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Literatura: O mais recente de arquitetura e notícia

Lançamento do livro Gustavo Penna 73/83

No dia 23 de agosto, às 19h00, no IAB SP, o projeto Gustavo Penna 73/23 – 50 anos de Arquitetura, Desenho e Palavra, lança o primeiro volume da coleção de 5 livros que serão produzidos até 2023. O livro intitulado Gustavo Penna 73/83 trata da primeira década de produção do arquiteto, seus mestres, colegas de profissão, os primeiros anos do escritório e remonta um grande quebra-cabeças cronológico.

A publicação traz ao leitor análises de pesquisadores de diferentes escolas de arquitetura: Rosana Parisi, Esther Cervini de Melo, Larissa Pereira, João Marcelo Danza Gandini, da PUC Minas Poços de Caldas; Flávio Carsalade e

Feira Compasso - Publicações de Arquitetura, Urbanismo e Design

Feira Compasso - Publicações de Arquitetura, Urbanismo e Design

Com o propósito de ampliar os canais de difusão sobre a cultura arquitetônica e urbanística, o IAB SP - Instituto de Arquitetos do Brasil - São Paulo (IABsp) e a editora Lote 42 realizarão uma feira de publicações relacionadas aos campos da Arquitetura, Urbanismo e Design.

O evento acontecerá no prédio do IABsp (Rua Bento Freitas, 306 - 1º andar - Vila Buarque 01220-000 - São Paulo - SP) no dia 21 de setembro, durante a XII Bienal de Arquitetura.

> Sobre o IABsp: http://www.iabsp.org.br/iab-sao-paulo/
> Sobre a Lote 42: http://lote42.com.br/sobre/

Editoras, livrarias e coletivos

The Finnegns' Eve 2019

O Estudio Tupi convida para sua comemoração do 32º Bloomsday Paulistano – evento que celebra a vida e a obra do escritor irlandês James Joyce (1882-1941), celebrado anualmente no dia 16 de junho. Antecipando suas homenagens para a véspera, dia 15 de junho, o Estudio Tupi celebra o Finnegans’ Eve. Promovendo uma comemoração das interseções entre arquitetura, literatura e música, o evento ocorrerá no dia 15 de junho de 2019 (sábado), às 15 horas, na Casa de Vidro – Instituto Bardi (Rua General Almério de Moura, 200 – Vila Morumbi, São Paulo – SP).

Arquitetura da memória: um conto sobre a relação da arquitetura e do bem-estar físico e mental

A arquitetura, em todas as suas formas, possui a capacidade inata de despertar as mais distintas emoções nos seres humanos. Consequentemente, muito se discute sobre a relação entre a arquitetura, a paisagem e o bem-estar das pessoas.

Na última edição do Fairytales Competition, organizado pela Blank Space no ano passado, a arquiteta Katie Flaxman (Studio 31 Landscape Architects), apresentou uma história surpreendente. Um arquiteto chamado Horace, que sofria muito com o seu frágil estado de saúde mental e sua filha, Rowan. A historia fictícia criada por Katie descreve a jornada de Horace através da arquitetura das diferentes instituições de saúde por onde ele passa, e como um bom projeto de arquitetura pode colaborar para com o bem-estar físico e mental das pessoas doentes.

Transcrevemos aqui alguns trechos da surpreendente história criada por Flaxman, acompanhada pelas elegantes ilustrações de arquitetura de Sam Wilson.

Corpo, discurso e território: a cidade em disputa nas dobras da narrativa de Carolina Maria de Jesus

Nessa tese de doutorado, a arquiteta e urbanista Gabriela Leandro Pereira explora os relatos e as disputas de narrativas urbanas da escritora mineira Carolina Maria de Jesus. Carolina é uma das primeiras e mais importantes escritoras negras do Brasil, tendo como sua obra mais conhecida o livro Quarto de Despejo. Diário de Uma Favelada - resultado do relato do cotidiano cruel de mulher negra, catadora de papel e moradora da favela do Canindé em São Paulo. A tese foi defendida em 2015 na Universidade Federal da Bahia, tendo como orientadora a Profa. Dra. Ana Maria Fernandes e recebeu o Prêmio Prêmio Rodrigo Simões de Teses de Doutorado, Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Planejamento Urbano e Regional (ANPUR) em 2017. Veja abaixo o resumo enviado pela autora.

