1. ArchDaily
  2. Desenho Urbano

Desenho Urbano: O mais recente de arquitetura e notícia

Desafios Urbanos da Cidade do Cabo como “Capital Mundial do Design 2014”

Subscriber Access | 

A cada dois anos, o Conselho Internacional de Sociedades de Design Industrial escolhe uma cidade dentre seus mais de 50 países membros como “Capital Mundial do Design”. Este reconhecimento é outorgado às cidades que, de alguma forma, implementaram o design como uma ferramenta para melhorar a vida cultural, econômica e social, a fim de converter os lugares em zonas mais atrativas, competitivas, eficiente e habitáveis. Com a criação de uma agenda composta por eventos relacionados ao design que se estende durante um ano, a menção também significa um desafio em detectar e remediar problemas urbanos que, em alguns casos, se arrastam por vários anos.

Em suas três versões passadas – Turim (2008), Seul (2010) e Helsinque (2012) – cada Capital do Design aproveitou para difundir suas realizações e criar novas estratégias junto a especialistas do Conselho, para servir de exemplo às demais nações. Nos próximos anos, as práticas surgidas nestes encontros estarão carregadas de história e segregação, porque serão provenientes da Cidade do Cabo, África do Sul, escolhida como a Capital Mundial do Design 2014.

Programa de Murais Artísticos transforma a paisagem urbana do centro da Filadélfia

Por Alex Riemondy para Global Voices; publicado em This Big City

O Programa de Murais Artísticos da Filadélfia, Estados Unidos, teve início em 1984 como parte de uma campanha para erradicar as pichações da cidade. Desde então, mais de 3.000 murais foram cridos e cada um se transformou em um ponto distinto da paisagem urbana. Na Filadélfia, os murais se transformaram em uma oportunidade única para o desenvolvimento e a participação das comunidades, uma vez que fomentam as relações entre escolas, organizações populares, órgãos municipais e filantropos.

MVRDV Vence Concurso para Redesenhar 600ha em Caen

Extendendo além das limitações naturais de Presqu’ile de Caen e dentro das cidades vizinhas de Mondeville e Hérouville Saint Clair, o visionário projeto ganhador do concurso de MVRDV vai transformar 600 ha de solo industrial num conjunto de jardins pontuados por um mosaico de assentamentos urbanos. Essa ambição, entitulada ‘La Grande Mosaique’, é fortemente baseada no respeito das estruturas existentes e definido por intervenções de pequena escala que irão resultar numa estrutura de grande escala para a Grande Caen.

A proposta foi selecionada a partir de três propostas submetidas pelo Agência de Desenvolvimento Público SPLA por ser, como o Prefeito de Caen Philippe Duron descreve, o "projeto mais impressionante". Foi elogiado pelo júri pela sua "nova visão" de urbanismo.

A Recuperação da Calçada no Desenho da Cidade

Subscriber Access | 

O principal tipo de espaço público nos Estados Unidos é a rua. Por muito tempo ela se demonstra como o suporte para a economia, servindo de cenário para o intercâmbio e interação entre clientes, comerciantes e empresários. Sob o ponto de vista de que as ruas e as cidades não são estáticas, tampouco completas, e com base de que é na calçada que surge a ideia da criação de valores, estas continuam crescendo como facilitadoras da vida urbana. Como nos rios, estes pontos de contato com a “margem” criam diversas atividades. Portanto, na medida em que nossas ruas recebem carros mais rápidos e maiores, o rio torna-se o caminho para separar a atividade que dá origem às calçadas.

Patrimônio, espaço público e sustentabilidade urbana

Texto Original por Martín M. Muñoz, autor da tese de licenciatura em Urbanismo da Universidad Nacional de General Sarmiento (Bs. As., ARG.), via Plataforma Urbana. Tradução Archdaily Brasil

O patrimônio arquitetônico hierarquiza o espaço público que emoldura, e com ele contribui enormemente à tão almejada sustentabilidade de nossas cidades. Este artigo busca colocar os leitores em relação a destacar a pertinência de repensar a paisagem urbana em seu conjunto a partir da escala humana.

