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Casas brasileiras: 10 residências com fachada em pedra natural

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Herdado de técnicas ancestrais, o trato com a pedra natural enquanto material de construção está, historicamente, ligado muito mais à estrutura de uma construção do que à etapa de acabamentos. Com o desenvolvimento da construção civil, as pedras naturais enquanto estrutura foram substituídas por sistemas mais eficientes e baratos, como o concreto armado ou ainda a estrutura metálica e a alvenaria estrutural, abrindo espaço para o aproveitamento das pedras como acabamentos e revestimentos.

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BIG divulga masterplan educacional na ilha de Esbjerg, Dinamarca

O Bjarke Ingels Group divulgou o projeto para o Masterplan Esbjerg Strand, um campus que visa trazer uma nova abordagem à educação. O projeto Educação Esbjerg acomodará uma plataforma educacional inovadora que repensa o sistema educacional tradicional na Dinamarca. A proposta consiste em recriar uma cidade inteira em um prédio. Educação e desenvolvimento criarão uma estrutura para a vitalidade das novas comunidades, enquanto que outras funções criarão um ecossistema saudável e centrado no ser humano.

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Arquitetura no campo ampliado: conhecendo a obra de gru.a arquitetos

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Em meio à diversidade programática e à experimentação, o escritório carioca gru.a é um alento aos que desejam se aventurar pelo campo ampliado da arquitetura. Formado pelos sócios Caio Calafate e Pedro Varella em 2013, gru.a demostra o potencial da profissão quando dialoga com outras disciplinas.

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Prêmio Mies Crown Hall anuncia os quatro finalistas do MCHAP 2022 para Práticas Emergentes

O Mies Crown Hall Americas Prize (MCHAP) divulgou os quatro projetos finalistas desenvolvidos por práticas emergentes nas Américas para o MCHAP.emerge 2022, a quarta edição do prêmio.

Selecionados dentre um conjunto de 50 propostas, os quatro escritórios finalistas apresentarão seus trabalhos no próximo dia 21 de setembro no Illinois Institute of Technology, em Chicago, antes do anúncio oficial ser feito no mesmo dia. Além deste, o vencedor do prêmio principal MCHAP 2022 será anunciado em abril de 2023.

Burning Man ao longo dos anos: 7 das melhores instalações exibidas no festival anual de música e artes de Nevada

Após um hiato de três anos devido à pandemia, o festival Burning Man está de volta ao deserto de Black Rock, no estado de Nevada. De 28 de agosto a 5 de setembro, o festival receberá milhares de participantes para celebrar a música e a arte em uma metrópole temporária dedicada à "comunidade, arte, autoexpressão e autoconfiança". Para celebrar a edição de 2022, relembramos algumas das melhores instalações construídas nas edições anteriores do Burning Man.

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Postos de gasolina e carros elétricos: o que muda nas cidades

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A era dos carros movidos a gasolina está chegando ao fim com o advento das baterias e carros elétricos – e com ela, os postos de gasolina e a poluição que eles trazem para as comunidades.

Postos de gasolina, por sua própria natureza, são riscos ambientais. Dos 450 mil locais perigosos somente nos EUA, metade está contaminada por petróleo, com grande parte vindo de tanques subterrâneos vazando de antigos postos de gasolina, gerando riscos de vazamentos e explosões.

Como os novos materiais de construção priorizam a segurança humana e o bem-estar?

Espera-se que até 2050 o rápido esgotamento de matérias-primas deixará o mundo sem areia e aço suficientes para construir concreto. Por outro lado, o custo de construção continua subindo, com um aumento entre 5% e 11% em relação ao ano passado. E em relação ao seu impacto no meio ambiente, a indústria da construção civil ainda responde por 23% da poluição do ar, 50% das mudanças climáticas, 40% da poluição da água potável e 50% dos resíduos de aterros sanitários. Evidentemente, a indústria da construção civil, o meio ambiente e os humanos estão enfrentando vários desafios que são influenciados uns pelos outros, mas é o ser humano que está em maior desvantagem.

