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Memória: O mais recente de arquitetura e notícia

III Congresso Nacional para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural - CICOP Brasil 2021

O III Congresso Nacional para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural - CICOP Brasil 2021, é organizado pelo curso de Arquitetura e Urbanismo do Instituto Federal São Paulo- IFSP, Campus São Paulo, e pelo Departamento de História da Universidade Federal de São Paulo- UNIFESP, tendo como tema “Patrimônio cultural: fragmentos, somas, construções e distopias”.
O evento será totalmente gratuito e acontecerá em sua totalidade em ambiente virtual, entre os dias 09 e 12 de novembro de 2021.

A Comissão Organizadora do CICOP Brasil 2021 tem o prazer de convidar toda a comunidade interessada para participar por meio de submissão de artigos e solicita

Elo com o vivido: a memória e suas espacialidades

Tudo aquilo que é construído, pela força e trabalho físico e intelectual do homem, tem significado. É na matéria que encontramos resquícios de antigas civilizações, e a partir desses registros entendemos suas características, as tecnologias envolvidas e sua organização social. As cidades e os grandes centros urbanos têm camadas e camadas de acontecimentos que ficam registrados em suas ruas, edifícios, praças e parques. Muitas vezes, a depender do desenvolvimento do lugar, essas evidências vão sendo apagadas, desconsideradas e alteradas. 

Exposição do Kwame Akoto Bamfo noMemorial Nacional pela Paz e Justiça. Image © Equal Justice Initiative  Human PicturesMemorial das vítimas de feminicídio em uma cerca em frente ao Palácio Nacional da Cidade do México (2021). Image © Ixchel Cisneros SolteroA Clareira - Memorial em Utøya / 3RW Arkitekter. Image © Martin Slottemo LyngstadMuseu da Memória e dos Direitos Humanos / Mario Figueroa, Lucas Fehr e Carlos Dias. Image © Nico Saieh+ 20

Reconstrução pós-desastre: como integrar memória e identidade em um território reconstruído por completo

Desastres naturais, agravados ou não pela ação do homem, são cada vez mais frequentes no mundo atual.

O Chile é um dos países que conta com um longo histórico de desastres naturais, muitos deles ocorridos nos últimos anos, o que revela quão dramático e desanimador é para sua população. É como se o país vivesse em estado permanente de reconstrução.

Senhora, em comunidade rural na região do Maule, Chile após o terremoto seguido de tsunami em 2010. Foto de Rodrigo Álvarez / Rupert, via VisualhuntImagem de satélite do incêndio florestal que atingiu o povoado de Santa Olga. Imagem de Sentinel Hub, via Wikimedia CommonsChapas metálicas queimadas após o incêndio em Santa Olga. Foto de Esteban Ignacio, via VisualhuntVista do povoado de Santa Olga após a retirada dos escombros que restaram após o incêndio. Foto de EU Civil Protection and Humanitarian Aid, via Visualhunt+ 5

Vale do Anhangabaú: multiplicidade do espaço no imaginário

O lugar em que nascemos, onde moramos e as referências das cidades fazem parte da história e compõe nossa identidade. Será que conseguimos decifrar o que esses espaços nos contam? Será que podemos expressar nossa percepção sobre eles? O Vale do Anhangabaú anuncia parte essencial do desenvolvimento de São Paulo e integra o imaginário de quem construiu memórias ali. Esse artigo é um exercício de transcorrer diferentes temas para instigar múltiplas possibilidades, coletivas e individuais, reais e utópicas, de experienciar esse espaço.

Novo Vale do Anhangabaú: Foto: Fábio Tito/G1, 2020Imagem digital do novo projeto do Vale do Anhangabaú. Fonte: Prefeitura de São Paulo, 2015Viaduto Santa Ifigênia no Vale do Anhangabaú. Fonte: Esdras Passos, 2018Imagem digital do novo projeto do Vale do Anhangabaú. Fonte: Prefeitura de São Paulo, 2015.+ 8

Materializando o intangível: 8 memoriais ao redor do mundo

A Arquitetura é frequentemente atribuida à ideia de abrigo, desde as construções primórdias. No entanto, o memorial é um dos poucos tipos de arquitetura cuja função fundamental não é abrigar, mas sim, lembrar. Espaço que respeitosamente tem como objetivo dar memória àqueles que se foram em atos heróicos ou lamentavelmente vítimas de cruéis eventos históricos, que pode então ser entendido como um monumento ou edifício cujo propósito é fundamentado em materializar a emoção do intangível, criando uma memória coletiva e lembrada através do tempo.

