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“Drums Between the Bells”: Sinos itinerantes em Melbourne, Austrália

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Texto por Constanza Martínez Gaete via Plataforma Urbana. Tradução Archdaily Brasil.

A artista neozelandesa, Tiffany Singht, criou o “Drums Between the Bells” com o propósito de que as pessoas caminhem pelo centro de Melbourne, toquem os materiais que compõem a intervenção e se tornem elas mesmas um elemento fundamental da intervenção. Feita com 12 mil pequenos sinos amarrados com fitas brancas em um olmo centenário localizado no centro da cidade, a intervenção também busca, através de sua presença visual e tátil, diminuir a interferência causada pelos ruídos dos automóveis.

O Shopping Center. Novo Espaço Urbano?

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Texto por Beatriz Mella via Plataforma Urbana. Tradução Archdaily Brasil.

Há alguns dias foi divulgado na imprensa o resultado de um ranking latino americano que afirma que o Chile é o país com maior quantidade de metros quadrados de shopping Center para cada 100 habitantes, o que em termos práticos significa que a cada 100 pessoas, há 15 m² de centros comerciais.

Hoje em dia estes espaços amplamente criticados por suas tipologias construtivas, relações com seus entornos, espaços de socialização e origem baseada no consumo, se converteram nos espaços mais procurados das cidades, sendo eleitos, em alguns casos, como novos espaços de urbanidade e de encontro.

O que significa este número para a cidade?

Prateleiras REK / Reinier de Jong

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Mais de quatro anos após ter projetado e criado a primeira estante de livros REK para um cliente exclusivo, foram dados mais alguns passos, resultando em um novo acabamento e estrutura muito mais leve.

A REK foi criada em em 2008 pelo arquiteto e desenhista Reinier de Jong como uma prateleira de livros que cresce à medida que aumenta a coleção de livros. Quanto menos livros, menor a estante. As partes em forma de zig-zag deslizam para dentro e para fora para acomodar os livros. Estes também podem ser organizados de acordo com seus tamanhos. Os espaços menores são excelentes para revistas.

MIPIM 2013, Projetos Vencedores

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Há alguns dias realizou-se o MIPIM, Mercado Internacional dos Profissionais Imobiliários. A importância do evento é juntar mais de 4.000 investidores no setor imobiliário (escritórios, lazer, centros industriais, etc) e 20.000 participantes de mais de 80 países. Os projetos apresentados têm um caráter urbano, enfatizando o potencial de investimento econômico, a geração de emprego e o desenvolvimento da cidade.

Havia nove categorias premiadas por um júri e um vencedor através de votação pública online. Fotos dos vencedores após o intervalo.

Guia de Aplicativos ArchDaily: Webnotes

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Guia de Aplicativos de Arquitetura do ArchDaily vai te apresentar à alguns aplicativos de web ou para celulares que podem ajudar você como arquiteto: produtividade, inspiração, elaboração e mais.

Com SXSW assim tão fácil, muitos startups podem lançar seus novos aplicativos durante a próxima semana, e aqui está uma prévia. Nós te apresentamos Webnote by Hopin, um aplicativo gratuito para iPad/iPad Mini que pode te ajudar durante seu processo criativo. Webnote é basicamente um browser, com funções de gestos adicionais capazes de clipar conteúdo e criar anotações visuais a partir de páginas web, e guardar sob seu perfil (com configurações de privacidade), temas facilmente compartilháveis no Facebook e Twitter e descobrir conteúdos interessantes ou "anotações" de pessoas que você segue.

Um simples toque duplo em qualquer parte da página web (imagem, texto ou vídeo) vai isolar aquele elemento particular e faz surgir uma janela com uma prévia da anotações, onde se pode ajustar ou ampliar/diminuir o zoom. Nesta nova janela, pode-se optar por configurar as opções de compartilhamento, e um outro toque traz a área de texto para descrever o que você está capturando ou fazer suas próprias anotações.

Todos os conteúdos que forem salvos ou compartilhados vão aparecer para você revisar em uma barra lateral simples e visual onde se pode conferir suas notas privadas, as anotações que você compartilhou e também anotações de pessoas que você segue, sendo também uma grande fonte de inspiração.

Dentro desta sua barra lateral, pode-se simplesmente deslizar uma nota para a direita para abrir a página de onde foi feita. Ou se quiser salvar uma anotação para depois, deslize para a esquerda e salve na sua área privada.

Você pode baixar o Webnote na App Store gratuitamente. Mais screenshots do Webnote a seguir:

V. Stand / J1 Studio

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Nomeado pelos pés em forma de triângulos (V), V.STAND é uma mesa auxiliar multi propósito criada por J1 Studio. Ela pode receber pequenos objetos, como plantas, livros, relógios, telefones, alto-falantes. Conta com um design robusto e estável que pode ser utilizado tanto para interiores como ao ar livre, adicionando um toque colorido com um caráter amigável no ambiente.