Nos últimos anos, vem ganhando grande destaque o termo “sustentável”. Concebido como um novo ideal a ser alcançado, o termo está ligado fortemente à consolidação dos avanços da ecologia como um campo de estudo e de ação desde os anos setenta. E neste sentido, o termo “sustentável” também é utilizado como sinônimo, e enquanto cada palavra reconhece uma origem diferente, atualmente ambas se encontram interligadas pelo mesmo paradigma em voga que as relaciona há mais de 40 anos: o desenvolvimento sustentável. Assim que hoje, frente ao futuro, é necessário voltar a nos perguntarmos o que é ser sustentável. Porque o cenário que foi testemunha da criação deste conceito sofreu uma mudança drástica quando o crescimento da população mundial foi observado que, desde 2007, mais de metade vive em cidades. O que muitos apontaram como o triunfo definitivo das cidades e início da era urbana, cabe a nós convocar a repensar como a humanidade pensa sustentar este processo e sustentar-se futuramente.

Dez modos de transformar as cidades através de placemaking e espaços públicos

Em 2011, Un-HABITAT e Project for Public Spaces (PPS) assinaram uma cooperação de 5 anos que pretende chamar a atenção internacional sobre a importância dos espaços públicos nas cidades, fomentar trocas de ideias e educar uma nova geração de planejadores, projetistas, ativistas comunitários e outros líderes civis sobre os benefícios daquilo que chamamos "metodologia de placemaking". Esta parceria está ajudando no desenvolvimentos de cidades onde pessoas de todas as classes sociais e idades possam viver em segurança social e econômica. Para alcançar este objetivo, foram publicados 10 passos informativos sobre as medidas que as cidades e comunidades podem tomar para melhorar a qualidade de seus espaços públicos. 

Continue lendo para saber mais a respeito destes passos.

“River to the People”: Plano de Recuperação da Costa de Nova York

Subscriber Access | 

Durante a passagem do furacão Sandy em Nova Iorque, inundações excederam a capacidade do rio East de Manhattan e atingiram as casas e subestações de energia provocando apagões generalizados. A tempestade enalteceu os efeitos da mudança climática e as preocupações sobre a capacidade da cidade em suportar tais eventos climáticos. Como resposta, o escritório de arquitetura WXY Architecture + Urban Design, desenvolveu um projeto que reforça os 3,5 quilômetros de margem costeira em Manhattan, que se estende desde a ponte Brooklyn até a Rua 38.

“River to the People”: Plano de Recuperação da Costa de Nova York  - Urbanismo“River to the People”: Plano de Recuperação da Costa de Nova York  - Urbanismo“River to the People”: Plano de Recuperação da Costa de Nova York  - Urbanismo“River to the People”: Plano de Recuperação da Costa de Nova York  - Urbanismo“River to the People”: Plano de Recuperação da Costa de Nova York  - Mais Imagens+ 3

“The Lancaster Boulevard”: A economia como chave do desenvolvimento urbano

Quando uma rua é eleita por um município para melhorias em iluminação pública, mobiliário urbano ou calçadas, não apenas os vizinhos que passam por ali frequentemente são os maiores beneficiados, mas dependendo das atividades econômicas que se desenvolvam nesta zona, é possível potencializar uma área que irá influenciar toda a cidade.

Esse é o caso de Lancaster, uma cidade estadunidense localizada 112 quilômetros ao norte do centro de Los Angeles, que desde 1980 tem protagonizado um rápido crescimento de sua população, que atualmente chega aos 150.000 habitantes. De fato, entre 2000 e 2010, sua população triplicou e sua área urbana se expandiu notoriamente. No entanto, este desenvolvimento não tem sido graças aos seus índices econômicos, já que o preço das casas baixou dois terços e o desemprego chegou a 15,6% em agosto de 2012, valor maior que a média do estado da Califórnia que é de 10,4%.

Isto levou os comerciantes a migrarem para outras áreas, o que fez com que o centro histórico sofresse um processo de deterioração, atraindo outro problema: a delinquência. Para mudar isto, em 2008, traçou-se uma estratégia de zoneamento que buscava potencializar a circulação da cidade através do incentivo de usos mistos do espaço entre motoristas e pedestres, a instalação de novas empresas, a construção de uma paisagem urbana que facilitasse os deslocamentos e fosse multifuncional. O responsável pelo projeto é o escritório de arquitetura e planejamento Moule & Polyzoides.

Mais detalhes a seguir.

