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12 coisas que você precisa ver na Bienal de Veneza 2016

12 coisas que você precisa ver na Bienal de Veneza 2016
"Reporting From the Front". Imagem © Italo Rondinella
"Reporting From the Front". Imagem © Italo Rondinella

Há uma enorme intensidade de informações, conhecimentos e ideias na Bienal de Arquitetura em Veneza este ano, intitulada Reporting From the Front. Com todos os editores executivos e editores-chefe do ArchDaily Inglês, Espanhol e Português reunidos em Veneza para a abertura - além do co-fundador David Basulto e do editor James Taylor-Foster, curadores do Pavilhão Nórdico -selecionamos este ano doze das nossas exposições favoritas que devem ser visitadas.

Apresentadas sem nenhuma ordem particular, essas são algumas das nossas principais sugestões para a Bienal - e ainda há mais por vir!

Makoko Escola Flutuante / NLÉ. Imagem © Italo Rondinella
Makoko Escola Flutuante / NLÉ. Imagem © Italo Rondinella

Escola Flutuante Makoko / NLÉ [Silver Lion]

Onde: Arsenale

Por que? NLÉ aperfeiçoou o projeto da sua, altamente elogiada, Escola Flutuante Makoko, reconstruindo-a nas águas do Arsenale. A sua presença na Bienal nos dá uma oportunidade imperdível para experimentar a engenhosidade do projeto, bem como, ver e sentir como ele respondeu a um desafio programático único.

Entrada do Arsenale / ELEMENTAL. Imagem © Italo Rondinella
Entrada do Arsenale / ELEMENTAL. Imagem © Italo Rondinella

Sala Introdutória, Arsenale / ELEMENTAL

Onde: Arsenale

Why? Para a sala introdutória de uma exposição que reúne o trabalho de um grande grupo de arquitetos que operam internacionalmente, Alejandro Aravena reutilizou 100 toneladas de "resíduos" que foram utilizados anteriormente na Bienal de Arte de Veneza, em 2015. A reciclagem de 10.000 m2 de placas de gesso e 14 km de metais montou o palco para o processo que Aravena, ao lado de sua equipe ELEMENTAL, destacou na própria exposição: talento e diligência.

"In Therapy" no Pavilhão Nórdico. Imagem © Laurian Ghinitoiu
"In Therapy" no Pavilhão Nórdico. Imagem © Laurian Ghinitoiu

In Therapy no Pavilhão Nórdico / David Basulto & James Taylor Foster

Onde: Giardini

Por que? Tanto na forma construída quanto na conceitual, esta exposição divertidamente faz algumas perguntas profundas e necessárias: entre elas, como a arquitetura pode ocupar um legado enquanto ainda está em progresso - uma questão de particular importância nos países nórdicos (Finlândia, Noruega e Suécia) neste momento. Além disso, é comissariada por dois membros da equipe de conteúdo do ArchDaily!

Pavilhão Venezuelano. Imagem © Francesco Galli
Pavilhão Venezuelano. Imagem © Francesco Galli

Pavilhão Venezuelano / Miguel Braceli, Rolando Carmona, Marcos Coronel, Alejandro Haiek, José Naza Rodríguez, Maximillian Nowotka, Gabriel Visconti

Onde: Giardini

Por que? Embora não seja um pedido específico de participações nacionais este ano (ao contrário de Fundamentals, em 2014), este Pavilhão responde bem à chamada de Aravena, —Reporting From the Front— mostrando como uma jovem geração de arquitetos latino-americanos está baseando sua arquitetura no trabalho coletivo e na gestão comunitária. Ele também oferece a oportunidade de revisitar o único pavilhão desenhado por Carlo Scarpa, cujo edifício para o Pavilhão Venezuelano esteve fechado por muitos anos, para reforma.

Neighborbood: Siza Meets Aldo no Pavilhão Portugues. Image © Alvaro Siza Viera
Neighborbood: Siza Meets Aldo no Pavilhão Portugues. Image © Alvaro Siza Viera

Neighborhood: Siza Meets Aldo no Pavilhão Português / Roberto Cremascoli & Nuno Grande

Onde: Giudeca

Por que? A contribuição portuguesa para a Bienal deste ano está localizada fora do Giardini e do Arsenale - a exposição começa, portanto, com a jornada de chegar e acessar o pavilhão que só pode ser feita a pé através do Campo di Marte (1985) de Álvaro Siza.  Os laços curatoriais juntam o trabalho de Siza nas habitações sociais no Porto, Berlim, Haia, e Veneza, com quatro documentários e textos de exposições lúcidos que contextualizam seu trabalho em temas sociais de hoje: gentrificação, a participação da comunidade e a integração dos "outros" (leia-se: imigrantes).

"Our Amazon Frontline" no Pavilhão Peruano. Imagem © Andrea Avezzù
"Our Amazon Frontline" no Pavilhão Peruano. Imagem © Andrea Avezzù

Our Amazon Frontline no Pavilhão Peruano / Sandra Barclay & Jean Pierre Crousse

Onde? Arsenale

Por que? Esta exposição educativa, inesperadamente emocional, apresenta trabalhos que combatem a pobreza lado a lado com a preservação da flora amazônica. Qualquer pessoa pode participar do "Plan Selva", um programa em larga escala para a reconstrução de escolas em regiões de difícil acesso na Amazônia do Peru, que permite aos visitantes a oportunidade, exclusivamente interativa, de desenvolver os seus próprios desenhos e enviar as propostas via um código QR.

