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Políticas Públicas: O mais recente de arquitetura e notícia

Fórum Regional de ATHIS e Extensão Universitária

Gratuito e aberto ao público, principalmente para os estudantes de arquitetura e urbanismo, o “Fórum de Assistência Técnica (ATHIS) e Extensão Universitária em Habitação de Interesse Social: Atuação Integrada no Espaço Urbano” acontecerá entre os dias 16 a 19 de maio de 2019.

Promovido pelo Centro Gaspar Garcia de Direitos Humanos (CGGDH) em parceria com Entre:FAUs (coletivo de estudantes das Faculdades de Arquitetura e Urbanismo da Região Metropolitana de São Paulo), Instituto dos Arquitetos do Brasil de São Paulo e FAU Mackenzie, este projeto provém de parceria firmada com o CAU/SP, através do Termo de Fomento do chamamento público

II Pré-Fórum Regional de ATHIS e Extensão Universitária "Passado, Presente e Futuro"

Estão abertas as inscrições para o II Pré-Fórum Regional de ATHIS e EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA.

O Centro Gaspar Garcia de Direitos Humanos e a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em parceria com a coordenação do “Fórum Regional de ATHIS e Extensão Universitária: Atuação Integrada no Espaço Urbano” realizará a RODA DE CONVERSA: II Pré-Fórum Regional de ATHIS e EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA “PASSADO, PRESENTE E FUTURO”, na quarta-feira 23/04, das 18:30 às 21:30, no saguão do Prédio 9 da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Mackenzie. Evento integrará a Semana de Atividades Programadas do PPGAU-UPM.

O objetivo deste evento é entender experiências

Pré-Fórum de ATHIS e Extensão Universitária: Resgate Histórico de Formação das Assessorias Técnicas

O “Fórum Regional de ATHIS e Extensão Universitária: Atuação Integrada no Espaço Urbano” visa aproximar estudantes e profissionais da Região Metropolitana de São Paulo que trabalham em defesa do direito à cidade, à moradia digna e aos espaços de vivência adequados junto à comunidades de baixa renda e movimentos sociais.

Neste sentido, os grupos de Extensão Universitária e as entidades profissionais de Assessoria Técnica em Habitação de Interesse Social (ATHIS) estão convidando para participar do evento que acontecerá nos dias 16, 17, 18 e 19 de maio em São Paulo, que está sendo organizado pelo Centro Gaspar Garcia de Direitos Humanos,

MobiliDADOS: as políticas de mobilidade urbana nas eleições de 2018

Como promover a discussão baseada em dados confiáveis durante as eleições, e a incorporação de indicadores de mobilidade urbana aos planejamentos a serem apresentados posteriormente, quandos os eleitos assumirem seus mandatos? Concentrada nesta pergunta, a equipe do Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento (ITDP Brasil) têm feito um esforço, em parceria com a Purpose Climate Lab, para influenciar as campanhas das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Recife.

A estratégia é promover a articulação entre organizações e movimentos sociais que atuam localmente nas agendas de mobilidade e sustentabilidade. De posse de indicadores apurados e disponibilizados na plataforma MobiliDADOS, estas organizações passam a dispor de subsídios importantes para a incidência no debate eleitoral. A ferramenta apresenta dados ilustrados e contextualizados sobre a realidade do transporte em diversas cidades e regiões metropolitanas, fornecendo insumos para questionar as propostas dos candidatos aos cargos do Executivo e do Legislativo.

Mulheres e mobilidade urbana: indicadores para a formulação de políticas urbanas sensíveis ao gênero

Diversos estudos têm se dedicado a compreender a relação entre gênero e mobilidade urbana. Eles concluem que mulheres  enfrentam desafios maiores para exercer o direito à cidade e acessar as oportunidades oferecidas no espaço urbano. As desigualdades na divisão do trabalho doméstico implicam em maior carga para as mulheres, que acumulam funções como levar e buscar as crianças na escola, o cuidado com membros idosos e doentes da família, a ida às compras entre outras atividades, o que determina em grande parte um padrão de deslocamento consolidado por viagens em sequência, para múltiplos destinos e com uso preponderante do transporte público e da caminhada.

