O aluguel de bicicletas se tornou algo básico para os deslocamentos urbanos em todo o mundo. Desde sua reintrodução na cultura urbana nos anos 90, este método tem se apresentado de diversas formas. Hoje em dia ele está sendo incorporado pelas grandes cidades como uma forma de aliviar o congestionamento do tráfego - uma alternativa de deslocamento para os habitantes das cidades. Um artigo do Earth Policy Institute marca o progresso exponencial dos programas de aluguel de bicicletas, apontando soluções inovadoras em diversas cidades que tornaram estes programas mais seguros, mais acessíveis e mais simples.
“nonLin/Lin Pavilion” | Coleção permanente do FRAC Centre | Orleans, França | 2011 Projeto: MARC FORNES / THEVERYMANY / Cortesia de Francois Lauginie
A Architectural League acabou de anunciar os vencedores do Range, o décimo segundo anual Architectural League Prize for Young Architects + Designers. Um dos prêmios mais prestigiados da América do Norte para jovens arquitetos, o programa exemplifica o comprometimento duradouro da Architectural League em identificar em cultivar o desenvolvimento do talento de jovens arquitetos e designers. Os vencedores deste ano são: Luis Callejas, Paisajes Emergentes, Cambridge and Medellín; Brandon Clifford and Wes McGee, Matter Design, Boston and Ann Arbor; Marc Fornes, MARC FORNES / THEVERYMANY, Brooklyn; Rafael Luna and Dongwoo Yim, PRAUD, Boston and Seoul; Skylar J.E. Tibbits, SJET, Boston; e Bryan Young, Young Projects, Brooklyn.
Nesta semana em Cinema e Arquitetura apresentamos o visualmente poderoso The Fall (no Brasil, Dublê de Anjo). Resultado de um grande trabalho de seu diretor Tarsem Singh, que viajou ao redor do mundo a fim de encontrar os locais certos para cada cena. Não é apenas sobre a diversidade desses lugares, mas também a maneira com que Singh é capaz de colocar todos esses elementos juntos como parte de um enorme mundo surrealista.
Desde o surgimento do edifício moderno de vários pavimentos, no fim do século 19, roteiristas e diretores de arte incorporam os arranha-céus tanto como pano de fundo quanto como suporte para dramas nos longas-metragens. É fácil entender o fascínio. A precariedade de um arranha-céu - sua altura, sua dependência de sistemas de emergência e de engenharia e sua segurança controlada - proporciona oportunidades abundantes para ação e desastres. E tudo com uma bela vista.
Mesmo Hollywood adorando edifícios altos, não tem os tratado bem. As tramas geralmente têm em um ceticismo geral sobre a engenharia que os tornam possíveis e muitas vezes carregam alguma mensagem moral subjacente sobre os perigos da tecnologia e do avanço.
O que é a técnica? Qual é sua essência? Onde reside? O que representa? E o que projeta? Estas são as perguntas que motivam este escrito, desde uma mirada contemporânea. Uma posta em discussão entre quatro pensadores do século XX: Oswald Spengler1, José Ortega y Gasset2, Friedrich Georg Jünger3, e Martin Heidegger.4
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The LEGO® House / BIG; Courtesy of The LEGO® Group
O esperado projeto do BIG para a LEGO® House foi lançado! Localizado no coração da cidade onde nasceu a empresa - Billung, Dinamarca - o edifício de 7.600 metros quadrados se assemelha a "gigantescos blocos de LEGO® combinados e empilhados de modo criativo para gerar uma experiência imaginativa tanto no externa quanto internamente."
Fiel às proporções originais, a estrutura de 30 metros de altura contará com diversos pontos de acesso em diferentes níveis que permanecerão abertos para receber cerca de 250 mil visitantes por ano. Além dos jardins da cobertura e a praça pública de 1.900 m², as atrações incluirão uma série de áreas de exposição que mostrarão o "passado, presente e futuro da LEGO®", um café e uma loja única de produtos da marca.
