
Entre as novidades do novo programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), lançado recentemente pelo Governo Federal, está a inclusão da modalidade "melhoria habitacional". É uma introdução necessária, porque atende populações historicamente desassistidas – e as mais vulneráveis aos impactos cada vez mais frequentes e severos da mudança do clima. É preciso iniciar uma nova trajetória de desenvolvimento sustentável, justo, inclusivo e de baixo carbono. Essa transição depende do acesso a habitação de qualidade, mas também a outras infraestruturas e serviços.
Em sua primeira versão, o Minha Casa, Minha Vida teve resultados diversos. Enquanto realizou reformas de qualidade, o programa também financiou conjuntos habitacionais que hoje encontram-se degradados. São, justamente, muitas das construções da Faixa 1, destinada à população de menor renda. A degradação se deve a múltiplos fatores, que vão da má qualidade construtiva à baixa condição socioeconômica das populações atendidas e a ausência de gestão condominial.




