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Combatendo o neoliberalismo: O que os arquitetos de hoje podem aprender com os Brutalistas

07:00 - 25 Março, 2017
Combatendo o neoliberalismo: O que os arquitetos de hoje podem aprender com os Brutalistas, <a href='http://www.archdaily.com/790453/ad-classics-barbican-estate-london-chamberlin-powell-bon'>The Barbican</a> in London. Image © Joas Souza
The Barbican in London. Image © Joas Souza

Nesta segunda edição de sua coluna "Beyond London" para o ArchDaily, Simon Henley, da Henley Halebrown, de Londres, discute uma possível influência que pode ajudar os arquitetos do Reino Unido a combater a hegemonia econômica que atualmente aflige o país - voltando-se para a orientação moral dos brutalistas da década de 1960.

Antes do Natal, eu terminei de escrever meu livro intitulado Redefining Brutalism. Como o título sugere, estou buscando redefinir o assunto, desintoxicar o termo e encontrar relevância no trabalho, e não apenas um motivo para nostalgia. Brutalismo concreto é, para a maioria das pessoas, um estilo que você ama ou odeia. Mas o Brutalismo é muito mais do que apenas um estilo; é um modo de pensar e fazer. O historiador e crítico Reyner Banham argumentou em seu ensaio de 1955 e no livro de 1966 intitulado The New Brutalism: Ethic or Aesthetic que o Novo Brutalismo começou como um movimento ético para depois ser entendido como um estilo. Hoje, é um espelho a ser erguido para a arquitetura do neoliberalismo, para uma arquitetura que serve ao capitalismo. Mais do que nunca, a arquitetura é associada à marca dos grandes arquitetos cujo trabalho tem pouco a ver com os desafios que a sociedade enfrenta, que hoje não são muito diferentes daqueles enfrentados pela geração do pós-guerra: construir casas, lugares para aprender e trabalhar, lugares para aqueles que são mais velhos e doentes, e lugares para se reunir. Podemos aprender muito com essa geração passada.

Dunelm House student union building in Durham, by the Architect's Co-Partnership. Image © <a href='http://www.geograph.org.uk/more.php?id=2935919'>Geograph user Des Blenkinsopp</a> licensed under <a href='https://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/'>CC BY-SA 2.0</a> <a href='http://www.archdaily.com/791939/ad-classics-park-hill-estate-sheffield-jack-lynn-ivor-smith'>Park Hill</a> in Sheffield: left, in its original design; right, a section of the renovation. Image © Paul Dobraszczyk "Streets in the sky" at Robin Hood Gardens by Alison and Peter Smithson. Image © <a href='https://www.flickr.com/photos/stevecadman/3058342144/'>Flickr user stevecadman</a> licensed under <a href='https://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/'>CC BY-SA 2.0</a> St Peter's Seminary in Cardross, Scotland, by Gillespie Kidd and Coia, here shown in its original state. Image Courtesy of GKC Archive +10

4 Dicas importantes para projetar ruas para as pessoas (e não apenas para os carros)

16:00 - 24 Março, 2017
4 Dicas importantes para projetar ruas para as pessoas (e não apenas para os carros), Perkins+Will's proposed plan for Mission Rock in San Francisco. Image © Steelblue/Perkins+Will/San Francisco Giants
Perkins+Will's proposed plan for Mission Rock in San Francisco. Image © Steelblue/Perkins+Will/San Francisco Giants

Vá a qualquer cidade medieval européia e veja como as ruas eram antes do advento do carro: lindas, pequenas, estreitas, íntimas, em escala indiscutivelmente humana. Temos poucas cidades nos Estados Unidos onde é possível encontrar ruas como estas. Em sua grande maioria, o que se vê nas ruas são aquelas projetadas para os carros - de grande escala para alta velocidade. Em minha São Francisco natal, estamos tornando as ruas mais seguras para caminhar e pedalar aumentando as larguras das calçadas, transformando faixas de carros em ciclovias, diminuindo a velocidade dos carros. Estamos trabalhando com as ruas que temos; uma rua típica em São Francisco possui entre 18 a 24 m de largura, comparada a uma rua medieval de antes do carro que possui entre 3 e 6 metros de largura.

