
Pavilhão Sikbang Maru / one-aftr
Foster + Partners e BIG são selecionados para recuperar província de Hatay após terremoto na Turquia

O Conselho de Design da Turquia (TDC) reuniu 13 escritórios de arquitetura, incluindo Foster + Partners e Bjarke Ingels Group, para trabalhar na recuperação da província histórica de Hatay, uma área gravemente danificada pelo terremoto de magnitude 7.8 em fevereiro deste ano. A Foster + Partners foi selecionada para liderar o projeto do novo plano diretor para a cidade de Antakya, conhecida na antiguidade como Antioquia, enquanto outros escritórios, incluindo os turcos DB Architects e KEYM (Urban Renewal Center), trabalharão juntos para reconstruir a cidade. Detalhes do plano diretor deverão ser divulgados em 2024.
ÔDA Design Store / Solo Arquitetos + Isis Virmond Arquitetura

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Arquitetos: Isis Virmond Arquitetura, Solo Arquitetos
- Área: 180 m²
- Ano: 2023
Casa em Caxias / João Caetano Arquitetura
Restaurante Stalk, Abraçando as Árvores / RAD+ar (Research Artistic Design + architecture)

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Arquitetos: RAD+ar (Research Artistic Design + architecture)
- Área: 900 m²
- Ano: 2023
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Fabricantes: Asahi glass , Gree Aircon, Serge Ferrari, Toto
Casa Oasi / MARBÄ Artquitectura + Diseño iluminación Cálida Lighting

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Arquitetos: Diseño iluminación Cálida Lighting, MARBÄ Artquitectura
- Área: 350 m²
- Ano: 2023
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Fabricantes: Ceràmiques Ferrés, Creative cables, Elica, Future Euro Trade, Grau i Grau , +6
Inteligência artificial como aliada na descarbonização da arquitetura: da concepção à apropriação dos edifícios

Por muito tempo, a sustentabilidade foi vista como sinônimo de tecnologia no meio arquitetônico. A eficiência era diretamente relacionada a aparatos tecnológicos inovadores que cobriam as edificações de parafernálias. Hoje em dia, entretanto, o conceito de sustentabilidade abrange cada vez mais diferentes estratégias que estão relacionadas também ao reconhecimento de técnicas vernaculares e materiais locais como primordiais para a criação de edificações sustentáveis e neutras em carbono.
No entanto, independente da técnica ou dos materiais utilizados, o denominador comum é a busca pela diminuição da pegada de carbono de nossas arquiteturas, uma situação que exige mudanças na forma como os edifícios são concebidos, construídos e operados. Ou seja, retornar ao vernacular ou utilizar o aplicativo de última geração são estratégias que, apesar de muito diferentes, desejam chegar a este mesmo lugar e, por isso, são igualmente válidas.
Centro Comunitário de Valor Agregado / CIMBRA
Greenwashing na arquitetura: identificando falsas estratégias sustentáveis

Diante das batalhas que temos enfrentado contra as mudanças climáticas, sobretudo nos anos recentes, a elaboração de estratégias genuínas de descarbonização nunca foi tão crítica e necessária, e em todo o mundo, profissões, empresas e organizações de diversas áreas estão sob pressão para adotarem práticas e condutas mais sustentáveis em seus processos. No campo da arquitetura e do urbanismo não é diferente, e termos como "arquitetura sustentável" ou "arquitetura verde", misturadas a uma série de certificações, produtos e propagandas, tornaram-se cada vez mais comuns e populares, prometendo mudanças e melhorias na profissão que, teoricamente, estariam alinhadas aos novos parâmetros desejados para o futuro global.
No entanto, em meio à essa crescente conscientização ambiental, emergiu um outro fenômeno: o greenwashing, ou "maquiagem verde". O greenwashing refere-se a práticas adotadas por diversos setores, sobretudo ligadas às estratégias de marketing que apresentam iniciativas que transmitem uma impressão falsa ou que fornecem informações enganosas sobre como os produtos ou projetos de uma empresa são mais ecologicamente corretos do que eles realmente são, quando analisados sob um viés mais crítico e cuidadoso.
Casa 140THL / 23o5Studio
Economia da biofilia: o sentido de projetar com a natureza