Em 2050, sete de cada dez pessoas viverão em cidades, segundo estimativas das Nações Unidas. Como já é visível, a maior parte da população mundial se estabeleceu em áreas urbanas, salientando que certas regiões protagonizaram um crescimento demográfico explosivo nos últimos anos. Frente a isso, a consultora norte americana Demographia determinou quais são as dez cidades - com 10 milhões de habitantes ou mais - de crescimento mais rápido nos últimos anos onde.
O site Atlantic Cities recentemente escreveu sobre o projeto do Schema Design, inicialmente produzido como resultado de uma chamada para projetos do Urban Data Design Challange. A intenção do desafio era usar vários métodos de visualização de dados para desenvolver constatações sobre o trânsito de três cidades: São Francisco, Zurique e Genebra.
Enquanto cidades se tornam mais conscientes de seus impactos ambientais e sociais, crescimento inteligente se tornou um termo genérico e onipresente para uma série de princípios aos quais designers e planejadores são encorajador a aderir. NewUrbanism.org listou 10 pontos que servem como guias para o desenvolvimento, similares tanto ao Local Leaders: Healthier Communities through Design do AIA quanto ao Active Design Guidelines: Promoting Physical Activity and Health in Design da cidade de Nova York. Planejadores parecem concordar em relação à natureza do desenvolvimento futuro. Mas como Brittany Leigh Foster do Renew Lehigh Valley aponta, esses pontos tendem a ser vagos: eles nos dizem "o que" mas não nos dizem "como". 10 Rules for Smarter Smart Growth by Bill Adams, do UrbDeZine San Diego, enumera maneiras de alcançar as várias metas e princípios do design que esses muitos guias encorajam.
Para sua primeira exibição em um museu em Nova Iorque desde 1980, James Turrell transformará dramaticamente as curvas sinuosas do Museu Guggenheim de Frank Lloyd Wright em um de seus maiores Skyspaces já feitos. Com abertura marcada para o solstício de verão, dia 21 de junho de 2013, Aten Reign dará forma ao vazio central do museu criando o que Turrell descreveu como "uma arquitetura do espaço criada com luz".
O coletivo Basurama se dedica desde 2001 à gestão e produção de manifestações culturais variadas. Seus projetos enfatizam a importância do espaço público como ponto de encontro e interação nas cidades, propiciando a transformação social mediante estratégias lúdicas e participativas junto da necessidade de prolongar a vida útil de certos materiais para que estes não terminem no lixo.
A última intervenção do coletivo foi nomeada “A Cidade É Para Brincar. Sou Criança De 0 a 99 Anos” e ocorreu na Virada Cultural 2013 de São Paulo, no final de maio de 2013. Saiba mais na continuação.
Attraverso utiliza vigas de carvalho que com seus nós, imperfeições e rachaduras, testemunham a passagem do tempo. O projeto foca na transformação destas enormes vigas, que possuem como única tarefa estruturar um edifício, em baús, estantes e armários.
Agora em seu 14º ano, o Cooper-Hewitt National Design Museum Design Awards reconheceu notáveis conquistas através de uma variedade de disciplinas na comunidade de design. Os prêmios foram criados para "promover o design como uma ferramenta vital na formação humanística do mundo." Este ano, os beneficiários serão homenageados em uma festa de gala em outubro, durante a Semana Nacional de Design, em Nova Iorque. O objetivo de reconhecer essas conquistas é reforçar a noção de que "tudo o que nos rodeia é projetado" e que o potencial de inovação e de criação está presente em todos os tipos de desenvolvimento. Os vencedores dos prêmios de design deste ano foram selecionados com base na excelência, inovação e impacto ao público.
A iniciativa tomada por Hans Dieter Temp, um alemão que vive em São Paulo, mudou consideravelmente a paisagem de sua vizinhança e está alinhada a algumas interessantes estratégias de ocupação do solo e desenvolvimento urbano: o empresário ajudou a transformar em horta um terreno baldio adjacente à sua casa. A partir desta iniciativa, outros espaços foram, também, se transformando, gerando a ONG Cidades Sem Fome.
