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Como são montados os jardins verticais?

19:00 - 16 Outubro, 2017

Há cerca de trinta anos o paisagista francês Patrick Blanc tornou-se pioneiro na implantação de jardins verticais em Paris e posteriormente, em outras cidades pelo mundo. Por meio da criação de estruturas verticais capazes de comportar e nutrir espécies vegetais, o sistema permite que espécies possam crescer e ainda reduzir consideravelmente a temperatura interna de edifícios quando instaladas em suas fachadas, possibilitando expansão de áreas verdes pela inversão de suas áreas, do solo (horizontal) às empenas (vertical).

A prática de Blanc trouxe um conjunto de ações posteriores, reconhecendo os valores dos espaços verdes e sua contribuição às políticas sociais, ambientais e urbanas.

Como ter sucesso em uma entrevista de emprego feita por Skype

07:00 - 16 Outubro, 2017
Como ter sucesso em uma entrevista de emprego feita por Skype

Este artigo foi originalmente publicado no "The Architects Guide" como "How To Ace Your Web (Skype) Architecture Job Interview."

Ame ou odeie, as entrevistas de emprego on-line estão se tornando cada vez mais comuns. Especialmente dado ao fato de que o processo de pesquisa de trabalhos em arquitetura não está mais limitado à sua área geográfica imediata.

Trabalhei no exterior por muitos anos e experimentei o processo de entrevista nos EUA e na Europa. Nessa jornada, aprendi algumas dicas e truques ao longo do caminho que devem ser úteis se você se deparar com esse tipo de processo.

Jaime Lerner: Arquitetos precisam ter coragem de fazer coisas simples e imperfeitas

09:00 - 14 Outubro, 2017
Jaime Lerner: Arquitetos precisam ter coragem de fazer coisas simples e imperfeitas, © Comunicação CAU/BR
© Comunicação CAU/BR

O arquiteto e urbanista Jaime Lerner foi três vezes prefeito de Curitiba, duas vezes governador do Paraná e presidente da União Internacional dos Arquitetos (UIA). Em 2010, foi escolhido pela revista “Time” como um dos 25 pensadores mais inovadores do mundo. Celebrado como um dos mais importantes urbanistas em atividade, Jaime emocionou mais de 300 arquitetos e urbanistas presentes na II Conferência Nacional de Arquitetura e Urbanismo com lições poderosas sobre otimismo, inovação e a construção de cidades mais justas e sustentáveis.

“Temos que ter a coragem de fazer coisas simples e imperfeitas. A Arquitetura as vezes é um compromisso com a simplicidade e imperfeição. Temos que ter orgulho da nossa constelação de arquitetos-estrelas, mas precisamos mais de uma constelação de arquitetos preocupados com as cidades. Menos ego-arquitetos, mais eco-arquitetos”, afirmou ele na palestra magna de abertura do evento, mediada pelo vice-presidente da União Internacional de Arquitetos (UIA), Roberto Simon. 

ONU considera urgente a implementação de políticas públicas habitacionais no mundo

10:00 - 13 Outubro, 2017
ONU considera urgente a implementação de políticas públicas habitacionais no mundo, Moradias precárias em Amadora, Portugal. Image © Cortesia de Blog da Raquel Rolnik
Moradias precárias em Amadora, Portugal. Image © Cortesia de Blog da Raquel Rolnik

Todos os anos, desde 1985, na primeira segunda-feira de outubro, é celebrado o Dia Mundial do Habitat. Esta tem sido uma das estratégias da agência ONU-Habitat para disseminar, a governos e cidadãos, campanhas e mensagens relacionadas ao tema. Neste Dia Mundial do Habitat, depois de muitos anos sem abordar a questão, a declaração da agência enfoca a necessidade urgente de implementação de políticas habitacionais de interesse social pelos governos.

Quando telhados tornam-se ruas: vila histórica de Masuleh, no Irã

12:00 - 12 Outubro, 2017
Quando telhados tornam-se ruas: vila histórica de Masuleh, no Irã, © <a href='http://www.panoramio.com/photo/54025349'>Panoramio user علی علوی</a> licensed under <a href='http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/'>CC BY 3.0</a>
© Panoramio user علی علوی licensed under CC BY 3.0

Mais de mil metros acima do nível do mar nas encostas da serra de Alborz em Gilan, no norte do Irã, uma vila que remonta a 1006 DC agita-se com a vida. As estruturas castanho-ocre de Masuleh seguem o declive da montanha em que a vila se implanta - ou melhor, brota - dando à aldeia a sua qualidade mais incomum: os telhados de muitas casas se conectam diretamente ou formam parte da rua servindo às casas acima.

