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Render: O mais recente de arquitetura e notícia

O que é arquitetura paramétrica?

Modelos sinuosos, curvas acentuadas, formas geometricamente complexas. Quando se aborda o tema da arquitetura paramétrica, essas são, provavelmente, as primeiras imagens que surgem em mente. E não é à toa. Enquanto modo de projetar, a utilização de parâmetros no processo de criação tem possibilitado a criação de formas impressionantes no enlaçamento entre a tecnologia digital e a construção civil.

Serpentine Pavilion / BIG. © Iwan BaanCentro Heydar Aliyev / Zaha Hadid Architects. © Hélène BinetComplexo Galaxy Soho / Zaha Hadid Architects. © Iwan BaanTorre 30 St Mary Axe / Foster + Partners. © Nigel Young - Foster + Partners+ 14

Série de renderes reproduzem as cinco propostas finalistas do concurso para a Casa Branca dos Estados Unidos de 1791

Proposta construída. Imagem © HouseFresh
Proposta construída. Imagem © HouseFresh

Proposta James Diamond. Imagem© HouseFreshProposta Jacob Small. Image © HouseFreshProposta Andrew Mayfield. Image © HouseFreshProposta Philip Hart. Image © HouseFresh+ 12

Em 1792, o presidente dos Estados Unidos da época, George Washington, organizou um concurso para projetar a casa presidencial. A proposta do arquiteto James Hoban foi a vencedora, uma mansão neoclássica que hoje conhecemos como Casa Branca, ficando gravada no imaginário coletivo dos Estados Unidos.

Representação digital em arquitetura: a comunicação do projeto

O podcast desta semana trata de um assunto que dá “muito pano pra manga”, como diz a sabedoria popular. Para arquitetas e arquitetos, a representação de um projeto, além de uma forma de expressão artística, envolve o domínio de uma série de ferramentas que precisam traduzir graficamente as informações viabilizadoras de uma ideia do edifício. A história da representação em arquitetura, neste sentido, se confunde com a própria história do projeto, e é sempre objeto de reflexão e evolução em nosso campo.

"Estamos muito longe dos limites da renderização": leitores opinam sobre o uso de renders na arquitetura

O que é um render? Apenas uma imagem para ganhar concursos e clientes? Ou é uma ferramenta eficaz para o desenvolvimento de um edifício?

Perguntamos a nossos leitores quais são os limites da renderização no desenho arquitetônico, e a quantidade de respostas foi imensa. Depois de ler e compilar todos os comentários recebidos de profissionais da construção, estudantes e pessoas interessadas em arquitetura, há um grande consenso de que devemos pensar não apenas na renderização como um elemento de venda, mas como um elemento chave na verificação do projeto.

12 Tutoriais de pós-produção para melhorar drasticamente seus renders

Em tempos de grande esforço comercial, onde cada vez mais, ideias em Arquitetura parecem inclinar-se a representação hiperrealista, na tentativa de convencer seus clientes (ou júri, no caso de concursos de arquitetura) de que a futura execução trará tamanha qualidade quanto a fantasia da imagem, os renderings assumem alto grau de importância na apresentação dos projetos.

Por esta perspectiva, é comum que anualmente haja novas atualizações, bem como o surgimento de novos programas especializados em renderizações, ferramentas capazes de atingir resultados tão impressionantes que chegam a confundir as imagens finais com fotografias, cruzando o irreal com a noção de ultra realidade. 

Para quem fazemos renders hiper-realistas?

A pergunta pode parecer direta, mas a busca pelas respostas pode apontar para uma série de caminhos mais complexos que contribuem não apenas para o entendimento do público-alvo das renderizações hiper-realistas na arquitetura, mas também para problematizar quais são seus objetivos.

Vessel Public Landmark / Heatherwick Studio. Courtesy of Getty Images / Forbes MassieRender realizado por Nicholas Holanda. Imagem cortesia de CURAZaha Hadid Architects projeta a sede do CECEP em Shanghai. Render por Negativ.com. Image © Zaha Hadid ArchitectsLazy Sunday morning, rendered in Lumion by Gui Felix (project by Marcio Kogan of MK27)+ 7

A estranheza das renderizações arquitetônicas “imperfeitamente perfeitas”

Há pouco mais de 50 anos, em 1970 mais especificamente, um roboticista japonês chamado Masahiro Mori cunhava um importante conceito ou hipótese no campo da estética, robótica e computação gráfica: Uncanny Valley—traduzido para o português como Vale da Estranheza. Naquela época, as renderizações arquitetônicas, ou melhor, colagens e fotomontagens, ainda eram feitas com o emprego de métodos analógicos. Uma década depois, o surgimento dos primeiros computadores pessoais e a popularização dos programas CAD impulsionaram uma ampla adoção de métodos digitais para a elaboração de imagens ilustrativas de projetos de arquitetura. Quase quarenta anos depois, as renderizações arquitetônicas evoluíram a tal ponto que é quase impossível distinguir um render de uma fotografia. Resultado direto do desenvolvimento de novas tecnologias, da utilização de softwares cada vez mais sofisticados e computadores cada dia mais rápidos e eficientes, os limites entre representação e realidade parecem se desmanchar no ar. A sutileza desta suspicaz semelhança, e o desconforto que ela provoca, é a nossa porta de entrada para o misterioso Vale da Estranheza de Mori.