OFICINA | Literatura e Cidade

A oficina tem como intuito desenvolver os conceitos de espaço e cidade, a partir de uma bibliografia interdisciplinar, com foco nos poemas de João Cabral de Melo Neto (O cão sem plumas), e nas narrativas de Maria de Lourdes Teixeira (Rua Augusta), João Antônio (Malagueta, Perus e Bacanaço) e Patrícia Galvão (Parque Industrial). Os quatro escritores voltam-se à cidade e interferem no espaço urbano-arquitetônico a partir do olhar do caminhante que, de alguma maneira, modifica tais espaços. Por meio das maneiras de narrar a cidade, busca-se, durante os encontros, despertar os olhares dos participantes para elementos

Conheça 5 cidades imaginárias do universo literário

“O escrito é como uma cidade, para a qual as palavras são mil portas.”
- Walter Benjamin

Não há estradas ou mapas que levem até elas. Ainda assim, muitas cidades imaginadas na literatura parecem mais palpáveis do que as reais, domando com suas centelhas fantásticas o imaginário humano. A quantidade de detalhes geográficos, culturais e sociais de cidades como a célebre Macondo, de “Cem anos de Solidão”, tantas vezes coloca uma lupa sobre as relações do território e seus habitantes.

6 Livros escritos por mulheres que tratam da cidade e suas dinâmicas

Historicamente relegadas à esfera do privado, foi somente a partir do século XX que a mulher passou, de fato, a exercer seu direito à cidade e sua dinâmicas. Até hoje, no entanto, esta apropriação é cerceada. Segundo pesquisa do Instituto Locomotiva deste ano, oito em cada 10 mulheres brasileiras têm medo de andar sozinhas à noite.

Além da questão da violência, se colocam como entraves para o pertencimento, circulação e ocupação livre do espaço público pelas mulheres a ausência de políticas que visem contemplar necessidades urgentes do gênero feminino, além de suas identidades e olhares.

Literatura e Arquitetura: Neuromancer - Lembranças de um futuro presente

A literatura é uma rica fonte para quem se interessa por imagens da cidade do futuro.  Obras como Admirável Mundo Novo (1931), Andróides Sonham com Ovelhas Elétricas? (1968); os sucessos japoneses Akira (1982)e Ghost in the Shell (1989); nos transportam instantaneamente para universos paralelos governados pela criatividade e pela imaginação de seus autores.

A arquitetura e o urbanismo presentes em obras desse gênero não são apenas cenários, adquirem uma importância , na maioria das vezes, crítica e substancial, tornando-se protagonistas nas narrativas e, no caso das distopias,  colaboram na compreensão dos males da cidade do amanhã.

6 livros de ficção para refletir sobre as cidades

Se uma cidade não foi usada por um artista, nem mesmo os habitantes vivem lá de maneira imaginativa”, disse o escritor Alasdair Gray em seu primeiro e mais conhecido romance, Lanark: uma vida em quatro livros, cuja história se passa em uma Glasgow fantasiosa. A frase de Gray, citada neste artigo do Next City, convida à reflexão sobre as várias formas que a ficção encontra para elaborar o meio urbano ao longo do tempo.

Cenários urbanos utópicos e distópicos são representados tanto na literatura quanto em filmes, quadrinhos, séries de televisão e videogames. O serviço que essas construções imaginárias prestam, muitas vezes, é o de explicitar a inquietação e a insatisfação ao mesmo tempo que expõe aspirações e esperanças de novos espaços e arquiteturas: novas cidades.

