Os papéis de parede estão longe de ser um consenso. Eles podem fazer referência a espaços domésticos antiquados, mas também podem dotar de personalidade um espaço sem graça. E o melhor, isso pode ser feito muito rapidamente e sem grandes custos. Da mesma forma, faz com que não perdurem por tanto tempo e sejam rapidamente descartados e substituídos, tornando-se, portanto, itens transitórios de decoração. Como afirma Joanna Banham, pesquisadora do tema, “O papel de parede é frequentemente considerado a Cinderela das artes decorativas - a mais efêmera e menos preciosa das decorações produzidas para o lar. No entanto, a história do papel de parede é um assunto longo e fascinante que remonta ao século XVI e abrange uma enorme variedade de belos padrões criados por mãos anônimas e por alguns dos designers mais conhecidos dos séculos XIX e XX.” Atualmente, temos visto mais um ressurgimento dos papéis de parede, com inúmeras possibilidades de materiais, padrões e cores e há diversos exemplos de arquitetos que os têm utilizado para criar novas atmosferas aos seus projetos. Neste artigo, delinearemos um pouco sobre a história destes elementos e algumas das opções mais atuais, através de um mergulho no catálogo do Architonic.





























