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Rosa Kliass: O mais recente de arquitetura e notícia

Importantes jardins brasileiros pouco conhecidos

Pelas diferentes épocas, os projetos paisagísticos supriram uma gama de necessidades e desejos – do status dos jardins clássicos, marcados pela simetria e topiaria às praças secas, no período moderno, atendendo a necessidades dos espaços cívicos. Contanto, se a priori, o paisagismo estava intimamente ligado ao prestígio socioeconômico, a partir do século XX, o quadro paisagístico mundial foi alterado em prol da racionalidade decorrente das transformações modernas.

Conheça os vencedores do 1º Prêmio Rosa Kliass de paisagismo

A Associação Brasileira de Arquitetos Paisagistas - ABAP, em parceria com o CAU-SP, divulgou o resultado da primeira edição do Prêmio Rosa Kliass, para trabalhos finais de graduação em Arquitetura Paisagística, aberto para todas as escolas do país para trabalhos de conclusão de curso. Os trabalhos inscritos deveriam contemplar projetos de qualquer porte na área da arquitetura paisagística, de planejamento da paisagem, de pesquisa histórica, e trabalhos técnicos ou de crítica, que contemplassem a grande área da arquitetura paisagística.

Os projetos foram avaliados por regiões, onde foram escolhidos os primeiros lugares para cada uma delas. Após isso, um trabalho foi escolhido como o vencedor nacional. As regiões foram divididas da seguinte forma:

  • Região 1: Acre, Amapá, Amazonas, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso , Pará, Rondônia, Roraima , Tocantins.
  • Região 2: Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe.
  • Região 3: Espírito Santo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.
  • Região 4: São Paulo.
  • Região 5: Paraná, Santa Catarina, e Rio Grande do Sul

Rosa Kliass: Poeta da paisagem

Considerada a dama do paisagismo brasileiro, Rosa Grena Kliass foi a mulher responsável pela transformação no cenário, ao longo de uma caminhada de amadurecimento, traduzindo à sociedade a luz sobre a importância do papel do arquiteto paisagista.

Via © Marcelo Scandaroli. ImageRosa Grena Kliass © Matheus Pereira. ImageParque da Juventude  © bolapiercing - Via Flickr (CC BY 2.0). ImageMuseu Mariano Procópio © Diogo Oliva - Via Flickr Quapá (CC BY-NC 3.0). ImageParque da Juventude + 18

Parque da Juventude: Paisagismo como ressignificador espacial

Quem passa pelo Parque da Juventude, em São Paulo, em meio a seus belos e generosos espaços permeados pelo paisagismo e a presença da população usufruindo-o, até se esquece do quão trágico já foi o espaço.

Presente na memória dos paulistanos como espaço marcado pela violência, a área com mais de 240 mil metros quadrados, localizada no barro de Santana, na zona norte da capital paulista, até 2002 abrigou o antigo Complexo Penitenciário do Carandiru, historicamente conhecido como o maior da América Latina.Se não bastasse a imagem negativa, a área praticamente rejeitada pelo Estado e sociedade, em 1992 ocorreu ali o massacre de 111 presos, retratado em músicas, livros e no cinema.

ABAP lança 1º Prêmio Rosa Kliass de paisagismo

A Associação Brasileira de Arquitetos Paisagistas - ABAP, em parceria com o CAU-SP lançam a primeira edição do Prêmio Rosa Kliass, para trabalhos finais de graduação em Arquitetura Paisagística. O concurso é aberto para todas as escolas do país que podem enviar até dois trabalhos de alunos que concluíram o curso de Arquitetura e Urbanismo no ano de 2016.

Lina, Tomie e Rosa Kliass, as três mulheres que ajudaram a desenhar a paisagem de São Paulo

O papel das mulheres na arquitetura e no urbanismo (ainda!) é frequentemente diminuído ou esquecido em detimento das contribuições masculinas à disciplina. Muitas mulheres, contudo, ajudaram a desenhar prédios, lugares e paisagens mundialmente famosos, como o MASP - Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand - um dos principais cartões postais da capital paulista.

Em reportagem para a BBC Brasil, Lais Modelli aborda a contribuição da arquiteta Lina Bo Bardi, da artista plástica Tomie Ohtake e da paisagista Rosa Kliass na construção da paisagem urbana de São Paulo. Responsáveis pela concepção e construção de alguns dos principais espaços públicos da maior metrópole brasileira, "estas três mulheres e suas obras ajudam a descrever a diversidade cultural de São Paulo."

A Arquitetura precisa reconhecer, além do papel social, os debates sobre Raça e Gênero / Stephanie Ribeiro

Resolvi fazer arquitetura de forma bem inocente depois de ter feito vários testes vocacionais que encontrei no Google. Quando descobri ser um dos cursos mais concorridos nas universidades públicas brasileiras, pensei em desistir. Mas já estava fisgada pela história da arquitetura e seu papel social.

Entretanto, nada é perfeito. Arquitetura e Urbanismo é um dos cursos mais elitizados nas mais renomadas universidades brasileiras e isso reflete também para fora das salas de aula. O arquiteto passou a servir aos mais ricos, deixando de lado as necessidades urbanas e os mais pobres.

Arquitetas Invisíveis apresentam 48 mulheres na arquitetura: Paisagismo

Para celebrar o Dia das Mulheres, pedimos ao coletivo brasileiro Arquitetas Invisíveis, com sede em Brasília, que compartilhassem conosco parte de sua pesquisa que identifica e enaltece o trabalho das mulheres na Arquitetura e Urbanismo, elas gentilmente nos cederam este material - que apresenta 48 mulheres divididas em sete categorias: pioneiras, "nas sombras", arquitetura, paisagismo, arquitetura social, urbanismo e arquitetura sustentável – que será publicado separadamente durante esta semana.

Hoje, apresentamos as paisagistas.

Lota de Macedo. Imagem Divulgação/G1 Globo Kathryn Gustafson. © Gustafson-Porter Rosa Grena Kliass Memorial Princesa Diana. © Gustafson-Porter + 9