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Pode a arquitetura nos tornar mais criativos?

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O que o MIT Building 20, as ágoras (praças públicas da Grécia antiga), as casas de chá britânicas do século 18 e os cafés parisienses do início do século 20 têm em comum?

Eles foram os mais criativos espaços do mundo.

As pessoas que se reuniram ali iriam interagir. Pessoas como Sócrates,  Chomsky ou Edison, trocando idéias, argumentando sobre a moral e discutindo tecnologias. Eles participaram de um discurso informal conduzidos pelo envolvimento passional.

E esses lugares, embora por razões diferentes, promoveram interação por unir as pessoas e dar-lhes um lugar para conversar. Como Jonah Lehrer disse, "os espaços mais criativos são aqueles que nos unem. É o atrito humano que gera as faíscas."

A questão, então, é: como a arquitetura contemporânea alimenta o mesmo tipo de criatividade?

Para saber mais sobre a arquitetura e seu papel na criatividade e aprendizado, continue lendo após o intervalo.

Sofá Float / Pablo Llanquin

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O projeto deste sofá, criado pelo designer chileno Pablo Llanquin, trata de buscar um estilo simples e ingênuo em termos formais e resgata algumas iconografias e padrões de mobiliário da metade do século 20 com naturalidade

Poderia uma fonte de energia estar logo embaixo de nossos pés?

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O potencial de geração de energia está escondido em muitos lugares, de  arranha-céus à pistas de esqui. Mas uma nova pesquisa mostra que uma poderosa fonte de energia está escondida bem embaixo de nossos narizes, ou pés, para ser mais exato.

Feliz aniversário Toyo Ito!

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“… o que me trai não é ver o vento, mas pensar como seria maravilhoso se pudesse existir uma arquitetura que não tivesse forma, leve como o vento.”

20 propostas vencedoras dos Prêmios Lamp Lighting Solutions 2013

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Este ano os Prêmios Lamp Lighting Solutions 2013 celebraram sua versão número cinco, organizados pela LAMP, uma empresa de iluminação técnica arquitetônica, com sede em Terrassa (Barcelona), especializada em assessorar e buscar soluções eficientes adaptáveis a qualquer projeto, com produtos e serviços inovador.

Foram mais de 600 projetos de 52 países e, entre eles, 20 foram selecionados pelos jurados para as quatro categorias: iluminação exterior arquitetônica, iluminação de interiores, iluminação urbana e da paisagem e propostas de estudantes.

Veja a seguir imagens de todos os vencedores e mais detalhes do concurso.

20 propostas vencedoras dos Prêmios Lamp Lighting Solutions 2013  - Iluminação20 propostas vencedoras dos Prêmios Lamp Lighting Solutions 2013  - Iluminação20 propostas vencedoras dos Prêmios Lamp Lighting Solutions 2013  - Iluminação20 propostas vencedoras dos Prêmios Lamp Lighting Solutions 2013  - Iluminação20 propostas vencedoras dos Prêmios Lamp Lighting Solutions 2013  - Mais Imagens+ 15

Arquitetura, Conhecimento e Escritura: como abordar um fato arquitetônico através de palavras?

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No último parágrafo da página trinta e seis de seu livro Presenças Reais, George Steiner põe em jogo uma asseveração: "Só no campo da literatura moderna, se calcula que as universidade soviéticas e ocidentais registram umas trinta mil teses doutorais por ano."1. Na página seguinte, continua sua proposição com outro dado: "Se estima que, desde fins da década de 1780, se produziram sobre os verdadeiros significados de Hamlet vinte e cinco mil livros, ensaios, artigos, teses doutorais e contribuições a colóquios críticos e especializados." (o sublinhado é meu). Steiner publicou seu livro no ano de 1989. Passados vinte e quatro anos, se pode supor que a quantidade de teses doutorais publicadas anualmente é consideravelmente maior, ademais se são postas em jogo todas as disciplinas de todas as universidades do mundo. É de supor, consequentemente, que a situação da arquitetura em quanto disciplina não seja substancialmente diferente. Portanto, a primeira pergunta que se faz este ensaio é: o que significa uma tese em meio a este hipertrofiado conjunto?

Curso Intensivo de Arquitetura Moderna (Parte 2)

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Merete Ahnfeldt-Mollerup é professor associado em The Royal Danish Academy of Fine Arts. Este artigo aparece originalmente em GRASP.

Arquitetura é inseparável do planejamento, e o grande desafio para a geração atual é o crescimento e o encolhimento das cidades. Algumas, principalmente no hemisfério Sul, estão crescendo exponencialmente, enquanto antigos centro globais no Norte estão se tornando rurais. No Sul a população ainda cresce muito, enquanto diminui na Europa, Rússia e nordeste da Ásia. O sonho do efeito Bilbao se baseou na esperança de haver uma solução rápida para os dois problemas. Bem, não há.

Cadeira para crianças Trona / Daniel Molina

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Esta cadeira, criada pelo arquiteto chileno Daniel Molina, foi pensada em função do crescimento das crianças pequenas - o que se reflete em seu desenho, que permite a regulagem da altura do assento. A base da cadeira se estrutura de modo bastante simples através de duas placas colocadas em diagonal, sobre as quais desliza o assento, que se ajusta à altura através de dois parafusos.

Yes Is More: A Filosofia do BIG

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Anders Møller é co-fundador da GRASP Magazine, onde este artigo foi originalmente publicado.

O que o internacionalmente premiado Bjarke Ingels Group (BIG) tem a ver com Friederich Nietzsche e Charles Darwin? Muito, de acordo com o fundador Bjarke Ingels, que criou uma poderosa mistura de Nietzsche e Darwin como a base filosófica da arquitetura do BIG.