Como urbanista, trabalho em muitos projetos onde pegamos grandes áreas e as subdividimos em quadras ao introduzir as ruas. Essas novas ruas são uma oportunidade rara de lançar um novo olhar aos tipos de ruas voltadas para carros que estamos habituados, e, ao invés disso, tentar projetar ruas que priorizem a segurança e conforto dos pedestres. Estes projetos nos dão a chance de projetar ruas que são apenas para pessoas. Imagine se nós fizéssemos estas novas ruas como as medievais, estreitas, íntimas e na escala humana. Mas mesmo se tentarmos projetar ruas que podem nunca ver um carro, achamos que as ruas se tornaram muito mais do que apenas lugares para caminhar e dirigir. Existe, portanto, uma série de coisas com as quais os projetistas devem se preocupar, além da habitual dicotomia pedestre-carro.

Quiosque K67: O projeto modular dos anos 60 que permanece vivo até hoje

07:00 - 24 Março, 2017
Quiosque K67: O projeto modular dos anos 60 que permanece vivo até hoje, Slovenian designer Saša J. Mächtig conceived the concept for the Kiosk K67 project half a century ago, but its ideas of indeterminacy and open-endedness remain relevant. Image Courtesy of Museum of Architecture & Design, Ljubljana
Slovenian designer Saša J. Mächtig conceived the concept for the Kiosk K67 project half a century ago, but its ideas of indeterminacy and open-endedness remain relevant. Image Courtesy of Museum of Architecture & Design, Ljubljana

Esse artigo foi publicado originalmente pela Metropolis Magazine sob o título "The Enduring Lives of Saša Machtig's Modular Creations."

Mesmo em idade relativamente avançada, o Quiosque K67 - um sistema de estruturas modulares em fibra de vidro - se mantém ativo. Um quiosque em Kromberk, na Eslovênia, na antiga Iugoslávia tornou-se um espaço para criar abelhas. Outro, usado por um vendedor de alimentos da Bósnia e Herzegovina, recebeu uma adição de alvenaria. Na Liubliana, um quiosque que, anteriormente abrigava os atendentes de um estacionamento, agora suporta uma máquina de bilhetes automatizada.

Estas podem não ter sido as adaptações que o designer esloveno Saša J. Mächtig tinha em mente quando concebeu pela primeira vez o K67, há 50 anos. Mas contabilizar todos elas teria sido impossível. Em teoria, o sistema permitiu configurações e variações ilimitadas. Quando a produção parou em 1999, cerca de 7.500 unidades do K67 tinham sido fabricadas. Enquanto a maioria permaneceu na Iugoslávia, alguns foram exportados para o exterior - entre outros lugares, para a Polônia, Japão, Nova Zelândia, Quênia, Iraque, a antiga União Soviética e os Estados Unidos. Em todo o mundo, eles foram adaptados para usos que vão desde as estações de patrulha de fronteira a estandes de esqui, cabines para varejo e fast-food. Ninguém está realmente certo de quantos ainda estão em uso hoje ou que outros tipos existem, mas essa capacidade interminável de surpresa está entre suas maiores qualidades. A K67, uma recente retrospectiva do trabalho de Mächtig no Museu de Arquitetura e Design na Liubliana, conseguiu restaurar seu brilho original. E o fez sem suprimir os desvios. Como Maja Vardjan escreve em seu ensaio de catálogo, o que distingue o K67 é "a sua posição entre a arquitetura e o design industrial, o encaixe na moldura de uma cidade e sociedade modernas, nos rituais da vida cotidiana e, por último, mas não menos importante, sua persistente capacidade de reinventar-se". Enquanto os esquemas arquitetônicos visionários das décadas de 1960 e 1970 podem inspirar anseio nostálgico (o que poderia ter sido!), os quiosques K67, mesmo que desapareçam, provocam uma pergunta: por que eles persistiram por tanto tempo?

30 Cortes de auditórios para te inspirar

12:00 - 23 Março, 2017
30 Cortes de auditórios para te inspirar

Abordar o espaço de um auditório através de seus cortes permite entender a representação como uma adequada ferramenta para se aproximar ao projeto de acústica, acessibilidade e iluminação. Estes componentes são os que fazem do desenho de um auditório uma tarefa complexa, e que evidenciam a necessidade de realizar estudos pertinentes e específicos.

Existe uma diversidade de respostas às coxias de um auditório que concebem múltiplas formas de afrontar as demandas que exigem. Por isso, selecionamos uma série de cortes de diferentes auditórios que podem te ajudar a compreender como alguns arquitetos resolveram este desafio.

A seguir, veja a seleção de 30 auditórios que podem te inspirar.

Como representar a arquitetura (depois de construída)?

