Caminhar e andar de bicicleta são as maneiras mais eficazes, econômicas e ambientalmente sustentáveis para realizar pequenos deslocamentos urbanos, especialmente aqueles com distâncias reduzidas: em 10 minutos, uma pessoa saudável percorre 3 km de bicicleta e aproximadamente 0.8 km a pé.
Nas últimas décadas, no entanto, o planejamento e o desenho das nossas cidades priorizaram a circulação de automóveis, tornando pedestres e ciclistas os usuários mais frágeis da rua. Essa inversão de prioridades tem levado a números alarmantes de mortos e feridos em colisões e atropelamentos, além de reduzir cada vez mais a utilização do espaço da rua para convívio e estar.
https://www.archdaily.com.br/br/803578/moderacao-de-trafego-e-sua-importancia-na-construcao-de-cidades-mais-humanas-e-inclusivasITDP Brasil
A importância dos espaços públicos na vida urbana é um assunto presente desde a Grécia antiga até os nossos dias. As possibilidades de encontro e de debate nesses espaços são capazes de influenciar a forma como os habitantes participam no desenvolvimento de suas cidades, contando com maiores espaços disponíveis para todos.
Porém, nas sociedades modernas, o papel estratégico dos espaços públicos foi limitado, sendo a massificação dos automóveis um dos principais fatores, segundo o blog de planejamento urbano e mobilidade sustentável, The City Fix. De fato, segundo uma pesquisa do Instituto de Energia e Meio Ambiente do Brasil, cerca de 70% dos espaços públicos dos centros urbanos são consistem nas vias para automóveis, por onde deslocam-se apenas de 20% a 40% da população da cidade.
Como os espaços públicos podem ser recuperados para fomentar a vida urbana? Apresentamos a seguir três ideias.
A fotografia publicada é forte: Guillermo Vázquez Consuegra, Jean Nouvel, Norman Foster e Arata Isozaki posam em uma sacada, junto com o prefeito de Sevilha e o presidente do grupo hoteleiro Urvasco, todos preparados para anunciar um ambicioso projeto nos terrenos da Cruz del Campo. São 1.963 apartamentos em blocos de 14 a 16 pavimentos, um hotel de luxo, um museu da cerveja e um parque com um investimento de 750 milhões de euros. A fotografia é de 2006, um ano antes da crise econômica espanhola. Como é de se imaginar, o projeto não deu em nada.
Na metade deste ano, o Prêmio Rafael Manzano Martos reuniu na sua escola de verão alunos e professores de diferentes universidades espanholas e norte-americanas para trabalhar em uma proposta urbana alternativa para a Cruz del Campo. Como explicam os organizadores, é "um importante marco na paisagem sevilhana, mas seu entorno foi se degradando a medida que péssimas intervenções urbanas foram acontecendo. Com a demolição de boa parte do complexo Cruzcampo, apresentam-se duas alternativas: tentar reverter este processo ou continuar remexendo a ferida".
O que diferencia uma cidade de uma aldeia? Qual é a distinção entre esses dois grupos de edifícios e ruas, aparentemente similares entre si? Por que se reconhece a origem neolítica da aldeia enquanto a primeira cidade continua sendo um mistério? Mesmo que aldeia e cidade possam ser consideradas similares, a cidade possui um elemento único e inovador que a diferencia: a cidadania, a civitas.
Enquanto a aldeia não passava de um sistema urbano eficiente para a convivência de um grupo de pessoas, a fundação de uma cidade implica a instituição de uma ideia muito concreta de sociedade, de um compromisso entre indivíduos para ordenar o mundo a partir de critérios compartilhados.
A civitas é precisamente essa ideia de ordem social, o conjunto de tradições, leis, princípios e crenças que dão origem à comunidade civil. Por uma lado, a urbe é a forma urbana é especialmente dedicada a institucionalizar essa ideia da sociedade. Observe que estamos falando de ruas ou casas, mas sim do momento da instituição, isso é, da fundação da cidade. Como diria Fustel de Coulanges, enquanto a civitas é um patrimônio imemorial acumulado ao longo dos séculos, a urbe é formada em um dia. Enchê-la de ruas, casas e lojas é apenas uma consequência.
