Quanta gente, quanta alegria: o papel dos shopping centers na vida urbana

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Por mais que eu seja crítico ao impacto dos shopping centers na vida urbana paulistana, ainda não consigo evitá-los completamente. Seja porque tenho pouco tempo, mas preciso passar no supermercado e também comprar um presente de aniversário; seja porque o filme que quero ver só está sendo exibido naquele horário e naquele shopping; seja porque meus filhos adoram o espaço de brincar no terraço do Shopping Pátio Higienópolis e, como preciso mesmo comprar um tênis novo, acabamos indo lá.

Enfim, são a praticidade e a comodidade oferecidas pelos shopping centers que explicam, ao menos em parte, seu enorme sucesso entre os paulistanos. Enquanto muito se fala na “morte dos shoppings na América do Norte”, por exemplo, conforme analisado por Nolan Gray em artigo publicado no Caos Planejado,os shoppings daqui seguem como uma das opções preferidas de lazer e consumo dos moradores da Grande São Paulo.

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Sobre este autor
Cita: Vitor Meira França. "Quanta gente, quanta alegria: o papel dos shopping centers na vida urbana" 11 Jul 2023. ArchDaily Brasil. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/1003394/quanta-gente-quanta-alegria-o-papel-dos-shopping-centers-na-vida-urbana> ISSN 0719-8906

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