
Em uma tarde de domingo quente e nebulosa, os cortiços de concreto de Nairóbi se elevam sobre os barracos (ou “favelas”) da cidade. Homens e mulheres penduram roupas em telhados e varandas — fazendo com que os edifícios pareçam uma colcha de retalhos, um mosaico de tecido.
As ruas abaixo fervilham de atividades: vendedores ambulantes, feirantes, vendedores de água e pedestres se movimentam entre lojas, casas de apostas,cafés e bares. As pessoas entram e saem dos portões do andar térreo do cortiço. Crianças brincam.