A partir do Centro

A Partir do Centro é um projeto cultural composto por um ciclo de debates, workshops, entrevistas e exposição que acontecerá em espaços culturais do Centro de Vitória com o objetivo de promover a valorização da memória e do futuro. O evento de abertura ao público ocorrerá no dia 12 de março, às 19 horas, no Palácio Sônia Cabral e terá como palestrante o arquiteto e urbanista capixaba Paulo Archias Mendes da Rocha.
O projeto vai abordar temas urbanos contemporâneos, de forma transversal, tendo como ponto de partida o Centro Histórico da cidade de Vitória/ES. Dentre os eventos a serem

Bairro da Liberdade: o apagamento histórico da memória negra em São Paulo

O “Caminho Histórico Glória-Lavapés” é composto pelas ruas da Glória e do Lavapés, que interligam os bairros da Liberdade, Glicério e Cambuci situados na região central do município de São Paulo. Apesar de ter sido tombado em março de 2018 e homologado em julho de 2019 pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (CONPRESP), esse lugar ainda enfrenta problemáticas que reiteram e reforçam o apagamento histórico de memórias importantes compreendidas ao longo dessa extensão como a memória de ocupação negra, a memória morfológica do traçado da cidade colonial e a memória visual e topográfica da condição acidentada do terreno.

Memória e política: Giselle Beiguelman inaugura duas instalações de arte no Museu da Cidade em São Paulo

O Museu da Cidade inaugura no dia 04 de maio, sábado, às 11 horas, as instalações “Chacina da Luz” e “Monumento Nenhum”, da artista Giselle Beiguelman, nos espaços do Solar da Marquesa de Santos e Beco do Pinto, respectivamente. As obras discutem a perda da memória no espaço público e a relação da cidade com seu patrimônio histórico e cultural. Compostas por fragmentos de monumentos, as instalações reproduzem a situação das peças tal qual foram encontradas pela artista em depósitos públicos, como uma espécie de “ready made” do esquecimento.

A arquitetura da memória: onde habita o pensamento

O Blog da Fundação Arquia nos traz um artigo que faz uma reflexão, a partir de uma experiência pessoal, sobre como a memória não deve ser tratada de forma ascética, já não são suficientes estudos técnicos e tipológicos de um determinado patrimônio arquitetônico ou do reconhecimento das características de um local, de seus costumes ou história. A memória é emocional e, por isso, é necessário entender o verdadeiro significado do lugar e o valor dessa arquitetura que vai além do material.

I Fórum Regional do Patrimônio Cultural

Com o tema "Patrimônio Cultural e Cidadania", a primeira edição Fórum Regional do Patrimônio Cultural será realizado nos dias 17 e 18 de agosto de 2018 na cidade de Muriaé, estado de Minas Gerais e abordará, com assuntos temáticos, a relação de pertencimento e cidadania junto a preservação do Patrimônio Cultural.
O Fórum integra a programação da Mostra de Patrimônio Cultural que acontecerá entre os dias 17 e 31 de agosto e inclui oficinas de Educação Patrimonial, exposições temáticas, e a V edição do Prêmio de Incentivo ao Patrimônio Cultural.

Cidade e Memória

No dia 16 de maio, às 18h30, a professora do Departamento de Sociologia da USP Fraya Frehse realiza a última palestra do ciclo “Planos: Diálogos em Arquitetura, Urbanismo e Design”, promovido pelo Programa de Mestrado Profissional em Arquitetura, Urbanismo e Design da Belas Artes.
A partir do tema “Cidade e Memória”, Fraya contará sobre sua experiência nas áreas de antropologia e sociologia em sua interface com a história e os estudos urbanos, com destaque para as relações entre corpo, espaço público e cidade/urbanização em São Paulo, abordando em particular o que os usos corporais dos lugares públicos (com destaque para

EntreVilas: Um traçado imaginário pelas vilas operárias de São Paulo.

