Juliana Terra, Fernanda Sakano, Danilo Terra e Pedro Tuma não são típicos arquitetos paulistanos. Ao menos, não na medida que o reconhecimento do escritório que lideram — Terra e Tuma Arquitetos Associados — poderia sugerir. Rejeitando a figura do gênio e dispensando a do empresário, o quarteto conduz a firma como artífices que trabalham o objeto. "Nós nos entendemos como um escritório de ofício", diz Danilo, que explica o processo de projeto como um refazer contínuo, livre de hierarquia, que envolve quatro cabeças e oito mãos.