A cidade pede atenção, os carros pedem passagem, o barulho invade o espaço físico e mental. Nenhum desses pedidos vem com aviso prévio e muitas vezes sequer são percebidos. O cenário urbano infiltra-se na rotina por todos os lados e vieses. Ainda que esses elementos passem despercebidos ou assimilados de forma natural, eles requerem atenção e esforço mental. Isso, somado à perspectiva de que 70% da população esteja morando nas cidades até 2050, faz com que cada vez mais sejam feitos estudos que refletem a relação entre planejamento urbano, arquitetura e saúde mental.
Os estudos somam esforços para entender como a vida urbana afeta o desenvolvimento cognitivo dos habitantes e qual o papel da cidade no desenvolvimento de transtornos mentais. Por outro lado, existem também pesquisas que pontuam os aspectos positivos dos centros urbanos. Elas analisam a inter-relação entre a vida humana e o ambiente que escolhemos para morar, do estresse causado por engarrafamentos até o bem-estar proveniente da arborização urbana.
Desenhar e construir um projeto é um grande desafio. Entretanto, quando a obra é finalizada ainda há desafios em transmitir o projeto para que possa ser compreendido por um novo público. Isto é particularmente certo nos meios digitais, onde os leitores online não gastam necessariamente o mesmo tempo lendo um artigo como nos meios impressos. Desta forma, toda a representação visual e seus novos formatos - como os GIFs - assumem um papel importante na compreensão do projeto.
No ArchDaily nos motivamos como editores e incentivamos os arquitetos das nossas redes ao aproveitar ao máximo os projetos que recebemos e compartilhá-los com o mundo para assim distribuir conhecimento e inspiração a milhões de pessoas. Os desenhos que escolhemos servem como um método de aprendizagem em temas particulares onde a representação arquitetônica é fundamental.
Independentemente se forem digitais ou feito à mão, todos os desenhos arquitetônicos que selecionamos em 2016 possuem uma expressão sensível sejam artísticos, técnicos ou conceituais. Todos buscam expressar e explicar o projeto apoiados na simplicidade, nos detalhes, nas texturas, nos modelos 3D e nas cores como ferramentas principais.
Este ano queremos destacar uma seleção de 90 desenhos organizados em oito categorias: desenhos arquitetônicos, axonométricas, contexto, diagramas, croquis, GIFs, detalhes e outras técnicas.
Precisão do desenho e planejamento, adoção de uma legislação adequada e responsável e criação de um plano de financiamento seguro e viável. Estas são as apostas do novo pacto global para solucionar a divisão social e urbanística das cidades.
O fim da graduação costuma deixar um vazio na vida do arquiteto recém-formado. Não poderia ser diferente, afinal, após cinco anos (ou mais... geralmente mais) convivendo com os mesmos amigos, colegas e professores, é natural que a passagem da vida acadêmica para a profissional seja acompanhada de um sentimento de nostalgia das longas discussões nos corredores da faculdade, das noites de projeto, das festas e, sobretudo, da rotina de estudante.
O percurso mais comum após receber o diploma é enfrentar o selvagem (literalmente selvagem) mercado de trabalho. Estender o estágio e ser efetivado como arquiteto, procurar um emprego em um novo escritório, enfim, passar algum tempo conhecendo as entranhas dos estúdios, escritórios e empresas de arquitetura parece ser uma das opções que mais atraem o interesse dos novos arquitetos. A ideia de abrir um negócio próprio num futuro de longo prazo parece compensar esses anos de dedicação a projetos que nem sempre são do gosto ou estão alinhados com a visão daqueles que acabaram de sair da universidade.
Como editores da Equipe de Projetos do ArchDaily, buscamos refletir acerca do que foram as publicações de projetos durante 2016, e, com base nisso, nos aproximarmos do que esperamos para as publicações de obras em 2017.
