Estruturas que se decompõem com larvas: pavilhão de EPS na Coréia do Sul

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O poliestireno expandido foi descoberto em 1839 em Berlim e tornou-se um material muito utilizado nos aviões da 2ª guerra mundial, por conta de sua densidade extremamente baixa. É isso que o torna um material adequado para isolamento térmico e acústico, frequentemente especificado em construções, mas também amplamente usado em embalagens. Trata-se de um plástico celular rígido, resultado da polimerização do estireno em água, cujo produto final são pérolas de até 3 milímetros de diâmetro, que se expandem. Um ponto negativo é que este material leva mais de 500 anos para se decompor e, neste processo, lixivia produtos químicos nocivos ao meio ambiente. Sua reciclagem é possível, mas é complexa e custosa. Isso quer dizer que a maior parte do isopor produzido até hoje permanece no mundo, ocupando valiosos espaços em aterros sanitários ou, pior ainda, quebrado em minúsculas partes e interferindo na vida dos oceanos. “Decomposition Farm: Stairway” é uma instalação temporária que sugere uma possível solução das questões ambientais relacionadas ao desperdício de construção no campo arquitetônico. 

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© Yong Ju Lee Architecture
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Sobre este autor
Cita: Eduardo Souza. "Estruturas que se decompõem com larvas: pavilhão de EPS na Coréia do Sul" 11 Dez 2022. ArchDaily Brasil. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/992278/uma-construcao-que-se-decompoe-atraves-de-larvas-pavilhao-de-eps-na-coreia-do-sul> ISSN 0719-8906

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