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Jan Doroteo

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Guia de arquitetura do Rio de Janeiro: 21 lugares para conhecer na cidade maravilhosa

Rio de Janeiro dispensa apresentações. Uma cidade de contrastes, tão diversa nas suas pessoas, natureza e arquitetura. Seus edifícios históricos de influência europeia, os ícones modernos do século XX e as recentes obras assinadas por arquitetos internacionais garantem um lugar no mapa da arquitetura mundial e pontuam a paisagem urbana da segunda maior cidade do Brasil.

Um pequeno luxo: o que as "Tiny Houses" realmente dizem sobre arquitetura?

Após um piloto bem sucedido em Boston e US$ 1 milhão em capital, uma startup chamada Getaway lançou seus serviços para os nova-iorquinos. A empresa permite que os clientes aluguem uma coleção de “pequenas casas” localizadas em ambientes rurais isolados ao norte da cidade. A partir de US$ 99 por noite, o serviço espera oferecer alívio para pessoas da área urbana que procuram se desconectar e se “encontrar”. A empresa foi fundada pelo estudante de Business Jon Staff e pelo estudante de Direito Pete Davis, ambos da Universidade de Harvard, a partir de discussões com outros estudantes sobre os problemas com habitação e a necessidade de novas ideias para abrigar uma nova geração. A partir disso, surgiu a ideia de introduzir a experiência da Tiny House para aqueles que vivem nas áreas urbanas através de aluguéis de fim de semana.

Inspiradas na noção de micro habitação e na poderosa retórica do movimento das Tiny House, iniciativas como a Getaway são parte de uma série de propostas arquitetônicas que surgiram nos últimos anos. A redução no tamanho tem sido citada por seus adotantes como uma solução para a inacessibilidade da moradia e uma fonte de liberdade da insidiosa escravização capitalista de "acumular coisas". Cidades altamente desenvolvidas e urbanizadas como Nova Iorque parecem estar liderando o caminho para a redução: no ano passado, Carmel Place, um projeto especial de micro residências projetado pelo escritório nARCHITECTS, foi finalmente concluído em Manhattan para fornecer estúdios muito menores do que os atuais da cidade, com a medida mínima de 400 pés quadrados (37 metros quadrados). Muitos, incluindo Jesse Connuck, não conseguem ver como a micro habitação pode ser uma solução para a desigualdade urbana, mas julgarmos que, a partir do sucesso inicial de startups como a Getaway, a microarquitetura mantém amplo apelo público. A satisfação do usuário não é o objetivo final da arquitetura? Nesse caso, é importante investigar a engenhosidade por trás desses espaços subdimensionados, mas muitas vezes superfaturados.

© thebearwalk.com © Kataram Studios © Roderick Aichinger © Kataram Studios + 26

8 dicas para criar seu portfólio de arquitetura on-line

Por que devo ter um portfólio on-line?

Uma parte do trabalho em arquitetura inclui disponibilizar no mercado suas habilidades. "Um minuto de networking" é uma habilidade que muitos arquitetos aprendem a fim de serem bem sucedidos no campo criativo, mas ter o dom da palavra não basta, é preciso mostrar seu trabalho. Se você tem um portfólio on-line que é acessível com apenas com uma conexão com a internet, o seu trabalho pode ser convenientemente mostrado durante suas conversas.

A coisa mais importante para se levar em consideração é que, como o seu currículo impresso, o portfólio on-line é uma ferramenta para ajudá-lo a avançar em sua carreira, por isso, deve ser útil para seus objetivos.

A seguir apresentamos oito perguntas que você deve responder a si mesmo ao criar um portfólio on-line:

Marwa Al-Sabouni explica como a arquitetura síria estabeleceu as bases para a guerra

Em 2014, a arquiteta síria Marwa Al-Sabouni venceu a categoria Síria no concurso de habitação coletiva da UN Habitat com um sistema de habitação que ela desenvolveu para a cidade de Homs, sua cidade natal. Agora, mais de dois anos depois, a Thames and Hudson publicou seu livro Battle for Home: The Vision of a Young Architect in Syria. Durante todos estes eventos, al-Sabouni permaneceu na Síria, e como disse o The Guardian: "Com bombas caindo em torno dela, a arquiteta síria Marwa Al-Sabouni permaneceu em Homs durante a guerra civil, fazendo planos para construir esperança a partir da carnificina."

Nesta palestra TED, Al-Sabouni argumenta "que, embora a arquitetura não seja o eixo em torno do qual toda a vida humana orbita... ela tem o poder de... direcionar a atividade humana". Ela acredita que as antigas cidades islâmicas da Síria foram, outrora, harmoniosas entidades urbanas que advogavam pela co-habitação e tolerância através de seus tecidos. No entanto, ela afirma que durante do último século, começando com a colonização francesa, as antigas cidades eram vistas como não modernas e foram gradualmente "melhoradas" com elementos da modernidade: "blocos de concreto brutos e sem acabamentos, devastação estética e divisões comunitárias que zonearam as comunidades por classe, credo ou ascendência." Essa condição urbana, ela argumenta, é o que criou as condições para a revolta que se tornou guerra-civil.

