Um webinar gratuito sobre as estratégias de marketing essenciais para fotógrafos de arquitetura. Ministrado pelo fotógrafo de arquitetura Alexander Bogorodskiy, residente em Portugal.
Workshop de Fotografia de Arquitetura - Joao Morgado
Workshop de Introdução à Fotografia de Arquitetura com João Morgado
Este workshop oferece uma introdução prática e teórica ao universo da fotografia de arquitetura, conduzido pelo reconhecido fotógrafo João Morgado. Destinado a estudantes, arquitetos e entusiastas da fotografia, o workshop explora os fundamentos da captação de espaços arquitetónicos e urbanos, revelando técnicas que realçam o design e a estrutura dos edifícios.
O que irá aprender? Os participantes vão aprender a observar a arquitetura através da lente, descobrindo como a luz, a composição e a perspetiva influenciam a imagem. Durante o workshop, será abordado o uso do equipamento adequado, técnicas de iluminação e
Exposição de fotografia SIZA | Pedro Cardigo na Fundação Gramaxo
A obra de Álvaro Siza é revisitada pela lente de Pedro Cardigo, que regressa às origens a preto e branco das primeiras publicações de arquitetura, evocando “o jogo sábio, correto e magnífico dos volumes reunidos sob a luz” - como diria Le Corbusier. Passo a passo, ambos procuram essa luz em silêncio, revelando pacientemente o (in)esperado, o enquadramento nunca antes visto, a visão precisa do arquiteto e o registo emocional do fotógrafo, ou vice-versa. A descoberta de L'Architecture d'Aujourd'Hui, no início dos anos 50, teve um impacto profundo em Siza, desencadeando num instante a concepção das suas obras seminais, como fotografias
Sobre o livro: A cor tem um impacto enorme nas emoções humanas. Sentimos alegria, agressividade, nostalgia ou afeto, e esses humores específicos podem ter sido desencadeados por uma cor em especial. Paleta perfeita é um guia de cores único, uma ferramenta prática para artistas e designers que trabalham nas áreas de moda, design gráfico, design de interiores e têxtil, ou para qualquer pessoa que busque uma melhor compreensão da relação entre cores e emoções.
Além de uma introdução com os princípios da teoria das cores e suas experiências sensoriais e culturais, o livro conta com 15 capítulos que remetem a
“Procurando por um lugar único para passar este Natal e ter uma história divertida para contar à família e aos amigos? Junte-se a nós em nossa terceira visita de Natal à República Popular Democrática da Coreia! Que melhor lugar para passar o Natal do que no coração de Pyongyang?”
Até agora não sei se deveria ter levado a sério o anúncio. Em todo caso, no dia 24 de dezembro de 2018 embarquei no “ultra-budget tour de Natal” promovido pela Young Pioneer, uma das poucas operadoras de viagem autorizadas a levar visitantes estrangeiros à Coreia do Norte.
O ir e vir de valores arquitetônicos ao longo dos séculos demonstra a prevalência de certos parâmetros em detrimento de outros em cada período histórico. Em termos de composição, uma das leituras mais básicas gira em torno de questões de simetria e equilíbrio. De fato, um projeto não precisa ser simétrico para dar a ideia de equilíbrio compositivo. Seus elementos não precisam estar repetidos lado a lado para que o todo passe uma ideia de completude, estabilidade e… simetria, paradoxalmente. Grande parte dos projetos contemporâneos se vale de um todo compositivo equilibrado sem repetir seus elementos, inclusive.
As fotos de Líquidas e Sólidas foram tiradas ao longo de 25 anos. As primeiras foram feitas com uma câmera Polaroid Image, que era bastante popular nos anos 1990. São fotos fisicamente moles porque essa Polaroid ejetava fotos “líquidas”, que precisavam de alguns minutos para endurecer. Já as mais recentes foram feitas com uma nova Fuji Instax, que produz fotos mais duras e menos plásticas.
Estes diversos estados da emulsão fotográfica das câmeras instantâneas – líquido ou sólido ou pastoso – estão patentes nos resultados, cada um deles revelando-se mais (ou menos) plástico, resistindo ou não às ações físicas sobre
Cobertura do ginásio do Ibirapuera, com placas de alumínio. São Paulo, c. 1955. Crédito: Hans Gunter Flieg / IMS
Um dos principais nomes da fotografia brasileira, Hans Gunter Flieg (1923) atuou nas áreas da indústria, da publicidade e da arquitetura. Suas imagens documentam o desenvolvimento industrial e a verticalização do país, em especial da cidade de São Paulo, a partir da década de 1940. Em fotos com grande nível de elaboração técnica, registrou instalações industriais, máquinas, edifícios e objetos, tensionando as fronteiras entre a objetividade da fotografia documental e o rigor formal.
https://www.archdaily.com.br/br/1005601/registros-da-industrializacao-no-brasil-ims-paulista-inaugura-retrospectiva-do-fotografo-hans-gunter-fliegArchDaily Team
Marc Ferrez: Praça XV de Novembro, circa 1903 / Coleção Gilberto Ferrez, Acervo Instituto Moreira Salles
Assim como muitas instituições nacionais e internacionais que já disponibilizam parte de seus acervos em domínio público, o Instituto Moreira Salles (IMS) agora apresenta parte do seu acervo fotográfico e iconográfico para livre acesso.
