1. ArchDaily
  2. Articles

Articles

Formas (e emoções) puras: conhecendo a obra de spaceworkers

Subscriber Access | 

A fruição de um espaço depende de fatores múltiplos: área, iluminação, vista, temperatura, novidade. Em outras palavras, a emoção que se manifesta em uma pessoa dentro de um espaço é resultado de vários dos elementos próprios da arquitetura (intencionais ou não). Da parte do arquiteto, além do cliente ou da proposta, existe uma intenção formal, ou seja, estética, que seja digna do lado artístico da disciplina. O equilíbrio entre essas premissas são a base do pensamento arquitetônico em geral, mas o compromisso com ele é o que norteia a produção do spaceworkers, fundado por Carla Duarte, diretora financeira, Henrique Marques e Rui Dinis, diretores de criação do escritório.

Formas (e emoções) puras: conhecendo a obra de spaceworkers - Image 1 of 4Formas (e emoções) puras: conhecendo a obra de spaceworkers - Image 2 of 4Formas (e emoções) puras: conhecendo a obra de spaceworkers - Image 3 of 4Formas (e emoções) puras: conhecendo a obra de spaceworkers - Image 4 of 4Formas (e emoções) puras: conhecendo a obra de spaceworkers - Mais Imagens+ 8

Casas brasileiras: 15 residências com deck de madeira

Subscriber Access | 

Morar num país tropical significa apreciar momentos ao ar livre. Seja pelo contato com a brisa, a proximidade com a natureza ou para aproveitar o sol. Culturalmente, crescemos acostumados a brincar nos quintais, sentar com família e amigos em varandas, se divertir em churrascos ou apenas contemplar a paisagem ao redor. Para receber ou ampliar esses programas, muitas residências brasileiras adotam o deck de madeira como solução, um espaço versátil que pode receber distintos usos.

Casas brasileiras: 15 residências com deck de madeira - Image 1 of 4Casas brasileiras: 15 residências com deck de madeira - Image 2 of 4Casas brasileiras: 15 residências com deck de madeira - Image 3 of 4Casas brasileiras: 15 residências com deck de madeira - Image 4 of 4Casas brasileiras: 15 residências com deck de madeira - Mais Imagens+ 11

Carro ou ônibus: quem é mais eficiente no transporte de passageiros?

Subscriber Access | 

A crítica mais famosa do espaço desmedido ocupado pelos automóveis foi representada por um cartaz da cidade de Müenster, que compara o espaço ocupado por 60 carros, um ônibus e 72 bicicletas (todos transportando 72 pessoas). A imagem deixa evidente que o espaço ocupado pelos automóveis para transportar o mesmo número de passageiros é espantosamente maior.

Devemos considerar a madeira em projetos de habitações de interesse social?

A habitação é uma das principais premissas da arquitetura. Para muitos, o abrigo é um de seus denominadores principais. Dentro das cidades, é pauta premente e complexa. De todo modo, as iniciativas de habitação com interesse social tentam dar conta de abrigar uma parcela considerável da população, para garantir que usufruam dessa premissa-primeira da arquitetura: uma casa.

Devemos considerar a madeira em projetos de habitações de interesse social? - Image 1 of 4Devemos considerar a madeira em projetos de habitações de interesse social? - Image 2 of 4Devemos considerar a madeira em projetos de habitações de interesse social? - Image 3 of 4Devemos considerar a madeira em projetos de habitações de interesse social? - Image 4 of 4Devemos considerar a madeira em projetos de habitações de interesse social? - Mais Imagens+ 3

Onde estão as 23 cápsulas preservadas na demolição da Nakagin Tower?