Prefeito de Londres Anuncia Plano Diretor de US$ 1.510 Milhões para Ciclovias

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O prefeito de Londres, Boris Johnson, há algumas semanas anunciou o ambicioso Plano Diretor de US$ 1.510 milhões, para aperfeiçoar a infraestrutura para bicicletas e melhorar a rede de ciclovias deste meio de transporte. O objetivo deste plano não somente busca ampliar a possibilidade de transitar pela cidade de bicicleta, como também tentará descongestionar o centro da capital e os sistemas de transporte públicos.

Perspectivas sobre Tóquio: Estratégias para o novo desenvolvimento urbano.

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Por Dr. Arq. Guillermo Tella, Doutor em Urbanismo, Martín Muñoz, Urbanista e Martín M. Muñoz, Urbanista. Via Palataforma Urbana. Tradução Archdaily Brasil.

Por sua condição de capital, Tóquio é o centro da política, da economia, educação e cultura do Japão. É sede do governo nacional e da residência imperial. Atualmente é área da Tóquio-Yokohama, que conforma a maior aglomeração urbana do planeta, com uma população de 35 milhões de habitantes. O governo metropolitano foi constituído juridicamente em 1943 e administra 23 distritos especiais, mais 39 municipalidades na parte oeste da prefeitura e duas da série de ilhas externas.

Podemos parar de desenhar árvores no topo dos arranha-céus?

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Podemos parar de desenhar árvores no topo dos arranha-céus? - Image 1 of 4
Peruri 88 / MVDRV. Rendering © RSI-Studio

Tim De Chant é o editor sênior digital de NOVA e editor na NOVA Next. Ele também escreve para Per Square Mile, o blog onde este artigo foi originalmente publicado.

Apenas alguns anos atrás, se alguém quisesse fazer algo mais na moda, colocaria sobre isso um pássaro. Aves estavam em toda parte. Não tenho certeza se o Twitter foi o que começou todo a agitação, mas isso ficou tão cansativo que Portlandia realizou uma sátira chamada: "Ponha um pássaro." ("Que triste sacola de lona. Já sei! Vou colocar um pássaro nela", por exemplo)

Acontece que os arquitetos têm feito a mesma coisa, mas com árvores. Quer fazer um arranha-céu parecer moderno e sustentável? Coloque uma árvore sobre ele. Ou melhor, dezenas. Muitas propostas de arranha-céus de alto conceito são enfeitadas com árvores. No último andar, em terraços, nas brechas e fendas, ou em varandas absurdamente grandes. Basicamente em qualquer lugar horizontal e longe do chão. Apesar de os arquitetos estarem desenhando dezenas, ainda não vi algum destes arranha-céus "verdes" na vida real. (Há uma notável exceção - BioMilano, ainda não concluído) Porém - e um grande porém - se algum destes edifícios for construído, é provável que as árvores estarão sem folhas antes mesmo que o investidor possa dizer que quer o "retorno sobre o investimento". Isso é bastante fora da realidade. Eu entendo porque arquitetos gostam desenhá-las em seus edifícios. Realmente, eu entendo. Mas será que podemos parar?

Descubra por que não é uma boa ideia colocar árvores em arranha-céus, após o intervalo...

Aproximações a uma metástase urbana / Igor Fracalossi

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I

Existem seis critérios básicos para a identificação do câncer de pele de acordo com o método ABCDEF1: Assimetria; Bordas irregulares; Cores variadas entre marrom, vermelho e preto; Diâmetro maior que 6 mm; Evolução na elevação em relação ao nível da pele adjacente, ou nos outros critérios; e F) funny looking (aspecto engraçado).

Shigeru Ban inaugura "Pavilhão de papel" em Madrid

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Shigeru Ban arquiteto japonês é reconhecido por seu trabalho low-tech. Se caracteriza por utilizar materiais pouco comuns como papel, tubos de papelão e uniões simples.

Mesa Swing / Duffy London

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Christopher Duffy, do estúdio de design Duffy London, criou esta "mesa-balanço", ideal para agregar um pouco de diversão extra na hora de comer ou em reuniões.

O Fim da Crítica: Rumo a uma Nova Arquitetura

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O Fim da Crítica: Rumo a uma Nova Arquitetura - Image 1 of 4
Fulcrum #67

O seguinte artigo foi publicado na revista Fulcrum #67 "The End of Critique" e incluí textos de Oliver "Olly" Wainwright (crítico de arquitetura do The Guardian) e meus, David Basulto (Fundador e editor-chefe de ArchDaily e Plataforma Arquitectura). Agradeço a Jack Self pelo convite e edição.

Rumo a uma Nova Arquitetura

Desde os princípios de 1900, a arquitetura moderna sofreu um incremento no seu desenvolvimento, com cada nova iteração é renovada pelas descobertas e soluções projetadas por outros arquitetos. Este processo começou em um ritmo muito lento, quando um jovem Le Corbusier foi ao oriente e publicou suas descobertas e observações em Vers une Architecture (Rumo a uma Nova Arquitetura).