Em tempos de debates entorno dos índices de desemprego e déficit de moradias, o documentário interativo traça o recorte de um período onde o vínculo indústria x habitação era praticado pela disseminação de Vilas Operárias nos “subúrbios” urbanos. O lançamento oficial acontece nos dias 10 e 24 de maio.

No Brasil, a moradia na forma das vilas operárias encontra raízes em um remoto passado, como um sucedâneo da senzala. Em decorrência do processo de industrialização e do conseqüente inchaço populacional dos centros urbanos , industriais cujas fábricas desempenhavam papéis de destaque ao contexto econômico, ou “empreendedores imobiliários” da época passam a

Presidente do IAB, Nivaldo Andrade, debaterá durante a SAAU'18 no Teatro Santa Roza, em João Pessoa

O presidente nacional do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), Nivaldo Andrade, participará de uma mesa-redonda na programação da Semana Acadêmica de Arquitetura e Urbanismo (SAAU’18), que acontece entre os dias 23 e 27 de abril em João Pessoa, na Paraíba. A realização é do Instituto de Educação Superior da Paraíba (IESP). Nivaldo é o principal convidado da mesa “Memória e paisagem cultural”, realizada na terça-feira (24), no Teatro Santa Roza, a partir das 18h.

Sua discussão se encaixa em um dos eixos temáticos da SAAU’18, Tempo. O objetivo é debater sobre os processos de preservação da memória urbana. Na

Lançamento da publicação “Ó: Caminho, estrada, avenida”

O arquiteto e artista gráfico Gilberto Tomé faz o lançamento da publicação “Ó: Caminho, Estrada, Avenida” no dia 17 de fevereiro de 2018, das 11h às 20h, na rua Carijós nº 260 (esquina com Avenida Santa Marina), em um galpão que fica ao lado da Estação Água Branca da CPTM (Linha 7 Rubi).

O trabalho também será exposto dentro da estação, com as imagens coladas como cartazes [lambe-lambe] ao longo das plataformas de embarque e desembarque. A exposição na Estação Água Branca, que terá o mesmo nome da publicação, permanecerá até 24 de março de 2018. A proposta de se

Seminário Cidade, Memória e Modos de Viver

O desenvolvimento urbano nem sempre ocorre de forma coordenada com os anseios da população. O inchaço das metrópoles acarreta consequências visíveis para todos aqueles que delas precisam, como engarrafamento, desordenamento e conflitos. Ao mesmo tempo, esses desafios motivam gestores públicos, entidades de classe e a sociedade civil organizada a propor e executar soluções. Esse é o mote para a realização do Seminário “Cidade, Memória e os Desafios do Modo de Viver”, que ocorrerá no Theatro José de Alencar, em Fortaleza, de 18 a 20 de setembro. O evento é uma iniciativa do Arquiteto e Urbanista Jefferson John em parceria com

Patrimônio que te quero, Viva!

Patrimônio que te quero, Viva! é a celebração do patrimônio local é também um convite ao (re)conhecimento do passado e uma provocação para o futuro.

A partir do dia doze de maio, por meio da Secretaria Estadual da Cultura e do ProAC a biblioteca Padre José de Anchieta receberá a Exposição temporária, Patrimônio que te quero, Viva! , a mostra contará a história da Companhia Brasileira de Cimento Portland Perus - CBCPP, primeira industria de cimento do Brasil a produzir em larga escala.

A exposição tem como propósito, fazer (re)conhecido o patrimônio local para a população que o detém. Patrimônio é um

Sesc SP promove o encontro "O patrimônio ocupado: habitação, cultura e direito à memória"

Fábricas desativadas, casarões e prédios históricos abandonados têm sido ocupados, nesta última década, por coletivos de cultura ou por movimentos populares de moradia. Quais os sentidos e significados desse patrimônio ocupado? O que tais ocupações sinalizam para as políticas públicas de patrimônio?

Com base nestas questões, o Centro de Pesquisa e Formação do Sesc realiza, no dia 30 de agosto, o encontro "O patrimônio ocupado: habitação, cultura e direito à memória", que tem por objetivo trazer à discussão diferentes experiências de ocupação, ligadas à luta por moradia, direito à cidade e à memória.