Este artigo foi originalmente publicado em Common Edge.
Um simples passeio no parque tranquilizará até mesmo o indivíduo mais tenso. Mas e quanto aos lugares onde as pessoas passam muito mais tempo, como escolas, escritórios e hospitais? Qual papel a arquitetura pode desempenhar na incorporação da natureza nesses ambientes? E qual o custo adicional disso? Bill Browning publicou um livro - The Economics of Biophilia: Why Designing With Nature in Mind Makes Financial Sense, 2nd Edition (escrito com Catie Ryan e Dakota Walker) - argumentando que o custo de trazer a natureza para ambientes construídos não é proibitivo, mas aditivo. Um estrategista ambiental com uma longa história em construção sustentável, Browning é um dos sócios (com os arquitetos Bob Fox e Rick Cook) da consultoria de design sustentável Terrapin Bright Green. Recentemente conversei com Browning sobre arquitetura biofílica – e, como ele foi membro fundador do conselho de administração do Green Building Council dos EUA, também sobre os pontos fortes e fracos do sistema de classificação LEED.
Casa Monóculo / Alan Chu
Neuroarquitetura e materialidade: como o design de superfícies influencia a experiência humana

A arquitetura, ao longo de sua existência, tem se reinventado, não apenas pelo surgimento de novas técnicas e tendências, mas também pelo entendimento mais profundo do ser humano. Em tempos recentes, o campo da neuroarquitetura tem revelado estudos valiosos sobre a influência dos ambientes construídos em nossos cérebros e, por consequência, em nossos comportamentos e bem-estar. Esta interdisciplinaridade sugere que o design de interiores, especificamente a materialidade e design de superfícies, pode desempenhar um papel crucial na modulação das respostas neurais e comportamentais dos indivíduos.
Elevando a arquitetura zero líquida com soluções inovadoras de fachada

Mover-se em direção a um futuro sustentável é um desafio global que envolve que todas as disciplinas trabalhem juntas. De acordo com o Relatório de Status Global 2021 para Edifícios e Construção, quase 40% das emissões de carbono vêm desta indústria. Isso coloca uma grande responsabilidade sobre ela, que deve estar aberta a explorar estratégias, tecnologias e materiais inovadores para pavimentar o caminho em direção a uma meta de sustentabilidade universal: alcançar a neutralidade de carbono até o ano de 2050.
Com isso em mente, este artigo apresenta três produtos e sistemas específicos - vidros de baixo carbono, concretos de baixo carbono e materiais leves - que arquitetos estão aplicando em seus projetos para contribuir para um design arquitetônico de baixo impacto.
Edifícios Highlight e Spotlight - Cité Arquitetura / Cité Arquitetura

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Arquitetos: Cité Arquitetura
- Área: 62398 m²
- Ano: 2018
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Fabricantes: Alucomaxx, Celite, Deca, Eliane, Força Carioca, +10
Casa Prazeres 37 / Fragmentos
Por que os projetos ofuscam o debate sobre o ambiente de trabalho na arquitetura?

Na área da arquitetura, os desafios são diversos, incluindo longas jornadas de trabalho, salários baixos, desigualdade e falta de transparência. Contudo, focar exclusivamente nos aspectos negativos muitas vezes é insuficiente e até mesmo simplista. É crucial refletir sobre como enfrentamos essas questões no nosso cotidiano, promovendo tomadas de decisão éticas, estimulando o trabalho em equipe, a colaboração e facilitando a adaptação e a inovação. Embora os projetos e clientes frequentemente sejam o centro das atenções, raramente exploramos profundamente a cultura dos escritórios de arquitetura, o ambiente de trabalho, sua rotina e dinâmica.




