Podemos dizer que durante 2016 nossas publicações de projetos tiveram um alto impacto em material gráfico. Em primeiro lugar, as perspectivas axonométricas fizeram parte da grande maioria de nossas publicações, democratizando o conhecimento ao gerar vistas com dimensões próximas às da realidade, sendo assim uma interpretação acessível. Em segundo lugar, o desenvolvimento da tecnologia de vídeos de imersão nos permitiu publicar percursos 360º completos por interiores de obras de diversas escalas, gerando imagens cada vez mais fiéis à realidade física de estar na obra em questão.
https://www.archdaily.com.br/br/802897/guia-para-publicar-obras-de-arquiteturaAD Editorial Team
"Prefiro desenhar do que falar. O desenho é mais rápido e deixa menos espaço para mentiras." (Le Corbusier)
Mesmo com a evolução da tecnologia e a popularização de avançados programas computacionais, a maioria dos projetos de arquitetura ainda começa com uma folha em branco e traços descompromissados. Mais do que representar fielmente um projeto, o croqui serve para estudar uma condicionante, entender uma paisagem ou uma topografia, ou repassar uma ideia a outros membros da equipe ou mesmo ao cliente. Seu intuito principal, no entanto, é estimular a produção de ideias e vencer o medo do papel em branco. Geralmente é realizado através de traços imprecisos, sobrepostos, ambíguos, acompanhado de anotações, flechas, e não carecendo de grande precisão técnica e refinamento gráfico.
Jacques Derrida, o filósofo que mais teorizou a desconstrução, repetia que não havia uma definição de tal coisa e que se tratava de um método de dissecar as estruturas mais ou menos escondidas para lhes tomar o pulso e perceber que coisas transportavam com elas. Não se trata portanto de um anti-estruturalismo porque a desconstrução é uma atitude bastante estruturada; trata-se de um exercício de decomposição para perceber se quando nos põe pela frente coisas “estruturais” e sistemas rígidos de compreensão opondo isto àquilo, razão e emoção, realidade e ficção e coisas assim, não nos estarão a doutrinar com uma qualquer visão do mundo a partir da qual as coisas serão tidas como normais ou anormais, bonitas ou feias, muito ou pouco importantes e assuntos do género. Na cultura dita ocidental tendemos a pensar e a argumentar usando oposições binárias. Assim, o preto não seria branco, a causa não seria efeito e o masculino não seria feminino. Sem se dar por isso, muitas dessas oposições contêm hierarquias, distinções entre o positivo e o negativo, veiculando juízos de valor moral ou estético. A desconstrução é a melhor medicina para ruminar tais polaridades encardidas.
Os GIFs hoje são massivamente usados na Internet por pessoas de todos os lugares. Seja para expressar algum sentimento inexplicável em palavras, surtar com gatos fofos, zoeiras intermináveis ou ainda cenas hipnóticas de filmes que amamos (acima a cena do filme "Meu Tio" do Jacques Tati . Mas vemos o crescente uso desse formato na Arquitetura e, sem dúvidas alguma, nós amamos.
https://www.archdaily.com.br/br/795696/por-que-amamos-gifsPedro Vada
O banheiro é um espaço que deixou de ter relevância puramente higiênica para ganhar certo protagonismo em alguns projetos.
Apresentamos a seguir uma seleção de 10 banheiros residencias publicados anteriormente no ArchDaily e a história deste recinto tão fundamental nas nossas casas.
https://www.archdaily.com.br/br/802914/em-detalhe-banheirosArchDaily Team
Convivemos cotidianamente com nossas cidades através de atos corriqueiros, seja para transitar, buscar um espaço de contemplação, almoçar numa praça ou até mesmo se exercitar. No entanto, uma das formas mais excepcionais de experimentar diferentes vocações do espaço urbano são os festivais tradicionais, enraizados em suas culturas locais apresentadas através de diferentes indumentárias, culinárias, danças e outras manifestações artísticas.
Através destas festas percebe-se a ocupação e reivindicação do espaço público urbano, nas quais as ações culturais brindam novas formas de se apropriar da cidade - num momento que as ruas deixam de ser apenas um lugar de trânsito e se tornam um espaço de lazer e permanência, tomadas por uma diferente atmosfera.
Novas culturas se constroem a partir de novas práticas. Através de viagens os arquitetos conseguem aumentar seu repertório e ganhar novos olhares para seus projetos. Por isso, buscamos alguns festivais tradicionais espalhados pelo mundo para que estes sirvam como uma boa desculpa para desvendar novos modos de pensar a cidade e, de quebra, conhecer grandes obras arquitetônicas.