10:00 - 23 Março, 2017
Como representar a arquitetura (depois de construída)?, Estação da Luz. Image Cortesia de Terra Urbanismo
Estação da Luz. Image Cortesia de Terra Urbanismo

Representações de arquitetura podem servir a diferentes propósitos. Artur Rozestraten em um artigo intitulado Representação do projeto de arquitetura: uma breve revisão crítica, diz que existe uma acepção muito comum de “representação como o substituto de algo ausente” [1]. O autor continua, dizendo que: “No universo da arquitetura e do urbanismo convencionou-se designar como representações as imagens (desenhos e fotografias) e os modelos tridimensionais, que se colocariam como instâncias intermediárias – físicas (gráficas ou tridimensionais) – entre o mundo mental e a materialidade dos objetos construídos.” [2]

As representações, como “instâncias intermediárias”, podem tanto apresentar pela primeira vez algo que ainda não existe (ou que existe apenas enquanto imaginação), como é o caso de um projeto de arquitetura que ainda não foi construído e transformado em realidade concreta, ou reapresentar uma obra já construída, como por exemplo uma fotografia ou filme de um edifício ou paisagem.

13 Edifícios localizados em lugares bizarros

07:00 - 23 Março, 2017
13 Edifícios localizados em lugares bizarros, © <a href='https://www.flickr.com/photos/stevecadman/9517027295'>Flickr user Steve Cadman</a> licensed under <a href='https://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/'>CC BY-SA 2.0</a>
© Flickr user Steve Cadman licensed under CC BY-SA 2.0

Estamos todos acostumados a ver edifícios em ambientes urbanos, cercado por arranha-céus de vidro e parques. No entanto, em todo o mundo, existem muitos edifícios localizados em espaços muito mais extraordinários. Alguns chegaram a virar notícia por causa de seus locais incomuns, enquanto outros permanecem relativamente escondidos ou até mesmo abandonados. Sejam históricos ou recentes, protegidos ou restaurados, grandes ou humildes, inundados ou flutuantes, os 13 edifícios a seguir têm uma coisa em comum: suas localizações pouco comuns.

13 Edifícios localizados em lugares bizarros © <a href='https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Vieux_Pont_de_Vernon.png'>Wikimedia Commons user Pablo altes</a> licensed under <a href='https://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en'>CC BY-SA 3.0</a> © <a href='https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Building_penetrated_by_an_expressway_001_OSAKA_JPN.jpg'>Wikimedia Commons user Ignis</a> licensed under <a href='https://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en'>CC NY-SA 3.0</a> © <a href='https://www.flickr.com/photos/azwegers/9713805222'>Flickr user Arian Zwegers</a> licensed under <a href='https://creativecommons.org/licenses/by/2.0/'>CC BY 2.0</a> +13

8 Projetos que estão transformando a arquitetura universitária na Colômbia

14:00 - 22 Março, 2017
8 Projetos que estão transformando a arquitetura universitária na Colômbia, 8 proyectos que transformaron la Arquitectura Universitaria en Colombia. Image
8 proyectos que transformaron la Arquitectura Universitaria en Colombia. Image

A arquitetura universitária caracterizou-se por definições estéticas, como resultado de construções históricas, sociais e acadêmicas em um espaço temporal específico. O espaço universitário compreendido conceitualmente como uma unidade morfológica, ou uma tipologia generalizada, definiria o traçado urbano do campus e a identidade de suas construções até o fim da modernidade.

A seguir apresentamos 8 projetos de arquitetura universitária que transformaram a concepção do espaço acadêmico na Colômbia de maneira objetiva, técnica e propositiva, gerando espaços e modelos pedagógicos adaptados a uma realidade onde o academicismo encontra-se em um estado de experimentação e constante mudança.

Facultad de Artes Pontificia Universidad Javeriana / La Rotta Arquitectos. Image © Jairo Llano Escuela Internacional de Diseño y Comercio Lasalle College / MRV arquitectos + NOAH arquitectura. Image © Jairo Llano EDIFICIO TX / MGP Arquitectura y Urbanismo. Image © Rodrigo Dávila Universidad EAN / Daniel Bonilla + Marcela Albornoz. Image © Rodrigo Dávila +41

"Corredores da diversidade": O segredo do sucesso dos conjuntos habitacionais de Singapura

07:00 - 22 Março, 2017

Em novembro de 1960, foram erguidos os primeiros blocos habitacionais pela Câmara de Desenvolvimento e Habitação de Singapura, em resposta à grave falta de moradia para os 1,6 milhões de cidadãos do país. Avançando rapidamente para 2017, mais de 80% da população do país vive em conjuntos habitacionais, e destes, mais de 90% é proprietária da residência onde reside. Muitas vezes pintados em cores vibrantes, os conjuntos dão ênfase aos espaços sociais comunitários, frequentemente mantendo o térreo dos blocos como espaços públicos abertos. Estes podem incluir áreas para vendedores ambulantes, bancos, mesas, churrasqueiras e pavilhões onde os moradores podem socializar protegidos do sol. 

