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Clássicos da Arquitetura: Casa no Butantã / Paulo Mendes da Rocha e João de Gennaro

Clássicos da Arquitetura: Casa no Butantã / Paulo Mendes da Rocha e João de Gennaro
Clássicos da Arquitetura: Casa no Butantã / Paulo Mendes da Rocha e João de Gennaro, © Nelson Kon
© Nelson Kon

© Nelson Kon © Nelson Kon © Nelson Kon © Nelson Kon + 26

Se as duas vigas transversais das extremidades da laje de cobertura descessem formando as empenas externas do pavimento principal, se encontrariam perfeitamente com o perímetro da laje de piso. Se as vigas longitudinais não avançassem vinte centímetros em balanço sustentando e afastando das vigas as empenas externas de concreto, não haveria espaço para a calha superior e não se criaria uma brecha no piso principal para iluminar indiretamente o interior. Se nas laterais desse piso não fossem levantadas muretas externas de blocos de concreto, não se formaria nas fachadas dois planos sobrepostos e uma sombra constante entre eles, e às vezes um terceiro plano intermediário.

© Nelson Kon
© Nelson Kon

Se as mesas de trabalho e jantar não estivessem fixadas em empenas opostas, não seria necessário ter em ambas as empenas aberturas para iluminação dos planos horizontais. Se a iluminação permitida pelas aberturas nas empenas externas não fosse direta e ofuscante, não seriam necessários volumes prismáticos externos a modo de combogós individuais para amenizar a luz. Se esses volumes não estivessem alinhados com as mesas, os planos horizontais não poderiam ser ampliados ao exterior.

© Nelson Kon
© Nelson Kon

Se as dezesseis vigas transversais da laje de cobertura não avançassem cinco metros e meio em balanço em ambos os lados, as vedações não poderiam ser somente esquadrias de vidro sem qualquer outro tipo de proteção. Se as vigas da laje do pavimento principal não avançassem apenas dois metros e meio em balanço na fachada de fundos, contra três metros e setenta centímetros na fachada principal, não haveria proteção suficiente para a escada exterior e a laje de cobertura não poderia ser interrompida um metro antes de tocar a extremidade das vigas. Se não houvesse uma empena longitudinal que remata as extremidades das vigas da cobertura na fachada de fundos, o interior do edifício não poderia ser iluminado indiretamente pela luz que passa entre as vigas e reflete na empena.

© Nelson Kon
© Nelson Kon

Se as esquadrias de aço e vidro não fossem moduladas com os mesmos um metros e sete centímetros do distanciamento entre vigas transversais, elas não dariam continuidade ao painel fixo de vidro posicionado no espaço superior entre vigas. Se os caixilhos das esquadrias não fossem sustentados somente pelas vigas transversais da cobertura, os peitoris e vãos de ambas as fachadas não poderiam ficar completamente desimpedidos e sem interrupções. Se esses caixilhos não fossem somente laterais e se o fechamento da esquadria não fosse somente um encostar na parte externa do peitoril, a transparência do conjunto não se veria dividida apenas pelas linhas verticais. Se os painéis fixos superiores não fosse ligeiramente recuados em relação as esquadrias, não se deixaria uma brecha para ventilação natural. Se as esquadrias não fossem basculantes com guias laterais corrediças, não se produziria aberturas tanto em cima quanto em baixo. Se os painéis de vidro não fossem divididos em dois, o painel inferior não poderia subir como uma guilhotina. Se os dormitórios e ambientes íntimos não estivessem distribuídos na faixa central do edifício, não haveriam dois salões opostos com esquadrias contínuas.

© Nelson Kon
© Nelson Kon

Se os peitoris das esquadrias de aço e vidro não fossem de concretados em continuidade com a laje inferior, esse conjunto não formaria um C invertido e rotacionado noventa graus em relação ao C formado pelas empenas laterais e a laje de cobertura. Se a estrutura formada pelos quatro pilares quadrados de trinta e cinco centímetros de lado, e pelos dois níveis formados por duas vigas longitudinais principais que suportam dezesseis vigas transversais cada, não fosse subvertida pelas vedações e aberturas, esse edifício não existiria.

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Sobre este escritório
Paulo Mendes da Rocha
Escritório
Cita: Igor Fracalossi. "Clássicos da Arquitetura: Casa no Butantã / Paulo Mendes da Rocha e João de Gennaro" 12 Mar 2014. ArchDaily Brasil. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/181073/classicos-da-arquitetura-casa-no-butanta-slash-paulo-mendes-da-rocha-e-joao-de-gennaro> ISSN 0719-8906

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