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Reprodução/EpicChallenges. Via The CityFix Brasil
Quando falamos em corridas de trânsito, logo pensamos em carros com motores barulhentos se arriscando clandestinamente pelas ruas vazias da cidade. Ou, ainda, corridas contra o tempo para não perder o ônibus, trem ou metrô. No entanto, existe uma modalidade peculiar de corridas de trânsito ou corridas de transporte de massa: uma em que as pessoas competem para percorrer todas as estações de uma rede de transporte no menor tempo possível. Depois, postam seus números online e outros tentam bater o recorde.
A modalidade é inusitada. E Adham Fisher, de Londres, um dos viciados nesses desafios, pretende percorrer a cidade usando 200 rotas diferentes de ônibus em 24h.
O MASP exibe obras de Agostinho Batista de Freitas que retratam o prédio do museu e a icônica arquitetura de São Paulo, através de vistas urbanas da capital, realizadas entre os anos 1950 e 1990. A exposição reúne 74 trabalhos do artista paulista, marcando seu ternor ao MASP após mais de sessenta anos desde sua última grande exposição no Museu, em 1952. A mostra pode ser vista até o dia 9 de abril de 2017, no segundo subsolo do museu.
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¿En qué están los proyectos de arquitectos internacionales en Colombia?. Image
O crescimento das instituições públicas, universidades e o setor privado na Colômbia criou a necessidade de conceber novas arquiteturas capazes de abrigar programas cada vez mais complexos, assumindo o papel da disciplina como o principal agente nos processos de renovação urbana e um fator necessário para posicionar o país no panorama global.
Na última década Colômbia se converteu no epicentro de importantes projetos realizados por arquitetos internacionais de alto nível como Richard Meier, Steven Holl, Rafael de la Hoz e Richard Rogers. Através de propostas urbanas distantes da retícula de origem espanhola tradicional na América Latina e com novas estéticas próprias de uma paisagem referencial contemporânea, a incidência de arquitetos internacionais começou a suscitar a importância de abordar a complexidade da disciplina como um assunto de primeira importância na construção das cidades.
A seguir, apresentamos o estado de 10 obras de arquitetos internacionais na Colômbia.
Como fenômeno de transformação urbana, o conceito de gentrificação ganhou uma grande força nos últimos anos, saindo das discussões acadêmicas e alcançando, inclusive, os meios massivos de comunicação que simplificaram sua definição. Na sequência, como uma verdadeira caça as bruxas, parece que todos somos, ao mesmo tempo, gentrificadores e gentrificados.
Desde sua origem, como conceito nos anos 60, a maioria dos autores optaram por diferenciar, especificar e categorizar os processos de gentrificação segundo sua localização (países desenvolvidos/sul global), seus fomentadores (investimento público, 'sofisticação' urbana, imobiliárias, especuladores) e suas consequências (expulsão de residentes, hipsterização urbana, 'recuperação' urbana).
Deste modo, fizemos uma seleção de 20 casos documentados em diferentes formatos pelo Museo de los Desplazados(Museu dos Desalojados) uma iniciativa digital e colaborativa criada pelo coletivo espanhol Left Hand Rotation, também autores do projeto audiovisual Ficción Inmobiliaria.
A maior das ilhas do Caribe, Cuba é um crisol cultural de mais de 11 milhões de pessoas, combinando nativos Taíno e Ciboney com descendentes de colonos espanhóis e escravos africanos. Desde a revolução de 1959 liderada por Fidel Castro, o país foi o único regime comunista estável no hemisfério ocidental, com estreitos laços com a União Soviética durante a Guerra Fria e relações hostis com seu vizinho vizinho, os Estados Unidos, que há pouco tempo deu início à retomada das relações internacionais entre os dois países. Enquanto a arquitetura na capital Havana reflete a história dinâmica e rica da área, após a revolução a cidade deixou de ser prioridade e o foco do governo passou para as áreas rurais, como consequência, os edifícios da capital foram deixados a ruína desde então. Iwo Borkowicz, um dos três vencedores do Prêmio de Arquitetura de Jovens Talentos de 2016, desenvolveu um plano que poderia trazer alguma vitalidade e, mais importante, alguma sustentabilidade, de volta ao núcleo histórico da cidade.