Diversity in Connection. Image © Siyuan Ma Diversity in Common. Image © Siyuan Ma Diversity in Transit. Image © Siyuan Ma Diversity in Beliefs. Image © Siyuan Ma +11

Ex-secretária de transportes de Nova Iorque lidera a revolução urbana em Bogotá

16:00 - 21 Março, 2017
Ex-secretária de transportes de Nova Iorque lidera a revolução urbana em Bogotá, Difusión. ImageEx comisionada de transporte de Nueva York lidera revolución urbana en Bogotá
Difusión. ImageEx comisionada de transporte de Nueva York lidera revolución urbana en Bogotá

A especialista em urbanismo e mobilidade Janett Sadik-Khan é a protagonista por trás de uma das revitalizasses urbanas mais radicais em cidades altamente adensadas. Sadik-Khan foi secretária de transportes durante a gestão municipal de Michael Bloomberg entre 2007 e 2013. Durante sua permanência no Departamento de Transportes, a cidade de Nova Iorque criou cerca de 650 quilômetros de vias para bicicletas e também as primeiras vias segregadas para veículos não motorizados nos EUA.

Sob sua liderança o departamento deu andamento à recuperação e adequação do espaço onde foram construídas 60 praças, incluindo a peatonalização da Times Square. Sadik-Khan supervisionou em 2013 o lançamento de Citi Bike, o maior sistema de aluguel de bicicletas no país, que a até a data foi utilizado por mais de 22 milhões de usuários e que mantém em funcionamento mais de 12.000 bicicletas.

Intervención Bogotá - Plaza 80. Image vía @JSadikKhan [Twitter] Times Square, Manhattan . Image vía @JSadikKhan [Twitter] vía @JSadikKhan [Twitter] Addis Ababa, Ethiopia. Image vía @JSadikKhan [Twitter] +7

Como 'fazer' cidade considerando as diferenças de gênero?

12:00 - 21 Março, 2017
Como 'fazer' cidade considerando as diferenças de gênero?, Experimento de estonoesunsolar en Barcelona por cargo de la Universitat Internacional de Catalunya (UIC). Image © Roser Esterlich
Experimento de estonoesunsolar en Barcelona por cargo de la Universitat Internacional de Catalunya (UIC). Image © Roser Esterlich

A luta das mulheres pelo reconhecimento de que sua contribuição para a sociedade não é apenas reprodutivo tem sido constante. De invisíveis e relegadas ao domínio do privado, hoje as mulheres tem passado a assumir novos papéis que antes lhes eram negados e os espaços ganhos, vão sendo modificados na maneira em que participam da vida da cidade.

No entanto, o excesso de burocracia, indolência e falta de vontade tem deixado as mudanças físicas da cidade em uma evidente defasagem, distanciadas das mudanças ideológicas, deixando-as, muitas vezes, no discurso do como deveria ser.

Espacio Compartido: proyecto de urbanización en Malgrat de Mar (Barcelona). Image © Adrià Goula "Plaza de bolsillo" de Santiago (Chile) sobre un sitio abandonado por 40 años. Image © Plataforma Urbana "Plaza de bolsillo" de Santiago (Chile) sobre un sitio abandonado por 40 años. Image © Plataforma Urbana La transformación de vacíos urbanos de Zaragoza en verdaderos espacios públicos por parte de Estonoesunsolar. Image Cortesía de Estudio Gravalos DiMonte +6

5 Cidades que fomentaram a criação de áreas livres de automóveis

16:00 - 20 Março, 2017
5 Cidades que fomentaram a criação de áreas livres de automóveis, Vancouver, Canadá. Image © Flickr usuario Dylan Passmore Licencia CC BY-NC 2.0
Vancouver, Canadá. Image © Flickr usuario Dylan Passmore Licencia CC BY-NC 2.0

A congestão viária é um dos grandes temas de debate em cidades de todo o mundo por conta do impacto dessa questão na qualidade de vida.

