum modo com a arquitetura, seja através da construção de cenários, das locações, ou mesmo das composições dentro de cada plano e sequência - que fazem uso de luz, sombra, escalas variadas e personagens. 

Em muitos filmes, por exemplo, a arquitetura e a cidade têm um papel muito mais decisivo que o de mero pano de fundo ou palco para a narrativa, atuando elas próprias como elementos narrativos ou mesmo personagens. A seguir, selecionamos cinco filmes em que a paisagem e os espaços urbanos são essenciais para a construção da diegese.