"The Pool" no Pavilhão Australiano. Imagem © Laurian Ghinitoiu
"The Pool" no Pavilhão Australiano. Imagem © Laurian Ghinitoiu

Pavilhão Australiano / Amelia Holliday, Isabelle Toland & Michelle Tabet

Onde: Giardini

Why? A forma como os diretores artísticos do Pavilhão Australiano - na sua nova "caixa preta" - optaram por apresentar um aspecto cultural significativo do desenho urbano cria uma exposição sensorial envolvente. Desde a mudança de reflexões na parede, na medida em que você entra em contato com a superfície da água, as histórias em movimento e a trilha sonora que acompanha, o Pavilhão Australiano permite que você fuja do calor do dia e contemple um mundo distante que é, ao mesmo tempo, estranhamente familiar.

Gabinete de Arquitectura “Breaking the Siege”. Imagem © Laurian Ghinitoiu
Gabinete de Arquitectura “Breaking the Siege”. Imagem © Laurian Ghinitoiu

Breaking the Siege / Gabinete de Arquitectura [Golden Lion]

Onde: Giardini (Pavilhão Central)

Por que? Esta estrutura, vencedora do Golden Lion, construída a partir de tijolo e cimento parece desafiar a gravidade, enquanto amplifica o poder e o significado destes materiais aparentemente humildes. Com a "Breaking the Siege", Gabinete de Arquitectura (projetado por Solano Benítez, Gloria Cabral e Solanito Benítez) apresenta uma manifestação singular do caráter da arquitetura latino-americana.

"Home Economics" no Pavilhão Britânico. Imagem © Francesco Galli
"Home Economics" no Pavilhão Britânico. Imagem © Francesco Galli

Home Economics no Pavilhão Britânico / Jack Self, Shumi Bose & Finn Williams

Onde: Giardini

Por que? Uma das condições fundamentais da vida humana- domesticidade -está sendo desafiada pela condição atual de uma sociedade globalizada de tecnologias rapidamente crescentes. Os curadores apresentam uma declaração poderosa do que  é "Lar" hoje, apresentando um projeto cuidadosamente concebido e uma exibição holística.

"Unfinished" no Pavilhão Espanhol. Imagem © Laurian Ghinitoiu
"Unfinished" no Pavilhão Espanhol. Imagem © Laurian Ghinitoiu

Unfinished  no Pavilhão Espanhol / Iñaqui Carnicero & Carlos Quintáns [Golden Lion]

Onde: Giardini

Por que? O Pavilhão da Espanha assumiu um tema forte, com base em como a crise econômica global atingiu a Espanha de uma forma muito profunda e, talvez menos claramente, de uma forma muito duradoura. A instalação em si reflete sobre este período de crise, empregando elementos simples e cuidadosamente concebidos para apresentar projetos de arquitetura em que arquitetos espanhóis tiveram de "fazer mais com menos."

"VDNH" no Pavilhão Russo. Imagem © Francesco Galli
"VDNH" no Pavilhão Russo. Imagem © Francesco Galli

V.D.N.H Urban Phenomenon no Pavilhão Russo

Onde: Giardini

Por que? O VDNH é um dos lugares mais exclusivos do mundo - uma visita obrigatória se você vai para Moscou. É um espaço que perdurou por décadas, mostrando a evolução e o orgulho do poder soviético. Agora que o governo da cidade de Moscou assumiu a sua administração, sua "front" é como eles podem transformar um parque temático soviético em um elemento durador do legado urbano.

"The Evidence Room" Instalação no Pavilhão Central. Imagem © The Evidence Room
"The Evidence Room" Instalação no Pavilhão Central. Imagem © The Evidence Room

The Evidence Room / Anne Bordeleau, Sascha Hastings, Donald McKay & Robert Jan van Pelt

Onde: Giardini (Pavilhão Central)

Why? Em 2000, um processo por difamação perante os Tribunais de Justiça em Londres desafiou com sucesso a falsa afirmação de um historiador revisionista e negacionista de que não houve câmaras de gás em Auschwitz e que, portanto, o Holocausto não aconteceu. O principal ponto do processo foi a interpretação judicial da evidência arquitetônica de Auschwitz e do testemunho do perito Robert Jan van Pelt. Esta instalação é composta por réplicas, em tamanho real, da evidência arquitetônica de Auschwitz que provou, além de qualquer dúvida, que a negação de que um Holocausto na Europa aconteceu, é inútil.

Sobre este autor
AD Editorial Team
Autor
Cita: AD Editorial Team. "12 coisas que você precisa ver na Bienal de Veneza 2016" [12 Things You Need to See at the 2016 Venice Biennale] 10 Jun 2016. ArchDaily Brasil. (Trad. Sbeghen Ghisleni, Camila) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/789128/12-coisas-que-voce-precisa-de-ver-na-bienal-de-veneza-2016> ISSN 0719-8906