Subscriber Access | 

Quando Kisho Kurokawa projetou a icônica Nakagin Capsule Tower em 1972, a estrutura pretendia concretizar os ideais do metabolismo, experimentando ideias de crescimento e adaptação inspiradas em processos biológicos. Este estilo arquitetônico surgiu no Japão pós-guerra com o objetivo de criar edifícios e megaestruturas que se assemelhassem a organismos vivos, capazes de evoluir, expandir, contrair e se adaptar às mudanças do ambiente. Seguindo essa filosofia, a Nakagin Tower era composta por 140 unidades de cápsulas idênticas, cada uma fixada individualmente em dois eixos centrais. As cápsulas deveriam ser substituídas e atualizadas a cada 25 anos, permitindo flexibilidade e mudança. No entanto, essa inovação se revelou impraticável. Quase 50 anos após a sua construção, a torre foi parcialmente demolida. No total, 23 cápsulas foram preservadas para serem reutilizadas. Atualmente, essas cápsulas estão espalhadas pelo mundo e continuam representando os ideais metabólicos.

Onde estão as 23 cápsulas preservadas na demolição da Nakagin Tower? - Image 1 of 4Onde estão as 23 cápsulas preservadas na demolição da Nakagin Tower? - Image 2 of 4Onde estão as 23 cápsulas preservadas na demolição da Nakagin Tower? - Image 3 of 4Onde estão as 23 cápsulas preservadas na demolição da Nakagin Tower? - Image 4 of 4Onde estão as 23 cápsulas preservadas na demolição da Nakagin Tower? - Mais Imagens+ 6

Cidades efêmeras: três conceitos radicais que propõem aos usuários moldarem seu ambiente

Subscriber Access | 

O conceito de uma cidade pode ser entendido como um sistema em constante transformação, no qual arquitetos e habitantes colaboram para sua concepção e remodelagem. Embora sua estrutura inicial possa ser delineada por designers ou arquitetos, a essência da trama urbana é, em última instância, moldada pela sociedade e pelas gerações que a ocupam. A questão da "autoria da cidade" frequentemente surge no contexto do planejamento urbano. Será que os arquitetos e urbanistas podem prever até que ponto uma cidade evoluirá por meio de seu projeto inicial? A resposta é não. A noção de autoria do usuário reconhece, então, que o planejamento urbano não deve ser abordado como um projeto de construção convencional, no qual os designers tentam prever todos os aspectos de forma, padrão, comportamento e cultura. Em vez disso, ela reconhece o papel desempenhado pelas pessoas na configuração da trama urbana por meio de suas preferências arquitetônicas, desenvolvimento da identidade do bairro e remodelagem contínua que contribui para a história e o espírito do lugar. Esses elementos devem ser considerados desde o início do processo de projeto, contemplando ideias relacionadas à expansão futura, infraestrutura adaptável e capacitação dos cidadãos para contribuir com a arquitetura da cidade, tornando, assim, o planejamento urbano mais democrático. Este artigo explora conceitos de cidades radicais, nas quais os designers adotam ideias de autoria dos usuários e a evolução constante da arquitetura efêmera.

Cidades efêmeras: três conceitos radicais que propõem aos usuários moldarem seu ambiente - Image 1 of 4Cidades efêmeras: três conceitos radicais que propõem aos usuários moldarem seu ambiente - Image 2 of 4Cidades efêmeras: três conceitos radicais que propõem aos usuários moldarem seu ambiente - Image 3 of 4Cidades efêmeras: três conceitos radicais que propõem aos usuários moldarem seu ambiente - Image 4 of 4Cidades efêmeras: três conceitos radicais que propõem aos usuários moldarem seu ambiente - Mais Imagens+ 8

Reconectar com a natureza: usando madeira em projetos de interiores

Diante de um mundo cada vez mais inserido nas dinâmicas dos agitados ambientes urbanos e tecnologias digitais, uma maior conexão com a natureza parece ter se tornado mais importante para o bem-estar físico e emocional das pessoas, o que perpassa, de maneira direta e fundamental, os espaços em que elas convivem. Discussões e estudos acerca de temas como a neuroarquitetura e a biofilia são cada vez mais presentes e populares no campo da arquitetura e do design de interiores contemporâneos, levantando reflexões importantes sobre uma escolha mais assertiva e consciente de uma série de elementos projetuais que compõem os ambientes que mais convivemos.

