Não são imagens “photoshopadas” nem alteradas de alguma forma, ao contrário, as palavras estão realmente pintadas nas casas, escadarias, muros e passagens.
Trata-se de duas intervenções urbanas do coletivo artístico Boa Mistura realizadas na Espanha e na Sérvia onde, dependendo do ponto de observação, deparamo-nos com um efeito ótico que rearranja as imagens compondo palavras perfeitamente legíveis a partir de traços irreconhecíveis.
Veja, a seguir, algumas imagens de cada uma das intervenções.
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OURO: Eco-Techno Park: Centro empresarial sustentável. Cortesia de Holcim Foundation
Equipes a Turquia e do Líbano receberam as honrarias máximas no Holcim Awards 2014 regional África e Oriente Médio, um prêmio que reconhece as maiores inovações em projeto e construção sustentável. Entre os três vencedores está um centro de pesquisa e tecnologia sustentável em Ancara, Turquia.
Os 12 projetos reconhecidos compartilharão o prêmio de US$ 300 mil e os três primeiros lugares concorrerão no Holcim Awards Global em 2015.
Veja a lista completa de vencedores da África e do Oriente Médio, a seguir...
Os arquitetos de Serrano + Baquero Arquitectos compartilharam conosco seu projeto "Viagem ao Interior de um Horto", a recuperação de um horto abandonado na localidade de Nigüelas, em Granada, Espanha. Seu projeto não é apenas um exercício de memória, mas também proporciona a seus habitantes um novo espaço público que reativa o horto - agora de gestão coletiva - e inclui um parque e um palco para um cinema de verão, apresentações e concertos.
O Congresso Internacional Pluridisciplinar: Proporção (des)harmonias e identidades – PHI- organizado pela Faculdade de Arquitetura a Universidade de Lisboa - propõe uma reflexão pluridisciplinar, aberta a toda a comunidade acadêmica e científica acerca da harmonia e proporção com o intuito de avaliar a pertinência da temática e a sua compreensão nas diversas áreas em que se projeta.
Um grupo de 10 participantes, em parceria com a comunidade local, trabalhou com a temática “hortas urbanas”. Após um período de pesquisas para compreender o lugar e seus moradores, o grupo decidiu criar estruturas de apoio para jardins em três diferentes áreas do bairro.
Com mais de 7 bilhões de pessoas habitando o planeta, o maior crescimento populacional no último século aconteceu nas áreas urbanas. Agora, uma nova série de mapas interativos intitulados "The Age of Megacities" e desenvolvidos pela companhia de software ESRI permite-nos visualizar esses dramáticos efeitos e ver como o crescimento moldou a geografia de 10 das 28 maiores cidades do mundo. Definidas como áreas de desenvolvimento urbano contínuo com mais de 10 milhões de pessoas, o número de megacidades no mundo tende a aumentar; e enquanto Tóquio ainda lidera a lista das maiores megacidades , outras gigantes da Ásia estão se aproximando rapidamente.
Mais de 6.000 garrafas de plástico foram utilizadas pelo coletivo espanhol luzinterruptus para construir um labirinto que tinha como objetivo evidenciar a grande quantidade de plástico consumida diariamente e que poderia ser reutilizada.
A CEMEX divulgou os finalistas internacionais do XXIII Building Awards, que tem como objetivo reconhecer internacionalmente os melhores projetos de arquitetura e construções. Divididos em três categorias, os prêmios abrangem projetos habitacionais, institucionais/industriais e de infraestrutura de grande escala, construídos no ano de 2013 e que se destacam por suas soluções construtivas, estética e técnicas inovadoras.
Os vencedores dos prêmios internacional e nacional serão anunciados no dia 05 de novembro. Conheça a seguir os finalistas internacionais e veja os finalistas nacionais (mexicanos) do XXIII Building Awardsaqui.
No último episódio do podcast 99% Invisible, Roman Mars aborda o trabalho do arquiteto pouco conhecido Friedensreich Hundertwasser, frequentemente citado por suas formas curvas e coloridas. De seu nome a suas ideias pouco usuais transformadas em manifestos, é evidente que Hundertwasser não foi um arquiteto comum. Ouça o podcast e confira alguns dos trabalhos desse artista e arquiteto austríaco, a seguir.
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Cena do filme Manhattan de Woody Allen, 1979
Cada vez mais, falar de arquitetura nos leva a falar de outras coisas. Ou, no caso do ArchDaily Brasil, compartilhar assuntos de arquitetura com nossos leitores e leitoras parece nos levar a compartilhar trabalhos dos mais variados tipos, como instalações urbanas, murais de grafite, arte pública, esculturas, filmes, etc.
Detendo-nos sobre estes últimos – os filmes -, temos em nossa página uma seção dedicada exclusivamente aos filmes – Cinema e Arquitetura – onde compartilhamos sugestões de filmes de ficção e documentários que, além de interessantes por si só, contribuem de algum modo para a discussão da arquitetura.
Ficções e seus espaços imaginários que nos transportam para dentro da tela e nos fazem experienciar universos outros; documentários que nos aproximam das figuras dos arquitetos e urbanistas e apresentam de perto seus trabalhos e trajetórias; obras emblemáticas da história do cinema que nos apresentam a arquitetura do cinema e, por que não, o caráter cinematográfico da própria arquitetura.