© <a href='http://www.panoramio.com/photo/106899133'>Panoramio user alireza javaheri</a> licensed under <a href='https://creativecommons.org/licenses/by/3.0/deed.en'>CC BY 3.0</a> © <a href='https://www.flickr.com/photos/mehrab1131/5793306272/'>Wikimedia user Mehrab Pourfaraj</a> licensed under <a href='https://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/deed.en'>CC BY-SA 2.0</a> © <a href='https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Masouleh.jpg'>Wikimedia user Hoomanb</a> licensed under <a href='https://creativecommons.org/licenses/by/2.5/deed.en'>CC BY 2.5</a> © <a href='https://www.flickr.com/photos/sunriseodyssey/16441070029/'>Flickr user sunriseodyssey</a> licensed under <a href='https://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/'>CC BY-SA 2.0</a> + 13

Paulo Mendes da Rocha: “Arquitetura não é para ser vista, é para ser vivida”

10:00 - 12 Outubro, 2017
Paulo Mendes da Rocha: “Arquitetura não é para ser vista, é para ser vivida”, © Comunicação CAU/BR
© Comunicação CAU/BR

Paulo Mendes da Rocha é o arquiteto brasileiro vivo com maior reconhecimento no mundo. Ganhador do Prêmio Pritzker em 2006, do Leão de Ouro da Bienal de Arquitetura de Veneza em 2016 e da Medalha de Ouro do Instituto Rea Britânico de Arquitetos (RIBA), ele é responsável por obras icônicas como o Pavilhão do Brasil em Osaka em 1970, o Museu Brasileiro de Escultura (Mube), a reforma da Pinacoteca de São Paulo, do Museu do Museu dos Coches em Portugal e, mais recentemente, do Sesc 24 de Maio na capital paulista. Porém, na sua palestra magna na II Conferência Nacional de Arquitetura e Urbanismo ele fez questão de ressaltar a importância das cidades, em vez de obras isoladas. “A cidade é o monumento supremo da Arquitetura. Arquitetura não é para ser vista, é para ser vivida”, afirmou.   

A concepção da arte como arquitetura

07:00 - 12 Outubro, 2017
A concepção da arte como arquitetura, A Bit of Nostalgia. Imagem © Ben Lozovsky
A Bit of Nostalgia. Imagem © Ben Lozovsky

Desde o princípio do século XIX, sob a influência de Jean Nicolás Luis Durand, a composição começou a se relacionar fortemente à concepção arquitetônica. Em si, esta remete a ideia de pensar um projeto de acordo com os princípios de regularidade e hierarquia para criar um equilíbrio. Entretanto, a composição não parece falar sobre a origem da concepção de desenho, mas também de um processo de que se move entre o uso de dispositivos arquitetônicos, a adoção de processos agregativos e de operações "objetivas" como mecanismos para pensar um projeto. 

K. Michael Hays, professor da Escola de Arquitetura e Design de Harvard, fala sobre diferentes maneiras de pensar a arquitetura, e ainda remete constantemente à composição, centrando-se na imaginação como modo de pensar essa disciplina. 

A Bit of Nostalgia. Imagem © Ben Lozovsky A Bit of Nostalgia. Imagem © Ben Lozovsky A Bit of Nostalgia. Imagem © Ben Lozovsky A Bit of Nostalgia. Imagem © Angélica Teuta + 14

Gênero e estudos urbanos, uma conciliação necessária

12:00 - 11 Outubro, 2017
Gênero e estudos urbanos, uma conciliação necessária, ‘Marcha Internacional “Mundos de Mulheres por Direitos” em Florianópolis, Seminário Internacional Fazendo Gênero 11, 2017 . Image © Diana Helene
‘Marcha Internacional “Mundos de Mulheres por Direitos” em Florianópolis, Seminário Internacional Fazendo Gênero 11, 2017 . Image © Diana Helene

Algumas iniciativas recentes demonstram o ressurgimento do movimento feminista em uma nova onda [1] que tem afetado diversos campos da sociedade brasileira. Toda essa movimentação de debates e ações realizadas pelas lutas das mulheres tem reverberado em diferentes áreas do conhecimento, e a arquitetura e urbanismo não estão de fora. No campo da arquitetura, por exemplo, se destaca a criação do grupo “Arquitetas invisíveis”, em Brasília (2014), um grupo voltado para dar visibilidade a prática arquitetônica de mulheres. Assim como o surgimento de alguns grupos pesquisa, trabalhos de graduação, dissertações, teses e debates públicos sobre a questão. Iniciativas especialmente de estudantes e jovens arquitetas.