Nesse sentido, sobram exemplos: o caso de Los Angeles que conheceu nessa semana o Índice de Tráfego 2016 elaborado pela consultoria Inrix um dado que demonstra como isso afeta a vida dos habitantes, os quais, segundo a pesquisa, perdem 104 horas em engarrafamentos.

Em segundo e terceiro lugares estão Moscou e Nova Iorque, com 91 e 89 horas perdidas, respectivamente. A primeira cidade latino-americana a aparecer nesse ranking é Bogotá, onde os habitantes passam 79 horas no trânsito, enquanto em São Paulo são 77 horas.

Três apostas para o futuro da mobilidade

10:00 - 20 Março, 2017
Três apostas para o futuro da mobilidade, © Matthias Ripp/Flickr. Cortesia de The CityFix Brasil
© Matthias Ripp/Flickr. Cortesia de The CityFix Brasil

A mobilidade é protagonista quando o assunto é o acesso a bens, serviços e oportunidades de trabalho e lazer oferecidas pelas áreas urbanas. Para se obter quase qualquer coisa, conseguir chegar é fundamental. Atendimento médico, aulas na escola ou na faculdade, uma entrevista de emprego, as compras no supermercado, um passeio no parque no final de semana. Tudo está atrelado a um deslocamento.

Desde a invenção da roda, a evolução dos meios de transporte deu às pessoas mais velocidade e poder de alcance. Ir mais longe ficou mais fácil, mais rápido, mais simples. Não só a velocidade dos meios de transporte aumentou: hoje, as inovações e tecnologias de todos os setores, incluindo a mobilidade urbana, desenvolvem-se em ritmo acelerado. As tecnologias de informação e comunicação tornaram-se parte do dia a dia nas cidades. Pensar na cidade é pensar em como a tecnologia pode qualificar, facilitar e, muitas vezes, automatizar a infraestrutura e os serviços urbanos, a forma como nos deslocamos.

"Câmera e Modelo": 45 anos de fotografia de maquetes de arquitetura na Espanha

16:00 - 19 Março, 2017
"Câmera e Modelo": 45 anos de fotografia de maquetes de arquitetura na Espanha, Concurso Internacional de Anteproyectos para el Monumento a José Batlle y Ordóñez en Montevideo (Uruguay), 1959. Arquitecto: Roberto Puig Álvarez. Escultor: Jorge Oteiza. Image © Fototeca del Instituto del Patrimonio Cultural de España, Ministerio de Educación, Cultura y Deporte. Archivo del Museo Oteiza
Concurso Internacional de Anteproyectos para el Monumento a José Batlle y Ordóñez en Montevideo (Uruguay), 1959. Arquitecto: Roberto Puig Álvarez. Escultor: Jorge Oteiza. Image © Fototeca del Instituto del Patrimonio Cultural de España, Ministerio de Educación, Cultura y Deporte. Archivo del Museo Oteiza

138 imagens, 14 álbuns, 20 revistas, 13 maquetes originais e uma projeção fazem parte de 'Cámara y modelo. Fotografía de maquetas de arquitectura en España, 1925-1970', a atual exposição do Museo ICO em Madri, com curadoria de Iñaki Bergera, Doutor Arquiteto pela Universidade de Navarra.

A mostra é o complemento do livro homônimo publicado em 2016 e editado por La Fábrica e o Ministério de Fomento da Espanha. Em tempos em que os softwares de visualização 3D se massificaram, aperfeiçoando a indústria das imagens fotorrealistas, tanto o livro como a exposição optam por valorizar o legado da fotografia de maquetes de arquitetura do século XX. 

Club de Táchira, Caracas (Venezuela), 1956. Arquitectos: Eduardo Torroja Miret y José Fructoso Vivas Vivas. Image © Archives de la construction moderne– École polytechnique fédérale de Lausanne, fonds Alberto Sartoris. © García Moya Anteproyecto de Templete al aire libre para banda de música. Premio Nacional de Arquitectura, 1962. Arquitecto: Juan Daniel Fullaondo Errazu. Image © Archivo Paco Gómez / Fundación Foto Colectania Sede de los Laboratorios JORBA, Madrid, 1965. Arquitecto: Miguel Fisac Serna. Image © C. Jiménez. Fundación Fisac Torres Blancas, Madrid, 1969. Arquitecto: Francisco Javier Sáenz de Oiza. Image © Colección Arxiu Històric del Col·legi d’Arquitectes de Catalunya. Fotografía: L. Jiménez +15