Por José Tomás Franco via Plataforma Arquitectura. Tradução Archdaily Brasil.
O designer holandês Roel de Boer criou um novo conceito de moradia que combina perfeitamente a vida da cidade com a natureza. Sua idéia é gerar unidades de vida que se organizam em formas orgânicas nos troncos das árvores da cidade, acima do caos urbano da rua. A proposta reduz a casa ao básico, oferecendo um pouco mais do que um lugar para dormir, mas propõe espaços comunitários que trazem outros serviços.
Por Alexandra Molinare, via Plataforma Arquitectura. Tradução Archdaily Brasil.
Essa semana em Tecnologia e Arquitetura apresentamos o grupo espanhol Factoría5 Studio formado por cinco jovens arquitetos: Juan López, Mário Pérez,Manuel López, Mar Parreño e José Carlos Román.
Todos eles praticavam a elaboração de imagens virtuais enquanto eram estudantes e, devido à falta de trabalho, se organizaram para dedicar-se a este importante aspecto da arquitetura, fechando muitos contratos e encomendas em apenas dois anos de experiência no mercado.
A seguir apresentamos uma entrevista exclusiva com Factoría5 Studio e uma seleção de suas melhores imagens.
Confirmado o primeiro projeto da laureada do Pritzker de 2004, Zaha Hadid, no Brasil. Trata-se do projeto de um hotel na Avenida Atlântica, no Rio de Janeiro, no local onde hoje se encontra a conhecida “Casa das Pedras”, última residência da avenida.
Jane Jacobs reverenciava o West Village. Era um bairro movimentado, animado pela sua diversidade social, espacial e funcional. Tinha diferentes tipos de construção e funções, o que significava que as pessoas estavam sempre em lugares para diferentes fins, tinha quadras pequenas, que apresentam maior variedade de tráfego de pedestres. Tinha muitas construções antigas com baixa renda que "permitiam usos individualizados e criativos", e, mais importante, tinha todos os tipos diferentes de pessoas. Como resultado, os moradores de West Village poderiam estabelecer relações casuais e informais com pessoas que elas não poderiam ter tido a oportunidade de conhecer de outra forma.
Sem estas características necessárias, Jacobs previu "não há convivência pública, nenhum fundamento de confiança do público, sem ligações cruzadas com as pessoas necessárias - e nenhuma prática na aplicação das técnicas mais comuns da vida pública da cidades".
Simplesmente mudando algumas palavras, não é difícil imaginar Jacobs descrevendo escritórios em vez de cidades. Os edifícios possuem diferentes espaços internos, como escritórios individuais ou espaços de encontro, mesas são casas, calçadas são corredores ou espaços de circulação, etc
Se o escritório é uma cidade pequena microcósmica, então o subúrbio é o escritório cubículo-espalhado, e o Google pode ser o West Village. E "a análise estatística espacial e de interação interpessoal, é o planejamento urbano do escritório."
Para descobrir o que ambientes de trabalho criativos podem aprender a partir da composição das cidades, continue lendo após o intervalo...
https://www.archdaily.com.br/br/01-117881/pode-a-arquitetura-nos-tornar-mais-criativos-parte-ii-ambientes-de-trabalhoJonathan C. Molloy
O Pavilhão da Serpentine Gallery 2013, projetado pelo arquiteto japonês Sou Fujimoto,foi concluída e abriu as suas portas para a imprensa. E nós compartilhamos com nossos leitores as fotografias de Iwan Baan. Fujimoto realizará uma palestra para um grupo pequeno de participantes neste sábado, quando o pavilhão abre suas portas para o público. A estrutura semi-transparente estará aberta até 20 de outubro.
Fijumoto (41 anos) é o arquiteto mais jovem a receber a missão de construir o famoso pavilhão, assim como os renomados arquitetos Herzog & de Meuron e Ai Wei Wei (2012), Peter Zumthor (2011), Jean Nouvel (2010), SANAA (2009), etc. O arquiteto descreve seu trabalho como "... uma paisagem artificial: um terreno transparente que incentiva as pessoas a interagir e explorar o lugar de várias maneiras com o contexto de Kensington Garden, eu vejo o verde vivo do entorno unindo-se com a geometria construída.Um novo ambiente é criado, quando o natural e o artificial fundem-se, não só o arquitetônico, não somente o natural, mas uma única união de ambos. "
The Guardian realizou artigos e algumas reportagens em vídeo por Oliver Wainwright.