Nesse cenário, o uso de materiais como a madeira, seja em ambientes residenciais, comerciais ou corporativos, têm demonstrado efeitos positivos em como sentimos e experienciamos os espaços ao nosso redor, ao suscitarem alguma conexão com o meio natural, reconfigurando a forma como percebemos nossos ambientes de vida e de trabalho e como somos afetados por eles. Ao incorporar elementos de madeira em nossos espaços, somos capazes de criar locais de maior tranquilidade que nos permitem desconectar do estresse e da agitação da vida urbana.

Reconectar com a natureza: usando madeira em projetos de interiores - Image 1 of 4Reconectar com a natureza: usando madeira em projetos de interiores - Image 2 of 4Reconectar com a natureza: usando madeira em projetos de interiores - Image 3 of 4Reconectar com a natureza: usando madeira em projetos de interiores - Image 4 of 4Reconectar com a natureza: usando madeira em projetos de interiores - Mais Imagens+ 2

Benevides, Jundiaí e Fortaleza vencem Prêmio Cidade Caminhável

Subscriber Access | 

Para enfrentar a crise climática é urgente transformar o modo de vida nas cidades, grandes poluentes e consumidoras de energia. O uso de veículos motorizados, especialmente no transporte individual, é uma das mudanças necessárias nos centros urbanos. Cidades que ofereçam segurança para pedestres, ciclistas e uma rede eficiente de transporte público são cada vez mais fundamentais.

Incentivar o desenvolvimento de centros urbanos em que as pessoas possam se deslocar de forma ativa – a pé e de bicicleta – para suas atividades diárias é o caminho que o Instituto Caminhabilidade impulsiona. Por isso, criou o Prêmio Cidade Caminhável, que valoriza e inspira ações por cidades caminháveis no Brasil.

Carbono incorporado no setor imobiliário: a contribuição oculta para as mudanças climáticas

Subscriber Access | 

A janela para resolver a mudança climática está se estreitando; qualquer solução deve incluir o carbono incorporado. O Sexto Relatório de Avaliação publicado pelo IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas) concluiu que o mundo poderia emitir apenas 500 gigatoneladas a mais de dióxido de carbono, contados a partir de janeiro de 2020, se quisermos ter 50% de chance de ficar abaixo de 1,5 grau. Somente em 2021, o mundo emitiu cerca de 36,3 gigatoneladas de carbono, a maior quantidade já registrada. Estamos no caminho para estourar nosso orçamento de carbono nos próximos anos e, segundo o relatório, “as escolhas e ações implementadas nesta década terão impactos agora e durante milhares de anos.”

Cidades mais bem projetadas: criatividade nas áreas verdes

Subscriber Access | 

As cidades ao redor do mundo enfrentam desafios cada vez maiores em relação ao planejamento urbano e à criação de espaços públicos sustentáveis e atraentes, como áreas verdes. Diante disso, tem-se buscado novas alternativas para criar paisagens verdes nos espaços públicos das cidades. Esses lugares desempenham um papel fundamental no desenvolvimento e transformação das cidades, sendo há muito tempo o cenário das interações sociais, expressão cultural e troca de ideias.

Repensando o papel das pequenas madeireiras informais na África tropical

A África tropical abriga vastas florestas que se estendem por 3,6 milhões de quilômetros quadrados nas regiões Ocidental, Oriental e Central do continente. Essas florestas desempenham um papel crucial, fornecendo madeira para os setores de móveis, combustíveis e indústrias de papel. No entanto, a madeira ainda não faz parte da arquitetura contemporânea dessas regiões. Embora o gosto arquitetônico seja um fator, a principal razão para essa ausência está relacionada à incapacidade das indústrias madeireiras em atender aos requisitos de disponibilidade, acessibilidade, apelo estético, durabilidade e desempenho climático e estrutural da madeira. A indústria madeireira na África tropical é composta principalmente por operações informais e de pequena escala, focando principalmente no corte de toras, em vez de refinar a madeira para uso em projetos arquitetônicos ou estruturais. Apesar disso, o grande número de empresas informais na região apresenta uma oportunidade para remodelar a indústria e aproveitar os recursos florestais locais na construção de edifícios em madeira.

