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Inovação: O mais recente de arquitetura e notícia

Da integração modal à mobilidade como um serviço: caminhos para o transporte sustentável

Planejamos nossos deslocamentos diários levando em consideração múltiplos fatores: tempo, custo, conforto – e, não menos importante, a facilidade de conexão entre diferentes meios. Enquanto a frota de carros segue crescendo, quem depende do transporte coletivo tenta driblar a mobilidade deficiente fazendo melhores escolhas. Oferecer soluções integradas que levem as pessoas de um ponto ao outro com o máximo de conveniência é um caminho para cidades mais humanas e sustentáveis reconhecido por especialistas em mobilidade de todo o mundo.

Arquitetura por camadas: O que é a fabricação aditiva?

Fabricação aditiva (AM) é o termo usado para identificar os processos de fabricação comumente executados pela impressão 3D, por meio do processamento em camadas. Além de evitar a geração de resíduos - trabalhando com geometrias precisas e usando a quantidade exata de material - esses processos controlados podem ser muito mais rápidos que os processos tradicionais, pois não exigem instrumentos ou outras ferramentas.

A fabricação aditiva é feita com base em um modelo digital, em um fluxo que começa em um desenho CAD ou na digitalização tridimensional e, em seguida, converte essa forma em um objeto dividido em seções, permitindo a impressão. Seu uso se estendeu do desenho industrial à réplica de objetos arqueológicos, passando pela fabricação de órgãos e tecidos humanos artificiais, entre muitos outros usos.

Semana Design Salvador - 2019

Semana Design Salvador movimenta a capital baiana
Com palestras e exposições evento começa no dia 17 de outubro

O design está presente em todas as coisas do dia-a-dia. Do celular à cadeira. Da geladeira ao carro. Do brinco aos prédios. Da embalagem à marca da empresa. E é esse design que vai ser mostrado na Semana Design Salvador (SDS), que acontece de 17 a 20 de outubro, no espaço Colabore (Parque da Cidade) e em diversos pontos da capital baiana, como o HUB Salvador, UNEB e Rede+. O evento é gratuito e as inscrições estão abertas através do site www.semanadesignsalvador.com.br .

Como serão os banheiros no futuro?

A automação residencial, desde assistentes virtuais controlados por voz a termostatos controlados por aplicativos, introduziu o futuro de maneira rápida e inesperada em nossas próprias casas. À medida que a tecnologia continua a progredir, a maneira como interagimos com o ambiente provavelmente se tornará cada vez mais futurista - até em espaços tão pessoais quanto os banheiros de nossas casas. Embora a perspectiva de uma vida pessoal altamente digitalizada possa ser assustadora para alguns, outros veem o potencial dessa tendência para melhorar não apenas o conforto, mas também a saúde e a segurança. Abaixo, descrevemos algumas das tecnologias que esperamos ver nos banheiros do futuro.

O que as escolas mais inovadoras do século XXI têm? 8 exemplos que você precisa conhecer

Se pensarmos como era o sistema educativo antigamente, percebemos que tanto a pedagogia aplicada nas escolas, como as infraestruturas escolares, eram muito diferentes do sistema atual. O modelo educativo do século XX poderia ser definido como similar ao 'modelo espacial das prisões, sem interesse nenhum em estimular uma formação integral, flexível e versátil', como já foi exposto há algum tempo aqui no ArchDaily.

Entretanto, agora, nos encontramos em uma época em que as transformações sociais, econômicas e os avanços na tecnologia têm criado uma sociedade mais global na qual a informação e a aprendizagem são cada vez mais acessíveis. Esta mudança radical tem transformado a sociedade em que vivemos, tornando obsoleto o modelo educativo atual baseado em um ensino rígido e unidirecional.

Desta maneira, existem escolas que não somente romperam com o modelo de ensino tradicional, mas também, traçaram novas referências educativas internacionais, explorando novos paradigmas e abrindo novas possibilidade dentro do desenho dos espaços educacionais. Posto que a arquitetura como os modelos educativos costumam refletir a ideologia de uma sociedade, como se define a escola do século XXI?