Guia de arquitetura da Cidade do México: 30 lugares que todo arquiteto deveria conhecer

15:00 - 19 Março, 2017
Guia de arquitetura da Cidade do México: 30 lugares que todo arquiteto deveria conhecer, via Flickr user: © Kasper Christensen, bajo licencia CC BY-SA 2.0
via Flickr user: © Kasper Christensen, bajo licencia CC BY-SA 2.0

Entre os núcleos mais populosos da América Latina e do mundo, a Cidade do México oferece uma diversidade cultural particular que é evidenciada tanto por suas tradições como por sua arquitetura. A cidade é o principal centro turístico, educativo, cultural, econômico e político do México, apresentando, assim, um enorme panorama para o encontro social entre habitantes e turistas. 

Os lugares de interesse arquitetônico -- com exemplos pré-hispânicos, clássicos, modernos e contemporâneos, que vão de Juan O'Gorman e Luis Barragán a Félix Candela e David Chipperfield -- estão espalhados por toda a extensão da cidade e seus espaços públicos. Veja, a seguir, uma lista com os 30 lugares que todo arquiteto deve conhecer.

Artista brasileira é pioneira em intervenções com projeções na Amazônia

10:00 - 19 Março, 2017
Artista brasileira é pioneira em intervenções com projeções na Amazônia, © Roberta Carvalho. Cortesia de Idea Fixa
© Roberta Carvalho. Cortesia de Idea Fixa

Através do trabalho "Symbiosis", a artista Roberta Carvalho recria rostos e figuras humanas através de projeções de foto e vídeo sobre vegetação. Desde 2007 a artista é responsável por uma série de projeções que tomam conta das copas de árvores em espaços públicos e em paisagens amazônicas nas proximidades de Belém, sua cidade de origem.

"Comecei este projeto com a motivação de relacionar arte e natureza, em 2007, de forma bem experimental. Ele passou por diversos estágios, circulei bastante e tive a oportunidade de desenvolve-lo, mas acredito que o momento em que ele ganhou identidade e singularidade foi quando comecei a fazer o trabalho em colaboração com comunidades ribeirinhas em ilhas em frente a Belém", contou a artista.

© Roberta Carvalho. Cortesia de Idea Fixa © Roberta Carvalho. Cortesia de Idea Fixa © Roberta Carvalho. Cortesia de Idea Fixa © Roberta Carvalho. Cortesia de Idea Fixa +7

Como uma impressora 3D mudou minha vida: a linguagem

07:00 - 19 Março, 2017
Como uma impressora 3D mudou minha vida: a linguagem, via Apis Cor
via Apis Cor

A impressão 3D introduziu novas formas de entender a arquitetura. Com essas novas formas vieram novas linguagens que modificaram substancialmente as ideias que tínhamos até agora no mundo da arquitetura. Como a impressão 3D e o corte a laser afetam as novas tendências do campo disciplinar? Como o projeto de peças pode mudar o projeto de elementos arquitetônicos, edifícios ou mesmo a cidade?

Há algumas semanas, vimos como o desenho de peças em 3D pode oferecer uma nova concepção na escala na arquitetura. Entender as relações internas em peças que usamos no dia a dia pode nos ajudar a projetar espaços funcionais e úteis, espaços "ergonômicos". A consequência dessa forma de trabalhar é que a arquitetura pode, por fim, mudar a linguagem das novas formas de construção.

11 Técnicas vernaculares de construção que estão desaparecendo

16:00 - 17 Março, 2017
11 Técnicas vernaculares de construção que estão desaparecendo

"Arquitetura vernacular pode ser dito àquela linguagem arquitetônica das pessoas' com seus 'dialetos' étnicos, regionais e locais,'" escreve Paul Oliver, autor da Enciclopédia da Arquitetura Vernacular do Mundo’. Infelizmente, tem havido um crescente desprezo pela linguagem arquitetônica tradicional ao redor do mundo devido à modernas tecnologias construtivas que tem rapidamente espalhando a 'perda de identidade e apelo cultural' através do que a Architectural Review recentemente descreveu como "uma pandemia global de edifícios genéricos." As pessoas vieram para ver o aço, concreto e vidro como uma arquitetura de alta qualidade, enquanto o leque de métodos vernaculares incluem adobe, junco ou esfagno (tipo de musgo) que são frequentemente associados com subdesenvolvimento. Ironicamente, estes métodos locais são muito mais sustentáveis e contextualmente conscientes que muita arquitetura contemporânea vista hoje em dia, apesar do grande discurso sobre a importância da sustentabilidade. Como resultado desta tendência, uma grande quantidade de conhecimento cultural e arquitetônico está sendo perdida.

