Escola Senai, projeto NPC Grupo Arquitetura, projeto vencedor na categoria Obra de Arquitetura. Foto: Nelson Kon.
A entrega do prêmio APCA 2016 acontecerá na noite (20h) do próximo dia 15/5, no Theatro Municipal, em São Paulo. Receberão os prêmios os escolhidos pelos críticos da associação de críticos em 12 categorias: Arquitetura, Artes Visuais, Cinema, Dança, Literatura, Moda, Música Erudita, Música Popular, Rádio, Teatro, Teatro Infanto-Juvenil e Televisão. Os premiados foram anunciados em Dezembro do ano passado.
O título da sétima edição do curso “A dimensão paisagística no projeto da cidade contemporânea” oferecido pelo grupo S.I.T.U. – Unesp ( Campus de Bauru) e exprime um mergulho no Território Português, Rotas e Paisagens da Lusofonia, à luz da circulação de homens, modelos urbanísticos, ideias. O curso está sendo estruturado com a participação das universidades de Évora, do Porto e de Lisboa.
Histoire d’Architecture é o título da monumental obra em dois volumes escrita e ilustrada pelo historiador francês Auguste Choisy em 1899 em que se dedica, como sugere o nome, ao estudo da história da arquitetura, desde os primórdios das artes de construir e da arquitetura egípcia até a investigação de monumentos e edificações mortuárias contemporâneas [de sua época, evidentemente] e revestimentos decorativos, passando também pela observação da arquitetura grega e romana e suas técnicas construtivas. Um enorme compêndio da história da arquitetura de 1.442 páginas e 1.700 ilustrações[1] que esmiúça seus mais detalhados pormenores.
Estreia de "A Construção da Villa Além", um filme realizado por uma equipa de arquitectos e cineastas do Porto, que acompanha a construção da casa que o arquitecto suíço Valerio Olgiati e a sua mulher Tamara idealizaram, para viver parte do ano, num lugar remoto do litoral alentejano.
A sessão terá lugar no IndieLisboa International Film Festival, na Culturgest (Lisboa), dia 6 de Maio, às 16:30.
Diferente de muitas outras artes, a arquitetura guarda algumas singularidades que só poderiam encontrar respaldo em um campo que, por natureza, se coloca como uma combinação de outros campos. De início, chamá-la de arte pressupõe afastar o foco de sua natureza técnica e social, voltando-o para questões relativas à liberdade artística e experimentações formais daqueles que a concebem. Falso se tomado como único modo de compreender e abordar a arquitetura, mas verdadeiro se visto como um dos modos de fazê-lo.
Há uma peculiaridade na arquitetura como arte, se a tomarmos em comparação com outras artes: o não-reconhecimento do “artista”. A produção de outros campos, ao atingir determinado grau de reconhecimento e legitimação dentro do próprio campo, extrapola seus limites e passa a fazer parte do conhecimento daquilo que se pode chamar de “público” – ou, pessoas de fora do campo, ou ainda, leigos.
O MEY Studio, fundado no ano de 2016, por três estudantes de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Anhembi Morumbi (Laureate International Universities), Matheus Pereira, Ellen Corrêa e Yasmim Amorim, imbuídos pelo insaciável desejo em analisar o espaço urbano e conhecer de modo mais profundo a arquitetura paulista e suas camadas, o projeto nasceu da vontade e desejo em despertar aos estudantes de arquitetura e urbanismo e interessados à área, uma nova percepção do espaço, através da observação à Cidade e aos lugares em que convivemos diariamente e não notamos-o em sua mera importância. Com isso, o Studio busca debater temáticas do espaço urbano e arquitetônico em conjunto com suportes de registros, como o croqui urbano e a fotografia, permitindo, então, a construção de um olhar mais crítico ao espaço.
No dia 29/04, o Ateliê397 inaugura, com apoio da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo – via Proac, a exposição “Forma, processo e prática política: experiências críticas e alternativas na arquitetura brasileira”.
Partindo da crítica antimoderna dos anos 60, Diego Mauro e Ícaro Vilaça apresentarão, de maneira performativa, numa espécie de “batalha de imagens”, diferentes respostas para a crítica (e a crise) do moderno: de um lado, os que trilharam o caminho da utopia (Constant Nieuwenhuys, Superstudio, Archizoom), do outro, os que insistiram no potencial transformador da arquitetura (Lucien Kroll, Arquitetura Nova, Carlos Nelson F. dos Santos, Cooperativas Uruguaias, Mutirões Autogeridos). Os limites e as contradições das duas respostas serão objeto de especial interesse por parte dos dois pesquisadores.
A partir de alguns exemplos pontuais de trabalhos de quatro artistas e arquitetos – Hélio Oiticica, Marcel Gautherot, Lúcio Costa e Lina Bo Bardi – Paola Berenstein Jacques buscará compreender a apropriação da cultura popular como um contraponto crítico ao movimento moderno em arquitetura e urbanismo no Brasil e, em particular, ao que seria uma de suas maiores realizações: o projeto e a construção de nossa capital moderna no planalto central do país: Brasília.
Os caminhos percorridos pelos usuários na esfera urbana refletem as diferentes transformações no espaço natural do nosso território, através das produções intelectuais em diferentes lugares e épocas. A paisagem é o domínio de tudo o que a visão alcança, além de tudo que sentimos, ouvimos, no geral tudo o que percebemos.