Primeiras Aulas - O Projeto da Cidade Contemporânea

PRIMEIRAS AULAS

Para celebrar os 40 anos da Unesp, o Departamento de Arquitetura, Urbanismo e Paisagismo e o Departamento de Ciências Humanas da FAAC – Unesp Bauru propõem uma série de "Primeiras Aulas" Públicas mensais, com grandes Mestres que ajudaram a construir e consolidar direta e/ou indiretamente um itinerário de pesquisa.
As próximas Primeiras Aulas tem como pauta “O Projeto da Cidade Contemporânea”:

- No dia 03 de março a Profa. Dra. Beatriz Kühl abordará sobre “O papel Patrimônio Arquitetônico no Projeto da Cidade Contemporânea”.


- No dia 17 de março o Prof. Dr. Fernando de Mello Franco falará

A Segregação Urbana nos Estados Unidos e o Papel das Políticas Públicas

A segregação espacial é um dos grandes problemas urbanos no mundo. Ela se caracteriza pela separação de classes sociais em diferentes regiões das cidades. Esse processo, ao longo do tempo, acaba contribuindo para o aprofundamento dessas diferenças. Nos Estados Unidos após a crise de 1929, o governo federal criou uma metodologia para orientar empréstimos financeiros, visando possibilitar a quitação de imóveis para as populações endividadas. A metodologia se dedicou a classificar as regiões da cidade de acordo com seus aspectos sociais, e acabou por enfatizar e aprofundar uma urbe fragmentada, encorajando o preconceito e a intolerância. A segregação como política pública, acabou por limitar as oportunidades de muitas populações por gerações, resultando em uma distribuição social que ainda hoje, quase 100 anos depois, é evidente na maioria das cidades norte americanas.

Índice de caminhabilidade permite avaliar ruas sob ótica do pedestre

Desde 1905 o escritor brasileiro João do Rio falava em ‘flanar’ pela cidade’. Quase 100 anos depois, o sentido de ‘flanar’ foi ressignificado, mas também trouxe um novo olhar de como podemos nos relacionar com nossa cidade. ‘Flanar’ hoje é um convite à caminhar, esbarrar, reconhecer e aprofundar-se na experiência urbana. Vivemos mesmo é na cidade, nos relacionamos com ela o dia todo, todos os dias.

Em sua origem, a rua não era apenas uma via de acesso a um local e, sim, o próprio local. Um espaço de convivência para se estar, passar o tempo, interagir com outras pessoas. Na segunda metade do século XX o planejamento urbano focou em infraestrutura para a circulação eficiente de veículos motorizados. Tal modelo tem sido questionado já há algumas décadas, por autores como Jane Jacobs e Jan Gehl, cujos trabalhos pioneiros valorizaram o pedestre e a vida urbana”, contextualiza Danielle Hoppe, gerente de Transportes Ativos e Gestão da Demanda por Viagens do ITDP Brasil.

I Encontro “Esporte, Sociedade e Políticas Públicas”, na UFRN

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, promove, nos dias 15 e 16 de maio, o I Encontro “Esporte, Sociedade e Políticas Públicas” com o propósito de debater as questões que permeiam os megaeventos esportivos no Brasil, com especial enfoque para a cidade de Natal, RN.

A Mobilidade que não depende do Transporte

Há algumas semanas tive a oportunidade de assistir a um curso lecionado por Carme Miralles, doutora em urbanismo e especializada em temas de Mobilidade, Transportes e Sustentabilidade vinculada a estes assuntos. Uma das particularidades dos estudos que ela tem realizado diz respeito à compreensão da mobilidade como transformador social e urbano, deixando de anteceder a figura dos meios de transporte como objetos de estudo, mas compreendendo a mobilidade a partir da soma dos deslocamentos que fazem autonomamente todos os indivíduos.

Quais são os pontos chaves da solução do problema do transporte das cidades, que não dependem dos modais de transporte?

A transformação da percepção de como lidar com a questão da mobilidade na cidade torna pertinente uma análise dos fatores que permitem, a partir do território urbano, responder às necessidades de uma cidade com deslocamentos cada vez maiores.