© <a href='https://www.flickr.com/photos/34501870@N00/7344205654'>Flickr user Ashwin Kumar</a> licensed under <a href='https://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/'>CC BY-SA 2.0</a> © <a href='https://www.flickr.com/photos/seier/2849255440'>Flickr user seier</a> licensed under <a href='https://creativecommons.org/licenses/by/2.0/'>CC BY 2.0</a> © <a href='https://www.flickr.com/photos/chrispark1957/4858624932/'>Flickr user chrispark1957</a> licensed under <a href='https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.0/'>CC BY-NC-SA 2.0</a> © <a href='https://www.flickr.com/photos/sarah_c_murray/4846710439'>Flickr user sarah_c_murray</a> licensed under <a href='https://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/'>CC BY-SA 2.0</a> +12

Reflexões sobre o papel da assistência técnica na realização do direito à cidade / Jordi Sanchez-Cuenca

12:00 - 17 Março, 2017
Reflexões sobre o papel da assistência técnica na realização do direito à cidade / Jordi Sanchez-Cuenca, Caviúna, Diadema . Image © Imaginação Foto e Vídeo
Caviúna, Diadema . Image © Imaginação Foto e Vídeo

Este ensaio se apresenta na ocasião da Oficina de Assistência Técnica em Habitação de Interesse Social que será realizada em Florianópolis nos dias 17, 18 e 19 de março,  financiada coletivamente e que surgiu de uma iniciativa do IAB-SC junto com um grupo de profissionais comprometidos com a função social da arquitetura.

A assistência técnica em habitação de interesse social no Brasil tem uma longa história. Cooperativas gaúchas, movimentos populares pela moradia em São Paulo e mutirões de Goiás, entre outras experiências, há várias décadas arquitetos vêm assessorando a população de baixa renda na produção das suas moradias e, em termos gerais, na produção de cidade. Com o restabelecimento da democracia em 1988, a assistência técnica começou a ter apoio institucional, permitindo trabalhar projetos de grande escala e avançar na consolidação de um modelo de produção não submetido aos interesses dos capitais imobiliário e financeiro. Em 2001, o Estatuto da Cidade reconheceu a assistência técnica como um dos instrumentos para atingir o seu principal objetivo, a saber, ordenar o pleno desenvolvimento das funções sociais da cidade e da propriedade urbana. Em 2008 finalmente foi aprovada a Lei 11.888 de Assistência Técnica Pública e Gratuita para o projeto e a construção de habitação de interesse social. O problema que visa resolver é simples: se uma família ganha menos de três salários mínimos, como vai poder contratar um arquiteto para projetar e construir uma moradia segura que cumpra as exigências legais urbanas e habitacionais?

Urbanismo inclusivo: empoderando as crianças em nossas cidades

16:00 - 16 Março, 2017
Urbanismo inclusivo: empoderando as crianças em nossas cidades, Parques infantiles para crianças refugiadas em Bar Elias, Líbano. Cortesia de CatalyticAction
Parques infantiles para crianças refugiadas em Bar Elias, Líbano. Cortesia de CatalyticAction

Ao falar de planejamento urbano e espaço público, é importante pensar nas diferentes vivências que uma mesma cidade oferece aos seus habitantes. O urbanismo inclusivo é um tema amplo que pode ser abordado a partir de diferentes enfoques: gênero, acessibilidade e meios de transporte, por exemplo. Idealmente, a cidade deve ser projetada levando em consideração as situações particulares da população, acomodando diferentes experiências dentro de um mesmo espaço compartilhado. 

Casa da Música do Porto pelas lentes de Fernando Guerra

12:00 - 16 Março, 2017
Casa da Música do Porto pelas lentes de Fernando Guerra, © Fernando Guerra | FG+SG
© Fernando Guerra | FG+SG

Hoje apresentamos uma sessão de fotos da Casa da Música do Porto, por Fernando Guerra (Últimas Reportagens. Projetado pelo escritório holandês Office for Metropolitan Architecture (OMA), de Rem Koolhaas, o equipamento cultural resultou de um concurso realizado em 1999, nos preparativos à celebração do Porto como uma das capitais culturais da Europa em 2001.

Como representar a arquitetura (antes de construí-la)?