Como resposta a desafios globais como mudanças climáticas, discriminação e vulnerabilidade física, designers e engenheiros de todo o mundo desenvolveram materiais de construção inovadores que colocam o bem-estar humano em primeiro lugar em projetos urbanos, de arquitetura e de interiores.

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Do que serão feitos os móveis do futuro?

Nas conversas sobre arquitetura que estamos tendo no mundo de hoje, os materiais são um assunto muito difundido. Há discussões sobre a viabilidade do concreto no contexto contemporâneo, sobre como a madeira pode ser obtida de forma mais sustentável e sobre como materiais biodegradáveis, como o bambu, devem ser mais presentes em nossos ambientes urbanos.

Mas também precisamos falar sobre o que acontece nesses prédios – ou seja, os móveis que decoram, aprimoram e tornam habitáveis os prédios ao nosso redor. Os materiais usados para fabricar esses objetos evoluíram constantemente ao longo dos séculos e, à medida que nos aproximamos do final de 2022, vale a pena perguntar – o que o futuro reserva para os materiais que nossos móveis serão feitos?

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Interiores mexicanos: 19 cozinhas com ilhas centrais e balcões auxiliares em apartamentos

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Ao longo dos anos, o design de interiores evoluiu de acordo com as necessidades que vão surgindo, mas sobretudo com as experiências que procura evocar no usuário. Nos últimos dois anos pudemos testemunhar uma mudança radical e um interesse especial por este tema porque a pandemia obrigou-nos a dar uma atenção específica à configuração dos lugares que habitamos. Isso trouxe consigo projetos muito mais abrangentes que buscam atender o bem-estar do usuário, combinando cores, experiências sensoriais, tecnologia e elementos naturais que promovem a saúde.

Como fazer cidades mais equitativas? ICLEI lança guia para praticantes urbanos

O ICLEI Circulars lançou um novo guia prático de transições equitativas para ajudar as cidades a garantir que seus projetos de desenvolvimento urbano sejam equitativos para todos os cidadãos. O guia é baseado em múltiplos estudos de caso de cidades do mundo inteiro sob o projeto Urban Transitions Alliance. O objetivo do guia é fornecer insights, recomendações e ferramentas para que os profissionais das cidades entendam melhor e exponham o que significa equidade social ao nível local. A publicação é gratuita para download.

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Quão alto podemos construir? Materiais e métodos construtivos para arranha-céus do futuro

Muitos planejadores urbanos preveem que até 2050 mais de 6 bilhões de pessoas viverão nas cidades e, muitas vezes, em condições que expandi-las não é uma opção. Portanto, a única maneira de acompanhar a densidade crescente é construir para cima. Construir mais alto sempre traz inúmeros desafios e também uma competição não tão sutil entre os escritórios de arquitetura para terem seu nome vinculado aos maiores edifícios. Tão logo um arranha-céu é nomeado um dos mais altos do mundo, outro chega à prancheta e leva o título poucos anos depois. Embora o céu seja o limite, como isso afeta a construtibilidade dos projetos e quais feitos de métodos e materiais de construção nos permitiram construir nas nuvens?

Exposição no IMS Paulista investiga relações entre fotografia e cidade nas primeiras décadas do século XX

No dia 13 de setembro, o IMS Paulista abre a exposição Moderna pelo avesso: fotografia e cidade, Brasil, 1890-1930. Com entrada gratuita, a mostra apresenta a produção fotográfica realizada em algumas das principais capitais do país — Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife e Belém — durante a Primeira República, de 1889 a 1930. A exposição documenta reformas urbanas radicais que aconteceram no período, abordando as tensões e contradições desses processos, que alteraram as paisagens e as formas de habitar e circular nas cidades.