Seja qual for a contribuição que o cinema traga à arquitetura, compilamos a seguir 45 filmes imperdíveis – muitos dos quais já publicados em nossa seção Cinema e Arquitetura - que nos ajudam a reconhecer e estabelecer laços entre esses dois campos.
A proposta do Concurso #008 do Portal Projetar.org é que os estudantes projetem um Infopoint – Central de Informações Turísticas – na Lagoa da Pampulha, destinado a receber com conforto visitantes de todo o mundo.
Essas imagens do artista Xavier Delory mostram a famosa Villa Sovoye de Le Corbusier em terrível estado de deterioração. Através dos vidros quebrados e das pichações os vândalos desfiguraram tragicamente suas paredes e janelas intocáveis. Mas não entre em pânico: as imagens apresentadas foram manipuladas no photoshop. Mas, e se não tivessem sido? Neste artigo, publicado originalmente pela Metropolis Magazine como "Modernism in Ruins: Artist "Vandalizes" a Le Corbusier Masterpiece", AJ Artemel explora como nossa comoção e espanto causados por estas imagens expõe uma hipocrisia subjacente na nossa reverência pelas famosas obras modernistas e propõe que talvez o modernismo e o vandalismo estejam mais conectados do que podemos imaginar.
A distribuição desigual do espaço público, em relação aos pedestres, ciclistas e condutores de automóveis, é um assunto que o especialista em mobilidade urbana, Mikael Colville-Andersen, qualifica como “a arrogância do espaço”.
Do ponto de vista desse planejador urbano e fundador do Copenhagenize, este termo pode ser aplicado às ruas que são dominadas pela engenharia de trânsito do século passado, isto é, aquelas que estão planejadas prioritariamente para os automóveis.
Para exemplificar seu posicionamento, Mikael analisou a quantidade de espaço que possui cada um desses grupos, além do espaço “morto” e dos edifícios, em algumas ruas de Calgary, Paris e Tóquio através da comparação de cada setor com diferentes cores.
“Deixe-me dizer uma coisa. Neste mundo em que vivemos, 98% de tudo o que é construído e projetado é uma merda. Não há senso de design, nenhum respeito pela humanidade nem por nada. São malditos edifícios e é isso."
“Eventualmente, no entanto, há um pequeno grupo de pessoas que faz algo especial. Muito poucas. Mas por Deus, deixe-nos em paz! Dedicamo-nos a nosso trabalho. Não peço por trabalho, não tenho um assessor de publicidade. Não estou esperando ninguém me ligar. Trabalho com clientes que respeitam a arte da arquitetura. Portanto, por favor, não faça perguntas tão estúpidas como essa."
O júri do concurso para o 11th Street Bridge Park em Washington D.C. selecionou unanimemente o projeto da equipe formada pelos escritórios OMA e OLIN como vencedor. A equipe será responsável por transformar a antiga estrutura sobre o Rio Anacostia em um parque elevado e novo espaço cívico para a cidade.
Saiba mais sobre o projeto vencedor e veja algumas imagens, a seguir.
O espaço público ou, os espaços com uso público, devem ser espaços democráticos e permitir o acesso em iguais condições a todos os cidadãos, qualquer que seja a sua condição. Esta consciência (e vontade) vem crescendo em meio à sociedade portuguesa e internamente à comunidade profissional com competências para projetar estes espaços. No entanto, é sabido que nossa vivência do espaço e visão do mundo mudam conforme o lado de que estamos e a experiência de vida que temos.
Nos dias 19 a 22 de novembro será realizada em Aarhus a Bienal de Arquitetura Midiática de 2014, que contará com a estreia mundial de "Mapping the Senseable City," uma exibição dos trabalhos coletados do MIT SENSEable Cities Lab. O artigo a seguir foi escrito por Matthew Claudel, um pesquisador no SENSEable Cities Lab, em resposta a essa coleção, explorando o que o futuro reserva para a arquitetura midiática, e implorando para que esta experimente ideias além de "telas de TV para se morar."
A Catedral ativada
Arquitetura Midiática é enfaticamente ambígua. A frase foi colada diversas vezes em uma variedade estonteante de projetos e produtos. Mas, além da imprecisão, a arquitetura midiática é atormentada por uma tensão inerente: as mídias são meios de comunicação dinâmicos, interligados e imediatos que atingem as pessoas em larga escala, enquanto que a arquitetura é fixa, singular e persistente no tempo. Conciliar os dois evoca associações desastradas com a Times Square, telas, LEDs integrados, paparazzi, ou, mais geralmente, com coisas que piscam.
Para a comemoração dos 81 anos de Goiânia, o Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU/GO) vem identificando e conectando ações artísticas e culturais, governamentais e não-governamentais, que fazem a cidade “mais viva”. Surgiu assim o Ocupa Goiânia, uma ação de reconhecimento provocada pelo CAU-GO no intuito de presentear a cidade, conectando alguns coletivos de artistas, arquitetos e urbanistas e cidadãos, que têm em comum a reflexão e a prática de apropriação de espaços urbanos.