10:00 - 16 Março, 2017
Como representar a arquitetura (antes de construí-la)?, Fachada © OMA
Fachada © OMA

A representação da arquitetura, assim como a maioria das áreas que constituem a disciplina, tem acompanhado o galopante desenvolvimento de novas tecnologias de desenho, projeto e imagem, e a problemática da representação dos espaços – construídos ou não – continua sento uma pauta importante no debate da arquitetura contemporânea, assim como fora com a arquitetura moderna.

Ainda na primeira metade do século XX, em 1948, o arquiteto, urbanista, historiador e crítico Bruno Zevi publicou seu seminal trabalho intitulado Saper vedere l'architettura, traduzido para o português como Saber ver a arquitetura, em que, dedica um capítulo inteiro à questão das representações da arquitetura. Tomando como referência obras como a Casa da Cascata, de Frank Lloyd Wright, e a Basílica de São Pedro, de Michelangelo, Zevi define alguns meios usados por arquitetos para a representação do espaço construído.

Comentários da crítica: o Prêmio Pritzker 2017

07:00 - 16 Março, 2017
Cortesia de Prêmio Pritzker. Imagem © Hisao Suzuki
Cortesia de Prêmio Pritzker. Imagem © Hisao Suzuki

Prêmio Pritzker 2017 foi uma surpresa para muitos, concedido aos três fundadores do RCR Arquitectes, um modesto escritório espanhol localizado na pequena cidade de Olot, na Catalunha. Muitas pessoas e críticos compartilharam seu espanto com o fato de o prêmio ter sido entregue a três indivíduos pela primeira vez desde que o Prêmio Pritzker foi criado em 1979, incluindo a terceira vencedora mulher, e o relativo anonimato do RCR Arquitectes.

Se esta surpresa foi agradável ou chocante, isso varia de crítico à crítico, mas ainda assim parece haver um consenso na decisão do júri de se aventurar ainda mais em questões políticas e se distanciar de seu interesse tradicional em arquitetos celebridades. Como está claramente afirmado na citação do júri: "Nos dias de hoje, há uma questão importante que as pessoas ao redor do mundo estão se perguntando, e não se trata de arquitetura; mas de leis, políticas e governos também." Estariam eles guiando a premiação na direção certa ou errada?

Cortesia de Prêmio Pritzker. Imagem © Hisao Suzuki Cortesia de Prêmio Pritzker. Imagem © Hisao Suzuki Cortesia de Prêmio Pritzker. Imagem © Hisao Suzuki © Eugeni Pons +21

Vídeo: O que são "ruas completas"?

15:00 - 15 Março, 2017

As "ruas completas" são aquelas projetadas para que as pessoas, independentemente de suas condições físicas ou meio de transporte, possam se deslocar de maneira confortável e segura entre os lugares onde trabalham, vivem, estudam etc.

Embora esta definição possa ser aplicada a qualquer rua, existem certos elementos de projeto que, dependendo se estão presentes ou não, acabam definindo se uma rua cumpre os requisitos para esta classificação. 

Guia de arquitetura de Bogotá: 21 lugares que todo arquiteto deveria conhecer

16:00 - 14 Março, 2017
Guia de arquitetura de Bogotá: 21 lugares que todo arquiteto deveria conhecer, Bogotá desde el cerro Monserrate. Imagem © CucombreLibre [Flickr], licença CC BY 2.0
Bogotá desde el cerro Monserrate. Imagem © CucombreLibre [Flickr], licença CC BY 2.0

Uma colcha de retalhos costurada anacronicamente no tempo. Assim é Bogotá, uma metrópole que celebra o encontro de diferentes arquiteturas como resultado de um sentimento guiado pela modernidade e pela organicidade. Diversa e multicultural, a cidade tem feito diversos esforços para manter vivo os vestígios de sua história, porém, sem deixar de caminhar em direção a novos modelos formais de pensamento sobre a cidade e a arquitetura. 

Através de 21 lugares, apresentamos um breve guia para percorrer Bogotá, seus espaços cívicos e arquitetura pública, conhecendo um pouco da identidade da cidade. 

Torres del Parque / Rogelio Salmona. Imagem © Alejandro Ojeda Archivo de Bogotá / Juan Pablo Ortiz. Imagem © Portal Bogotá [Flickr], licença  CC BY-SA 2.0 Biblioteca Luis Angel Arango / Germán Samper Gnecco. Imagem © Dan Gamboa Bohorquez Nuevo Aeropuerto El Dorado / OPAIN. Imagem © PoluxTroy1983 [Wikipedia], licença  CC BY-SA 4.0 +22