9 razões para se tornar um arquiteto

Tomar a decisão de fazer arquitetura não é fácil. Frequentemente jovens estudantes pensam que têm que ser talentosos no desenho, ou serem especialistas em matemática já na hora de se inscrever no vestibulares para arquitetura. Uma vez dentro, muitos estudantes se sentem sobrecarregados com a grande quantidade de tarefas pela frente. 

Ao passo que o caminho para se tornar um arquiteto varia de país para país, o tempo médio para se graduar em arquitetura costuma ser de 5 anos, e após isso existe frequentemente o fardo adicional do licenciamento que dura outros dois anos. Conhecendo esses números, não é muito encorajador descobrir que o arquiteto médio não ganha tanto quanto os médicos ou advogados, ou que 1 em cada 4 estudantes de arquitetura no Reino Unido estão procurando tratamento para questões de saúde mental. Esses são os aspectos que a arquitetura precisa trabalhar enquanto indústria. No entanto, apesar desses problemas, existe ainda uma série de razões muito gratificantes para se apaixonar pela indústria e se tornar um arquiteto. Aqui estão apenas algumas delas.

20 TED Talks de assuntos diversos que podem ser úteis aos arquitetos

Há mais de três décadas, a Conferência Anual TED e seus muitos eventos afiliados têm servido como importantes plataformas para, como eles mesmos colocam, "divulgar ideias que valem a pena" e inspirar pessoas com suas apresentações rápidas e provocativas. Fundado em 1984 pelo arquiteto e designer gráfico Richard Saul Wurman, já houve inúmeras apresentações sobre arquitetura nas diversas conferências -- mas há muitas outras palestras inspiradoras que não são necessariamente sobre arquitetura. Compilamos, a seguir, uma lista com os 20 melhores TED Talks dos últimos anos que, embora não tratem diretamente da arquitetura, certamente atrairão os arquitetos. Abordando uma variedade de tópicos, como criatividade, arte, produtividade, avanços tecnológicos, ciência das cidades e ambiente natural, estes vídeos podem lhe ajudar a se tornar um arquiteto melhor.

Que TED Talk sobre outro assunto que não arquitetura lhe inspirou? Deixe suas sugestões na seção e comentários a seguir.

4 formas de se vestir como um arquiteto

1. Tudo preto.
2. Preto com um pouco de cinza.
3. Preto com um pouco de branco.
4. Combinação de diferentes tons de preto. 

Em foco: Shigeru Ban

Shigeru Ban, nascido em 5 de agosto de 1957, é um arquiteto japonês vencedor do Prêmio Pritzker 2014 por sua significativa contribuição às inovações na arquitetura e filantropia. Sua habilidade de em aplicar conhecimentos convencionais em diferentes contextos resultou uma obra caracterizada pela sofisticação estrutural e uso de técnicas e materiais pouco convencionais.

26 coisas com as quais todos os arquitetos podem se identificar

Trabalhar com arquitetura é sempre uma experiência desafiadora e você nunca sabe o que pode acontecer a seguir. Dito isso, aqui estão algumas coisas que nós todos podemos nos identificar como parte desta indústria. Compilamos uma lista de coisas que nos são bastante familiares — seja relacionadas a projetos construídos, contato com clientes ou apenas com pessoas que não fazem ideia do que se passa na arquitetura. Esquecemos alguma coisa?

Passeio virtual por seis fortalezas europeias selecionadas pelo Sketchfab

Hoje, graças a nossa parceria com Sketchfab, te levamos em um tour virtual por algumas das fortalezas históricas mais impressionantes em toda Europa. Projetos de castelos e fortificações são particularmente interessantes por sua implantação estratégica e mecanismos de defesa. Como marcos da reivindicação territorial, esses complexos são feitos para serem auto-sustentáveis durante conflitos e contém não apenas fortificações de defesa, mas um conjunto de estruturas de suporte como capelas, escolas, e habitações. Isso faz com que esses complexos funcionem como vilarejos dentro de um vilarejo. Esses modelos detalhados do Sketchfab nos permitem compreender as estratégias de planejamento urbano em diferentes lugares e períodos históricos.

Para uma experiência ainda mais imersiva, todas estas maquetes podem ser vistas com dispositivos de realidade virtual como Google Cardboard.

21 tipos de arquiteto que podemos encontrar no escritório

A arquitetura pode ser praticada em um campo bastante amplo. Ela é uma indústria em que os "personagens" são uma parte intrínseca do trabalho. Todos somos arquitetos e todos vivemos para projetar, mas somos muito distintos. Assim, compilamos uma lista com 21 tipos diferentes de arquitetos que você poderá encontrar em algum momento da sua carreira.

