
Nos últimos anos, o tema de descarbonização de edificações e cidades tem ganhado cada vez mais destaque no âmbito internacional e nacional. Entre os diferentes atores impulsionadores, destaca-se poder público, através de seus ministérios, como o Ministério de Minas e Energia (MME), o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Ministério das Cidades (MCID) e Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) que possuem diferentes políticas, programas e legislações. Instituições financeiras como bancos de desenvolvimento, como o Banco Mundial e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), e organismos internacionais, como as Nações Unidas (ONU) também têm sido atores-chave para alavancar parte dos recursos necessários para possibilitar a redução das emissões de carbono, que precisa ser cada vez mais urgente.
No coração desse processo existe toda a cadeia produtiva da indústria construção, formada principalmente por fabricantes de materiais, projetistas, construtores, incorporadores, universidades/centros de pesquisa, centros de inovação, entre outros.
Para conseguirmos reduzir a pegada de carbono dos edifícios, o primeiro passo é medir, e é imprescindível que essa medição seja feita de forma adequada e confiável. Em alguns países e cidades já se fala em regulamentações de carbono para projetos de edificações, ou em outras palavras, um valor limite, normalmente em “kgCO2-e/m²” ou “kgCO2-e/m².ano” de um dado projeto.