Espaços comuns: Urbanismo, Sustentabilidade e a arte do Placemaking

O movimento sustentável está à beira do auge do sucesso, embora ainda há muito a ser feito para promover a cooperação e o investimento com o objetivo de enfrentar as emissões de carbono e as mudanças climáticas. A proliferação das considerações sobre o meio ambiente abarcaram quase todos os aspectos da vida cotidiana. Enquanto a maioria das pessoas de nossa sociedade hesitariam em se qualificar como ambientalistas, é inegável que há um crescente aparecimento da beleza natural e um desejo de harmonia para nosso desenho urbano. Sobre tudo, há um desejo básico de viver, agora e no futuro, em um lugar seguro, feliz e saudável. Em nenhuma parte isto é mais evidente do que no processo de projeto para a renovação dos espaços públicos, o que está se convertendo em uma atividade mais inclusiva e dirigida para e pela comunidade, com a finalidade de outorgar um grande benefício para o planeta e a população.

StreetMix, uma ferramenta para pensar nossas ruas.

StreetMix é um aplicativo voltado para o desenho do ambiente urbano. Ele convida seus usuários a criar uma paisagem urbana, através da seção de uma rua, com uma variedade de elementos de vias típicas - para bicicletas, automóveis e ônibus - além de canteiros, calçadas e árvores.

Arup os Arranha-céus de 2050

Estima-se que até 2050, 75% da população mundial - que será de 9 bilhões - viverão nas cidades. A expansão urbana já é problemática e os planejadores são confrontados por novos desafios como o de construir verticalmente e não para o horizonte. Além disso, as cidades são cada vez mais confrontadas por mudanças climáticas, escassez de recursos, custos crescentes de energia e ainda a possibilidades de futuros desastres naturais ou provocados pelo homem. Em resposta a estas questões, a Arup propôs a sua visão de um edifício urbano na cidade do futuro.

Em sua proposta, intitulada "Está Vivo!", eles imaginam um ecossistema urbano de edifícios conectados e "vivos", que não só criam espaços, mas também criam um ambiente. De acordo com a Arup, edifícios do futuro não irão apenas produzir e consumir energia, mas irão fornecer aos seus ocupantes ar puro e água limpa.

Mais informações da visão da Arup

As 10 cidades com a melhor infraestrutura do mundo

Texto por Francisca Codoceo via Plataforma Urbana. Tradução Archdaily Brasil.

Em uma época onde mais da metade da população vive em cidades que, no total, representam menos de 2% da superfície terrestre do planeta, o desenvolvimento sustentável da infraestrutura urbana tornou-se uma das maiores necessidades e desafios do século XXI. Desta maneira, é de grande importância toda a informação que podemos compartilhar sobre as distintas situações em diferentes partes do país e como eles criaram casos de sucesso e fracasso.

O que é uma cidade biofílica?

O termo “biofilia” é utilizado pela Universidade de Harvard para definir o grau em que os seres humanos estão conectados com a natureza e com outras formas de vida.

AECOM Anuncia os vencedores do Urban SOS

AECOM anunciou 'Unslumming Kibera' como o vencedor da quarta edição da competição anual Urban SOS competition.

A competição de estudantes recebeu trabalhos de 118 universidades em 41 países. Três projetos foram pré-selecionados para uma apresentação a um quadro de juízes em Nova York em 16 de janeiro.

Leia sobre os finalistas e seus projetos após o intervalo

Estrada para bicicletas com 30 km de extensão foi construída na Suécia

De tempos em tempos são anunciados projetos de novas ciclovias que servirão para melhorar os deslocamentos dos ciclistas e o uso do espaço público. Mesmo estes projetos sendo um avanço em comparação à realidade dos ciclistas há alguns anos, ainda há muito a melhorar, sobretudo em entender que a infraestrutura cicloviária deve estar aliada a um plano que permita que a bicicleta transforme-se em uma real alternativa de transporte.

Os espaços verdes públicos – Entre demanda e possibilidades efetivas

Subscriber Access | 

Os espaços verdes públicos constituem um dos principais articuladores da vida social. São lugares de encontro, de integração e de trocas; promovem a diversidade cultural de uma sociedade; e criam valor simbólico, identidade e a sensação de se pertencer a um lugar. Essas características fazem com que os governos locais desenvolvam estratégias para o surgimento de novos espaços verdes, estratégias para aperfeiçoar sua manutenção, melhorar a qualidade de seus equipamentos e potencializar seus acessos. Nesta perspectiva, muitas questões quanto à promoção e gestão destes espaços são levantadas e instalam uma delicada articulação entre demanda e possibilidades efetivas.

Como seria Nova York no século XXIV?

Anunciados os Vencedores do 2012 Land Art Generator Initiative Competition para o Freshkills Park