Cortesia de OMACortesia de LumionCortesia de BIGCortesia de Alexis Christodoulou+ 10

Em busca do render ideal: como compreender e aprimorar o uso dessa tecnologia

Render: Casas em Rio da Barra. Imagem Cortesia de Estúdio MóduloRender: Habitação Coletiva em Sobradinho. Imagem Cortesia de Estúdio MóduloRender: Passeio e Mobiliário em Búzios. Imagem Cortesia de Estúdio MóduloRender realizado por Mariana Bastos. Imagem cortesia de CURA+ 27

A renderização se tornou uma ferramenta indispensável na maioria dos escritórios de arquitetura. Para compreender como essas imagens podem auxiliar no processo projetual, evoluíram no decorrer do tempo e, principalmente, quais aspectos levar em conta para criar uma representação que se destaque no momento de apresentar sua obra, conversamos com Guilherme Bravin e Marcus Vinicius Damon, que além de serem fundadores do Estúdio Módulo, também coordenam o {CURA}, uma escola livre de arquitetura baseada principalmente na representação arquitetônica.

Série de renders mostra a evolução da decoração do Salão Oval da Casa Branca ao longo da história

Donald Trump (2017-2021). Image Cortesía de American Home ShieldJohn F. Kennedy (1961-1963). Image Cortesía de American Home ShieldRichard Nixon (1969-1974). Image Cortesía de American Home ShieldLyndon B. Johnson (1963-1969). Image Cortesía de American Home Shield+ 21

Redecorar o Salão Oval, ou Gabinete Presidencial dos Estados Unidos, não é apenas uma declaração do gosto do presidente, mas, como qualquer espaço, revela princípios que vão muito além do visual; é uma declaração de poder. É neste local que o presidente se reúne com dignitários internacionais e saúda as câmeras para compartilhar mensagens de grande importância, razão pela qual ele (ou, um dia, ela) não quer que pareça que seu antecessor ainda manda naquele lugar.

Você pagaria por arquitetura virtual? O que a tecnologia NFT significa para o futuro da profissão

Se alguém tentasse te vender uma casa virtual, qual seria a sua primeira reação? Isso mesmo—uma casa virtual, um arquivo digital de uma casa. Você compraria uma casa que jamais poderia habitar pela simples razão de que esta casa jamais seria construída? Apenas uma imagem, um vídeo que você poderia assistir quantas vezes quiser. É disso que se trata quando falamos da comercialização de arquitetura digital NFT, a sigla para Tokens Não Fungíveis—um conceito que parece ter tomado o mundo de assalto da noite para o dia. Caso você tenha dormido no ponto, esta é a infinitésima ‘grande discussão’ do momento no mundo da arquitetura. Em uma profissão que procura constantemente redefinir o seu significado, a chegada dos NFTs promete grandes mudanças para o futuro da arquitetura, sendo a transformação de ambientes virtuais em mercadoria a mais grave delas.

Quais são os limites da renderização no processo de projeto arquitetônico?

O que é uma renderização? Apenas uma imagem para vencer concursos e conquistar clientes? Ou é uma ferramenta eficaz para o processo de projeto?

As visualizações de arquitetura atendem às nossas expectativas?

Quantas vezes nos prendemos a uma imagem ou vídeo renderizado, nossos olhos incrédulos, incapazes de decifrar se aquilo que vemos é real ou apenas uma simulação virtual. Da mesma forma, não é raro ter que convencer amigos ou familiares que não têm relação com a arquitetura que um edifício ainda não existe concretamente e não passa de uma imagem confeccionada para uma propaganda. Não há mais limites para as visualizações hiperrealistas criadas por computador – elas estão cada vez mais enraizadas no mundo dos nossos desejos. É certo que estas imagens artificiais estabelecem novos padrões, mas seriam estes posteriormente atendidos pela arquitetura?

Queremos abrir a discussão e oferecer aos nossos leitores a possibilidade de expressar abertamente suas opiniões e experiências sobre o assunto. Se todos tivéssemos consciência de que a grande maioria do mercado contemporâneo da arquitetura se baseia em representações que simulam apenas a realidade visual, deixando de fora inúmeros aspectos da arquitetura, mudaríamos o modo de apresentar nossos projetos? Os futuros moradores ou usuários exigiriam outras informações complementares?

Plugin gratuito permite exportar imagens em 360° do SketchUp para plataforma de realidade virtual

Com a popularização da realidade virtual e realidade aumentada, novas formas de explorar as representações de arquitetura se abrem para profissionais e estudantes. Imersão em modelos tridimensionais digitais são cada vez mais comuns, seja através da tela do comuptador, smartphone ou óculos de VR. De encontro a esta realidade, que até alguns anos atrás parecia futurista demais, a plataforma online Tour Fácil disponibilizou um plugin gratuito que permite exportar imagens em 360° do SketchUp que podem ser visualizadas em realidade virtual ou aumentada.

Como usar o Lumion: Tutoriais para melhorar suas visualizações arquitetônicas

Se você vem criando visualizações arquitetônicas por meio do Lumion, os tutoriais a seguir (em inglês) poderão te ajudar bastante. Esses tutoriais maximizarão sua produção e ensinarão dicas práticas e técnicas fáceis de usar.

Aprenda como adicionar objetos, usar luzes, modificar materiais e também criar imagens panorâmicas e em 360 °, vídeos e muito mais.

Esperamos que você aproveite os vídeos a seguir.

10 Tutoriais de pós-produção no Photoshop para representação de arquitetura

Se você pretende melhorar suas representações de arquitetura através de pós-produção no Photoshop, o canal do YouTube do Show It Better pode ser útil. Os tutoriais disponíveis apresentam técnicas e dicas de ferramentas para usar o software em toda sua capacidade.

Reunimos, a seguir, alguns exemplos de tutoriais que abordam representações axonométricas, plantas, cortes, fachadas, diagramas e estilo "pós-digital". 

Melhore suas habilidades de representação com estes tutoriais.