Tudo
Projetos
Produtos
Eventos
Concursos
  1. ArchDaily
  2. Neurociência

Neurociência: O mais recente de arquitetura e notícia

O que podemos aprender sobre arquitetura a partir do rastreamento ocular das pessoas

Este artigo foi publicado originalmente pela Common Edge como "Game-Changing Eye-Tracking Studies Reveal How We Actually See Architecture."

Enquanto muitos arquitetos tem se agarrado por muito tempo ao velho ditado de que "a forma segue a função", a forma segue a função do cérebro pode ser o lema dos anunciantes e fabricantes de automóveis de hoje, que cada vez mais usam ferramentas de alta tecnologia para entender os comportamentos humanos ocultos e, em seguida, projetar seus produtos para atendê-los (sem nunca terem pedido nossa permissão!)

Ferramentas biométricas como um EEG (eletroencefalograma) que mede ondas cerebrais, software de análise de expressão facial que segue as mudanças de nossas expressões, e o rastreamento ocular, que nos permite gravar movimentos oculares "inconscientes", são onipresentes em todos os tipos de publicidade e desenvolvimento de produtos hoje — além da psicologia ou dos departamentos médicos onde você pode esperar vê-los. Nos dias de hoje, você também os encontrará instalados nos laboratórios de pesquisa comportamental e experiência do usuário em escolas de negócios, como a Universidade Americana (American University) no Distrito da Columbia e o Instituto Politécnico de Worcester (Worcester Polytechnic Institute - WPI) em Massachusetts.

O que acontece quando você aplica uma medida biométrica como o rastreamento ocular para a arquitetura? Mais do que esperávamos...

Neurotraces - Traçando linhas entre a Neurociência e a Arquitetura

Você já imaginou como que os ambientes podem impactar no comportamento das pessoas?

Estudos da área da Neurociência demonstram evidências do impacto do espaço físico no cérebro humano.

A partir dessa informação e conhecendo as bases da neurociência podemos projetar ambientes muito mais estratégicos e assertivos, que vão além da simples estética e que impactam na forma como as pessoas se sentem.

CONTEÚDO:
- Introdução: Qualidade Corporativa
- Cérebro, comportamento e emoções
- Humanização nos Ambientes de Trabalho
- O Cérebro
- Conceitos de neurociência que o arquiteto/projetista precisa saber
- Ambientes para os 5 sentidos
- Atenção, Sensação e Percepção
- Smart Working
-Emoções, Motivação
- Fechamento / Conclusão

INSIGHTS DA NEUROARQUITETURA PARA AMBIENTES DE TRABALHO MAIS PRODUTIVOS

A busca pela produtividade e bem-estar no trabalho tem sido frequente em inúmeras discussões levando em conta questões de gerenciamento, liderança e organização nas corporações.

Workshops sobre neuroarquitetura e sustentabilidade prática para ambientes corporativos

Os eventos fazem parte da 1ª Edição do SWTalks (Smart Workplaces Talks), um programa de atividades voltados à formação de especialistas em ambientes corporativos inteligentes.

Com o objetivo de estimular uma discussão multidisciplinar sobre as mudanças na forma de trabalho que vem acontecendo nos últimos anos e dos seus reflexos nos espaços físicos dos escritórios, a BENCKE ARQUITETURA, responsável pelo conceito da QUALIDADE CORPORATIVA Smart Workplaces, lança neste mês uma sequência de Webnars, Workshops e Curso de Especialização, totalizando 60 horas de conteúdos focados na área de projetos corporativos.

NeuroArquitetura e Educação: Aprendendo com muita luz

O seguinte texto corresponde ao capítulo 15 do Livro "NEUROEDUCAÇÃO: só é possível aprender aquilo que se ama" (Alianza Editorial, 2010), dedicado a analisar como interage o cérebro com o meio que o rodeia no momento da aprendizagem, a partir dos dados que traz a ciência.

Por Francisco Mora*

Por que ensinar os estudantes em salas de aula amplas, com grandes janelas e luz natural é melhor e produz mais rendimento que o ensino transmitido em salas apertadas e pobremente iluminadas? Em que medida os colégios, os institutos de ensino médio ou as universidades, que já foram ou estão sendo construídos nas grandes cidades modelam a forma de ser e pensar daqueles que estão se formando? É possível que a arquitetura dos colégios não responda hoje ao que realmente requer o processo cognitivo e emocional para aprender e memorizar, de acordo com os códigos do cérebro humano e a verdadeira natureza humana e sejam, além disso potenciadores de agressão, insatisfação e depressão? Até que ponto viver limitado ao espaço de uma sala de aula, longe das grandes extensões de terra com horizontes abertos ou montanhas, árvores, de solos cobertos de verde tem alterado os códigos básicos da aprendizagem e memória? Todas essas são perguntas atuais, persistentes, que incidem na concepção de uma nova neuroeducação.