Geobe: novo aplicativo de realidade aumentada que esta transformando o modo como interagimos com o ambiente construído

07:00 - 11 Outubro, 2017

No ano passado, o surgimento do Pokémon Go levou os usuários a deixarem sua casa e a interagirem com o ambiente urbano de uma maneira diferente de qualquer outra coisa que a sociedade já havia visto. Os Pokémon virtuais foram espalhados pelas cidades e podem ser "capturados" usando itens obtidos em "Pokestops", localizados em várias elementos arquitetônicos e culturais únicos. Essas interações fizeram com que as pessoas reconhecessem as peculiaridades de um bairro e conferissem atenção aos espaços públicos e arquiteturas que poderiam ter sido esquecidos.

Um pouco mais de um ano depois, o Geobe, um novo aplicativo de realidade aumentada, está mais uma vez combinando os mundos digital e físico na esperança de trazer uma camada adicional de emoção para arquitetura e espaços urbanos. Usando o espaço físico como sua interface, o Geobe permite aos usuários sobrepor suas experiências, pensamentos e visões de maneira criativa e atrativa. O aplicativo assumirá a forma de uma nova rede social, mapeando nossas interações sociais com o mundo físico e proporcionando oportunidades para mudar a maneira como nos relacionamos com o meio ambiente.

Por um futuro caminhável: para mudar a forma como vivemos nas cidades é preciso colocar os pés na rua

12:00 - 10 Outubro, 2017
Por um futuro caminhável: para mudar a forma como vivemos nas cidades é preciso colocar os pés na rua, Pedestre é obrigado a caminhar pela rua pois a calçada está obstruída pelas motocicletas e pela banca de jornal na região central do Rio de Janeiro. Image © Fábio Nazareth, ITDP Brasil
Pedestre é obrigado a caminhar pela rua pois a calçada está obstruída pelas motocicletas e pela banca de jornal na região central do Rio de Janeiro. Image © Fábio Nazareth, ITDP Brasil

Ah, a urb!... O vaivém nas ruas, o signo pulsante da modernidade, o espaço público por excelência. No início do século XX, João do Rio, o cronista marginal, fez um inventário dos “tipos” que circulavam pela cidade em A alma encantadora das Ruas, um clássico nacional. Mais do que um livro sobre crônicas de costumes, a obra retrata as transformações urbanas que o Rio sofria no momento de autoestima elevada da Belle Époque, quando despontava como capital da república nascente.

Fotos da Semana: 15 casas e seus habitantes

16:00 - 9 Outubro, 2017
Cortesía de Atelier Vens Vanbelle
Cortesía de Atelier Vens Vanbelle

Estamos acostumados a ver fotografias em que a arquitetura é registrada isoladamente, sem pessoas, ou, em alguns casos, com modelos cuja função é oferecer uma noção da escala. Nessa edição de Fotos da Semana, compilamos fotografias de casas com seus moradores, deslocando o foco da arquitetura enquanto objeto, e reforçando a ideia de arquitetura enquanto lugar habitado. Veja, a seguir, nossa seleção que conta com imagens de Luc RoymansAdrien WilliamsFernando Schapochnik, entre outros.

© Toby Scott © Fernando Guerra © Sasha Juliard © Isaac Ramírez Marín + 16

Três cidades que usaram o urbanismo para se reinventar

10:00 - 9 Outubro, 2017
Três cidades que usaram o urbanismo para se reinventar, Bruxelas, Bélgica. Image © saigneurdeguerre via Visualhunt /  CC BY-NC-SA
Bruxelas, Bélgica. Image © saigneurdeguerre via Visualhunt / CC BY-NC-SA

Cidades têm de acompanhar o ritmo da sociedade. Por isso, se reinventam. Ou deveriam. Pois, quando o pensamento urbanístico é deixado de lado, os problemas aparecem. A falta de acessibilidade, a centralização de serviços públicos, o pouco estímulo ao uso do espaço urbano e até a violência são alguns dos pontos que acometem as cidades mal planejadas.

Smart Cities: a promoção da desigualdade?