Vittra Telefonplan / Rosan Bosch. Image Hakusui Nursery School / Yamazaki Kentaro Design Workshop. Image Cortesía de Yamazaki Kentaro Design Workshop Kwel Ka Baung School / A.gor.a Architect. Image Cortesía de Agora Architects Jardim de Infância de Cultivo / Vo Trong Nghia Architects. Imagem © Hiroyuki Oki + 31

Outubro no ArchDaily: Inovação

A revolução digital, sobreposta aos desafios ambientais, econômicos e sociais de nosso mundo atual, exige que a arquitetura reveja muitas de suas tradições e bases sobre as quais vem operando nas últimas décadas e séculos. 

Desenho, combinado à ciência, é a ferramenta dos profissionais da arquitetura para revolucionar e inovar no campo disciplinar, buscando, assim, um impacto positivo no ambiente construído. 

DOMO: Inovação e design em fachadas

Criado para ser um dos maiores eventos do calendário da arquitetura brasileira, DOMO reúne profissionais consagrados no país e importantes nomes da arquitetura mundial para falar sobre o desenho e função das fachadas nos projetos arquitetônicos

Realizado pela Cebrace, maior produtora de vidros e espelhos da América do Sul, com patrocínio das empresas Schuco e Eastman, o primeiro evento DOMO será realizado no dia 08 de outubro no autêntico Hotel Unique, em São Paulo, com uma programação de palestras dinâmicas sobre inovação e design em fachadas.
O DOMO nasceu para inserir no calendário de arquitetura

summIT IMOB

Propor um olhar sobre novos os paradigmas do mercado imobiliário, da arquitetura e construção civil frente ao ritmo acelerado das transformações da era digital. Este é objetivo do summIT IMOB, evento promovido pela TRACE e Somos Lares, que acontece no dia 12 de setembro, no Teatro da Unisinos (Av. Dr. Nilo Peçanha, 1600). O encontro reunirá especialistas e grandes players do mercado, além de proporcionar networking entre os profissionais do setor. A programação está dividida em quatro trilhas temáticas: pessoas, edifícios, cidades e conexões, além de uma experiência de realidade virtual que estará acontecendo no Foyer do teatro durante o

4° COURB - Encontro de Urbanismo Colaborativo

O 4° COURB, Encontro de Urbanismo Colaborativo, visa conectar a pluralidade de atores envolvidos na co-criação das cidades, buscando soluções colaborativas, fomentando tecnologias sociais e ferramentas de participação social no desenvolvimento de ações, projetos e políticas urbanas. A cada edição vem aumentando a rede de pessoas, instituições, universidades e organizações engajadas na transformação inclusiva das cidades brasileiras.

Momentos expositivos, de integração, capacitação e cocriação organizados em: atividade de recepção/networking, palestras, painéis de debates, mostra de projetos, oficinas e vivências em bairros da cidade de Belém. Confira a programação prévia:

Este ano, o evento estará pela primeira vez no Norte do

21 Projetos em que Kengo Kuma (re)usa materiais de maneiras incomuns

Kengo Kuma utiliza os materiais para se conectar com o contexto local e os usuários de seus projetos. As texturas e formas elementares dos materiais, sistemas construtivos e produtos são expostas e utilizadas em favor do conceito arquitetônico, valorizando as funções que serão executadas em cada edifício.

De vitrines feitas com telhas cerâmicas a painéis que filtram a luz com à luz peneirada criada por chapas metálicas expandidas, passando por um revestimento de poliéster etéreo, Kuma entende o material como um componente essencial que pode fazer a diferença na arquitetura, desde os estágios do projeto. Apresentamos, em seguida, 21 projetos nos quais Kengo Kuma usa e reúsa materiais de construção com maestria.

V&A Dundee / Kengo Kuma and Associates. Image © Hufton+Crow Camper Paseo de Gracia / Kengo Kuma & Associates. Image © ImagenSubliminal GC Prostho Museum Research Center / Kengo Kuma & Associates. Image © Daici Ano Archives Antoni Clavé / Kengo Kuma & Associates. Image © 11h45 + 44

Pedras Megalíticas inteligentes que podem ser movidas e montadas facilmente com as mãos

Matter Design Studio fez parceria com a CEMEX Global R&D para desafiar a relação entre a massa de materiais e o esforço físico das práticas de construção contemporâneas, explorando o movimento e a montagem de objetos pesados em escala real, fabricados com computação avançada. O objetivo do Walking Assembly é eliminar o guindaste da equação construtiva, transferindo o esforço de pessoas para objetos, liberando-os para brincar com sua massa.

© Matter Design Studio © Matter Design Studio © Matter Design Studio © Matter Design Studio + 25

O que é o ETFE e por que ele se tornou o polímero favorito dos arquitetos?

