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Arquitetos: Occa Urbana
- Área: 401 m²
- Ano: 2021
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Fabricantes: Deca, Portinari


Raúl Monterroso é uma das referências quando se trata de falar sobre o movimento moderno na Guatemala. Ele não só foi um promotor da preservação do legado arquitetônico do país com sua publicação "La Guía de Arquitectura Moderna de Ciudad de Guatemala"("Guia de Arquitetura Moderna da Cidade da Guatemala"), mas recentemente colaborou com o Museo Experimental el Eco para sua Re_vista 05 com uma análise crítica intitulada "Sueños modernos, realismos mágicos y otras fantasías de ayer y hoy" ("Sonhos modernos, realismos mágicos e outras fantasias de ontem e hoje"), que procura ser uma janela para qualquer um questionar e se envolver com os valores arquitetônicos guatemaltecos.


A capela do Mosteiro Beneditino de Santa Maria de las Condes, que pode ser vista de diferentes pontos da região leste de Santiago, Chile, é um volume branco, localizado na metade da encosta do morro Los Piques.

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O design participativo é um processo democrático que visa oferecer contribuições iguais para todas as partes interessadas, com foco particular nos usuários, geralmente não envolvidos diretamente no método tradicional de criação espacial. A ideia baseia-se no argumento de que envolver o usuário no processo de concepção pode ter um impacto positivo na recepção desses espaços. Facilita o processo de apropriação, ajuda a criar locais representativos e valiosos e, assim, cria resiliência dentro do ambiente urbano e rural.

Álvaro Joaquim de Melo Siza Vieira, ou simplesmente Álvaro Siza, nasceu em Matosinhos, Portugal, em 25 de junho de 1933. Sua primeira obra – quatro casas em Matosinhos – foi construída em 1954, antes mesmo de concluir seus estudos na Escola de Belas Artes da Universidade do Porto (atual Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto – FAUP), o que veio a acontecer um ano mais tarde.

"Os detalhes não são os detalhes. Eles fazem o design." -Charles Eames. A criação de espaços atraentes que antecipem as necessidades dos usuários depende de vários fatores: escala, circulação, funcionalidade e conforto. No entanto, as últimas décadas provaram que o apelo visual de um projeto também é muito importante para o espaço interno. Neste artigo, exploraremos o lado estético do design de interiores, analisando estilos populares em todo o mundo e como arquitetos e designers usam elementos como cores, móveis, acessórios e acabamentos para definir sua identidade espacial.

Localizada em meio à vegetação, quase invisível para quem vê da rua, uma joia da arquitetura moderna brasileira se esconde no bairro paulistano do Jardim América. A Casa Zalszupin, projetada em 1960 pelo arquiteto polonês radicado no Brasil, Jorge Zalszupin, combina traços do modernismo local com influências que o arquiteto trouxe consigo da Europa, notadamente a arquitetura escandinava.

Entre senhora e arquiteta, Lina Bo Bardi aparece nas páginas da revista O Cruzeiro, tanto nas colunas femininas por seu risoto à milanesa, como nas matérias sobre cultura como a arquiteta do MASP (Museu de Arte Moderna de São Paulo). Publicada semanalmente pelos Diários Associados de Assis Chateaubriand, O Cruzeiro dispunha de notoriedade e circulação no âmbito nacional e, apesar de direcionada para donas de casa das classes mais altas, apresentava um conteúdo bem amplo, abrangendo matérias de moda, cultura, cinema, política, além de “secções (sic) de aconselhamento feminino”.

O início do século XX presenciou o nascimento da arquitetura modernista. Trouxe consigo um movimento arquitetônico principal que gerou movimentos derivados. Uma figura frequentemente vista como indivíduo definidor desse movimento é Le Corbusier, cujo tratado de 1923 Por uma Arquitetura influenciou seus contemporâneos — um manifesto que inclui a famosa frase "uma casa é uma máquina de morar" onde a boa arquitetura teria que ser intrinsecamente ligada a sua função e às exigências da indústria.

A Glass House situada na Ponus Ridge Road, New Canaan – Connecticut, foi projetada e construída, no final dos anos 1940, para ser a morada de seu autor, o arquiteto Philip Johnson. Considerada um ícone da arquitetura moderna, suas características exploram os limites entre interior e exterior. Um ano após a sua conclusão, a sua mimese, Brick House, foi construída, 25 metros à frente com o mesmo comprimento, porém metade da profundidade da casa de vidro.