07:00 - 9 Outubro, 2017
Smart Cities: a promoção da desigualdade?, Como ex Diretor de Urbanismo de Nova Iorque, Alexandros Washburn teve que considerar cuidadosamente se os desenvolvimentos tecnológicos eram bons para os habitantes da cidade. Imagem © <a href='https://www.pexels.com/photo/bridge-brooklyn-bridge-buildings-city-534757/'>Usuário Pexels Kai Pilger</a> licença CC0
Como ex Diretor de Urbanismo de Nova Iorque, Alexandros Washburn teve que considerar cuidadosamente se os desenvolvimentos tecnológicos eram bons para os habitantes da cidade. Imagem © Usuário Pexels Kai Pilger licença CC0

Este artigo foi originalmente publicado pela Common Edge como"Can the Wired City Also Be the Equitable One?"

Uma cidade é inteligente quando toma melhores decisões, e há apenas dois tipos de decisão: a estratégica e a tática. As decisões estratégicas determinam a coisa certa a fazer. As decisões táticas escolhem a maneira certa de fazê-la. A tecnologia inteligente não é inteligente se nos faz confundir, enquanto cidadãos, as decisões estratégicas com as táticas. Em outras palavras, há muitas decisões sobre o funcionamento de uma cidade que felizmente podemos delegar à tecnologia. Mas há questões de governança, de determinação de nosso destino, de decidir o que é certo fazer enquanto sociedade que, se delegarmos, abdicaremos. "Governar é escolher", disse uma vez John F. Kennedy.

Os vários consultores e representantes de empresas de alta tecnologia que vieram conversar comigo quando eu era o Diretor de Urbanismo da cidade de Nova York me prometiam uma cidade inteligente como um lugar onde os semáforos ficaram sempre verdes e as portas dos elevadores estavam sempre abertas, prontas para a nossa chegada. Eles prometiam uma cidade que antecipa nossas necessidades a cada passo, dada a tentadora forma com que, hoje, nossos dispositivos pessoais estão conectados, com aplicativos que parecem nos conhecer melhor que nós mesmos. Agora, com o advento da internet das coisas no horizonte próximo, estamos preparados para tornar as cidades inteligentes uma realidade. Imagine o incrível poder de uma cidade inteira sincronizada com nossas preferências e nosso movimento!

Rosa Kliass: Poeta da paisagem

12:00 - 6 Outubro, 2017
Rosa Kliass: Poeta da paisagem, Via © Marcelo Scandaroli. ImageRosa Grena Kliass
Via © Marcelo Scandaroli. ImageRosa Grena Kliass

Considerada a dama do paisagismo brasileiro, Rosa Grena Kliass foi a mulher responsável pela transformação no cenário, ao longo de uma caminhada de amadurecimento, traduzindo à sociedade a luz sobre a importância do papel do arquiteto paisagista.

Via © Marcelo Scandaroli. ImageRosa Grena Kliass © Matheus Pereira. ImageParque da Juventude  © bolapiercing - Via Flickr (CC BY 2.0). ImageMuseu Mariano Procópio © Diogo Oliva - Via Flickr Quapá (CC BY-NC 3.0). ImageParque da Juventude + 18

Mundo: começar do zero

14:00 - 5 Outubro, 2017
Mundo: começar do zero, United Land. Imagem © François Ronsiaux
United Land. Imagem © François Ronsiaux

Do urbanismo a golpes de martelo do barão Haussmann em Paris, passando por Le Corbusier e pelos grandes eventos esportivos, à hiperurbanização na China: como a obsolescência programada se transfere das mercadorias para o território.

Instituto Moreira Salles abre suas portas em São Paulo

12:00 - 5 Outubro, 2017
Instituto Moreira Salles abre suas portas em São Paulo, © FLAGRANTE
© FLAGRANTE

Após cerca de quatro anos de espera e anseio por parte dos que diariamente passam pela Avenida Paulista, na altura do número 2439, próximo à esquina da Rua Bela Cintra e em frente à Praça do Ciclista, o edifício sede do Instituto Moreira Salles foi aberto ao público.

A aspiração por parte dos representantes da instituição era construir um novo edifício dedicado a abrigar e expor o acervo artístico e fotográfico do IMS, que até então, encontrava-se na Sede do Rio de Janeiro e na capital paulista, numa tímida galeria no bairro de Higienópolis. O espaço receberá mostras, palestras e cursos.

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Parque da Juventude: Paisagismo como ressignificador espacial

12:00 - 4 Outubro, 2017
Parque da Juventude: Paisagismo como ressignificador espacial, © Katarina Holanda
© Katarina Holanda

Quem passa pelo Parque da Juventude, em São Paulo, em meio a seus belos e generosos espaços permeados pelo paisagismo e a presença da população usufruindo-o, até se esquece do quão trágico já foi o espaço.

