Como resfriar as cidades com o planeta cada vez mais quente

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O atual verão no Hemisfério Norte tem sido tão quente, com as temperaturas atingindo recordes – inclusive no mar –, que as discussões já giram em torno dos limites da sobrevivência humana. Mesmo na Antártida, o gelo marinho não tem conseguido se reconstituir, um desvio drástico em relação aos padrões normais para o inverno. Não é apenas impressão que eventos de calor extremo têm acontecido cada vez mais. Como resultado das mudanças climáticas, o número desses eventos aumentou – e deve piorar.

De fato, na maioria dos anos, o calor é o fenômeno mais letal, matando em média 490 mil pessoas no mundo e causando problemas graves de saúde para muitas outras. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, as mortes em decorrência do calor devem aumentar em 50% até 2050. Mas esse impacto não é distribuído de forma equilibrada, tanto ao redor do mundo quanto dentro das comunidades: populações que já vivem em condições mais vulneráveis são as que enfrentam os maiores riscos.

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Sobre este autor
Cita: Eric Mackres, Gorka Zubicaray e Bina Shetty. "Como resfriar as cidades com o planeta cada vez mais quente" 23 Set 2023. ArchDaily Brasil. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/1006087/como-resfriar-as-cidades-com-o-planeta-cada-vez-mais-quente> ISSN 0719-8906

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