Elo com o vivido: a memória e suas espacialidades

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Tudo aquilo que é construído, pela força e trabalho físico e intelectual do homem, tem significado. É na matéria que encontramos resquícios de antigas civilizações, e a partir desses registros entendemos suas características, as tecnologias envolvidas e sua organização social. As cidades e os grandes centros urbanos têm camadas e camadas de acontecimentos que ficam registrados em suas ruas, edifícios, praças e parques. Muitas vezes, a depender do desenvolvimento do lugar, essas evidências vão sendo apagadas, desconsideradas e alteradas. 

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A história é a reconstrução sempre problemática e incompleta do que não existe mais. A memória é um fenômeno sempre atual, um elo vivido no eterno presente; a história, uma representação do passado. [...]. A memória se enraíza no concreto, no espaço, no gesto, na imagem, no objeto. A história só se liga às continuidades temporais, às evoluções e às relações das coisas. A memória é o absoluto e a história só conhece o relativo. – NORA, 1984. apud BALDISSERA, BRINO, KNIES, 2014

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Sobre este autor
Cita: Giovana Martino. "Elo com o vivido: a memória e suas espacialidades " 13 Jun 2021. ArchDaily Brasil. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/962112/elo-com-o-vivido-a-memoria-e-suas-espacialidades> ISSN 0719-8906

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