A torre visa melhorar, em vez de perturbar, o tecido urbano circundante. Situado entre o centro de Lakeshore East Park e o Chicago Riverwalk, o design cuidadoso dos níveis mais baixos permite uma conexão porosa entre as duas atrações. Para que isso seja possível, sistemas estruturais inovadores são implementados, elevando completamente o segundo volume do solo.
O escritório de arquitetura Populous foi escolhido para projetar uma nova arena de eventos multiuso, sem impactos para o clima e com capacidade para 20.000 pessoas em Munique, na Alemanha. A estrutura visa criar uma experiência única; um local "compacto, eficiente e visualmente deslumbrante" que será instantaneamente reconhecível e refletirá o caráter e a cultura da área metropolitana da Baviera, servindo como um novo marco. O local com capacidade para 20.000 pessoas remete-se à herança bávara através de uma estrutura de suporte que homenageia a forma de losango usada na bandeira do estado da Baviera.
As dependências de empregada estão com “os dias contados”, apesar de ainda encontrarem lugar nos novos apartamentos de luxo. A informação é de uma reportagem publicada na Folha de S. Paulo em março deste ano que diz que em 2018 menos de 1% das trabalhadoras domésticas, em sua maioria mulheres negras, moravam nas dependências de seus empregadores — um número baixo quando comparado com os 12% de 1995. Com a diminuição das profissionais residentes na casa dos empregadores, o “quartinho de empregada” estaria aos poucos deixando de fazer parte das plantas de arquitetura dos edifícios habitacionais brasileiros.
Limitar espaços em apartamentos é um desafio imposto muitas vezes pelas pequenas áreas que estes possuem. Assim, muitos projetos são solucionados através de caixilharias e mobiliários metálicos que ajudam a definir os ambientes, ao conectar todo o programa arquitetônico através da permeabilidade visual que proporcionam e permitirem que a luz atravesse por todos os cômodos.
https://www.archdaily.com.br/br/948405/elementos-de-serralheria-como-divisoria-em-apartamentos-brasileirosArchDaily Team
Em resposta aos desafios globais das cidades densas e à incapacidade de atender os 7,8 bilhões de pessoas do mundo que vivem e trabalham em áreas urbanas congestionadas, os arquitetos vêm explorando a tipologia de arranha-céus há décadas, integrando espaços comerciais e serviços públicos dentro de edifícios residenciais para oferecer aos moradores uma experiência all-inclusive.
Além de renderizações hiper-realistas e representações precisas de como são os projetos após serem concluídos, as visualizações se tornaram ferramentas para comunicar atmosferas e emoções retratadas pelos arquitetos. O uso de diferentes mídias, combinando composições arquitetônicas, arte, iluminação e muitas vezes música, gerou um novo gênero de narrativa arquitetônica que mistura realidade com imaginação. À medida que o mundo mergulha em NFTs e experimenta tecnologias de ponta para criar ambientes digitais, as visualizações podem em breve se tornar "a nova realidade".
O ArchDaily teve a oportunidade de conversar com a artista visual Ceren Arslan sobre expandir a prática de arquitetura, seu processo criativo, seu último projeto EXIT e o que o futuro guarda para visualizações arquitetônicas.
Seja para demarcar uma mudança de direção, para destacar seus primeiros degraus ou enfatizar a sua própria presença em determinado ambiente, escadas que combinam dois ou mais materiais tendem a chamar a atenção pelos diálogos estabelecidos entre as características particulares de cada material. Concreto, aço e madeira são algumas das escolhas mais comuns na composição estrutural de escadas devido à sua alta resistência e versatilidade. Mas, quando combinados, esses diferentes materiais extrapolam as suas possibilidades individuais e revelam como o design pode ser adaptado às suas peculiaridades e às conexões entre si.
A combinação de texturas, cores e acabamentos entre materiais pode impulsionar inúmeras soluções criativas para esses elementos de circulação vertical, como pode ser visto na Casa da LÂM, do AD+studio e a Casa 9A, do 23o5Studio, caracterizadas por escadas com uma base bruta e robusta que se encontra com uma leve e elegante sequência de degraus. Já a composição inversa, uma base leve combinada a uma estrutura robusta de degraus, funciona de forma engenhosa na Casa Chulavista, de Luis Carbonell e na Casa Angatuba do escritório messina | rivas, onde a base leve de madeira é seguida por degraus de concreto aparente.
Ao examinarmos a tag 3d printing no ArchDaily é visível como essa tecnologia tem se desenvolvido rapidamente. Se nos primeiros anos observávamos o conceito como um futuro distante ou com exemplos em pequena escala, nestes últimos temos observado construções inteiras impressas e volumes cada vez mais complexos sendo produzidos. Desenvolvido através da leitura de um arquivo de computador, a manufatura aditiva com concreto - ou outro material construtivo - apresenta inúmeras dificuldades para proporcionar um processo eficiente e que possibilite que a técnica construtiva torne-se realmente massificada. O exemplo do pavilhão impresso pelo consórcio De Huizenprinters ilustra bem este processo.
As cidades têm um papel fundamental na busca por soluções e políticas para reduzir os problemas que resultam nas atuais mudanças climáticas globais. As áreas urbanas são, hoje, responsáveis por mais de 70% das emissões de dióxido de carbono (CO₂) — uma das principais causas do efeito estufa e de suas consequências para o meio ambiente e para a vida de todos.