Esta publicação foi muito influente entre os seus contemporâneos, que, com base em suas observações, produziram suas iterações próprias, segunda, terceira e quarta ondas, muito rápido. Esses arquitetos começaram a se reunir. O CIAM foi um exemplo onde este conhecimento original foi compartilhado, replicado, e publicado, tornando o avanço da arquitetura mais rápido.

Desde então, o conhecimento da arquitetura seguiu uma curva de crescimento contínuo, que novamente acelerou-se quando as publicações de arquitetura começam a tornar esse conhecimento disponível em diferentes partes do mundo. E então vem a Internet, fazendo com que o índice de troca de informações aumente dramaticamente, e, portanto, as iterações, acelerando a curva  de forma nunca antes vista.

A importância da Iluminação: o que as fachadas estão dizendo

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A importância da Iluminação: o que as fachadas estão dizendo - Imagem de Destaque
© Patrick Bingham-Hall

"A importância da iluminação" é uma coluna mensal sobre luz e espaço escrita por Thomas Schielke, que mora na Alemanha e tem inúmeros artigos publicados  sobre o tema e também é coautor do livro "Light Perspectives".

Hoje em dia existem várias fachadas com instalações de mídia em todo o mundo que, através de suas dimensões, cores e brilho, chamam a atenção na paisagem urbana noturna. Muitas destas atuam como anúncios publicitários. Por esta razão, é comum haver um diálogo com os vizinhos quanto a forma e o conteúdo das fachadas midiáticas, seja no caso de painéis de propaganda ou mesmo o próprio edifício.

Entretanto, do mesmo modo que um bom livro precisa de um bom contador de estórias, as fachadas midiáticas necessitam de curadores que providenciem boas estórias que estejam relacionadas com o local e com os desejos dos clientes. Os quatro exemplos a seguir mostram como as fachadas midiáticas refletem a história dos próprios edifícios - veja-os após o intervalo...

Cadeira 6 Pernas / architecture uncomfortable workshop

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O conceito principal desta cadeira de madeira criada pelo estúdio húngaro architecture uncomfortable workshop, foi manter uma superfície de madeira simples e elegante, com as menores e mais finas pernas possíveis.

Arte e Arquitetura: Paisagens Urbanas em Madeira por James McNabb

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Natural de New Jersey, James McNabb inspira sua obra no horizonte de Manhattan. Como carpinteiro experiente, misturou sua habilidade com as memórias de sua infância para criar The City Series, um conjunto de esculturas de madeira feitas com uma serra de fita e madeira de demolição, representando a experiência de "um carpinteiro em viagem ao subúrbios da cidade", como o artista o apresenta.

Mais informações e imagens a seguir.

Arte e Arquitetura: Paisagens Urbanas em Madeira por James McNabb - Image 1 of 4Arte e Arquitetura: Paisagens Urbanas em Madeira por James McNabb - Image 2 of 4Arte e Arquitetura: Paisagens Urbanas em Madeira por James McNabb - Image 3 of 4Arte e Arquitetura: Paisagens Urbanas em Madeira por James McNabb - Image 4 of 4Arte e Arquitetura: Paisagens Urbanas em Madeira por James McNabb - Mais Imagens+ 6

Através das Lentes: A Dívida do Art Deco para Agatha Christie

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Através das Lentes: A Dívida do Art Deco para Agatha Christie - Image 2 of 4
Imagem do "Evil Under the Sun." Cortesia de Carnival films, LWT & Picture Partnership Productions

Este artigo é uma cortesia de Charlotte Neilson, a autora do blog fascinante Casting Architecture. Sua coluna, Através da Lente, olha a arquitetura e a produção de design na TV e no cinema.

A categorização de um período da arquitetura geralmente permanece firmemente no domínio do entusiasta amador ou profissional – sejamos francos, você pode passar a vida sem saber a diferença entre uma coluna coríntia e jônica sem grandes inconvenientes. Estranhamente, no entanto, a maioria das pessoas é capaz de citar algumas das principais características da arquitetura art déco com bastante facilidade - os cantos curvos, formas estilizadas, o uso de baquelite e cromo, os temas de transportes. 

É interessante que este período seja muito mais familiar para nós, considerando que durou um tempo bastante curto em comparação com outros estilos arquitetônicos. Os movimentos Arts and Crafts e Art Nouveau, por exemplo, que ocorreram em um período de tempo semelhante ao Art Decó, são muito menos conhecido para a comunidade em geral.

É possível, claro, que a Arte Decó seja apenas mais onipresente por causa de seu apelo universal, ou sua singularidade, mas acredito que a maior parte do crédito deve ir para Monsieur Hercule Poirot.

Aprenda mais sobre a contribuição de Agatha Christie para o Art Deco, após o intervalo...

Proposta Bio-City faz crescer grandes vinhas para eliminar contaminação no futuro

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Os arquitetos Jakub Fiszer, Piotr Pyrtek e Tomasz Salamon projetaram há alguns anos uma proposta futurista para deixar nossas cidades mais verdes. A ideia principal por trás desta Bio-City é o uso da nanotecnologia e da biogenética para transformar uma cidade comum em uma "cidade-videira".

Mais informações e imagens a seguir.