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Resiliência: O mais recente de arquitetura e notícia

Cidades inteligentes, mudanças climáticas e vulnerabilidades

Atualmente, mais da metade da população mundial vive em cidades e se espera que esse número cresça para cerca de 70% até 2050, sendo que a maior parte das construções se concentrará em cidades localizadas na África, Ásia e América Latina, de acordo com dados das Nações Unidas (2017).

Dessa forma, as cidades ocupam papel de destaque em relação às mudanças climáticas, já que tendem a ser os locais de maior emissão de gases de efeito estufa (GEE) causado pelas atividades antrópicas e onde muitos dos impactos ocorrerão.

White Arkitekter + ReGen Villages desenvolvem comunidade autossuficiente na Suécia

A White Arkitekter, em colaboração com a ReGen Villages, desenvolveu o projeto de uma comunidade autossuficiente e resiliente na Suécia, que funciona a partir de princípios de economia circular. Inspirado em jogos de computador, o projeto conta com produção de alimentos orgânicos e produção de energia de fontes renováveis, além de promover a reciclagens e contar com edifícios neutros em carbono.

Se o plano A é mitigar as mudanças climáticas, qual é o plano B?

Cem anos de inundações. Calor antártico recorde. Incêndios florestais e seca. As histórias se repetem com regularidade entorpecente. E, embora as particularidades sejam diferentes, todas apontam para a mesma conclusão sombria, somos incapazes de lidar com as mudanças climáticas. Com as emissões de carbono aumentando, o que antes era descartado como pior cenário, agora parece o melhor que podemos esperar.

Se o Plano A deveria impedir, ou pelo menos mitigar, os impactos mais graves das mudanças climáticas, qual é o Plano B?

Desenvolvimento Orientado ao Transporte Sustentável: da teoria aos territórios

Com o avanço acelerado da emergência climática e a consolidação de um planeta urbanizado, o desafio de transformar as cidades e regiões metropolitanas em ambientes mais inclusivos e sustentáveis passa pela diminuição dos impactos negativos do transporte. Reduzir as distâncias viajadas pelos habitantes, aproximar as residências do trabalho e das oportunidades, promover a substituição do transporte individual motorizado pelos modos ativos ou coletivos e criar territórios mais plurais e democráticos são resultados de políticas alinhadas com o enfrentamento dos desafios planetários do século XXI. Implementar as transformações necessárias no território urbano em escala global, considerando também as particularidades locais, é um desafio ainda maior, porém necessário para um futuro mais sustentável.

A solução para as enchentes não é inviabilizar a cidade

Nos últimos dias uma série de matérias e artigos diagnosticou corretamente o motivo das enchentes recentes nas capitais Belo Horizonte, São Paulo e Porto Alegre, assim como em cidades menores como Iconha, no Espírito Santo. O principal motivo para estes desastres foi a urbanização das nossas cidades — tanto planejada quanto não planejada —, que reforçou os potenciais danos causados.

Como garantir que nossas cidades tenham futuro? 4 iniciativas para aumentar a resiliência

Nossas cidades, vulneráveis por natureza e desenho, geraram o maior desafio que a humanidade precisa enfrentar. Com a expectativa de que a grande maioria da população se estabeleça em aglomerações urbanas, a rápida urbanização levantará a questão da adaptabilidade à futuras transformações sociais, ambientais, tecnológicas e econômicas.

De fato, a principal problemática da década questiona como nossas cidades irão lidar com fatores que mudam rapidamente. Ela também analisa os aspectos mais importantes a serem considerados para garantir o crescimento a longo prazo. Neste artigo, destacamos os principais pontos que ajudam a proteger nossas cidades no futuro criando um tecido habitável, inclusivo e competitivo que se adapta a qualquer transformação futura inesperada.

KPF divulga torre de alto desempenho em Boston

A KPF e a Chiofaro Company divulgaram imagens de seu mais recente projeto, o The Pinnacle at Central Wharf, um desenvolvimento de alto desempenho e uso misto na orla marítima de Boston. Com o objetivo de reconectar o centro de Boston à orla, o projeto também cria um novo espaço público na cidade.

© KPF © KPF © KPF © KPF + 10

Curso online gratuito sobre desafios urbanos do Sul Global

“Rethink the City: New Approaches to Global and Local Urban Challenges” é um curso online gratuito da Faculdade de Arquitetura da Universidade Tecnológica de Delft (Holanda). Depois de duas edições com mais de 17.000 alunos, a terceira edição começará em 19 de fevereiro de 2020. O curso recebeu o prêmio ‘Excellence in Teaching Award 2017” da Associação Europeia de Escolas de Planejamento Urbano (AESOP).
No curso você aprenderá sobre desafios urbanos das cidades do Sul Global através de três eixoes temáticos: “Justiça Espacial”, “Provimento e Gestão de Habitações”, e “Resiliência Urbana”. Através de una combinação de teoria, estudo de casos

BIG e Field Operations apresentam projeto que transformará a paisagem costeira de Nova Iorque

A empresa novaiorquina Two Trees Management, em parceira com o BIG e a Field Operations, apresentou o projeto de um novo plano diretor para o norte do Brooklyn, um mega empreendimento de uso misto acompanhado de um parque resiliente às margens do East River na cidade de Nova Iorque.