Repensando o papel das pequenas madeireiras informais na África tropical - Image 1 of 4Repensando o papel das pequenas madeireiras informais na África tropical - Image 2 of 4Repensando o papel das pequenas madeireiras informais na África tropical - Image 3 of 4Repensando o papel das pequenas madeireiras informais na África tropical - Image 4 of 4Repensando o papel das pequenas madeireiras informais na África tropical - Mais Imagens+ 4

A mudança na paisagem cultural da Índia em projetos contemporâneos

Subscriber Access | 

A Índia possui muitos museus, galerias de arte, bibliotecas públicas, teatros e centros de preservação do patrimônio cultural. No entanto, muitos desses locais estão abandonados e negligenciados, assim como os objetos que deveriam expor e proteger. Historicamente, o desenvolvimento da infraestrutura cultural na Índia tem sido responsabilidade do governo, o que muitas vezes resultou em um estado de estagnação. No entanto, nas últimas duas décadas, temos observado uma mudança significativa na cena cultural do país. O crescente interesse de instituições privadas abriu caminho para diversos projetos culturais, geralmente em parceria com autoridades locais. Esses projetos têm como objetivo celebrar a riqueza da cultura indiana, tanto histórica quanto contemporânea, tornando-se destinos populares para a classe média em ascensão.

A mudança na paisagem cultural da Índia em projetos contemporâneos - Image 1 of 4A mudança na paisagem cultural da Índia em projetos contemporâneos - Image 2 of 4A mudança na paisagem cultural da Índia em projetos contemporâneos - Image 3 of 4A mudança na paisagem cultural da Índia em projetos contemporâneos - Image 4 of 4A mudança na paisagem cultural da Índia em projetos contemporâneos - Mais Imagens+ 3

Madeira: os melhores artigos do ArchDaily

A madeira tem desempenhado um papel fundamental na história da arquitetura ao proporcionar às construções versatilidade e sustentabilidade. Atualmente, seu uso está se transformando, impulsionado tanto pelos avanços tecnológicos trazidos pelo uso da madeira laminada cruzada (CLT) quanto por uma crescente consciência ambiental.

A lista a seguir é um índice de artigos, notícias e projetos publicados no ArchDaily que abordam tudo o que você precisa saber sobre o uso da madeira na arquitetura, desde estratégias de design e as últimas tendências até sua aplicação em obras e materiais de construção.

Viena: uma política de habitação social fora do comum

Subscriber Access | 

A cidade de Viena tem uma política habitacional bastante elogiada. Ela realmente tem muitos méritos, mas não é necessariamente perfeita. Na verdade, a política habitacional de Viena caminhou em uma direção diferente das outras cidades europeias, o que desperta o interesse de quem estuda o tema. Nesse episódio do podcast Housing Voice, produzido pela universidade UCLA, Justin Kadi apresenta algumas características que tornam a capital austríaca um caso único. O episódio também disponibiliza uma série de artigos científicos para quem quiser se aprofundar no assunto.

Viena: uma política de habitação social fora do comum - Image 1 of 4Viena: uma política de habitação social fora do comum - Image 2 of 4Viena: uma política de habitação social fora do comum - Image 3 of 4Viena: uma política de habitação social fora do comum - Image 4 of 4Viena: uma política de habitação social fora do comum - Mais Imagens+ 1

Eficiência energética pode ser justificativa técnica para a escolha das cores nos projetos de arquitetura

As cores têm desempenhado um papel essencial na história da arquitetura moderna — desde a teoria da policromia de Le Corbusier até as concepções estéticas da Bauhaus. No entanto, estamos no início de uma era em que a interpretação e implementação das cores na arquitetura estão passando por uma mudança a partir de seu impacto no ambiente construído.

Ao longo do mês de agosto, realizamos uma chamada aberta para ouvir de nossos leitores suas previsões e opiniões sobre o futuro das cores na arquitetura. Depois de revisar uma grande quantidade de comentários, foi uma surpresa encontrar reincidências em relação à importância de considerar a eficiência energética na escolha. Confira a seguir os principais pontos de vista.