Dois quartos, sala, cozinha e banheiro. O que parece ser a descrição contida em um classificado de jornal, na realidade, está muito longe disso. Os dormitórios voltados para sul não recebem luz necessária para possibilitar um ambiente salubre. O mofo e bolor corroem as paredes da habitação principal impregnando os pulmões de umidade e dificultando a respiração. A pequena janela, encontrada no terreno baldio próximo, não consegue suprir a necessidade de luz e ventilação no quarto das crianças, quarto este que agora se tornou insuficiente com a chegada do novo bebê. Os problemas estruturais encontrados no telhado, ocasionados pelo mal dimensionamento das vigas e a precária instalação elétrica, feita pelo próprio morador, são outras dificuldades que tornam a residência em questão uma bomba relógio.
Você está caminhando por uma elegante residência, admirando as grandes janelas da sala, as pinturas na parede e a cozinha espaçosa. Luminárias pendentes moldam um brilho suave, o piso de pedra brilha sob seus pés, os móveis são convidativos. Então, você tira os óculos de realidade virtual e retoma sua reunião.
Esse cenário está se tornando cada vez mais comum à medida que mais arquitetos incorporam a realidade virtual (VR) em suas atividades. Junto com seus primos - realidade aumentada (AR) e realidade mista (MR) - a realidade virtual permite que os projetistas aumentem as possibilidades de visualização, dando a colegas e clientes novas maneiras de experimentar e entender um edifício ou um espaço muito antes dele realmente ser construído. Com a VR, os arquitetos podem transmitir não apenas como um edifício será, mas também como ele será experenciado.
https://www.archdaily.com.br/br/802736/quatro-dicas-para-comecar-a-usar-realidade-virtual-na-arquiteturaKim A. O'Connell
A força da Dutch Design Week (DDW), realizada anualmente no final de outubro, está principalmente no design de produtos. Embora o evento tenha se expandido nos últimos cinco anos para incorporar mais moda, design gráfico e arquitetura, o design industrial em pequena escala manteve sua preeminência. Muitos dos designers em exibição na edição deste ano, no entanto, abraçaram os desafios de outras disciplinas de design, o que pôde alimentar seus trabalhos. Mas onde o design de produto se encontra com a arquitetura? Em materiais de construção e, mais notavelmente no evento de 2016, alguns tijolos realmente interessantes. A arquiteta de Rotterdam Alison Killing nos guia através das suas instalações preferidas.
Planto de Buenos Aires e arredores, Carlos de Chapeaurouge, 1909. Buenos Aires: Compañía Sudamericana de Billetes de Banco. Fuente: Biblioteca Nacional, 912 (821.1-191.8). Imagem via Novick, A., Favelukes, G. e Vecslir, L. (2015). Mapas, planes y esquemas en la construcción del Gran Buenos Aires. Anais do IAA, 45(1), 55-72. Licença sob CC BY 3.0
O artigo de Alicia Novick, Graciela Favelukes e Lorena Vecslir - na publicação número 45 da revista "Anales del IAA" propõe um percurso de pesquisa por certos pontos de inflexão considerados ilustrativos do processo de construção da imagem da Grande Buenos Aires. Conheça alguns trechos do artigo a seguir:
Na Colômbia, o Governo Nacional acaba de anunciar um novo programa para melhorar o acesso às áreas urbanas durante o XVIII Congresso da Câmara Colombiana de Infraestrutura. Nas palavras do presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, “nosso objetivo também é transformar o acesso às cidades. Não vale a pena economizar tempo em viagens interurbanas se esse tempo é perdido em áreas urbanas”. Com isso, o presidente se volta ao grande desafio dos congestionamentos urbanos. Construir sistemas rodoviários surpreendentes não leva a uma infraestrutura de transporte mais eficiente e melhor se, dentro do perímetro urbano, o tráfego impede a fácil navegação nas ruas da cidade.