
A arquitetura às vezes pode ser mundana - exceto quando é uma arquitetura mimética. Esses edifícios se separam de forma única e identificável dos edifícios abstratos, metafóricos e frequentemente monótonos que classificam a arquitetura moderna. Em vez de privilegiar os arranha-céus de aço e vidro que servem como marcos em cidades ao redor do mundo, eles visam zombar da arquitetura de uma forma jovial, comercial e talvez um pouco mais funcional e expressiva. Ao contrário de outros edifícios, eles são a personificação literal de uma coisa em si, colocando sua função amplamente em exibição em vez de escondê-la entre quatro paredes austeras.
Essa arquitetura, às vezes chamada de arquitetura mimética, é um tipo de edifício amplamente conhecido no qual as estruturas são projetadas como formas familiares, como personagens, animais ou objetos domésticos. A escala fica distorcida de modo que esses itens do cotidiano se tornam habitáveis. Sem o cuidado em serem autênticos ou sérios, muitos desses prédios costumam se tornar pontos de referência ou atrações turísticas muito procuradas. Diferente de um folly, por apresentarem espaço utilizável, esses edifícios ornamentais são exagerados e se tornaram amplamente conhecidos por seu leve absurdo e sua interpretação atrevida da frase "a forma segue a função".