Leia a seguir o fascinante artigo de Anders Møller sobre a inusitada filosofia do BIG.

Prateleira Chuck / Natascha Harra-Frischkorn

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Chuck é um sistema de prateleiras criado pela projetista Natascha Harra-Frischkorn, que se inspirou na ideia de criar um espaço individual flexível.

À primeira vista, o móvel parece ser uma simples prateleira de madeira fixada na parede, porém, um olhar mais atento revela que se trata de um sistema composto por tábulas de madeira flexíveis que se adaptam aos objetos que nela se apoiam.

Cinema & Arquitetura: "Dogville"

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E se um filme é filmado de um modo tão minimalista que sua única referência seja uma planta desenhada no chão. Então você precisa imaginar todas as informações que faltam em um tipo de extrusão mental do que é físico. É essa a maneira escolhida pelo diretor dinamarquês Lars von Trier para representar uma parábola que se passa em um povoado fictício no Colorado.

A Literatura da Arquitetura, uma conversa com Germán del Sol [Parte II]

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O Escândalo dos Bondes nos Estados Unidos

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O escândalo ou conspiração dos bondes nos Estados Unidos é uma interessante história do transporte no mundo, pelo seguinte:

Estacionar é um inferno (mas os projetistas podem ajudar nisto)

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A maior parte dos estacionamentos é gratuito - mas isso não significa que não têm um custo elevado. Um podcast recente da Freakonomics Radio examinou os estacionamentos nas cidades americanas, investigando o "custo de estacionamentos não pagos pelos motoristas" - um custo pago não só pelo governo, mas pelo meio ambiente - devido ao congestionamento e poluição causados pelas pessoas que procuram uma vaga. Por exemplo, em uma área de quinze quarteirões em Los Angeles, a distância percorrida pelos motoristas procurando por vagas é equivalente a uma viagem atravessando o EUA por dia.

Uma solução potencial discutida em um projeto de San Francisco chamado SF Park, faz uso de sensores para medir a demanda por estacionamento em certas áreas da cidade e ajustar o preço de acordo com a demanda. Em teoria, isto criaria um pequeno número de espaços vazios em cada quarterão e reduziria drasticamente o tempo que muitos motoristas gastam procurando por vagas.

Apesar da ideia ser uma inteligente abordagem ao problema de estacionamentos nas ruas, esta conversa sobre oferta, demanda e valores mais parece uma solução elaborada por um economista. O que os projetistas podem fazer para ajudar nesta situação?

Talvez, a partir da perspectiva do projetista, o verdadeiro problema dos estacionamentos nas ruas é que eles são sempre vistos como conjuntos a um edifício ou a uma região da cidade. Houve uma série de tentativas de arquitetos - algumas bem sucedidas outras tragicamente falhas - de tornar os estacionamentos um destino em si, ao invés de serem rupturas no tecido das cidades. Poderiam estas ideias apontar para outra direção?

Saiba mais sobre 3 exemplos de estacionamentos como eram no passado, e uma possibilidade futura, após o intervalo...

Desafio Pritzker: Reconhecimento na Era das Parcerias Criativas

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O Prêmio Pritzker teve um começo idealista: conquistar o reconhecimento dentro da arquitetura, uma profissão que tinha perdido há muito tempo seu status na opinião pública. O Pritzker 'costurou' essa fragmentação, celebrou a figura do arquiteto e transmitiu sua contribuição para a sociedade; um semblante criativo, um autor singular cuja singularidade o coloca além de um campo de praticantes.

O Prêmio, desde então, assumiu um papel de "guardião" do "arquiteto estrela". Embora seja inspirador que a arquitetura como profissão tenha reafirmado seu status e importância cultural, o prêmio Pritzker se colocou no centro da cena, correndo o risco de ser consumido por uma realidade sintética dentro da profissão. Se o Pritzker e outros modelos semelhantes de reconhecimento estão evoluindo, eles devem difundir transformações na prática e enfatizar as mudanças no interior da profissão.

Primeiramente, Denise Scott Brown deve ser reconhecida de forma retrospectiva. Algumas opiniões divergentes não mudam os fatos.

Leia mais sobre a (d)evolução do prêmio Pritzker após o intervalo...

A Recuperação da Calçada no Desenho da Cidade

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O principal tipo de espaço público nos Estados Unidos é a rua. Por muito tempo ela se demonstra como o suporte para a economia, servindo de cenário para o intercâmbio e interação entre clientes, comerciantes e empresários. Sob o ponto de vista de que as ruas e as cidades não são estáticas, tampouco completas, e com base de que é na calçada que surge a ideia da criação de valores, estas continuam crescendo como facilitadoras da vida urbana. Como nos rios, estes pontos de contato com a “margem” criam diversas atividades. Portanto, na medida em que nossas ruas recebem carros mais rápidos e maiores, o rio torna-se o caminho para separar a atividade que dá origem às calçadas.

Entrevista com Denise Scott Brown: “Na arquitetura faz falta menos ego e mais medo”, por El País

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O conflito de ser reconhecida pelo prêmio Pritzker junto a seu marido e sócio Robert Venturi, pôs Denise Scott Brown "no olho do furacão".

Coleção Jangada / Nicole Tomazi

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A designer brasileira Nicole Tomazi criou a coleção Jangada para a Semana de Design de Milão de 2013. Seus projetos são criados através da junção da estrutura de alumínio com bordado feito à mão com corda de poliéster, criando um interessante desenho que permite ao usuário utilizá-lo de forma versátil no cotidiano.

Confira fotos do projeto na continuação.