Arquivo: O Serpentine Pavilion ao longo dos anos

Com duração de quase duas décadas, a exibição anual do Serpentine Gallery Pavilion tornou-se um dos eventos mais esperados tanto para a comunidade de arquitetos londrinos quanto para comunidade global. Na edição deste ano foi apresentado não apenas um pavilhão, mas quatro "casas de verão" adicionais, evidenciando que programa não mostra ainda nenhum sinal de abrandamento. Cada um dos dezesseis pavilhões anteriores foram instigantes, deixando uma marca indelével e forte mensagem à comunidade arquitetônica. E mesmo todos os pavilhões sendo removidos após suas curtas temporadas de verão para ocupar propriedades privadas distantes, eles continuam sendo compartilhados através de fotografias e em palestras de arquitetura. Com o lançamento do Pavilhão, que ocorreu dia 16 de junho, vamos olhar para trás e relembrar todos os pavilhões anteriores e sua importância para o público arquitetônico.

Serpentine Pavilion 2013. Imagem © Neil MacWilliams Serpentine Pavilion 2000. Imagem © Hélène Binet Serpentine Pavilion 2006. Imagem © John Offenbach Serpentine Pavilion 2015. Image © Iwan Baan + 38

Pavilhão flutuante de madeira atrai a atenção no Manifesta 11 em Zurique

No último dia 11, a Bienal Europeia de Arte Contemporânea, também conhecida como Manifesta, deu início aos seus cem dias de duração na cidade de Zurique, Suíça. O elemento central do festival é uma plataforma flutuante de madeira no Lago Zurique, conhecida como Pavilhão das Reflexões. A estrutura temporária foi projetada e construída pelo Studio Tom Emerson e uma equipe de trinta estudantes do ETH Zurich. Christian Jankowski, curador do Manifesta 11, descreveu a exposição como "uma plataforma flutuante multi-funcional com uma gigantesca tela de LED, um apoio para os espectadores, uma piscina e um bar."

© Laurian Ghinitoiu © Laurian Ghinitoiu © Laurian Ghinitoiu © Laurian Ghinitoiu + 14

Deixe o edifício "respirar" com este novo sistema de fachadas pneumáticas

Você já viu algum edifício que respira através de milhares de poros? Isso pode se tornar realidade graças ao projeto Breathing Skins de Tobias Becker. Baseada na ideia de biomimese, a tecnologia é inspirada em peles orgânicas que ajustam sua permeabilidade para controlar a iluminação e temperatura interna e externa. Além desses benefícios de desempenho, a aparência em constante mudança dessas fachadas proporcionam uma rica interação entre o ambiente externo natural e os espaços internos habitáveis.

Cortesia de Breathing Skins Project Cortesia de Breathing Skins Project Cortesia de Breathing Skins Project Cortesia de Breathing Skins Project + 8

Descubra toda a glória da arquitetura comunista de Nova Belgrado

No outono de 2014, Piotr Bednarski, um fotógrafo de arquitetura de Varsóvia, visitou a cidade de Nova Belgrado, uma cidade planejada construída em 1948. Lá, ele instantaneamente se apaixonou pela arquitetura do período comunista daquela região. Ele escreve:

Em Varsóvia, de onde venho, a maior parte dos edifícios residenciais do período comunista foi transformada em blocos coloridos, kitschy... Ver a densa, crua e desolada arquitetura modernista e redescobrir a atmosfera de minha infância me fez apaixonar pela cidade. Vi pessoas de diferentes contextos vivendo pacificamente em um mesmo lugar.

Desde aquela primeira viagem, Piotr retornou várias vezes para registrar a cidade de diversas formas provocadoras, mostrando grandes vistas da paisagem construída, das ruas, e até imagens dos interiores dos apartamentos ocupados. Seu trabalho consiste em um ensaio fotográfico contínuo que está sendo publicado pela primeira vez aqui no ArchDaily. O fotógrafo acredita que ainda há muito a ser registrado em Nova Belgrado, e que sua passagem pela cidade ainda não terminou.

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Norman Foster explica como drones em Ruanda podem abrir caminho para um novo modelo de cidade

Em setembro passado, o escritório Foster + Partners divulgou detalhes de seu projeto para o aeroporto de drones em Ruanda, uma iniciativa humanitária que busca alavancar soluções para os problemas de infraestrutura em economias emergentes. Neste vídeo, Foster e outros envolvidos no projeto explicam os processos por trás da realização do aeroporto de drones e de sua participação na Bienal de Veneza deste ano.

Uma conversa com Koolhaas, Foster e outros na Bienal de Veneza 2016

No dia 28 de maio, alguns ilustres arquitetos, entre eles Rem Koolhaas e Norman Foster, se reuniram no primeiro dos "Meetings on Architecture" - uma série de discussões organizada por Aravena na Bienal de Veneza 2016. Sob o tema "Infraestrutura", cada convidado contou histórias acerca de seus projetos na Bienal e respondeu a questões colocadas pelo público.

Sobre a série de palestras, Aravena comenta: "organizamos elas em torno de temas, mas a arquitetura, por essência, sempre integra mais que uma dimensão. Estes encontros serão, então, um modo de receber  a partir dos próprios autores a riqueza e complexidade do ambiente construído, e o que é necessário para atingir isso." Ao mesmo tempo que destacou alguns projetos únicos, este primeiro focou na urbanização de economias emergentes e os processos sócio-políticos e efeitos de se realizar estes projetos urbanos.