Leituras essenciais: John Ruskin e as 'Sete Lâmpadas da Arquitetura'

Esse é o segundo texto de nossa série Leituras Essenciais, onde apresentaremos textos notáveis e imprescindíveis que abrangem temas diversos, como a arquitetura contemporânea, urbanismo, arquitetura de interiores e paisagem.
Neste extrato do livro "As Sete Lâmpadas da Arquitetura", publicado em 1849 e considerado o primeiro livro completo de John Ruskin sobre arquitetura, seus estudos são destilados em sete princípios morais. Essas "Lâmpadas" destinavam-se a orientar a prática arquitetônica da época, defendendo um profundo respeito pela trama original dos edifícios existentes. O capítulo de abertura -A Lâmpada do Sacrifício- tenta "distinguir cuidadosamente entre Arquitetura e Construção", contra o pano de fundo da visão de mundo de Ruskin (muitas vezes criticada) sobre a disciplina em geral.

Cidade e Negritude: um diálogo entre Dança, Literatura e Políticas Urbanas

RODA DE DIÁLOGO
Cidade e Negritude: um diálogo entre Dança, Literatura e Políticas Urbanas

Propomos um diálogo crítico da relação entre Cidade e Negritude, através de um encontro de três pesquisadoras e das suas abordagens, a partir da dança, da literatura e das políticas urbanas.

Ana Pi nos fala das danças periféricas, ditas também danças de rua ou danças urbanas, criadas e praticadas nas grandes Metrópoles do Mundo. Tais danças são ligadas à música e ritmos da Cidade, a suas injustiças, mas também a suas possibilidades… O legado da diáspora africana, para além da dimensão da sua tragédia humana, também possibilitou reinventar

Milton Hatoum: Espaço e Literatura

Nossos parceiros da Escola da Cidade compartilharam conosco o vídeo da palestra de Milton Hatoum sobre dois de seus romances, Dois Irmãos e Cinzas do Norte, como parte do módulo de estudos sobre Manaus do curso de pós-graduação Geografia, Cidade e Arquitetura.

Sesc SP promove o curso "Entre o livro e o lugar"

Falar de lugar literário é abrir o sentido em relação aos espaços que frequentamos, a uma infinidade de significados e possibilidades. Quando um escritor narra lugares, fala da experiência poética de espaços de seu cotidiano. Adentrar a esse universo estimula a experiência sensível que faz parte do espaço que nos rodeia, enriquecendo o processo criativo na construção de visualidades.

Centro Universitário Maria Antonia promove série de encontros sobre literatura, arquitetura, filosofia e música

Em maio e junho o Centro Universitário Maria Antonia da USP promove uma série de encontros nas áreas de literatura, arquitetura, filosofia e música. A programação, que tem início no dia 5 de maio e se estende até 11 de junho, conta com cinco cursos ministrados por Adriane Duarte, Guilherme Wisnik, José Carlos Estêvão, Carlos Rennó, Andrea Piccini e Lygia Rocco.

Veja a seguir os assuntos abordados em cada um dos cursos:

Arquitetura, Conhecimento e Escritura: como abordar um fato arquitetônico através de palavras?

No último parágrafo da página trinta e seis de seu livro Presenças Reais, George Steiner põe em jogo uma asseveração: "Só no campo da literatura moderna, se calcula que as universidade soviéticas e ocidentais registram umas trinta mil teses doutorais por ano."1. Na página seguinte, continua sua proposição com outro dado: "Se estima que, desde fins da década de 1780, se produziram sobre os verdadeiros significados de Hamlet vinte e cinco mil livros, ensaios, artigos, teses doutorais e contribuições a colóquios críticos e especializados." (o sublinhado é meu). Steiner publicou seu livro no ano de 1989. Passados vinte e quatro anos, se pode supor que a quantidade de teses doutorais publicadas anualmente é consideravelmente maior, ademais se são postas em jogo todas as disciplinas de todas as universidades do mundo. É de supor, consequentemente, que a situação da arquitetura em quanto disciplina não seja substancialmente diferente. Portanto, a primeira pergunta que se faz este ensaio é: o que significa uma tese em meio a este hipertrofiado conjunto?

Invenção: Novela e Arquitetura / Germán Hidalgo Hermosilla