Arquitetura hostil: A cidade é para todos?

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Você já ouviu falar do termo Arquitetura hostil? Cunhado em junho de 2014 pelo repórter Ben Quinn no jornal britânico The Guardian, a matéria originalmente intitulada Anti-homeless spikes are part of a wider phenomenon of 'hostile Architecture(As pontas de ferro anti-desabrigados são parte de um fenômeno mais amplo conhecido como "arquitetura hostil") [1] surpreendeu cidadãos de todo o mundo que passaram a notar em seus contextos as práticas listadas por Quinn. Ali ele discorreu sobre como o desenho urbano têm influenciado o comportamento e o convívio, criticando como a abordagem ao mesmo tem buscado excluir moradores em situação de rua dos centros urbanos.

Das soluções urbanas expostas, bancos desenhados especialmente para exclusão de moradores de rua e skatistas e ainda espetos sobre muretas ou proteções sob marquises foram alguns dos exemplos citados.

As medidas dividiram opiniões no país. Enquanto grande parte da população confrontou o governo alguns designers e cidadãos, por outro lado, defenderam o desenho das peças como agentes de “prevenção do comportamento criminoso” [2].

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Sobre este autor
Cita: Eduardo Souza e Matheus Pereira. "Arquitetura hostil: A cidade é para todos?" 08 Fev 2018. ArchDaily Brasil. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/888722/arquitetura-hostil-a-cidade-e-para-todos> ISSN 0719-8906

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