© James Corner Field Operations and BIG-Bjarke Ingels Group, cortesia de Two Trees Management © James Corner Field Operations and BIG-Bjarke Ingels Group, cortesia de Two Trees Management © James Corner Field Operations and BIG-Bjarke Ingels Group, cortesia de Two Trees Management © James Corner Field Operations and BIG-Bjarke Ingels Group, cortesia de Two Trees Management + 12

Avaliando resiliência e risco: não podemos salvar todos

Este artigo foi publicado originalmente no Commom Edge.

Discussões sobre resiliência, hoje, sugerem que arquitetos e urbanistas podem ser capazes de - e, de fato, espera-se isso deles - salvar todos os edifícios e espaços públicos em risco. No entanto, a triste verdade é que não podemos, e provavelmente não devemos. As mudanças climáticas e o aumento do nível do mar irão redesenhar radicalmente as margens urbanas, forçando-nos a tomar decisões difíceis. Mesmo se tivéssemos todo o dinheiro necessário para proteger o precário cenário atual, isso ainda não seria suficiente para evitar o inevitável.

Então: quais são as nossas prioridades? Como definir o que salvar? Como traçar de forma responsável esse futuro incerto? Acredito que as respostas para essas e outras perguntas semelhantes devam começar com uma avaliação honesta de três considerações essenciais:

Cidade-esponja: a natureza é a solução para inundações

Cidades que absorvem a água da chuva e permitem que a água siga seu fluxo natural. Deveria ser fácil, mas inventamos de canalizar nossas águas e não deixamos a própria natureza fazer a parte dela: absorver e purificar. Para o arquiteto chinês Kongjian Yu, essa é a questão central para solucionar um dos maiores problemas da atualidade em grandes centros urbanos: as inundações. 

GVL Gossamer mescla urbanismo e resiliência para a cidade de Xi'an na China

A GVL Gossamer divulgou imagens do seu projeto de "urbanismo resiliente". A proposta foi desenvolvida para um concurso de arquitetura com a intenção de ser implantada ao longo do Rio Jing, em Xi'an, China. Celebrando a história de Xi'an como como o berço da Rota da Seda, o projeto faz uma reinterpretação dos sistemas construtivos tradicionais locais para construir uma arquitetura sensível e adaptada ao clima e a geografia de Xi'an. Memórias do passado são reveladas ao longo dos 19 quilômetros de extensão do projeto, onde a arquitetura contemporâneas está à serviço da preservação e da sustentabilidade do meio ambiente.

© GVL Gossamer © GVL Gossamer © GVL Gossamer © GVL Gossamer + 14

A reconstrução de um país: doze projetos sociais no México após o terremoto de 2017

Casa Karina / Francisco Pardo Arquitecto. Image © Jaime Navarro Casa Rosario / DOSA STUDIO + Rojkind Arquitectos. Image © Zaickz Moz Casa Rosales / Israel Espin. Image © Zaickz Moz Casa Mulato / taller paralelo. Image © Zaickz Moz + 15

A produção arquitetônica no México tem enfrentado uma série de desafios ao longo dos últimos anos, muito principalmente devido aos abalos sísmicos que castigaram o país em 2017. Ao menos novo estados foram gravemente afetados: do Distrito Federal até Guerrero, passando de Oaxaca à Veracruz, Puebla e Morelos. Entretanto, o desastroso terremoto sacudiu também boa parte da comunidade de arquitetos, que unindo forças, abraçaram o desafio de reconstruir o país. Este exercício fez com que muitos arquitetos se tornassem mais conscientes à respeito das condições urgentes das camadas mais vulneráveis da população.

Julho no ArchDaily: Resiliência na Arquitetura

Resiliência tornou-se cada vez mais comum em nosso vocabulário quando falamos de pessoas, edifícios, cidades ou mesmo sociedades inteiras que superam todos os tipos de problemas. Na verdade, as pesquisas do Google relacionadas à resiliência continuam a crescer desde 2004 em inglês, espanhol e português.

Veja o aumento da temperatura nas maiores cidades do mundo até 2050

Em 2050, o clima em Madri será muito semelhante ao atual clima de Marrakech no Marrocos. Estocolmo será mais parecida com Budapeste, Londres a Barcelona, ​​Moscou com Sofia, o clima em Seattle será como em San Francisco enquanto que Tóquio, apresentará condições climáticas como aquelas da cidade de Changsha, na China.

A pesquisa "entendendo as mudanças climáticas a partir de uma análise global entre cidades" publicada na revista científica PLOS ONE pelo The Crowther Lab da ETH Zurich, nos apresenta uma visão de futuro bastante preocupante.