Como Copenhague foi projetada para encantar

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De acordo com o World Happiness Report, a Dinamarca lidera a pesquisa dos países mais felizes há anos. Copenhague, capital da Dinamarca, é conhecida por seus edifícios coloridos à beira-mar e sua arquitetura contemporânea radical, ambos refletindo o espírito alegre da cidade. A metrópole marítima é o estudo de caso favorito de um designer urbano com infraestrutura neutra em carbono, facilidade para pedestres e bicicletas, além de uma próspera esfera pública. Os designers dinamarqueses decifraram o código para construir cidades mais felizes, deixando muitos modelos a serem aprendidos.

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O Arco da Destruição: políticas de apagamento no desenvolvimentismo do Regime Militar

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Que relações entre o campo social da memória e a construção da cidade podem ser identificadas no período da ditadura civil-militar brasileira? Partimos da ideia de que a formação da cidade envolve uma série de disputas e concessões entre os mais diversos entes que compõem a sociedade. Uma vez que, como sabemos, cada agente social possui um lugar de fala diferente dos demais, as suas opressões ou privilégios são transportadas ao campo das memórias, que por sua vez se transcrevem na construção do ambiente urbano. Isto é, as opiniões e vontades de determinadas comunidades, por dotarem de mais recursos, determinam muitas vezes como os lugares serão erguidos e as narrativas tecidas sobre eles.

5 Motivos para as cidades incluírem as árvores nas ações pelo clima

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Cidades e comunidades no mundo todo estão avançando para reduzir as emissões de gases do efeito estufa (GEE) e prevenir os impactos mais perigosos das mudanças climáticas. Em geral, as estratégias focam na redução de emissões em setores como transportes, energia, habitação e resíduos. Mas existe outro setor que muitas comunidades têm subestimado em seus planos climáticos: árvores e florestas.

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Casas peruanas em desnível: 10 exemplos em corte

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Na arquitetura, um dos desafios enfrentados pelos profissionais são os projetos em terrenos inclinados. As encostas íngremes tornam possível pensar em uma arquitetura em que o visual predomina, como mirantes naturais. Uma oportunidade de trabalhar o contato com o território, a espacialidade e as diferentes alturas. Diversas soluções são possíveis, resultando em uma arquitetura única e sempre contextual.

Selecionamos 10 projetos residenciais no Peru que revelam diversas abordagens arquitetônicas em terrenos inclinados a partir de seus cortes.

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O que é densidade urbana e quais são suas vantagens e desvantagens?

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Cada vez mais pessoas vivem em espaços urbanos. O Relatório das Cidades Mundiais 2022, da ONU Habitat, revela que esse índice passou de 25% em 1950 para mais de 50% em 2020 e a estimativa para as próximas cinco décadas é que ele chegue a 58%. O levantamento indica ainda que até 2070 o número de municípios em países de baixa renda aumentará em 76% enquanto que nas nações de renda alta e média-baixa essa elevação ficará em cerca de 20%. O estudo observa também que esse cenário mostra a urgência das localidades serem projetadas e gerenciadas de maneira que o seu crescimento futuro não sobrecarregue a infraestrutura, as áreas abertas e os serviços existentes — levando a uma expansão insustentável.

Materiais de construção para aumentar a resiliência frente aos desastres naturais

As florestas de eucalipto na Austrália são conhecidas por queimarem periodicamente. Essa também é uma forma de propagação das suas árvores, já que os frutos dessas espécies, conhecidos como “Gumnuts”, possuem uma camada isolante que é rompida com o calor do fogo. Ao se abrirem, banham o solo queimado com sementes, iniciando um processo de renovação da floresta. Glenn Murcutt, arquiteto australiano, tem uma obra enraizada na paisagem do país. A inovação de suas casas é que elas não negam a possibilidade dos frequentes queimadas, mas trazem elementos que as permitem controlá-los com o mínimo possível de perda. Em suma, as residências são construídas com envoltórias de materiais muito pouco inflamáveis, sempre contam com enormes reservatórios de água e com um “sistema de inundação” que possibilita que a edificação e seu entorno imediato sejam poupados em um incêndio florestal.