A fotografia de arquitetura e cidades existe ha quase 200 anos. De 1826 para ca, o impacto, debate e relevância sobre o tema só aumentou, pois uma fotografia relevante, afinal, levanta mais perguntas que respostas.
Como a produção fotográfica voltada para os espaços construidos e alterados retrata e possivelmente transforma a arquitetura e a cidade?
Quais profissionais estão tensionando os limites desse tipo de fotografia, tanto em trabalhos comissionados quanto autorais?
Quais tecnologias utilizam e quais produtos finais, num mundo físico e digital, são apresentados?
O curso, dividido em duas partes, oferece um primeiro encontro sobre o panorama atual da fotografia de arquitetura e
É possível fotografar o tempo através das transformações no espaço urbano? Acumular passado e presente em uma mesma imagem, convidando o espectador para uma investigação visual e arqueológica? O Betoneira Podcast conversou com o fotógrafo alemão Michael Wesely sobre fotografia e cidades. Pioneiro em fotografias de longa exposição, Michael desenvolveu uma técnica que permite expor um mesmo negativo por horas, dias ou mesmo anos. O resultado é a condensação de todo o tempo de exposição em uma única fotografia, gerando imagens poéticas de grande impacto visual.
Demolições entre as ruas do Rosário e Ouvidor, avenida Central, atual avenida Rio Branco, Rio de Janeiro, 1904. Crédito: João Martins Torres / Acervo Instituto Moreira Salles
No dia 13 de setembro, o IMS Paulista abre a exposição Moderna pelo avesso: fotografia e cidade, Brasil, 1890-1930. Com entrada gratuita, a mostra apresenta a produção fotográfica realizada em algumas das principais capitais do país — Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife e Belém — durante a Primeira República, de 1889 a 1930. A exposição documenta reformas urbanas radicais que aconteceram no período, abordando as tensões e contradições desses processos, que alteraram as paisagens e as formas de habitar e circular nas cidades.
https://www.archdaily.com.br/br/987858/exposicao-no-ims-paulista-investiga-relacoes-entre-fotografia-e-cidade-nas-primeiras-decadas-do-seculo-xxArchDaily Team
O ArchDaily apresenta os projetos de arquitetura mais inovadores através do olhar criativo de fotógrafos especializados. Seus registros nos aproximam das obras, refletem a visão dos arquitetos e, sobretudo, transmitem e despertam as mais variadas emoções.
A partir de conversas com esses talentosos fotógrafos, podemos entender, pelo menos um pouco, o que eles sentem ao se depararem com um projeto arquitetônico com uma câmera na mão.
No dia 19 de agosto comemora-se o dia mundial da fotografia, ferramenta fundamental para o registro imagético da nossa sociedade. Se, por um lado, a fotografia é protagonista nos diálogos que envolvem arquitetura e cidade, retratando momentos históricos e valorizando os edifícios, por outro, ela também consegue nos guiar pelo contexto e bastidores do momento, eternizando o processo.
A fotografia de arquitetura tem sido historicamente um gênero dominado por homens, assim como a própria arquitetura e a indústria da construção em geral. Mas esse cenário está mudando rapidamente. Alguns dos maiores nomes da fotografia de arquitetura muntial agora são mulheres e no campo nacional, não é diferente. Ao enfrentar barreiras de gênero, sendo uma das principais dificuldades a exposição ao espaço público em horas não usuais, carregando equipamentos valiosos — como a fotógrafa Ana Mello já afirmou em entrevista — essas profissionais estão rompendo paradigmas e eternizando as obras com seus olhares aguçados e sensíveis.
Poucos outros materiais podem transmitir a atmosfera arquitetônica tão bem quanto o vidro. Uma escolha obrigatória para os modernistas, devido à sua natureza transparente, o vidro, ainda hoje. ocupa um lugar sólido na paleta de materiais para arquitetos de todo o mundo. Esse elemento único é o tema de Archiving Flux / Stasis, uma exposição fotográfica de Erieta Attali organizada pelo Ministério da Cultura da Grécia na Casa Romana, Ilha de Kos, Grécia, que abrirá suas portas no dia 21 de julho.
Beijing Daxing International Airport / Zaha Hadid Architects. Image by @seven7panda
Na arquitetura e no urbanismo, os movimentos de aproximação e se afastamento de determinado objeto de estudo, seja na escala do edifício ou da cidade, são corriqueiros e permitem ora visualizar melhor os detalhes, ora ter uma visão mais ampla do todo – ambas essenciais para compreensão do objeto em questão. A mudança do ponto de vista possibilita percepções distintas de um mesmo local: ao nos deslocarmos do nível térreo, ou do observador, ao qual somos habituados a vivenciar no cotidiano, para o ponto de vista aéreo, podemos estabelecer relações que se aproximam das obtidas através plantas de situação, de localização e planos urbanísticos.
Registrar os projetos arquitetônicos e urbanísticos não é só uma etapa final, mas um ato importante de preservação da memória. Neste episódio do Betoneira Podcast, o arquiteto Hugo Segawa, um dos precursores em usar a fotografia como ferramenta de pesquisa e documentação da arquitetura brasileira, reforçou o sentido de que o ato de documentar deve gerar conhecimento.