Presente na memória dos paulistanos como espaço marcado pela violência, a área com mais de 240 mil metros quadrados, localizada no barro de Santana, na zona norte da capital paulista, até 2002 abrigou o antigo Complexo Penitenciário do Carandiru, historicamente conhecido como o maior da América Latina.Se não bastasse a imagem negativa, a área praticamente rejeitada pelo Estado e sociedade, em 1992 ocorreu ali o massacre de 111 presos, retratado em músicas, livros e no cinema.

Os 9 grupos mais inspiradores e audaciosos da arquitetura dos anos 60 e 70

07:00 - 4 Outubro, 2017
Os 9 grupos mais inspiradores e audaciosos da arquitetura dos anos 60 e 70

A primeira viagem espacial à lua, os protestos anti-guerra generalizados, Woodstock e os hippies, comunidades rurais e ambientalismo, o Muro de Berlim, o movimento de libertação das mulheres e muito mais - as tumultuadas décadas de sessenta e setenta ocupam um lugar inesquecível na história da humanidade. Com as injustiças sendo questionadas abertamente e ideias radicais que propunham destituir muitas das convenções existentes em várias esferas da vida, as coisas não foram diferentes no mundo da arquitetura.

O mundo idealizado pelos modernistas foi logo questionado por experimentos utópicos dos grupos "anti-arquitetura" ou "design radical" dos 1960-1970. Restabelecendo a arquitetura como um instrumento de crítica política, social e cultural, elaboraram manifestos e projetos arrojados, experimentaram com a colagem, música, performance artística, mobiliário, design gráfico, zines, instalações, eventos e exposições. Enquanto certos indivíduos desta época como Cedric Price, Hans Hollein e Yona Friedman perduraram como importantes nomes na esfera do radicalismo e do não construído, o espírito revolucionário dessas décadas também viu o nascimento de vários jovens coletivos de arquitetura. No que há de mais excêntrico, veja a lista (de forma alguma exaustiva) de alguns grupos que ousaram questionar, cutucar, expandir, se rebelar, interromper e redefinir a arquitetura nos anos 60 e 70.

Fotos da Semana: a beleza do bambu

15:00 - 3 Outubro, 2017
Fotos da Semana: a beleza do bambu, © Jimbawan
© Jimbawan

O bambu vem sendo utilizado pelo homem como material construtivo desde tempos longínquos. O mais surpreendente do bambu é que, além de ser um material totalmente natural, é leve, flexível e de baixo custo. Embora não seja amplamente reconhecido no mundo da construção civil, suas características permitem atingir resultados originais e impressionantes. Esta semana, compilamos uma série de 17 fotografias que evidenciam sua beleza, feitas por fotógrafos como Julien Lanoo, John Gollings e Pasi Aalto.

Cortesía de asa+architects © Julien Lanoo © adDa Cortesía de asa+architects + 17

Medidas de eficiência para edificações podem ajudar o país a cumprir metas de sustentabilidade

10:00 - 3 Outubro, 2017
Medidas de eficiência para edificações podem ajudar o país a cumprir metas de sustentabilidade, Edifícios são responsáveis por um quarto das emissões globais de CO2 induzido por seres humanos. Image © Ruocaled, via Flickr. Licença CC BY 2.0. Via TheCityFix Brasil
Edifícios são responsáveis por um quarto das emissões globais de CO2 induzido por seres humanos. Image © Ruocaled, via Flickr. Licença CC BY 2.0. Via TheCityFix Brasil

Pensar em metas climáticas remete geralmente à busca por soluções no transporte das grandes cidades ou na queima de carvão nas indústrias, por exemplo. Mas resultados muito importantes no processo de combate ao aquecimento global podem vir de uma área ainda pouco explorada: a eficiência em edificações. A relevância deste setor se comprova em números. De acordo com dados do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP), as construções respondem por 30% das emissões globais de CO2 induzidas por seres humanos. Sendo a redução de gases de efeito estufa (GEE) a principal meta de tratados internacionais, como o Acordo de Paris, medidas que promovam a sustentabilidade em edificações podem ter um peso muito importante para o Brasil cumprir suas metas.

11 Dicas para negociar seu salário de arquiteto

07:00 - 2 Outubro, 2017
11 Dicas para negociar seu salário de arquiteto

Este artigo foi publicado originalmente no blog de Brandon Hubbard, The Architect's Guide.