Até recentemente, o mundo da arquitetura via os polímeros plásticos como materiais de construção inferiores, úteis para superfícies de cozinha, mas não práticos em aplicações de construção em escala real. Mas com as inovações tecnológicas impulsionando os recursos materiais, os polímeros agora estão sendo levados a sério como parte legítima da paleta de materiais dos arquitetos. Um dos mais amplamente utilizados destes materiais é um plástico à base de flúor conhecido como ETFE (Etileno tetrafluoroetileno). Trazido à consciência pública graças ao seu uso na fachada do Water Cube de PTW Architects para as Olimpíadas de Pequim de 2008, os arquitetos estão percebendo a capacidade do filme de expressar uma nova estética e substituir materiais transparentes e translúcidos mais caros. Sua mais recente e espetacular aparição pública foi na cobertura telescópica de 120 pés do The Shed, projetada por Diller Scofidio + Renfro e pela Rockwell Group em Nova Iorque.

© flickr user manusascorner, Licensed under CC BY 2.0 SSE Hydro Arena / Foster + Partners. Image Courtesy of Figueras Anaheim Regional Transportation Intermodal Center / HOK. Image © John Linden Watercube National Swimming Centre / PTW Architects. Image © flickr user garrettziegler, Licensed under CC BY-NC-ND 2.0 + 9

Como reciclar o poliestireno expandido (EPS) para convertê-lo em tintas

O Poliestireno expandido -também conhecido como isopor- é um material plástico amplamente utilizado na indústria da construção, principalmente para isolamento térmico (e em alguns casos, acústica) das envoltórias das edificações.

Mas é possível reciclá-lo e aplicá-lo novamente em outros processos construtivos? Sabe-se que o EPS pode se tornar matéria-prima para a fabricação de novos produtos plásticos, quando triturados e compactados. No entanto, a reciclagem pode voltar a ter impacto na construção de projetos arquitetônicos e urbanos, ao ser convertido em tintas e revestimentos.

Cortesía de Idea-Tec Cortesía de Idea-Tec Cortesía de Idea-Tec Cortesía de Idea-Tec + 10

O papelão como estrutura: da indústria às obras de Shigeru Ban

Tubos de papelão são tão comuns que já nem reparamos em sua existência - mas eles estão por todos os lados: no rolo de papel higiênico, na embalagem do diploma da faculdade, nos fogos de artifício e nas grandes indústrias de tecidos e papel. E agora, cada vez mais, podem ser encontrados em um lugar inusitado: nas paredes de casas e construções. O material faz parte da vida moderna - sendo produzido para uma infinidade de aplicações industriais e produtos de consumo. A grande maioria é utilizada como núcleos estruturais em operações de enrolamento: imediatamente após a fabricação, o papel, o filme ou o fio têxtil é enrolado diretamente em tubos de papelão - resultando em um rolo estável que é facilmente estocado e transportado.

Cortesia de Voluntary Architects' Network © Michael Moran / OTTO © Michael Moran / OTTO © Bridgit Anderson + 8

Coolest White: Uma pintura para reduzir as ilhas de calor urbano

O uso crescente de ar-condicionado está fazendo com que muitas cidades batam recordes de consumo de energia durante os tórridos meses de verão. Em países populosos como Índia, China, Indonésia, Brasil e México, grandes centros urbanos funcionam como verdadeiros fornos - onde o calor absorvido pelos edifícios é liberado de volta para o ambiente, aumentando ainda mais a temperatura local. Mais calor lá fora, significa mais ar-condicionado aqui dentro e, portanto, mais consumo de energia e mais gás carbônico na atmosfera.

Foi pensando nesse ciclo vicioso que foi criada uma tinta que protege edifícios e estruturas urbanas da radiação solar excessiva - diminuindo assim o efeito da ilha de calor urbana. A inovação surgiu da parceria do UNStudio, um escritório holandês de arquitetura, e a Monopol Color, empresa suíça especialista em tintas. Os materiais de cor escura que são usados ​​para construir os edifícios são uma das principais causas de acúmulo de calor nas áreas urbanas. Enquanto materiais mais escuros absorvem até 95% dos raios solares e os liberam diretamente de volta à atmosfera, esse valor pode ser reduzido a 25% com uma superfície branca normal. Agora, com tinta inovadora, é possível reduzir a absorção e emissão para 12%.