Mais imagens por Iwan Baan a seguir. Você pode ler o artigo Em construção aqui.
A cada dois anos, o Conselho Internacional de Sociedades de Design Industrial escolhe uma cidade dentre seus mais de 50 países membros como “Capital Mundial do Design”. Este reconhecimento é outorgado às cidades que, de alguma forma, implementaram o design como uma ferramenta para melhorar a vida cultural, econômica e social, a fim de converter os lugares em zonas mais atrativas, competitivas, eficiente e habitáveis. Com a criação de uma agenda composta por eventos relacionados ao design que se estende durante um ano, a menção também significa um desafio em detectar e remediar problemas urbanos que, em alguns casos, se arrastam por vários anos.
Em suas três versões passadas – Turim (2008), Seul (2010) e Helsinque (2012) – cada Capital do Design aproveitou para difundir suas realizações e criar novas estratégias junto a especialistas do Conselho, para servir de exemplo às demais nações. Nos próximos anos, as práticas surgidas nestes encontros estarão carregadas de história e segregação, porque serão provenientes da Cidade do Cabo, África do Sul, escolhida como a Capital Mundial do Design 2014.
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Cortesia de Riverhead Books - Animação de Steven Johnson em "Where Good Ideas Come From"
O que o MIT Building 20, as ágoras (praças públicas da Grécia antiga), as casas de chá britânicas do século 18 e os cafés parisienses do início do século 20 têm em comum?
Eles foram os mais criativos espaços do mundo.
As pessoas que se reuniram ali iriam interagir. Pessoas como Sócrates, Chomsky ou Edison, trocando idéias, argumentando sobre a moral e discutindo tecnologias. Eles participaram de um discurso informal conduzidos pelo envolvimento passional.
E esses lugares, embora por razões diferentes, promoveram interação por unir as pessoas e dar-lhes um lugar para conversar. Como Jonah Lehrer disse, "os espaços mais criativos são aqueles que nos unem. É o atrito humano que gera as faíscas."
A questão, então, é: como a arquitetura contemporânea alimenta o mesmo tipo de criatividade?
Para saber mais sobre a arquitetura e seu papel na criatividade e aprendizado, continue lendo após o intervalo.
https://www.archdaily.com.br/br/01-117575/pode-a-arquitetura-nos-tornar-mais-criativosJonathan C. Molloy
Já imaginou uma cidade sem calçadas ou semáforos? A primeira coisa que vem à mente é “caos”, mas foi o que a cidade de Poynton (Inglaterra) fez, apostando no efeito contrário: segundo o vídeo, tirar o controle de tráfego da sinalização e confiá-lo às pessoas faz com que elas prestem mais atenção e se respeitem mais. O resultado é que os motoristas dirigem mais devagar e os pedestres encontram menos obstáculos, o que é especialmente útil para deficientes visuais, físicos e ciclistas. A sinalização dos espaços por onde transitar é feita no chão, usando diferentes tons e texturas. Confira o vídeo na sequência:
O projeto deste sofá, criado pelo designer chileno Pablo Llanquin, trata de buscar um estilo simples e ingênuo em termos formais e resgata algumas iconografias e padrões de mobiliário da metade do século 20 com naturalidade
A destruição de um parque, ou melhor, a destruição do último grande parque do centro de Istambul foi o que gerou a manifestação de milhares de pessoas nesta e em outras cidades da Turquia.
O governo turco decidiu que o Parque Gezi – localizado junto à Praça Taksim, uma das principais praças de Istambul – seria substituído por um novo shopping center. Isso fez com que, um dia antes das máquinas chegarem ao local, um pequeno grupo de pessoas decidisse ocupar o parque para evitar sua destruição.