Muitas pessoas se assustam diante da ideia de ter que negociar seu salário. Frequentemente, isso pode resultar em muitas oportunidades de salários perdidas se essas situações não forem tratadas corretamente. 

Não estou dizendo que você precisa solicitar uma quantia exorbitante, mas deve estar certo sobre o valor que quer. É necessário estar consciente do que suas habilidades e qualidades valem no mercado atual. Para melhor referência, apresento essas variáveis com maior detalhe em um artigo anterior, 5 fatores que afetam seu salário de arquiteto. 

A maioria dos seguintes conselhos se refere a uma nova oferta de trabalho, porém, algumas também se aplicam à renegociação do seu atual salário de arquiteto. 

Marketing digital para estudantes de arquitetura: 3 dicas essenciais

10:00 - 30 Setembro, 2017
Marketing digital para estudantes de arquitetura: 3 dicas essenciais, © Acervo Viva Decora
© Acervo Viva Decora

Você ainda está na faculdade, preocupado com milhares de trabalhos, projetos para entregar, dezenas de conteúdos para estudar, entre outra coisas. E provavelmente passando por alguma dessas 21 situações. Saiba que nessa etapa já é possível estudar ou fazer marketing.

Ai, você pergunta: a minha conta no Instagram serve como divulgação pessoal e profissional? Não! Se você quer se destacar no mercado e quer começar isso desde cedo para já ser conhecido assim que se formar, veja a seguir 3 dicas de marketing digital para estudantes de arquitetura.

Como Narinder Sagoo e Foster + Partners estão acabando com os preconceitos da arquitetura (com um lápis)

07:00 - 30 Setembro, 2017
Como Narinder Sagoo e Foster + Partners estão acabando com os preconceitos da arquitetura (com um lápis), © Foster + Partners
© Foster + Partners

Este breve artigo, escrito pelo autor e crítico Jonathan Glancey, coincide com o lançamento do Architecture Drawing Prize – um concurso com curadoria do World Architecture Festival, o Sir John Soane's Museum, e Make. Os premiados serão exibidos em Londres e Berlim.

Para os arquitetos, diz Narinder Sagoo, diretor de design de comunicação da Foster + Partners, desenhos são responsáveis por contar histórias. Também representam uma maneira altamente eficaz de levantar questões sobre o processo de projeto. Embora a história da arquitetura - certamente desde o Renascimento italiano - tenha sido representada por desenhos convincentes que afirmam a supremacia e refletem a glória de edifícios totalmente resolvidos, há outro modo de representação que permitiu aos arquitetos pensar seus projetos sem preconceitos.

© Foster + Partners © Foster + Partners © Foster + Partners © Foster + Partners + 8

Discursos inspiradores do primeiro dia em uma escola de arquitetura

12:00 - 29 Setembro, 2017
Discursos inspiradores do primeiro dia em uma escola de arquitetura,  © Wikipedia User: Trialsanderrors. Licensed under CC BY 2.0
© Wikipedia User: Trialsanderrors. Licensed under CC BY 2.0

Seja ou não o primeiro dia, ou quando quiser começar de novo; certos discursos são "lugares" aos quais devemos retornar ou trazer de volta para nos reinventarmos sempre.

Comecemos, então, novamente. Como todo novo começo, há um despertar do espírito. Proibido começar sem ilusões para mudar o mundo, arquitetos. Já dizia Ciriani: "a única coisa que deve trazer o aluno da arquitetura é a motivação", mas estamos perdidos. Com o avanço do ciclo, tanta busca criativa pode nos desgastar. Todos os caminhos e meios do eternamente aclamado "me falta inspiração" sabemos muito bem; por essa razão, em contraste, sabemos o grande valor de sentir-nos inspirado.

Esta é a importância dos discursos do primeiro dia de aula nas escolas de arquitetura. Pois eles são a ocasião perfeita onde as palavras confabulam para nos injetar inspiração que durará em todo o ciclo ou toda a carreira. Porque aqueles que são verdadeiramente inspiradores são eternos. E há de tudo: sóbrio, chamativo, reflexivo, sentimental, excitante, inesquecível... varia de acordo com a intensidade e intenção de cada professor. A verdade é que alguém em algum lugar dá e recebe essa mensagem universal.

O que este artigo traz são pedaços de discursos de primeiros dias recortados durante uma carreira arquitetônica. Há aqueles que têm essa loucura de escrever até as palavras de encorajamento. Então, em algum momento - como este - fazem sentido, são compartilhados e pronunciados como uma mistura de inspiração instantaneamente.