Planejamento urbano é do interesse de todos, mas não é assunto para iniciantes. Por isso, o Arquicast convidou profissionais que contribuem diretamente para o campo através de muita pesquisa e experiência prática para uma conversa. Participam do podcast Roberto Ghidini, engenheiro, observador urbano, fundador da Sociedad Peatonal e doutor em Urbanismo pela UPM (universidade politécnica de Madri); e João Flávio Folly, arquiteto, mestre em Urbanismo pela UFF e doutorando em mobilidade e Urbanismo pelo PROURB/UFRJ.
Gênova, Itália. Foto de Philip Schroeder, via Unsplash
No final de 2021, a cidade portuária de Gênova, na Itália, concedeu à população a gratuidade em passagens de transporte público. Devido ao sucesso da iniciativa, o experimento, marcado para terminar em 31 de março de 2022, foi prorrogado por mais quatro meses.
Os sistemas verticais (como elevadores e funiculares) continuarão sendo gratuitos todos os dias da semana sem limite de tempo, enquanto que o passe livre para o metrô é garantido no arco de dois horários: todos os dias das 10h às 16h e das 20h às 22h. O acesso grátis valerá até 31 de julho.
A moradia sempre será um tema e desafio para os arquitetos. Pensá-la de forma que atenda a toda a população e em contextos mais precários é uma das tarefas mais complexas, e talvez impossíveis, de serem plenamente consolidadas. Cada lugar e família sempre colocarão pontos distintos de prioridade em um projeto, motivo pelo qual recorrer a um padrão de soluções não é o ideal. No entanto, diversas propostas apresentam possibilidades de intervenção que criam uma intricada costura entre os mais distintos fatores: infraestrutura básica, programa, desejos próprios, estética, orçamento. Por isso, reunimos aqui alguns exemplos brasileiros de habitações populares, que vão desde uma casa unifamiliar até grandes blocos residenciais.
Circular Dimensions x Microscape por Cris Cichocki. Foto por Lance Gerber. Imagem Cortesia de Coachella Valley Music & Arts Festvial
O Coachella Valley Music and Arts Festival 2022, um festival anual realizado no Deserto do Colorado em Indio, Califórnia, abriu ao público na sexta-feira, 15 de abril, com instalações imersivas de 11 arquitetos, artistas e designers internacionais. Por meio de explorações de escala, luz, som e cores, as instalações contextuais exploram temas globais como conectividade, sustentabilidade ambiental, imigração, comportamento social e arquitetura, cultura pop e comunidade, e serão exibidas de 15 a 17 de abril e 22 a 24 de abril de 2022.
Nos últimos dois anos, o metaverso vem ganhando destaque, levando os arquitetos a considerar suas implicações para nossa relação com o ambiente físico e como a arquitetura pode contribuir para este novo espaço virtual. A arquitetura no metaverso não é mais um assunto marginal, tendo sido abraçada por escritórios consolidados. "O metaverso é onde grande parte da ação e inovação arquitetônica acontecerá no futuro", diz Patrick Schumacher. Sem restrições físicas, propriedades materiais e custos de construção, o metaverso desbloqueou um novo reino de expressão arquitetônica. A seguir, apresentamos algumas das várias maneiras pelas quais a profissão se envolve com o campo em expansão dos ambientes digitais.
Em seu livro mais recente, Survival of the City, o economista Edward Glaeser faz um diagnóstico dos conflitos de interesses que permeiam o debate urbano. Segundo ele, há uma oposição essencial entre os insiders — moradores tradicionais, interessados na manutenção do status quo e na valorização de seus imóveis — e os outsiders — novos moradores, interessados em moradia acessível e novas alternativas de trabalho, consumo e espaço urbano.
https://www.archdaily.com.br/br/980769/nimby-e-yimby-duas-visoes-da-cidadeAndrey Barbosa, Gabriel Nunes, Guilherme Pereira e Pedro Portes
A Assembleia Municipal de Lisboa, capital de Portugal, aprovou, por quase unanimidade, a proposta de gratuidade no transporte público para jovens até os 18 anos, estudantes do ensino superior até os 23 anos e pessoas acima de 65 anos.
O passe livre, que deve incentivar o uso de transportes coletivos, é válido para residentes na cidade. A decisão foi anunciada pelo presidente da Casa, Carlos Moedas, que ocupa função equivalente à de prefeito no Brasil.
‘PARC BLAU’ é uma proposta experimental para refletir sobre o futuro das cidades apresentada pelo estúdio de arquitetura ON-A no âmbito do Model - Festival de Arquitetura de Barcelona, ao criar um espaço para repensar como queremos viver juntos através de novos modelos urbanos.
O projeto trata-se de uma possível transformação do porto de Barcelona em um grande parque urbano, um futuro que oferece a oportunidade de resgatar a natureza no espaço, transformá-lo em parque, preenchê-lo com vida e permitir que os cidadãos o desfrutem sem renunciar aos serviços atualmente estabelecidos na região.
Você sabe o que são fazendas urbanas? Já pensou em cultivar seu próprio alimento em casa no seu jardim ou em freezers especializados? O transporte de alimentos para consumo nas cidades é um dos grandes problemas de poluição ambiental (além de financeiro) do mundo hoje.