Na era da pós-verdade, como um tempo em que o facto já não importa, explorar a manipulação no contexto da disciplina arquitetônica implica uma reflexão sobre as ferramentas do discurso. A formulação da opinião pública decorre agora dos apelos à emoção, às crenças pessoais, à repetição de uma não-verdade até que se torne numa não-mentira. Esta é a era da manipulação. É a era da imagem retratada, mais empática que a dimensão do facto.
Primeira Obra - Primeiro Projecto // Concurso Internacional de Arquitectura // 4.ª Edição
[RE]VER A JOFEBAR - PERAFITA
O objecto do concurso de carácter internacional que se promove, direccionado a jovens estudantes de arquitectura, é a criação de uma nova identidade para as instalações da empresa Jofebar, com especial enfâse na marca PanoramAH!, coerente com os valores da empresa e com o espírito das soluções e dos produtos que a mesma desenvolve. Mantendo-se o edificado existente, pedimos aos concorrentes que apresentem soluções inovadoras, através da criação de uma nova estrutura / fachada, por via de elementos estáticos ou dinâmicos, com recurso à utilização de elementos tradicionais ou tecnológicos que evidenciem a sua fachada.
Representar o espaço, construído ou ainda em concepção, constitui uma porção significativa das tarefas dos arquitetos e, considerando que a própria formação do arquiteto acontece por intermédio de representações, fica clara a importância de seu conhecimento, seus limites e seus recursos para a arquitetura.
Dispomos de variados meios para representar o espaço e, embora “isoladamente e no seu conjunto, esses instrumentos são incapazes de representar completamente o espaço arquitetônico”, é válida a tarefa de analisar mais a fundo o assunto se entendermos que “a nossa missão é estudar a técnica de que dispomos e torná-la mais eficiente.” [1]
Ideasforward quer dar aos jovens criativos de todo o mundo a oportunidade de expressar suas opiniões sobre o futuro das sociedades através de suas propostas inovadoras e visionárias.
Curso criado pela Pistache Editorial, editora independente que publicou o livro Casacadabra em 2016, estimula criança a entender o ambiente construído e a atuar nas cidades
A partir de Abril, o Sesc Pinheiros promove o curso "Arquitetura Para Crianças" com Simone Sayegh e Carolina Hernandes. Voltado para crianças a partir de 7 anos, a atividade explora noções e conhecimentos da arquitetura de modo lúdico e será desenvolvido em três módulos interdependentes.
Módulo I (Abril) – o desenho que vira casa. Este módulo abordará a construção de vocabulário visual a partir da geometria e da representação plástica, considerando formas geométricas, representação (planos e elevações), cores e revestimentos e dimensões (do 2D para o 3D, transformando polígonos em figuras tridimensionais). Dias: 8, 15, 29/4 e 6/5. Sábados, das 10h30
Categoria fronteiras da arquitetura: Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro / Fernando Meirelles, Daniela Thomas e Andrucha Waddington Foto: Fernando Frazão / Agência Brasil
Vencedores e críticos da categoria arquitetura do prêmio APCA 2016 participam de mesa redonda no Museu da Casa Brasileira
5 e 6 de abril, quarta e quinta-feira, às 18h30 – entrada gratuita
Os premiados da categoria Arquitetura do Prêmio APCA 2016 (Associação Paulista de Críticos de Arte) participarão nos dias 05 e 06 de abril de uma mesa redonda aberta ao público em evento no Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo. As sessões de discussão dos projetos vencedores serão conduzidas pelo júri de arquitetura da APCA, nesta edição formado pelos críticos Abílio Guerra, Fernando
Capa do livro Grafite - Labirintos do Olhar, de Eduardo e Gabriela Longman
Ensaio triplo de Eduardo e Gabriela Longman compõe Grafite - Labirintos do Olhar, a ser lançado em abril.
Três cidades e sua produção de arte urbana. Num percurso marcado pela observação, reflexão e pesquisa, o fotógrafo Eduardo Longman e a jornalista Gabriela Longman trabalham desde 2014 para criar Grafite - labirintos do olhar. O livro, bilíngue, é resultado de incursões dos autores pelas ruas de São Paulo, Nova York e Berlim.
O projeto surgiu de conversas entre os autores, pai e filha, sobre trabalhos que poderiam realizar juntos. Ele lembrou de um ensaio emblemático que fizera sobre o centro de
Esta semana completa-se um ano do falecimento de Zaha Hadid, a mulher mais bem sucedida e influente do campo da arquitetura. Nascida em Bagdá, Iraque, em 1950, em 2004 se tornou a primeira mulher a ser laureada com o Prêmio Pritzker e, dois anos mais tare, recebeu a medalha de outro do Royal Institute of British Architects (RIBA).
Seu inesperado falecimento deixou um fascinante e inspirador legado e seu escritório ZHA segue trabalhando simultaneamente em quase uma centena de projetos em todo o mundo. Para recordar seu legado, a empresa espanhola Deimos Imaging compartilhou conosco uma série de fotografias de obras de Zaha em cinco países.
Estas imagens foram registradas pelo satélite Deimos-2, lançado em 2014 e projetado registrar fotografias da Terra em altíssima resolução. Estas incríveis obras de Zaha tomam uma nova perspectiva quando contempladas do céu, ou melhor dizendo, de um satélite.